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  • Quarta, 20 de Setembro de 2017

  • Estudo do IEDI indica leve recuperação da atividade econômica

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    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    De acordo com a carta publicada pelo IEDI – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, no início do segundo semestre, observou- se uma leve recuperação da atividade econômica, principalmente do setor industrial, mas também no comércio varejista. Por outro lado, as atividades de serviços que enfrentam maiores dificuldades para retomar o crescimento.

    No caso da indústria, o resultado apurado foi de um crescimento de +0,8% em julho em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal de +2,5% frente a julho de 2016, o que, em ambas as comparações, estão dentre as maiores variações positivas do ano. Este desempenho influenciou o impulso do índice IBC-Br do Banco Central, indicador que antecipa as tendências do crescimento do PIB, de 0,41% no mês de julho.

    O principal fator negativo do resultado da indústria é a não existência de sinais que indiquem uma aceleração do crescimento recente, fazendo com que o desempenho no acumulado dos sete meses de 2017 seja ainda muito fraco – apenas +0,8%.

    Estes fatores estão muito relacionados com a melhora relativa das condições de crédito às famílias, a expressiva desaceleração da inflação e a redução dos juros, de modo a favorecer não apenas a indústria, mas também o comércio varejista. Desta forma, em relação ao crescimento nulo das vendas reais do varejo no período de junho para julho de 2017, observa-se uma mudança de rumo também neste segmento.

    Dentre os macrossetores, os melhores resultados vêm sendo alcançados por bens de consumo duráveis e bens de capital. Em relação à análise regional, cabe destacar o estado de São Paulo, o maior e mais moderno parque industrial do país, que vem apresentando uma trajetória mais consistente de crescimento (+4% em julho), após um período de oscilação entre no primeiro quadrimestre de 2017.

    O polo do Nordeste também merece ser destacado, isto porque apresentou um crescimento de +3,6% em julho deste ano frente a julho de 2016. Ainda nesta tendência de crescimento, observa-se o estado de Santa Catarina, que também vem entrando em um período de oscilação acentuada.

    Quanto às demais localidades pesquisadas pelo IBGE o quadro é de atenção, visto que grande parte delas apresentam sinais de desaceleração no período acumulado, como o caso de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

    No caso do varejo, os segmentos com melhores desempenhos em 2017 foram tecidos, vestuário e calçados (+15,5% ante jul/16), móveis e eletrodomésticos (+12,7%), equipamentos de escritório, informática e comunicação (+11,6%) e material de construção (+11,0%).

    Os diferentes comportamentos da indústria, comércio e serviços e a necessidade de retomada de fatores positivos sugerem certa atenção diante dos primeiros sintomas de recuperação da economia e dos riscos de possíveis recaídas nesta etapa inicial.

    Referências:Assintecal. Estudo do IEDI indica leve recuperação da atividade econômica, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/estudo-do-iedi-indica-leve-recuperacao-da-atividade-economica > Acesso em: 20 de setembro de 2017.

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Reportagem, Notícia,


  • Quarta, 08 de Agosto de 2012

  • Reportagem da EPTV (Rede Globo) com o Grupo Stickfran sobre empresas que conseguem reduzir custos ao importar componentes da Ásia


  • Para Carlos Alberto Sardenberg, a ideia de não importar está equivocada. Empresas podem importar a matéria-prima e lucrar com o produto final.

    A cada 20 pares de calçados que o Brasil produz, importa um da China. No ano passado foram 35 milhões de pares.

    Depois da invasão dos sapatos prontos, os asiáticos entram no mercado dos componentes: como tecido, cadarço e fechos. Uma importadora compra matéria-prima na Ásia, faz adaptações e vende para 6,8 mil fábricas do Brasil.

    "Nós conseguimos verificar que essas possibilidades fossem uma viabilidade para o nosso processo produtivo dentro da empresa", diz o gerente de comércio exterior, Carlos Bettarello.

    O mesmo grupo importou também máquinas chinesas. O uso de componentes importados ou dos fabricados no Brasil com as máquinas chinesas reduziu o custo de produção numa indústria, em São Paulo, em 30%. A economia na linha de montagem foi decisiva para a sobrevivência da fábrica que agora consegue oferecer um produto mais barato ao consumidor e assim vencer a briga com os principais concorrentes, os chineses.

    Em três anos, o número de funcionários subiu de três para 76. Cinco deles no setor de design, que dá o toque brasileiro, tanto aos produtos daqui quanto aos importados. "As coleções eram feitas semestralmente, era uma coleção a cada seis meses. Hoje em dia tem empresas que lançam coleções a cada dois meses. O desenvolvimento de um produto, ele não para mais, e com isso, o custo, ele obviamente tem que ser mais baixo para a empresa e para o consumidor", fala a estilista Cláudia Silva.

    O importador acredita que usar a invasão da China com inteligência pode salvar a indústria nacional. “Aproveitar o que eles têm de bom e une à nossa criatividade. Fazendo isso teremos produtos diferenciados e vamos estar aptos ao mercado. Caso a gente bate de frente, vai estar fora do mundo dos negócios", diz o empresário Renato Raimundo.

    Mas nem todo mundo concorda. O presidente do Sindicato das Indústrias (Sindifranca), Carlos Brigagão, diz que a importação de componentes é uma solução a curto prazo e uma armadilha fatal para o futuro. "Nós estaremos destruindo a cultura dessa tecnologia, nós passamos a depender de terceiros, depender de importações. Portanto, é importante que o governo barre a entrada desses componentes na destruição da indústria brasileira".

    Matéria extraída do site:
    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/08/empresas-conseguem-reduzir-custos-ao-importar-componentes-da-asia.html

     

  • Postado por: Alex

  • Tags: StickFran, Novidades, Reportagem, EPTV, Importação,


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