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  • Quinta, 16 de Novembro de 2017

  • Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro

  • Resultado de imagem para coureiro-calçadista
    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):
    Joni Goulart

    Estreitar relações, fazer contatos e ampliar parcerias entre mais de 2 mil empresários são alguns dos objetivos do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que ocorrerá de 12 a 14 de novembro em Porto Alegre, na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Os setores brasileiros de couros, calçados, componentes e máquinas para as indústrias curtidora e calçadista estarão nessa plataforma de negócios para os dois países, por meio de espaço compartilhado entre cinco entidades. São elas: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e Associação de Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul). Exposição de produtos, seminários e rodadas de negócio estão na pauta geral do evento.

    Potencial criativo

    No espaço coletivo dos setores ligados à produção de couros, máquinas, componentes e calçados do Brasil, o foco será a apresentação do potencial criativo, tecnológico e produtivo do País, com exposição de materiais e produtos finais, além da disponibilização de conteúdo de comunicação sobre a indústria nacional. Projetos desenvolvidos com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – como o Brazilian Footwear, em parceria com Abicalçados, e o Brazilian Leather, conduzido com CICB – estarão com ações e artigos dispostos no estande. Letícia Sperb Masselli, coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, destaca ainda que a entidade apresentará no EEBA o Future Footwear, iniciativa que dialoga com a criação e execução de novos modelos de negócios, produtos e processos produtivos em toda a cadeia.

    Cliente importante

    Para José Fernando Bello, presidente-executivo do CICB, o evento será uma oportunidade de colocar a indústria nacional em contato com um mercado de destaque para a economia do País. “A Alemanha é um cliente importante para o setor curtidor do Brasil, é o sétimo destino com maior participação nas nossas exportações”, afirma. No Rio Grande do Sul, a participação da Alemanha nas exportações é ainda maior: trata-se do quarto maior destino, como destaca o presidente executivo da AICSul, Moacir Berger. A importância da parceria comercial entre os dois países também é destacada pelo presidente da Assintecal, Milton Killing. “Todo o cenário positivo se faz por aproximações como esta e que vão ao encontro com os interesses bilaterais de mercado”, destaca.

    O presidente da Abrameq, Marlos Schmidt, avalia que a participação do cluster do couro e calçados no EEBA mostrará toda a força coletiva deste setor. Além disto, destaca que a Alemanha é uma referência mundial em tecnologia, protagonista na Industria 4.0. “Neste sentido, a nossa expectativa será proporcionar relacionamento e conhecimento, nos oportunizando buscar parcerias que contemplem o que há de mais avançado no mundo em tecnologia”, completa Marlos.

    A Fiergs, por meio do seu Centro Internacional de Negócios (CIN-RS), será anfitriã do EEBA, que é considerado um dos mais importantes eventos da agenda bilateral dos dois países, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã Federação das Indústrias Alemãs (BDI). O EEBA ocorre anualmente de forma alternada, nos anos pares na Alemanha e ímpares no Brasil.

    Referências:Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/alemanha-no-foco-do-setor-coureiro-calcadista-brasileiro” Acesso em: 16 de novembro de 2017.”

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  • Quarta, 11 de Outubro de 2017

  • Balança comercial segue operando no azul e acumula superávit recorde de US$ 55,177 bilhões em 2017

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    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    Brasília – Com exportações no valor de US$ 5,059 bilhões e importações de US$ 3,157 bilhões, a primeira semana de outubro teve superávit de US$ 1,902 bilhão na balança comercial brasileira. No ano, as exportações totalizam US$ 169,663 bilhões e as importações, US$ 114,485 bilhões, com saldo positivo de US$ 55,177 bilhões.

    Acesse aqui os dados completos da balança comercial

    Nas exportações, comparada a média da primeira semana de outubro de 2017 (US$ 1,012 bilhão) com a média de outubro de 2016 (US$ 685,7 milhões), houve crescimento de 47,6%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (70,8%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, soja em grãos, carnes de frango e bovina), semimanufaturados (47,8%, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas) e manufaturados (22,8%, por conta de automóveis de passageiros, suco de laranja congelado, etanol, veículos de carga, laminados planos de ferro e aço). Em relação a setembro de 2017, houve crescimento de 8,4%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (14,3%) e básicos (13,4%), enquanto que caíram as vendas de produtos manufaturados (-1,8%).

    Nas importações, a média diária da primeira semana deste mês (US$ 631,4 milhões), ficou 11% acima da média de outubro do ano passado (US$ 568,8 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (57,0%), siderúrgicos (39,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (17,6%), equipamentos eletroeletrônicos (12,5%) e veículos automóveis e partes (9,4%). Em relação a setembro deste ano, houve queda de 6,4%, devido à diminuição nas vendas de adubos e fertilizantes (-40,5%), farmacêuticos (-26,2%), químicos orgânicos e inorgânicos (-13,4%), equipamentos mecânicos (-11%) e equipamentos eletroeletrônicos (-3,5%).

     

    *Com informações do MDIC

    Referências:Assintecal.Balança comercial segue operando no azul e acumula superávit recorde de US$ 55,177 bilhões em 2017, 2017. Disponível em:< http://www.assintecal.org.br/noticia/balanca-comercial-segue-operando-no-azul-e-acumula-superavit-recorde-de-us-55177-bilhoes-em-2017 > Acesso em: 11 de outubro de 2017.

     

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  • Quinta, 28 de Setembro de 2017

  • Exportações de máquinas e equipamentos têm alta de 6,7% de janeiro a agosto, diz Abimaq

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    "Brasília –  As exportações de máquinas e equipamentos registraram aumento de 6,7% entre os meses de janeiro e agosto e totalizaram US$ 5,64 bilhões, com uma alta de 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em agosto, as vendas para o exterior foram de R$ 835,5 milhões, 14,9% acima do registrado em julho e 19,9% acima em relação a agosto do ano passado. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

    No plano doméstico, as vendas feitas pela indústria brasileira de máquinas e equipamentos continuam a apresentar queda no acumulado de 2017. De janeiro até agosto, o setor vendeu R$ 44,1 bilhões, o que representa 4,1% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. Já o resultado no mês de agosto apresentou alta. Foram vendidos em máquinas e equipamentos R$ 6,08 bilhões, 3,9% a mais em relação a julho e 2,6% acima do registrado em agosto de 2016.

    De acordo com a Abimaq, a alta no oitavo mês do ano se deu em razão do aumento das vendas para o mercado externo. O resultado negativo do acumulado do ano foi causado principalmente pelo efeito da valorização do Real nas exportações, segundo a entidade.

    O setor estava empregando, no final de agosto, 288,395 mil trabalhadores, 5,7% a menos do que o registrado no mesmo mês de 2016.

    No acumulado de janeiro a agosto, a média de empregados é de 291,104 trabalhadores, 5,6% a menos do que no mesmo período do ano passado.

    (*) Com informações da Agência Brasil"

    Referências:Assintecal. Exportações de máquinas e equipamentos têm alta de 6,7% de janeiro a agosto, diz Abimaq, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/exportacoes-de-maquinas-e-equipamentos-tem-alta-de-67-de-janeiro-a-agosto-diz-abimaq > Acesso em: 28 de setembro de 2017.

     

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  • Terça, 26 de Setembro de 2017

  • Após oito anos de déficits, Brasil vai fechar 2017 com superávit no comércio com os EUA

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    "Brasília – Após oito anos de déficits crescentes, o Brasil deverá voltar a alcançar um superávit no fluxo comercial com os Estados Unidos. De janeiro a agosto, as exportações para o mercado americano totalizaram US$ 17,685 bilhões e as importações atingiram a cifra de US$ 16,762 bilhões, o que resulta num saldo de US$ 924 milhões em favor do Brasil.

    No período, foram registradas altas consistentes nas exportações brasileiras em todos as categorias por fator agregado, com destaque especial para o aumento de 58,3% nos embarques de produtos básicos. Também cresceram as vendas de bens seminanufaturados (22,9%), de produtos industrializados (8,8%) e operações especiais (alta de 12,6%). Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

    De 2000 a 2008, o comércio bilateral com os americanos pendeu sempre para o lado brasileiro e o superávit mais elevado foi obtido em 2006, quando as exportações somaram US$ 24,524 bilhões e as importações totalizaram US$ 14,657 bilhões, resultando em um saldo de US$ 9,867 bilhões.

    A partir de 2009 esse quadro se reverteu e até o ano passado o fluxo de comércio  proporcionou saldos positivos e bastante elevados para os americanos. O maior deles foi registrado em 2013, no montante de US$ 11,365 bilhões, fruto de exportações de US$ 36,018 bilhões e vendas brasileiras de pouco mais de US$ 24,653 bilhões.

    Nesses oito anos, o saldo acumulado pelos Estados Unidos superou a cifra de US$ 48,3 bilhões, o maior déficit já registrado na história do comércio exterior brasileiro num período de nove anos com um único país.

    Para reverter esse quadro negativo, foi fundamental o aumento de 18,24% registrado nas exportações brasileiras entre os meses de janeiro e agosto. No período, as exportações americanas cresceram num ritmo bem menos acelerado: 8,22%. Os Estados Unidos  ocuparam o segundo lugar entre os principais países de destino das exportações brasileiras e no ranking dos países fornecedores de produtos para o Brasil.

    Quando se analisa os dados do MDIC percebe-se a importância crescente dos Estados Unidos como importadores de produtos industrializados produzidos pela indústria nacional. Nos oito primeiros meses deste ano,  os bens de maior valor agregado geraram uma receita de US$ 9,94 bilhões, correspondentes a expressivos 56,2% do total embarcado para o maior mercado do planeta.

    Outro dado relevante: aviões fabricados pela Embraer foram o segundo principal produto vendido aos americanos, no total de US$ 1,61 bilhão (participação de 9,1% no total embarcado para os Estados Unidos pelas empresas brasileiras).

    A pauta exportadora brasileira contou ainda com a participação  expressiva de petróleo (principal item entre os exportados) no total de US$ 1,82 bilhões e participação de 10% e produtos semimanufaturados de ferros ou aço, no total de US$ 1,25 bilhão, correspondentes a uma fatia de 7,0% no total embarcado.

    Pelo lado americano, as exportações se concentraram nos bens industrializados, responsáveis por vendas no total de US$ 15,49 bilhões (92,4% do total exportado). Ainda assim, o item petróleo foi o mais vendido ao Brasil, no valor de US$ 2,86 bilhões, com uma participação de 17% no total vendido pelos americanos ao Brasil."

    Referências:Assintecal. Após oito anos de déficits, Brasil vai fechar 2017 com superávit no comércio com os EUA, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/apos-oito-anos-de-deficits-brasil-vai-fechar-2017-com-superavit-no-comercio-com-os-eua > Acesso em: 26 de setembro de 2017.

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  • Segunda, 25 de Setembro de 2017

  • Consulta Pública - Novo Processo de Importação

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    Brasília (21 de setembro) - O governo federal realiza, a partir de hoje e pelo prazo de 30 dias, consulta pública sobre o Novo Processo de Importação, no âmbito do Programa Portal Único de Comércio Exterior. A reformulação, que deve ser implementada até o fim de 2018, beneficiará mais de quarenta mil importadores.

    A proposta, construída em estreita parceria com o setor privado, objetiva estabelecer procedimentos que darão maior eficiência e celeridade ao processo de importação, além de viabilizarem o controle mais eficaz e efetivo das operações.

    As sugestões apresentadas por meio da consulta serão analisadas pela equipe do Programa Portal Único de Comércio Exterior e, caso pertinentes, consideradas durante a próxima etapa do Projeto.

    Referências:Assintecal. Consulta Pública - Novo Processo de Importação, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/consulta-publica-novo-processo-de-importacao > Acesso em: 25 de setembro de 2017.

     

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  • Quarta, 09 de Agosto de 2017

  • Fim de decreto que sobretaxava exportações para a Colômbia

  • http://www.conexo.com.br/files/conteudo/636275859503121300563961.jpg

    O site da Associação Brasileira das industrias de calçados (Abicalçados) informa:"A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o fim da aplicação do Decreto 1744 para calçados oriundos do Mercosul, medida imposta pelo governo colombiano desde novembro de 2016 e que sobretaxava a importação de produtos com preços médios entre US$ 6 e US$ 10 em 35%, dependendo da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) em que eram enquadrados. A partir de agora, o decreto segue válido apenas para importações provenientes de países de não signatários ao Bloco
     
    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a sobretaxa era mais um empecilho para os calçadistas brasileiros, que têm na Colômbia um importante mercado. “Entre janeiro e junho deste ano, muito por conta do encarecimento do produto brasileiro submetido à sobretaxa, registramos queda de 2% nos embarques para o país vizinho”, avalia."

    Referências:Abicalçados. Fim de decreto que sobretaxava exportações para a Colômbia, 2017. Disponível em:< http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-comemora-fim-de-decreto-que-sobretaxava-exportacoes-para-a-colombia/>. Acesso em: 09 de agosto de 2017.

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  • Quarta, 08 de Agosto de 2012

  • Reportagem da EPTV (Rede Globo) com o Grupo Stickfran sobre empresas que conseguem reduzir custos ao importar componentes da Ásia


  • Para Carlos Alberto Sardenberg, a ideia de não importar está equivocada. Empresas podem importar a matéria-prima e lucrar com o produto final.

    A cada 20 pares de calçados que o Brasil produz, importa um da China. No ano passado foram 35 milhões de pares.

    Depois da invasão dos sapatos prontos, os asiáticos entram no mercado dos componentes: como tecido, cadarço e fechos. Uma importadora compra matéria-prima na Ásia, faz adaptações e vende para 6,8 mil fábricas do Brasil.

    "Nós conseguimos verificar que essas possibilidades fossem uma viabilidade para o nosso processo produtivo dentro da empresa", diz o gerente de comércio exterior, Carlos Bettarello.

    O mesmo grupo importou também máquinas chinesas. O uso de componentes importados ou dos fabricados no Brasil com as máquinas chinesas reduziu o custo de produção numa indústria, em São Paulo, em 30%. A economia na linha de montagem foi decisiva para a sobrevivência da fábrica que agora consegue oferecer um produto mais barato ao consumidor e assim vencer a briga com os principais concorrentes, os chineses.

    Em três anos, o número de funcionários subiu de três para 76. Cinco deles no setor de design, que dá o toque brasileiro, tanto aos produtos daqui quanto aos importados. "As coleções eram feitas semestralmente, era uma coleção a cada seis meses. Hoje em dia tem empresas que lançam coleções a cada dois meses. O desenvolvimento de um produto, ele não para mais, e com isso, o custo, ele obviamente tem que ser mais baixo para a empresa e para o consumidor", fala a estilista Cláudia Silva.

    O importador acredita que usar a invasão da China com inteligência pode salvar a indústria nacional. “Aproveitar o que eles têm de bom e une à nossa criatividade. Fazendo isso teremos produtos diferenciados e vamos estar aptos ao mercado. Caso a gente bate de frente, vai estar fora do mundo dos negócios", diz o empresário Renato Raimundo.

    Mas nem todo mundo concorda. O presidente do Sindicato das Indústrias (Sindifranca), Carlos Brigagão, diz que a importação de componentes é uma solução a curto prazo e uma armadilha fatal para o futuro. "Nós estaremos destruindo a cultura dessa tecnologia, nós passamos a depender de terceiros, depender de importações. Portanto, é importante que o governo barre a entrada desses componentes na destruição da indústria brasileira".

    Matéria extraída do site:
    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/08/empresas-conseguem-reduzir-custos-ao-importar-componentes-da-asia.html

     

  • Postado por: Alex

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