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  • Quarta, 08 de Agosto de 2012

  • Reportagem da EPTV (Rede Globo) com o Grupo Stickfran sobre empresas que conseguem reduzir custos ao importar componentes da Ásia


  • Para Carlos Alberto Sardenberg, a ideia de não importar está equivocada. Empresas podem importar a matéria-prima e lucrar com o produto final.

    A cada 20 pares de calçados que o Brasil produz, importa um da China. No ano passado foram 35 milhões de pares.

    Depois da invasão dos sapatos prontos, os asiáticos entram no mercado dos componentes: como tecido, cadarço e fechos. Uma importadora compra matéria-prima na Ásia, faz adaptações e vende para 6,8 mil fábricas do Brasil.

    "Nós conseguimos verificar que essas possibilidades fossem uma viabilidade para o nosso processo produtivo dentro da empresa", diz o gerente de comércio exterior, Carlos Bettarello.

    O mesmo grupo importou também máquinas chinesas. O uso de componentes importados ou dos fabricados no Brasil com as máquinas chinesas reduziu o custo de produção numa indústria, em São Paulo, em 30%. A economia na linha de montagem foi decisiva para a sobrevivência da fábrica que agora consegue oferecer um produto mais barato ao consumidor e assim vencer a briga com os principais concorrentes, os chineses.

    Em três anos, o número de funcionários subiu de três para 76. Cinco deles no setor de design, que dá o toque brasileiro, tanto aos produtos daqui quanto aos importados. "As coleções eram feitas semestralmente, era uma coleção a cada seis meses. Hoje em dia tem empresas que lançam coleções a cada dois meses. O desenvolvimento de um produto, ele não para mais, e com isso, o custo, ele obviamente tem que ser mais baixo para a empresa e para o consumidor", fala a estilista Cláudia Silva.

    O importador acredita que usar a invasão da China com inteligência pode salvar a indústria nacional. “Aproveitar o que eles têm de bom e une à nossa criatividade. Fazendo isso teremos produtos diferenciados e vamos estar aptos ao mercado. Caso a gente bate de frente, vai estar fora do mundo dos negócios", diz o empresário Renato Raimundo.

    Mas nem todo mundo concorda. O presidente do Sindicato das Indústrias (Sindifranca), Carlos Brigagão, diz que a importação de componentes é uma solução a curto prazo e uma armadilha fatal para o futuro. "Nós estaremos destruindo a cultura dessa tecnologia, nós passamos a depender de terceiros, depender de importações. Portanto, é importante que o governo barre a entrada desses componentes na destruição da indústria brasileira".

    Matéria extraída do site:
    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/08/empresas-conseguem-reduzir-custos-ao-importar-componentes-da-asia.html

     

  • Postado por: Alex

  • Tags: StickFran, Novidades, Reportagem, EPTV, Importação,


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