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  • Sexta, 22 de Setembro de 2017

  • OMC revê de 2,4% para 3,6% crescimento do comércio global em 2017

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    "São Paulo – A Organização Mundial do Comércio (OMC) divulgou nesta quinta-feira (21) uma revisão de suas previsões de crescimento do comércio global para este ano e o próximo. Para 2017, a mudança para cima da projeção foi significativa, de um avanço de 2,4% previsto em abril para 3,6% agora.

     

    Segundo a instituição, esta estimativa mais robusta é resultado principalmente de uma retomada do fluxo comercial intrarregional na Ásia e do aquecimento das importações na América do Norte, após um cenário de estagnação em 2016.

    “A melhora das perspectivas do comércio é bem-vinda, mas riscos substanciais que ameaçam a economia mundial ainda permanecem e podem facilmente minar qualquer recuperação”, disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, segundo nota da entidade. “Estes riscos incluem a possibilidade de a retórica do protecionismo se transformar em medidas restritivas ao comércio de fato, um crescimento preocupante das tensões geopolíticas e o aumento do impacto econômico de desastres naturais”, acrescentou.

    São riscos bastante palpáveis, dada a retórica beligerante e protecionista do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a escalada das tenções entre os EUA e a Coreia do Norte, o Irã e a Venezuela, o processo de saída do Reino Unido da União Europeia e a ocorrência recente de furacões no Caribe e na América do Norte, e de terremotos no México.

    A revisão da perspectiva de crescimento do comércio este ano leva em consideração também a expectativa de um maior avanço do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, de 2,8% em 2017 ante 2,3% em 2016. Segundo a OMC, houve aceleração do PIB na maioria das principais economias no segundo trimestre do ano, com destaque para a China, Estados Unidos e Zona do Euro. Nos casos da China e dos EUA, isso deu impulso ao aumento das importações.

    A OMC ressalta, porém, que em 2018 o ritmo de crescimento do comércio mundial deverá cair para 3,2%, em função de um esperado ajuste fiscal em países desenvolvidos e da possibilidade de alguma restrição fiscal e de crédito na China para evitar que a economia do país aqueça demais. Além disso, a entidade lembra que o desempenho de 2018 não será comparado ao de um ano fraco, como no caso de 2017 frente a 2016. No ano passado, o comércio mundial cresceu apenas 1,3%.

    Semestre

    No primeiro semestre de 2017, o comércio internacional avançou 4,2% sobre o mesmo período do ano passado, com as economias em desenvolvimento superando o ritmo das desenvolvidas. Se as estimativas da organização se confirmarem, o volume das importações e das exportações das primeiras ultrapassará o das últimas este ano. A instituição informa, no entanto, que ainda é cedo para dizer se isto marcará o fim da desaceleração dos mercados emergentes.

    Houve crescimento nas exportações e nas importações em quase todas as regiões pesquisadas pela OMC no primeiro semestre, com exceção da América do Sul, onde não ocorreram alterações significativas. “Pelo lado positivo, o Brasil deverá voltar a ver o crescimento de suas importações e de seu PIB em 2017, mas a América do Sul como um todo deve continuar a registrar crescimento fraco do comércio e do PIB”, informou o comunicado da instituição.

    Na rubrica “outras regiões”, que inclui a África, Oriente Médio e a Comunidade de Estados Independentes (ex-URSS), as exportações permaneceram praticamente estáveis, ao passo que as importações subiram 2,5% no primeiro semestre. Isto ocorreu por causa de uma recuperação parcial do preço do petróleo. Ainda que as cotações permaneçam baixas em relação às médias da história recente, houve um aumento de 21,8% nos valores em relação aos seis primeiros meses de 2016. Com mais receitas oriundas das exportações de petróleo, os países produtores têm mais recursos para importar outros produtos."

    Referências:Assintecal. OMC revê de 2,4% para 3,6% crescimento do comércio global em 2017, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/omc-reve-de-24-para-36-crescimento-do-comercio-global-em-2017 > Acesso em: 22 de setembro de 2017.

     

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  • Quinta, 21 de Setembro de 2017

  • Abicalçados publica Vídeo essencial para vender na Rússia

  • Resultado de imagem para russia

    O site da  Associação Brasileira das indústrias de calçados de informa :

     

    A Abicalçados e o escritório da Apex-Brasil na Rússia realizaram um estudo do mercado russo. O objetivo do material, produzido em vídeo, é orientar os fabricantes nacionais sobre as peculiaridades de um dos mais importantes mercados do mundo. No vídeo são detalhados dados sobre o mercado russo e constatado, por meio de entrevistas com representantes do varejo local, que os calçadistas brasileiros ainda engatinham na adaptação dos produtos de acordo com o gosto e necessidades do consumidor daquele país. “O verão russo tem duração curta, de dois meses. O restante do ano é inverno, mais ou menos rigoroso, condição climática que exige diferenciais como impermeabilização, isolamento térmico e solado antiderrapante para uso no gelo e na neve”, aponta a coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli. Assista: http://bit.ly/2wWvoYx.

    Referências:Abicalçados.Vídeo essencial para vender na Rússia. Disponível em:< http://www.abicalcados.com.br/noticia/video-essencial-para-vender-na-russia > Acesso em: 21 de setembro de 2017.

     

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  • Quarta, 20 de Setembro de 2017

  • Estudo do IEDI indica leve recuperação da atividade econômica

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    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    De acordo com a carta publicada pelo IEDI – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, no início do segundo semestre, observou- se uma leve recuperação da atividade econômica, principalmente do setor industrial, mas também no comércio varejista. Por outro lado, as atividades de serviços que enfrentam maiores dificuldades para retomar o crescimento.

    No caso da indústria, o resultado apurado foi de um crescimento de +0,8% em julho em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal de +2,5% frente a julho de 2016, o que, em ambas as comparações, estão dentre as maiores variações positivas do ano. Este desempenho influenciou o impulso do índice IBC-Br do Banco Central, indicador que antecipa as tendências do crescimento do PIB, de 0,41% no mês de julho.

    O principal fator negativo do resultado da indústria é a não existência de sinais que indiquem uma aceleração do crescimento recente, fazendo com que o desempenho no acumulado dos sete meses de 2017 seja ainda muito fraco – apenas +0,8%.

    Estes fatores estão muito relacionados com a melhora relativa das condições de crédito às famílias, a expressiva desaceleração da inflação e a redução dos juros, de modo a favorecer não apenas a indústria, mas também o comércio varejista. Desta forma, em relação ao crescimento nulo das vendas reais do varejo no período de junho para julho de 2017, observa-se uma mudança de rumo também neste segmento.

    Dentre os macrossetores, os melhores resultados vêm sendo alcançados por bens de consumo duráveis e bens de capital. Em relação à análise regional, cabe destacar o estado de São Paulo, o maior e mais moderno parque industrial do país, que vem apresentando uma trajetória mais consistente de crescimento (+4% em julho), após um período de oscilação entre no primeiro quadrimestre de 2017.

    O polo do Nordeste também merece ser destacado, isto porque apresentou um crescimento de +3,6% em julho deste ano frente a julho de 2016. Ainda nesta tendência de crescimento, observa-se o estado de Santa Catarina, que também vem entrando em um período de oscilação acentuada.

    Quanto às demais localidades pesquisadas pelo IBGE o quadro é de atenção, visto que grande parte delas apresentam sinais de desaceleração no período acumulado, como o caso de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

    No caso do varejo, os segmentos com melhores desempenhos em 2017 foram tecidos, vestuário e calçados (+15,5% ante jul/16), móveis e eletrodomésticos (+12,7%), equipamentos de escritório, informática e comunicação (+11,6%) e material de construção (+11,0%).

    Os diferentes comportamentos da indústria, comércio e serviços e a necessidade de retomada de fatores positivos sugerem certa atenção diante dos primeiros sintomas de recuperação da economia e dos riscos de possíveis recaídas nesta etapa inicial.

    Referências:Assintecal. Estudo do IEDI indica leve recuperação da atividade econômica, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/estudo-do-iedi-indica-leve-recuperacao-da-atividade-economica > Acesso em: 20 de setembro de 2017.

     

     

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  • Tags: Reportagem, Notícia,


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