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  • Quinta, 07 de Junho de 2018

  • Apesar do dólar, Banco Central mantém juro

  • Resultado de imagem para dolarO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Apesar da forte desvalorização do real em relação ao dólar neste ano - 13,65% - e de especulações no mercado de que os juros devem subir neste momento para frear a depreciação da taxa de câmbio, o Banco Central (BC) não pretende elevar a taxa básica (Selic), hoje em 6,5% ao ano. Ontem, o dólar teve valorização de 0,72%, cotado a R$ 3,8371, o maior valor desde março de 2016. No ano, a moeda americana acumula alta de 15,80%.

    A depreciação do câmbio encarece as importações e, por essa razão, pode provocar aumento da inflação, uma vez que, diante da menor competitividade do produto importado, a tendência é que os preços subam no mercado interno. Para o BC, porém, continua válida a declaração do presidente da instituição, Ilan Goldfajn, de que não há relação mecânica entre câmbio e política de juros.
     
    Em entrevista ao Valor em 23 de maio, Ilan disse que o BC não vai "reagir a uma coisa que está se mexendo sem afetar a nossa base, que é a inflação". Em linguagem mais coloquial, o BC está reafirmando que não pretende elevar a Selic para conter a desvalorização do real.
     
    Essa foi também a mensagem dada pelo diretor de política monetária do BC, Reinaldo Le Grazie, durante audiência, ontem, na CPI dos Cartões. No mercado de contratos de juros futuros, a taxa reflete probabilidade de 66,34% de que o BC eleve a Selic em 0,25 ponto percentual na reunião do dia 20 deste mês.
     
    Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a mensagem do BC foi a de que a taxa básica ficaria inalterada nas próximas reuniões. Mas ficou claro, também, que essa decisão está condicionada à evolução da conjuntura, em especial a atividade econômica, o balanço de riscos e as projeções de inflação do próprio BC e as expectativas do mercado.
     
    O balanço de riscos se deteriorou. A taxa de câmbio considerada na ata, de R$ 3,60, elevaria a projeção de inflação anual para algo em torno de 4%. As expectativas de inflação também já começaram a piorar. Na avaliação do BC, porém, há dois fatores que mitigam esses efeitos: o "hiato do produto", isto é, a diferença entre crescimento efetivo da economia e seu potencial, e o fato de as expectativas de inflação estarem ancoradas, ou seja, abaixo da meta de 4,5% para este ano e os próximos.
     

    Fonte: GS Notícias"

    Referências:“Apesar do dólar, Banco Central mantém juro”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/608/apesar-do-dolar-banco-central-mantem-juro” Acesso em: 07 de junho de 2018.

     

     

  • Postado por TI - STICKFRAN

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