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as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Quarta, 17 de Janeiro de 2018

  • Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017

  • Resultado de imagem para crescimentoO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Mesmo sem os dados fechados, a Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) aponta que, em 2017, as vendas de calçados devam somar cerca de R$ 54 bilhões, 3% a 3,5% por mais do que em 2016. A projeção foi realizada na coletiva de imprensa da Couromoda, feira calçadista que acontece entre 15 e 18 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. O evento contou ainda com a participação do presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Rosnei Alfredo da Silva, dos executivos da Couromoda, Francisco e Jeferson Santos, e representantes de sindicatos dos principais polos calçadista brasileiros. 

    O presidente da Abicalçados, por sua vez, criticou o peso do Estado e defendeu uma urgente simplificação tributária. “Desde a Constituição de 88 convivemos com um número incontável de portarias e normas que, além de não dar segurança para o produtor, acabam onerando o sistema produtivo”, disse, ressaltando que, com uma simplificação do sistema tributário a atividade calçadista já teria um fôlego extra. 

    Perguntado sobre as oportunidades do setor em 2018, se estariam mais no mercado doméstico ou externo, Silva ressaltou que a indústria possui uma capacidade ociosa ainda relevante e que tem trazido a expertise da atuação no exigente mercado internacional para dentro das fronteiras. 

    Coletiva da Abicalçados
    Os dados relativos a 2017 e as projeções para 2018 serão detalhados em coletiva de imprensa da Abicalçados, que será realizada amanhã, dia 16, no lounge da Administração da feira, a partir das 11h30. Do encontro, participarão, além dos executivos da Couromoda, Silva e o presidente da Ablac, Marcone Tavares,  o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein. 

    A Abicalçados participa da Couromoda com projetos de promoção comercial e de imagem. O Projeto Comprador Vip trouxe compradores colombianos dos grupos JCT Empresarial/Tiendas Josh e Calzado Sibony, e o Projeto Imagem 11 jornalistas estrangeiros de alguns dos principais veículos de comunicação segmentada do mundo: CueroAmerica e Serma, da Argentina; Style America, ADN e Publimetro, da Colômbia; Global Fashion, da Espanha;  Chausser, da França; Moda Pelle e Edizioni AF, da Itália;  Fashion Trend, da China; e Sourcing Journal, dos Estados Unidos."

    Referências:Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/vendas-de-calcados-cresceram-entre-3-e-3-5-em-2017” Acesso em: 17 de janeiro de 2018.

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  • Terça, 16 de Janeiro de 2018

  • Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano

  • Resultado de imagem para automação logísticaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Como parte da estratégia de recuperar a combalida competitividade da indústria calçadista brasileira, prejudicada sobretudo pelo chamado Custo Brasil, mas também por problemas “intramuros”, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem trabalhando, junto a empresas do segmento, com o Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (Sola). A metodologia será apresentada na Fábrica Conceito durante a 42ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec), que acontece em Novo Hamburgo/RS entre os dias 6 e 8 de março. 

    O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, ressalta que os ganhos de redução de custos com processos automatizados são expressivos e proporcionais ao tamanho de cada negócio. “O Sola possui um comitê gestor formado por empresas do setor calçadista, que nos passam os benefícios com automação. A Via Marte, por exemplo, após adotar a ferramenta passou a economizar mais de R$ 500 mil por ano, somando a agilidade proporcionada e a diminuição de erros comuns na expedição”, conta. Outra empresa que adotou a automação na área de suprimentos químicos foi a Grendene, que em um ano contabilizou uma economia significativa quando passou a utilizar, por meio do controle eletrônico de dados, produtos químicos em ordem de validade, dirimindo radicalmente as perdas com materiais vencidos.
     
    Logística como estratégia
    Segundo Hoelscher, a logística deve ser considerada uma área estratégica, porque trata do gerenciamento de recursos, sejam humanos ou materiais. “Equivocadamente, o mercado ainda compreende logística como sinônimo de transporte. Está mais do que na hora de revisar o entendimento e a prática nas organizações. A logística abrange diferentes áreas de conhecimento, como engenharia, economia, contabilidade, marketing, tecnologia e recursos humanos, e deve prover recursos e informações para todas as atividades da organização”, explica o consultor.

    Para Hoelscher, o lançamento manual de informações em sistemas, planilhas ou apontamentos manuscritos com retrabalho ainda permeiam os negócios e produzem uma grande ineficiência. “As empresas que utilizam sistemas conectados - não proprietários, ou seja, que funcionam para toda a cadeia, do fornecedor ao varejista -  e programados para trabalhar com menor nível de intervenção humana são as que estão na ponta do mercado, estão no caminho correto”, avalia, ressaltando que com os processos acelerados via automação, os negócios também andam mais rápido, lembrando que setor de moda é muito sensível à questão, pois precisa estar sempre com vitrines atualizadas. “Por exemplo, se a capacidade de recebimento de um centro de distribuição depende de contagem manual, reetiquetagem e agendamentos por fluxos de e-mail que dependem da intervenção humana, a produtividade é mais baixa, além de gerar custos desnecessários, sobretudo com mão de obra”, complementa, lembrando custos com horas extras e a perda de qualidade de vida dos funcionários com sobrecarga de trabalho e estresse. Segundo ele, a movimentação de mercadorias, seja na entrada ou saída, pode ser reduzida a um terço do tempo com automação dos processos. “Apenas no setor de expedição, poderia haver uma redução de cerca de 25% com pessoal envolvido na conferência, separação, estoque e embarque de mercadorias”, afirma. De acordo com o consultor, outro benefício da troca eletrônica de dados é que os vendedores podem consultar, em tempo real, a disponibilidade de produtos para ofertar aos clientes, auxiliando também na reposição automática ao monitorar os níveis de estoque.

    Na Fábrica
    A Fábrica Conceito, iniciativa do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria e Fenac, funcionará durante a Fimec em espaço especialmente projetado para a produção de três mil pares de calçados. Na oportunidade, o Sola fará todo o gerenciamento e monitoramento das informações da produção, com rastreabilidade total do processo. Assim, o visitante poderá acompanhar, em tempo real, os resultados da fabricação de calçados, seja nos monitores da fábrica ou no seu próprio celular, através do acesso por um link que será disponibilizado durante os dias da feira.

    Sola
    Para a utilização da metodologia difundida pelo Sola basta a empresa ter um sistema ERP e scanners para a leitura de código de barras ou RFID para automatizar as leituras da movimentação das mercadorias e trocar as informações eletronicamente com os parceiros comerciais (EDI). “Para que o empresário saiba mais sobre o sistema, convido a participar da Fimec e conferir, in loco, na Fábrica Conceito, a importância do sistema para o incremento da competitividade”, conclui. Para mais informações sobre o Sola acesse www.sola.org.br.
     
    Fimec
    A Fimec 2018 contará com mais de 500 expositores dos principais países produtores de insumos e tecnologias para o setor calçadista. Nos três dias, são esperados mais de 30 mil visitantes, sendo cerca de quatro mil deles estrangeiros. Para mais informações sobre a mostra acesse www.fimec.com.br."

    Referências:Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/automacao-logistica-pode-gerar-economia-de-mais-de-r-500-mil-por-ano” Acesso em: 16 de janeiro de 2018.

     

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  • Segunda, 15 de Janeiro de 2018

  • Custos industriais sobem puxados por despesas com impostos

  • Resultado de imagem para custos industriais

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Indicador de Custos Industriais subiu 0,4% no terceiro trimestre na comparação com o segundo trimestre de 2017, descontados os efeitos sazonais. A alta foi puxada pelo aumento nos custos com tributos, energia e pessoal. As informações são da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que divulgou o indicador nesta quarta-feira, 10 de janeiro. No mesmo período, os preços dos produtos industrializados tiveram uma redução de 0,8%.

    Com os custos em alta e os preços em queda, a margem de lucro das empresas diminuiu. De acordo com o estudo, o custo tributário aumentou 2,9%, o de energia subiu 2,5% e o de pessoal teve alta de 1,8% no terceiro trimestre frente ao segundo trimestre do ano passado. A elevação do índice de custo tributário, observa a CNI, indica que as empresas começaram a pagar as dívidas tributárias contraídas durante a crise econômica. "A quitação das dívidas tributárias foi favorecida pela recuperação da economia e pelas adesões ao Programa de Regularização Tributária, conhecido como novo Res", diz o estudo.

    Isso porque o indicador de custo tributário é estimado com base no custo efetivo, ou seja, o total efetivamente pago pela indústria dividido pelo produto industrial. Com a crise econômica, algunsmas empresas não conseguiram pagar os tributos devidos, o que resultou em um movimento descendente do indicador. Com o início da recuperação, as empresas começam a quitar as dívidas, o que impulsionou o indicador.

    Juros mais baixos O impacto dos aumentos foi minimizado pela queda de 5,4% no custo com capital de giro e na redução de 0,6% nos custos com bens intermediários. A retração dos custos com capital de giro é resultado dos sucessivos cortes na taxa básica de juros da economia. "A redução do custo com intermediários deve-se, sobretudo, à valorização do real, que reduz o preço dos insumos adquiridos em dólar de outros países. Além disso, a baixa demanda e a competição entre as empresas vêm contendo o aumento dos preços dos intermediários fabricados no Brasil, explica o gerente-executivo de Pesquisas da CNI, Renato da Fonseca.

    Além de revelar a tendência de lucratividade das empresas, o Indicador de Custos Industriais é um termômetro da competitividade da indústria brasileira. O indicador mostra que, no terceiro trimestre de 2017, a indústria perdeu para a concorrência, com os custos da indústria crescendo acima dos preços internacionais. Enquanto o custo industrial subiu 0,4%, os preços em reais dos manufaturados importados caíram 2,5%. No mercado externo, os preços dos produtos industrializados nos Estados Unidos, em reais, tiveram uma queda de 1%, indicando perda da competitividade das exportações da indústria brasileira"

    ReferênciasBalança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/156/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-513-milhoes-na-primeira-semana-de-janeiro” Acesso em: 12 de janeiro de 2018.

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  • Sexta, 12 de Janeiro de 2018

  • Balança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro

  • Resultado de imagem para balança comercial alta

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  A balança comercial brasileira começou o ano de 2018 registrando um superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, que teve quatro dias úteis. O saldo resulta de exportações no total US$ 2,957 bilhões e importações de US$ 2,444 bilhões.

    Houve crescimento de 9,1% nas exportações, se comparadas as médias da primeira semana de janeiro deste ano (US$ 739,3 milhões) com a de janeiro do ano passado (US$ 677,6 milhões). A causa foi o aumento nas vendas de produtos manufaturados (23,5%, por conta de aviões, tubos de ferro fundido, motores e turbinas para aviação, óxidos e hidróxidos de alumínio, torneiras, válvulas e partes) e de semimanufaturados (1,7%, em função de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro fundido, ferro-ligas, catodos de cobre). Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-0,05%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, farelo de soja, fumo em folhas, minério de manganês e minério de ferro). Em relação a dezembro de 2017, houve retração de 16%, em virtude da queda nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (21,1%), básicos (-15,2%) e semimanufaturados (-8,6%).

    Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro deste ano (US$ 610,9 milhões), ficou 10,2% acima da média de janeiro de 2017 (US$ 554,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (71,1%), veículos automóveis e partes (42,4%), farmacêuticos (39,2%), plásticos e obras (28,1%), equipamentos eletroeletrônicos (20,9%). Na comparação com dezembro de 2017, houve retração nas importações de 3%, pelas diminuições das compras externas de bebidas e álcool (-77,6%), adubos e fertilizantes (-69,8%), combustíveis e lubrificantes (-30,8%), cereais e produtos da indústria da moagem (-22,5%) e farmacêuticos (-5,4%).

    (*) Com informações do MDIC

    Fonte: Comex do Brasil"

    ReferênciasBalança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/156/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-513-milhoes-na-primeira-semana-de-janeiro” Acesso em: 12 de janeiro de 2018.

     

     

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  • Quinta, 11 de Janeiro de 2018

  • Visite-nos na Inspiramais 2018

  • insp+

     

    Mensagem da equipe STK:

    Olá amigo(a) do Grupo Stickfran - STK. Temos muito orgulho em ter você como nosso parceiro.

    Buscamos sempre a excelência no atendimento, visando a sua satisfação com os nossos serviços.

    Ética,  inovação, respeito às pessoas, comprometimento e satisfação dos consumidores são os princípios que nos guiam.

     

    Produtos e serviços:

    O Grupo Stickfran é uma empresa onde você encontra o que há de melhor em componentes para calçados, bolsas, cintos e acessórios:

    - Zíperes: nylon, metal, metalizado.

    - Cursores: nylon, metal.

    - Fechos de contato.

    - Forros.

    - Atacadores (cadarços), poliéster, algodão, algodão encerado.

    - Fitas: poliéster, algodão, estonadas.

    - Elásticos: redondos, diagonais, colmeia, ortopédicos em diversos modelos e larguras.

    - Faca para chanfrar couro e afins.

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    Acesse nosso site e conheça nossos mais de 20.000 Itens!

    www.stickfran.com.br

    O Grupo Stickfran desenvolve, fabrica e comercializa produtos inovadores, visando sempre qualidade e durabilidade.

    O bom relacionamento com os colaboradores, fornecedores e clientes, é nossa prioridade, visando sempre responsabilidade social e ambiental.

    Nossa infraestrutura comercial e atendimento diferenciado se completa com representantes comerciais, que atuam em todas as regiões do país.

     

    Aviso

    Nossos e-mails sempre têm link direto para a página do Grupo STK e nunca trazem arquivos executáveis ou links para download. 
    Cuidado com fraudes e e-mails falsos em nome do Grupo Stickfran.

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  • Quinta, 11 de Janeiro de 2018

  • Balança comercial fecha 2017 com superávit de US$ 67 bilhões, maior resultado da história

  • Resultado de imagem para balança comercial

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – A recuperação dos preços internacionais dos bens primários e a safra recorde fizeram a balança comercial fechar 2017 com o melhor saldo positivo registrado até hoje. No ano passado, o país exportou US$ 67 bilhões a mais do que importou, melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

     

    O resultado está dentro das estimativas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que previa que o superávit comercial ficaria entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano passado. Apenas em dezembro, a balança fechou com saldo positivo de US$ 4,99 bilhões.

    As exportações totalizaram US$ 217,7 bilhões em 2017, com alta de 18,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após cinco anos. A alta do ano passado, no entanto, foi insuficiente para retomar o recorde de exportações registrado em 2011, quando as vendas externas tinham somado US$ 256 bilhões.

    As vendas de produtos básicos cresceram 28,7% no ano passado pelo critério da média diária. As exportações de produtos semimanufaturados subiram 13,3%, e as vendas de produtos industrializados aumentaram 9,4%, também pela média diária.

    Em 2017, os preços médios das mercadorias exportadas subiu 10,1%, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Os destaques foram minério de ferro, com alta de preços de 40,9%, semimanufaturados de ferro e aço (34,3%) e petróleo bruto (32,2%).

    O volume exportado aumentou 7,6% em 2017, impulsionado tanto pela recuperação da indústria como pela safra recorde do ano passado. Os principais destaques foram automóveis de passageiros (44,6%), milho em grão (35%) e soja em grão (33,2%).

    Importações
    O reaquecimento da economia também fez as importações subirem no ano passado. As compras do exterior somaram US$ 150,7 bilhões em 2017, com alta de 10,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após três anos. As importações de combustíveis e lubrificantes aumentaram 42,8%. As compras de bens intermediários e de consumo subiram 11,2% e 7,9%, respectivamente. Somente as importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) caíram 11,4% em 2017.

    “Em 2016, as exportações tinham caído 3,5% e as importações tinham caído 20%. No ano passado, houve uma diferença brutal, com crescimento das exportações e também das importações. Os economistas leem esses dados como sinal da recuperação da economia brasileira”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira.

     

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Balança comercial fecha 2017 com superávit de US$ 67 bilhões, maior resultado da história, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 11 de janeiro de 2018.

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  • Quarta, 10 de Janeiro de 2018

  • Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e Egito facilitará comércio entre países

  • Resultado de imagem para mercosul e egito

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – A recuperação dos preços internacionais dos bens primários e a safra recorde fizeram a balança comercial fechar 2017 com o melhor saldo positivo registrado até hoje. No ano passado, o país exportou US$ 67 bilhões a mais do que importou, melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

    O resultado está dentro das estimativas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que previa que o superávit comercial ficaria entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano passado. Apenas em dezembro, a balança fechou com saldo positivo de US$ 4,99 bilhões.

    As exportações totalizaram US$ 217,7 bilhões em 2017, com alta de 18,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após cinco anos. A alta do ano passado, no entanto, foi insuficiente para retomar o recorde de exportações registrado em 2011, quando as vendas externas tinham somado US$ 256 bilhões.

    As vendas de produtos básicos cresceram 28,7% no ano passado pelo critério da média diária. As exportações de produtos semimanufaturados subiram 13,3%, e as vendas de produtos industrializados aumentaram 9,4%, também pela média diária.

    Em 2017, os preços médios das mercadorias exportadas subiu 10,1%, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Os destaques foram minério de ferro, com alta de preços de 40,9%, semimanufaturados de ferro e aço (34,3%) e petróleo bruto (32,2%).

    O volume exportado aumentou 7,6% em 2017, impulsionado tanto pela recuperação da indústria como pela safra recorde do ano passado. Os principais destaques foram automóveis de passageiros (44,6%), milho em grão (35%) e soja em grão (33,2%).

    Importações
    O reaquecimento da economia também fez as importações subirem no ano passado. As compras do exterior somaram US$ 150,7 bilhões em 2017, com alta de 10,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após três anos. As importações de combustíveis e lubrificantes aumentaram 42,8%. As compras de bens intermediários e de consumo subiram 11,2% e 7,9%, respectivamente. Somente as importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) caíram 11,4% em 2017.

    “Em 2016, as exportações tinham caído 3,5% e as importações tinham caído 20%. No ano passado, houve uma diferença brutal, com crescimento das exportações e também das importações. Os economistas leem esses dados como sinal da recuperação da economia brasileira”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira."

    Referências:Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e Egito facilitará comércio entre países, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/142/balanca-comercial-fecha-2017-com-superavit-de-us-67-bilhoes-maior-resultado-da-historia” Acesso em: 10 de janeiro de 2018.

     

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  • Segunda, 08 de Janeiro de 2018

  • Está mais fácil exportar para a Colômbia

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assinteca):

    "As empresas brasileiras já podem exportar para a Colômbia pagando menos tarifas. Isso porque a Colômbia ratificou dia 20/12 o acordo firmado com os governos dos países que compõem o Mercosul: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

    O acordo beneficia as exportações brasileiras e melhora as condições de acesso do Brasil ao mercado colombiano. As preferências estabelecidas pelo documento em setores como têxtil e siderúrgico, por exemplo, permitirão que esses produtos entrem no país sem precisarem pagar imposto de importação.

     

    Fonte: Apex-Brasil"

    Referências:Está mais fácil exportar para a Colômbia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/138/esta-mais-facil-exportar-para-a-colombia” Acesso em: 08 de janeiro de 2018.

     

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  • Terça, 06 de Janeiro de 2018

  • Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador

  • Resultado de imagem para brasil equador comercio

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     

    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o destravamento das relações comerciais do setor com o Equador. Há quatro meses o país vinha impondo restrições às importações de calçados brasileiros com procedimentos de “dúvida sobre a classificação de origem”. O fato vinha sobretaxando, como forma de garantia, o calçado brasileiro em 10% mais US$ 6 por par, além de exigir uma série de documentações comprobatórias aos exportadores brasileiros.



    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o fato vinha prejudicando o desempenho dos brasileiros naquele mercado. “Na realidade, se tratava de uma retaliação em função de um problema comercial relativo às bananas equatorianas, que estavam sendo barradas por questões sanitárias”, explica o executivo, ressaltando que o impacto foi estimado em, pelo menos, 700 mil pares de calçados que representam algo em torno de US$ 7 milhões. “Ao longo desse tempo de negociações, tivemos o apoio fundamental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério das Relações Exteriores (MRE) para o encaminhamento da demanda da Abicalçados e a consequente solução do entrave”, recorda Klein.

    Mercado
    O Equador é um mercado importante para o calçado brasileiro e que vem, nos anos recentes, aumentando suas importações do produto. Mesmo com as barreiras que perduraram por quatro meses, foram exportados para lá, de janeiro a novembro de 2017, mais de 2 milhões de pares que geraram US$ 24,65 milhões, valor 107% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

    Referências:Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-destravamento-de-relacoes-com-equador” Acesso em: 06 de janeiro de 2018.

     

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  • Terça, 19 de Dezembro de 2017

  • Para calçadistas, ano de 2018 deve consolidar recuperação

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    “No frigir dos ovos, o ano não foi tão ruim quanto o cenário apontava que seria”. Desta forma o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, avalia 2017, um ano em que a produção de calçados deve encerrar com aumento na casa de 4%, uma “conquista relevante em um quadro negativo”.

    Segundo Klein, o aumento da produção do setor (de 3,5% entre janeiro e outubro no comparativo com igual período do ano passado, conforme o IBGE), foi impulsionado, sobretudo, pelas exportações de calçados. Até novembro foram embarcados quase 110 milhões de pares, que geraram US$ 973,6 milhões, altas de 2,1% em volume e de 12% em receita em relação a igual ínterim do ano passado. “Só não exportamos mais porque o nosso preço, ao longo do ano, acabou ficando mais alto em função da oscilação do câmbio”, avalia o executivo, frisando que o ano deve encerrar com altas entre 10% a 15% no valor gerado pelas exportações de calçados.


    Câmbio
    O executivo ressalta que o calçado brasileiro perdeu espaço em mercados mais sensíveis ao preço, caso dos Estados Unidos, principal destino do produto verde-amarelo e que representa algo em torno de 20% do total gerado com as exportações do setor. “Para lá, as exportações caíram 13,3% em volume até novembro, ritmo que deve seguir estável em dezembro”, afirma Klein.

    Em janeiro de 2017 o preço médio do calçado exportado era de US$ 7,16, valor que saltou para US$ 8,86 em novembro, uma alta de quase 20%.  “Isso não quer dizer que o calçado embarcado tem mais valor agregado, mas que o nosso preço ficou menos competitivo, o que é negativo. No Brasil, onde temos um alto custo de produção, o câmbio acaba sendo um fator compensador para a competitividade no exterior. Quando o dólar está valorizado, conseguimos um preço mais competitivo e, consequentemente, uma performance melhor , o que não foi o caso de 2017”, acrescenta o executivo.

    Demanda interna
    Klein ressalta que a demanda doméstica segue sendo o "terreno potencial” do setor calçadista, já que mais de 85% da produção (de mais de 950 milhões de pares) fica no mercado interno. Desaquecido desde 2014, quando teve início da crise econômica e política brasileira, o consumo de calçados teve uma leve recuperação a partir do segundo semestre de 2017. “É um bom indicativo de que vá continuar em dezembro e ao longo de 2018, com a expectativa de uma retomada na economia e na confiança do consumidor brasileiro”, projeta o dirigente.

    Segundo ele, o setor calçadista, ao mesmo tempo em que sente profundamente os baques na economia, também responde rápido à retomada do consumo. “A compra de calçados se dá, basicamente, por impulso. Se o consumidor está mais confiante ele compra. Então o fato de estarmos atravessando um momento econômico mais saudável, com inflação sob controle, juros mais baixos e aumento do PIB é fundamental para o desempenho do setor”, comenta, acrescentando que as vendas no mercado interno devem aumentar algo em torno de 3% a 4% em 2017. “Ainda estaremos longe dos patamares pré-crise, mas já é um indicativo positivo”, conclui.

    O setor em números

    • O Brasil tem 7,7 mil empresas produtoras de calçados, que geram em torno de 300 mil postos de trabalhos diretamente;
    • Em 2016, a produção de calçados foi de 954 milhões de pares, número que deve chegar próximo a 1 bilhão em 2017;
    • Em 2016, o faturamento do setor calçadista (preço de produção) foi de R$ 21 bilhões, número que deve acompanhar o crescimento na produção física em 2017;
    • Em 2016, o consumo interno brasileiro foi de 851,4 milhões de pares, número que deve ter um incremento entre 3% e 4% em 2017;
    • Em 2017, até novembro, foram embarcados 109,86 milhões de pares que geraram US$ 973,58 milhões, altas de 2,1% e 11,9%, respectivamente, em relação a igual período de 2016;
    • Os principais destinos das exportações, em 2017, foram Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Bolívia;
    • O maior produtor de calçados no Brasil, em volume, é o Ceará (268 milhões de pares em 2016, 28% da produção nacional);
    • O Ceará também é o maior exportador, em volume, respondendo por 37% do total embarcado ao exterior (41 milhões de pares de 109,86 milhoes embarcados em 2017);

    • Em faturamento, o Rio Grande do Sul é o maior exportador de calçados do Brasil. Até novembro de 2017, os gaúchos embarcaram o equivalente a US$ 406,86 milhões, 42% do total gerado pelas exportações do período."

    Referências:Para calçadistas, ano de 2018 deve consolidar recuperação, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 19 de dezembro de 2017.

     

     

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  • Terça, 19 de Dezembro de 2017

  • Mercado volta a ver inflação abaixo do piso da meta neste ano

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

     

    "Boletim Focus mostra que a alta do IPCA este ano passou a ser calculada em 2,88%, ante 3,03% na semana anterior.

    São Paulo – O mercado voltou a ver a inflação abaixo do piso da meta neste ano e ainda elevou a expectativa para o crescimento da economia, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira.

    A alta do IPCA este ano passou a ser calculada agora em 2,88 por cento, ante 3,03 por cento na semana anterior, sendo que a meta de inflação é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Caso o cenário se confirme, será a primeira vez que a inflação ficará abaixo do piso desde a criação do regime de metas.

    A redução acontece em um cenário de persistente fraqueza dos preços dos alimentos, que levou a alta do IPCA a desacelerar mais do que o esperado em novembro –0,28 por cento, contra 0,42 por cento em outubro, acumulando em 12 meses avanço de 2,80 por cento.

    Se o IPCA terminar o ano com alta abaixo de 3 por cento, será a primeira vez desde a criação do regime de metas que a inflação fica abaixo do piso e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, terá de fazer uma carta aberta para explicar a razão do acontecimento.

    Para 2018, o cálculo no levantamento junto a uma centena de economistas é de 4,02 por cento de inflação, sem alterações.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a ver agora crescimento de 0,91 por cento em 2017, 0,02 ponto percentual acima da projeção anterior. Para o ano que vem, a melhora também foi de 0,02 ponto, para 2,62 por cento.

    O PIB brasileiro cresceu 0,1 por cento no terceiro trimestre ante o período anterior, mas o destaque foi o melhor desempenho em quatro anos dos investimentos, uma vez que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 1,6 por cento no período.

    O Focus mostrou ainda que a projeção para a taxa básica de juros Selic no final de 2018 continua sendo de 7 por cento, após redução de 0,25 ponto percentual em fevereiro e elevação na mesma proporção em dezembro.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,5 ponto percentual, para a mínima histórica de 7 por cento ao ano, deixando a porta aberta para nova redução adiante, mas ressalvando que encarará a investida com “cautela”.

    Já o grupo dos que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, calcula a taxa básica a 6,5 por cento em 2018.

    Fonte: Exame."

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  • Segunda, 18 de Dezembro de 2017

  • AEB projeta queda de 23,1% no superávit da balança comercial brasileira em 2018

  • Resultado de imagem para queda

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – O superávit da balança comercial em 2018 deverá registrar uma queda de 23,1% em relação ao saldo a ser obtido em 2017, e acordo com  documento de revisão da balança comercial divulgada hoje (14), no Rio de Janeiro, pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). A estimativa é de que este ano seja registrado um superávit recorde histórico de US$ 65,467 bilhões, que cairá para US$ 50,341 bilhões em 2018.

    Segundo o  presidente da AEB, José Augusto de Castro, são projetadas exportações de US$ 218,966 bilhões, um aumento de 1,1% em relação ao montante de US$ 216,462 bilhões estimados para 2017. As importações devem atingir US$ 168,625 bilhões, acréscimo de 11,7% aos US$ 150,995 bilhões previstos para este ano. Os números apontam um superávit de US$ 50,341 bilhões. “Porém este número demonstra uma queda de 23,1%, tendo em consideração o recorde histórico de US$ 65,467 bilhões previstos para 2017”, destaca Castro.

    “As projeções para o comércio exterior em 2018 foram elaboradas levando em consideração o atual cenário político-econômico brasileiro, que sinaliza fortes oscilações e fatores de incerteza, e ainda aspectos no campo internacional, cujos possíveis impactos nas economias mundial e brasileira ainda são desconhecidos”, afirma o presidente da AEB.

    José Augusto de Castro elenca uma série de situações que poderão causar reflexos no comércio internacional. Entre eles se destacam: as ações do presidente Trump de caráter protecionista, aplicações de antidumping, revisão de acordos comerciais e elevação das taxas de juros; o eventual impacto nas cotações de petróleo resultante do corte na produção de petróleo prorrogada pela OPEP; possíveis reflexos políticos, econômicos e comerciais devidos ao reconhecimento pelos EUA de Jerusalém como capital de Israel; e impactos decorrentes do avanço do Brexit.

    “Estes fatores podem ter reflexos diretos e indiretos no Brasil, especialmente sobre as cotações das commodities, que representam cerca de 60% das exportações brasileiras”, afirma Castro. Ele avalia também, que o expressivo superávit comercial brasileiro, de aproximadamente US$ 8 bilhões com a Argentina em 2017, pode levar à adoção de medidas para controlar sua expansão. Destaca ainda que a manutenção da suspensão da execução de projetos antigos e/ou a não aprovação de novos projetos de exportação de serviços de engenharia continua impactando negativamente as exportações de serviços.

    Cenários

    Para as exportações, a AEB trabalhou com um cenário que aponta oscilação da taxa cambial entre R$ 3,10 e R$ 3,35, influenciada principalmente pelo quadro político-econômico brasileiro, secundada pela elevação dos juros nos Estados Unidos. Com esse nível de taxa cambial, o impacto sobre a competitividade das exportações de manufaturados será limitado e/ou inexistente, com a América do Sul continuando a ser o principal mercado para produtos manufaturados brasileiros.

    O documento divulgado pela AEB aponta que o mercado dos EUA continua sendo o objetivo a ser alcançado, apesar da competitividade limitada dos produtos brasileiros, decorrentes dos elevados custos internos e taxa cambial inadequada. Outro ponto relevante no material divulgado é de que exportar manufaturados poderá ficar mais difícil caso a decisão de reonerar a folha de pagamento for implantada em 2018, pois, explica Castro, tornará essas exportações ainda mais caras.

    Com relação às exportações de manufaturados, a ausência de preços competitivos provocou estagnação e queda no comércio desses produtos para o EUA e Europa nos últimos anos, com essas exportações em 2017 sendo inferiores ao valor exportado em 2007.

    A avaliação da AEB é de que a previsão de elevação do PIB entre 2,5 e 3,5% provocará expansão da demanda interna, redução do índice de desemprego, aumento do consumo das famílias, pequena redução do nível de inadimplência de pessoas física e jurídica e aceleração da importação.

    As cotações e o quantum das principais commodities projetam estabilidade em 2018 relativas a 2017, com destaque para a queda nas safras de soja e milho. A leve queda nas exportações de commodities e a pequena expansão nas de manufaturados terão pouco impacto na pauta de exportação.

    Projeções

     A AEB prevê que pelo quarto ano consecutivo a soja continuará sendo o produto líder de exportação, com projeção de US$ 22,800 bilhões, mesmo com a queda no quantum e estabilidade na cotação; a corrente de comércio, responsável pela geração de atividade econômica, projetada em US$ 387,591 bilhões para 2018, significará aumento de 5,5% sobre a estimativa de US$ 367,457 bilhões para 2017; e as elevações projetadas de 1,1% nas exportações e de 11,7% nas importações representarão contribuição negativa do comércio exterior para o PIB de 2018.

    A análise feita pela AEB conclui que o elevado superávit comercial do Brasil projetado em US$ 50,341 bilhões para 2018 deve ser comemorado apenas pelo seu valor nominal, pois é sustentado pelo gigantesco superávit projetado em US$ 110 bilhões pelas commodities, que compensa o robusto déficit estimado em US$ 60 bilhões dos produtos manufaturados.

    “Esta situação somente será revertida com a aprovação e implementação de reformas estruturais nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista, assim como com investimentos maciços e contínuos em infraestrutura e aceleração dos processos de desburocratização, condições indispensáveis para reduzir custos e tornar competitivos dos produtos exportados, sem depender de taxa de câmbio”, conclui Castro.

     

    Fonte: Informações AEB"

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  • Sexta, 15 de Dezembro de 2017

  • Governo sobe para 1,1% estimativa oficial de alta do PIB este ano

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou a revisão dos parâmetros macroeconômicos da pasta para este e para o próximo ano. Para 2017, a estimativa oficial da equipe econômica para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 0,5% para 1,1%. No último Boletim Focus do Banco Central, a mediana das avaliações dos analistas de mercado apontava para uma alta de 0,91% neste ano.

     

    “O PIB caiu muito em 2016 e está subindo bastante em 2017. Mesmo que haja uma ascensão grande este ano, há um carregamento do ano passado que influencia a média para baixo”, explicou o ministro.

    Ele voltou a dizer que as empresas e famílias começaram o processo de desalavancagem no segundo semestre do ano passado, ao mesmo tempo em que houve a descompressão da política monetária pelo Banco Central.

    “Portanto, as companhias começaram a investir mais e repor capital de giro. Da mesma forma, as famílias voltaram a consumir, o que foi um impulso ao crescimento”, afirmou. “A inflação está abaixo da meta, então o BC está correto”, completou.

    Sem Previdência, Fazenda diz que projeção do PIB para 2018 deve cair

     

    Já para 2018, a projeção da Fazenda passou de 2,0% para 3,0%. O Orçamento do próximo ano, aprovado ontem pelo Congresso Nacional, já considerava uma alta de 2,5% no PIB no ano que vem. No Focus, os 

     

    economistas já preveem um crescimento de 2,62% em 2018.

    PIB cresce só 0,1% no 3º trimestre, mas dá sinais de retomada mais consistente

     

    “Essa projeção está um pouco acima da média das estimativas dos analistas, mas achamos que é uma previsão bastante conservadora e sólida. Revisão é produtos de reformas, e já houve um aumento muito grande da confiança, do investimento e do consumo”, argumentou Meirelles. “Temos uma conjugação de fatores positivos”, acrescentou.

     

     

    Ele lembrou que a taxa de juros estrutural da economia brasileira caiu e que o risco-País também cedeu. Para o IPCA e para o câmbio, o ministro acrescentou que a pasta usará as projeções do próprio Focus para 2017 e 2018.

    Eduardo Rodrigues e Fabrício de Castro, O Estado de S.Paulo"

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  • Quinta, 14 de Dezembro de 2017

  • Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos

  • Resultado de imagem para Tecnologia digital facilita o design personalizado

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Nova tecnologia digital permite que os tecidos possam ser automatizados e personalizados, alterando a mentalidade atual de que eles não podem ser produzidos em pequenas quantidades como já acontece com a estamparia digital. O professor Steve Marschner da Cornel University e o professor Brooks Hagan da Rhode Island School of Design querem disponibilizar o processo de design têxtil para todos.

    “Vimos a oportunidade de fornecer uma maneira para que todos possam transformar qualquer desenho em tecido personalizado. Você pode entrar em nosso aplicativo online, enviar um desenho e ver uma prévia visual na tela enquanto você mudar o padrão de tecelagem, cores de fios, etc, e então quando gostar do que criou é só clicar em imprimir “, disse Steve Marschner.

    Steve e Brooks têm trabalhado nesta tecnologia digital há alguns anos quando fundaram em 2015 a Computacional Textiles cujo primeiro produto é a plataforma online Wef, que permite a personalização de modelos disponíveis no site, e no final deste ano, os clientes poderão fazer o upload de seus próprios desenhos ou fotografias, e mandar tecê-los em pequenas metragens como acontece com a estamparia digital, facilitando muito a vida de micro e pequenas marcas de moda e decoração.

    Os planos futuros incluem a possibilidade de mostrar o tecido personalizado em objetos 3D, como almofadas, roupas ou uma cadeira. A empresa diz que tem acordos com várias das maiores fábricas têxteis nos EUA para produzir tecidos personalizados sob demanda.

    A tecnologia digital quando aplicada a uma plataforma de fabricação antiga, facilita o acesso aos designers, cria novas oportunidades de negócios para a indústria têxtil e facilita a personalização em massa. O designer Phillip Stearns explora falhas digitais em máquinas e as converte em gráficos impressionantes que eventualmente são tecidos em têxteis através da plataforma de tecidos computacionais GlitchTextiles.

    WOVNS é outra plataforma digital que permite a qualquer pessoa criar seus próprios desenhos e mandar fabricá-los em teares de Jacquard. O processo é simples pois você se inspira para criar o design, depois envia o arquivo para a plataforma online, e voila!

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/112/tecnologia-digital-facilita-o-design-personalizado-e-a-producao-de-pequenas-metragens-de-tecidos” Acesso em: 14 de dezembro de 2017.”

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  • Quarta, 13 de Dezembro de 2017

  • Inscrições abertas para o Prêmio Primus Inter Pares Assintecal Braskem

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "São seis categorias, divididas em micro e pequenas empresas e médias e grandes empresas. As categorias são: IDEIAS INOVADORAS, TECNOLOGIA, DESIGN, EXPORTAÇÃO, SUSTENTABILIDADE e IMPRENSA.

    As inscrições e envio dos cases vão até o dia 09/02 e mais informações e regulamento podem ser obtidas no site www.premioprimus.org.br“ target="_blank">site do Prêmio Primus.

    O Prêmio Primus Inter Pares Assintecal | Braskem é o prêmio mais aguardado do setor e busca estimular e promover o setor de componentes, reconhecendo as empresas destaques em soluções criativas e inovadoras e que contribuem para melhoria e competitividade das empresas no mercado.

    Inovação Colaborativa
    Para 2018 o tema é Inovação Colaborativa, maneira de incentivar a indústria para os novos caminhos do mercado.  “A ideia com o tema é estimular as empresas a compartilhar conhecimentos e soluções entre elas, parceiros, fornecedores e diversos públicos. O prêmio que reconhece as soluções mais criativas e inovadoras do setor de componentes quer incentivar cada vez mais o pensamento colaborativo como norte da inovação, preparando o setor para os desafios futuros.

    Concurso com designer elegerá Troféu
    Nesta edição, designers em geral são convidados a criarem o troféu que será premiado aos vencedores das categorias. Qualquer profissional pode se inscrever e apresentar idéias para os troféus que brindarão a celebração.  O designer que criar o troféu vencedor, escolhido internamente pela Assintecal, receberá um prêmio de R$1.500.00. 
    O prazo de inscrição de troféus é até 15 de dezembro de 2017.

    Cerimônia de premiação
    Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de premiação, que ocorrerá no dia 05 de março de 2018, às 19h, no Swan Tower (Av. Dr. Maurício Cardoso, 303, Hamburgo Velho, Novo Hamburgo - RS). O evento, já tradicional no calendário do setor, é considerado um dos maiores encontros de empresas e parceiros, com muita troca de informação e experiência.


    O Prêmio Primus Inter Pares Assintecal | Braskem, realizado pela Assintecal, é co-realização da Braskem e tem patrocínio Grupo Sinos, Conexo, Biason, Formobile, Francal, Grupo Troca, LOFT, Sing Futuretextil 2018, Triart, Comunicação Impressa, M&C, Nobletur Viagens e Solo."

    Referências:Inscrições abertas para o Prêmio Primus Inter Pares Assintecal Braskem, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/118/inscricoes-abertas-para-o-premio-primus-inter-pares-assintecal-braskem” Acesso em: 13 de dezembro de 2017.”

     

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  • Terça, 12 de Dezembro de 2017

  • Varejo gaúcho deve fechar ano com crescimento

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Após três anos seguidos de estagnação e queda intensa, em 2017, as vendas do varejo gaúcho devem fechar com crescimento de 13,41%, comparando com o mesmo período de 2016. Tal percentual, apesar de aparentemente elevado, não reverte a queda de consumo dos anos anteriores, de acordo com o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch. Outro dado positivo do ano é que o PIB gaúcho referente ao comércio cresceu 8,31%.

    O PIB gaúcho total deve subir 0,45%. O PIB brasileiro encerra o ano com crescimento de 0,86%, enquanto o PIB brasileiro referente ao comércio aumentou 1,67%, comparando com os mesmos dados no final do ano passado. As informações foram apresentadas em coletiva de imprensa da entidade, que ocorreu nesta quinta-feira, 7 de dezembro, na sede da FCDL-RS, em Porto Alegre/RS.

    “A retomada do crescimento das vendas no varejo gaúcho iniciou no início de 2017 e se acelerou a partir do segundo trimestre, com a influência da liberação das contas inativas do FGTS, da grande safra agrícola, a despeito da queda do preço da soja, e da queda da SELIC, incentivando os investidores em títulos públicos a consumir bens duráveis. Podemos destacar que o crescimento das vendas esteve concentrado nos artigos duráveis. Mesmo com o resultado positivo no ano, o consumo na maioria dos gêneros varejistas ainda está inferior aos padrões verificados há três anos (2014) e 5 anos (2012). Isto mostra que ainda existe um longo caminho para a plena recuperação do comércio lojista”, destacou Koch.

    Outro dado positivo que demonstra uma retomada do crescimento é de abertura de lojas no Estado, com 99.328 estabelecimentos em funcionamento atualmente. Ao final de 2016, o número de lojas era de 99.307. Os postos de trabalho nas lojas gaúchas recuaram até outubro. Porém, em novembro e dezembro a contratação de profissionais temporários fez com que o emprego do comércio varejista feche o ano com crescimento de 1,05%. Koch salienta que a tendência para 2018 é de sustentação da alta."

     

    Referências:Varejo gaúcho deve fechar ano com crescimento, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/110/varejo-gaucho-deve-fechar-ano-com-crescimento” Acesso em: 12 de dezembro de 2017.”

     

     

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  • Segunda, 11 de Dezembro de 2017

  • Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília- O ministro Marcos Pereira presidiu, nesta quinta-feira, a 16ª Reunião do Conselho Consultivo do Setor Privado da Câmara de Comércio Exterior. “O Conex não se reunia desde julho de 2015”, lembrou o ministro. “Logo, era urgente a retomada dos trabalhos deste Conselho, que é uma importante ferramenta de debate especializado e qualificado para nós, governo, colhermos sugestões de como melhorar as políticas públicas voltadas ao comércio exterior”, afirmou o ministro.

    Apesar desse tempo sem que o Conselho se reunisse, o ministro destacou que a interlocução com os setores tem se realizado, e que o MDIC mantém as portas abertas para recebimento de demandas e formulação de parcerias com o setor produtivo. O ministro também falou que a pauta da reunião, trazida pelo setor privado, incluia temas já defendidos pelo MDIC  como  questões relacionadas às negociações comerciais e aos temas de financiamento às exportações.     Para a secretária-executiva da Camex, Marcela Carvalho, a retomada das discussões do Conex foi importante porque estimula ainda mais o diálogo com os setores mais relevantes da economia brasileira.

    Melhorias do ambiente de negócios

    Durante a reunião, o ministro também destacou as ações do MDIC para a  melhoria do ambiente de negócios e promoção de investimentos no Brasil, como:

    •  Implementação do projeto piloto RedeSIM, na cidade de São Paulo, que visa a desburocratizar e reduzir o prazo de abertura de empresas de 101 para 7 dias;
    •  Instalação e expansão do Brasil Mais Produtivo, programa de consultoria direcionado a Pequenas e Médias empresas para aplicação de técnicas de manufatura enxuta. O impacto médio é de 51% de aumento de produtividade nas empresas participantes;
    •  Implantação do módulo de exportações do Portal Único no primeiro semestre desse ano, bem como a previsão de lançamento do modulo de importações já no início de 2018;
    •  Fomento ao dinamismo e ao desenvolvimento tecnológico de startups, por meio de programas de aceleração, como o InovAtiva; de internacionalização, como o StartOut; e da necessária conexão com grandes empresas, como o Conexão Startup-Indústria;
    •  Desenvolvimento, por um grupo técnico específico, da estratégia brasileira para a indústria 4.0, a ser lançado em março de 2018;
    •  Reestruturação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial;
    •  Lançamento da consulta pública para formulação da Agenda Regulatória de Comércio Exterior, pela SE/Camex;

    Conex

    Participam do Conex, os representantes do setor produtivo nomeados em julho de 2017, por meio da Resolução Camex n°60/2017. Os conselheiros possuem mandato de 2 anos, pessoais e intransferíveis. A participação nas atividades do Conex é considerada serviço público de natureza relevante, não ensejando remuneração.

    Compete ao Conex assessorar a Camex, por meio da elaboração e do encaminhamento de estudos e de propostas setoriais para aperfeiçoamento da política de comércio exterior.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/108/melhorias-no-ambiente-de-negocios-sao-destacadas-por-marcos-pereira-em-reuniao-do-conex” Acesso em: 11 de dezembro de 2017.”

     

     

     

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  • Sexta, 08 de Dezembro de 2017

  • Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Pode até parecer uma matéria esportiva, mas não é! Michael Jordan, considerado por muitos como o melhor jogador de basquete de todos os tempos, e Stan Smith – venceu o US Open, em 1971, e Wimbledon, em 1972 – se tornaram referências dentro e fora das quadras, mas também nos pés de muita gente.

    Jordan e Smith inspiraram a criação de dois modelos de tênis, literalmente, icônicos: Nike Air Jordan 1 e Adidas Stan Smith, respectivamente. Nesta temporada, o universo esportivo invadiu o mundo da moda e estes calçados, hoje, viraram sinônimo de tendência.

    Nike Air Jordan - Sneaker inspirado no gênio do basquete

    Desde que foi inventado, em 1891, o basquet nunca tinha visto um gênio como Michael Jeffrey Jordan, o maestro do Chicago Bulls, onipresente em toda a quadra, capaz de parar por intermináveis segundos no ar antes de encestar a bola. Foi esta habilidade, sobrenatural segundo seus adversários, que há mais de 30 anos levou o marqueteiro de Jordan, David Falk, a bater às portas da Nike, em Oregon, propondo a criação do Air Jordan, que viria a ser uma espécie de “Cadillac” dos tênis esportivos.

    O “J”, como é chamado, não é apenas um par de tênis. Aos pés do seu criador, tornou-se um divisor de águas: ajudou a levar o basquete às multidões, elevou a autoestima de milhões de negros norteamericanos que não teriam outra ferramenta de mobilidade social, e gerou uma revolução no marketing esportivo, que culminou com o slogan, conhecido no mundo todo: “Just Do It”.

    Desde que entre dois pares de tênis de basquete vendidos nos Estados Unidos, um é “Air”, a consultoria SportsOneSource calcula que Jordan ainda seja o responsável por US$ 2,7 bilhões dos quase US$ 27,7 bilhões que a Nike gera anualmente, a partir da empresa de Beaverton, no Estado de Oregon, que até os anos 1980 era uma obscura fábrica nascida no porta-malas de uma van.

     

    O sobrenome do atleta batiza uma divisão de produtos na companhia que vende calçados e roupa inspirados no basquete. “O Air Jordan 1 é considerado, por muitos, o mais importante calçado da cultura dos tênis”, afirma Ricardo Nunes, editor e fundador do site especializado em tênis SneakersBR.

    Ele revela que o modelo foi banido das quadras da NBA, na época do seu lançamento, e virou uma febre tão grande entre os fãs de Michael Jordan que Nike e a rede FootLocer tiveram de entrar em acordo, lançando novas cores somente aos sábados. “Isso para que a molecada não perdesse aula para fazer fila nas lojas, à espera do tênis”, comenta, acrescentando que o Nike Air Jordan 1 não virou um calçado tão inspiracional para o nascimento de modelos ‘genéricos’. “Mas, nem por isso, ele deixa de se conectar com adeptos da moda mais iniciados nas culturas esportiva e de rua”, completa Nunes.

     

    Adidas Stan Smith - legião de fãs

    Branco e verde. Com simplicidade aplicada em sua paleta de cores e na concepção do design, nascia o Stan Smith, o tênis mais marcante da adidas e um dos mais importantes calçados do segmento. Rappers, punks, DJs, designers, atores hollywoodianos, pais, mães, avós e netos. Ao longo dos seus 53 anos de história, os Smiths conquistaram todos os públicos, e hoje é muito difícil olhar para eles e não lembrar alguma história em que estiveram presentes.

    A fórmula é simples: cabedal liso em couro de grão integral, as famosas “três listras perfuradas” e o solado tonal de borracha foram suficientes para fazer deste cano baixo um objeto de desejo. “O Stan Smith nasceu nas quadras de tênis e já viveu altos e baixos, mas nunca perdeu sua importância. As linhas são simples mas, ao mesmo tempo, sofisticadas, e a execução mais clássica – em couro liso branco, com detalhes verdes – é daquelas que vai bem com tudo”, detalha Nunes.

    Desde o momento em que o primeiro par de Adidas Stan Smith foi exposto em uma vitrine, 40 milhões de caixas com o modelo foram vendidas em todo o mundo e, recentemente, com sua nova inserção no mercado após uma pausa de um ano, o modelo vendeu em 12 meses mais do que entre o período de 2010 a 2013.

     

    Sempre que questionado sobre o sucesso do modelo, Stan Smith, tenista profissional que deu nome ao tênis, diz que o design simples e as cores básicas são os grandes responsáveis pelo sucesso do
    calçado através dos tempos.

    Originalmente nomeado de Halliet, em homenagem ao tenista francês Robert Halliet, o modelo nasceu em 1963, destinado aos esportistas das raquetes. Somente em 1978, quando rebatizado, recebeu o nome de Stan Smith, que atingiu o primeiro lugar no ranking mundial de tênis em 1972.

    A partir de 1978, variação nas cores foram oferecidas. De lá para cá, combinações inusitadas, estampas e materiais diferenciados, como camurça e malha, entraram em cena, acompanhando as tendências da moda."

    Referências:Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/102/sneakers-icones-dentro-e-fora-das-quadras-esportivas” Acesso em: 08 de dezembro de 2017.”

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  • Quinta, 07 de Dezembro de 2017

  • Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre

  • Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

    Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

    Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

    Oferta

    A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

    “A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

    Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

    O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

    Demanda

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

    A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

    Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

    Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

    Setor externo

    As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

    Acumulados

    O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

    Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

    Revisões

    O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior."

    Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

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  • Quarta, 06 de Dezembro de 2017

  • Em novembro, Brasil registra queda nas exportações de calçados

  • Resultado de imagem para queda em exportaçoes

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês de novembro os calçadistas exportaram 9,88 milhões de pares que geraram US$ 83,43 milhões, números menores tanto em volume (-10,6%) quanto em valores (-0,9%) em relação ao mês 11 do ano passado. No acumulado, de janeiro a novembro, as exportações seguem positivas tanto em volume (+2,1%) quanto em valores (+11,9%) no comparativo com igual período de 2016. Nos 11 meses foram embarcados 109,86 milhões de pares por US$ 973,58 milhões.


    Conforme o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os resultados de novembro ainda são reflexo do encarecimento do calçado brasileiro, que passou de um preço médio de US$ 7,60 para US$ 8,50 entre novembro de 2016 e o mês passado. “Com a valorização recente do real sobre o dólar, nosso calçado ficou com preço menos competitivo, o que tem impacto direto nas exportações, especialmente para países mais sensíveis a preço, caso dos Estados Unidos”, explica o executivo. Os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior e vem perdendo espaço na pauta exportadora nacional desde o início do ano. Entre janeiro e novembro, os norte-americanos importaram 9,88 milhões de pares por US$ 170,18 milhões, quedas de 13,3% em volume e de 12,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

    Equador
    Além da queda para os Estados Unidos, Klein ressalta que o valor negativo em novembro ainda é reflexo dos problemas nas exportações para o Equador. Desde setembro deste ano o país vizinho vem sobretaxando os calçados brasileiros, contabilizando uma tarifa de 10% + US$ 6 por par, em função de um problema sanitário das bananas importadas de lá pelo Brasil o que, segundo autoridades brasileiras, impede a liberação das importações pelo risco de contaminação dos bananais locais. "A solução está pendente de negociação, mas o fato é que nossos associados reportaram mais de 500 mil pares e US$ 6 milhões impactados pela medida, sobretaxados na aduana equatoriana", conta Klein.

    Origens
    O maior exportador brasileiro de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e novembro, os gaúchos embarcaram 25,38 milhões de pares que geraram US$ 406,86 milhões, altas de 0,3% e 6,3%, respectivamente, na relação com igual período do ano passado.

    O segundo exportador do período foi o Ceará, que embarcou 41 milhões de pares por US$ 245,82 milhões, altas de 3,4% e 8,5%, respectivamente.

    No mesmo comparativo, o terceiro exportador foi São Paulo, de onde partiram 7 milhões de pares que geraram US$ 106,47 milhões, queda de 18% em volume e incremento de 8% em receita na relação com 2016.

    Importações
    Assim como as exportações, as importações também aumentaram no período compreendido entre janeiro e novembro. No intervalo, entraram no Brasil 22,78 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 323,32 milhões, altas de 8% em pares e de 1,2% em dólares na relação com igual período de 2016.

    As principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos, que responderam por mais de 90% do total importado.  No período, o Vietnã exportou para o Brasil 10,35 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 179,2 milhões, altas de 8,4% em volume e de 1,9% em dólares no comparativo com mesmo ínterim de 2016.

    A segunda origem dos embarques foi a Indonésia, de onde partiram rumo ao Brasil 3,84 milhões de pares por US$ 63 milhões, alta de 1,2% em volume e queda de 9% em receita na relação com o ano passado.

    O terceiro maior exportador de calçados para o Brasil foi a China, que embarcou 5,45 milhões por US$ 29,55 milhões, quedas de 1,3% e de 13%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2016.

    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações chegaram a US$ 38 milhões no período, queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2016. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai."

    Referências:Em novembro, Brasil registra queda nas exportações de calçados, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 06 de dezembro de 2017.

     

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  • Terça, 05 de Dezembro de 2017

  • Pesquisas mostram que 73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia

  • Resultado de imagem para Compras no natal

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

    Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

    Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.


    Roupas, calçados e acessórios estão entre os produtos mais procurados no Natal 

    De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

    No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

    Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

    Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes, no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59.

    Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

    Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

    “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.


    83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

    Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

    Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.


    Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

    Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. A cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shoppings centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

    Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

    Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli."

    Referências:Pesquisas mostram que 73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/78/pesquisas-mostram-que-73-dos-brasileiros-devem-ir-as-compras-no-natal-data-vai-movimentar-r-512-bi-na-economia” Acesso em: 05 de dezembro de 2017.”

     

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  • Segunda, 04 de Dezembro de 2017

  • MISSÃO EMPRESARIAL: Programa de internacionalização Peru-Colômbia

  • Resultado de imagem para missao empresarial

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) realizará entre os dias 26 de fevereiro a 02 de março de 2018 uma Missão de Internacionalização para as cidades de Lima, no Peru, e Bogotá, na Colômbia.

    O objetivo da ação é apoiar as empresas brasileiras que desejam expandir suas exportações por meio de abertura de operações nesses países, tais como escritórios comerciais, centros de distribuição, lojas, assistência pós-venda, etc.

    Na missão serão oferecidas informações sobre o ambiente de negócios do Peru e da Colômbia, reuniões com prestadores de serviços, visitas técnicas, interações com empresas instaladas e apoio na elaboração do Plano de Expansão Internacional da empresa.

    MISSÃO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS PARA O PERU E COLÔMBIA

    Data: 26 de fevereiro a 02 de março de 2018
    Local: Hotéis em Lima e Bogotá, a definir, e visitas técnicas à locais externos conforme programação.

    Inscreva-se para o processo seletivo até o dia 20 de dezembro.
    Informações sobre a missão

    Investimento: *R$500.00 por empresa
    *Neste valor não estão incluídos despesas de viagem, traslados e alimentação.

    MAIS INFORMAÇÕES

    Apex-Brasil – Relacionamento com Clientes
    +55 61 3426-0202
    www.apexbrasil.com.br

    apexbrasil@apexbrasil.com.br"

    Referências:MISSÃO EMPRESARIAL: Programa de internacionalização Peru-Colômbia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/66/missao-empresarial-programa-de-internacionalizacao-peru-colombia” Acesso em: 04 de dezembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 01 de Dezembro de 2017

  • Porto de Santos registra novos recordes e deverá ter em 2017 o melhor ano de sua história

  • Resultado de imagem para Porto de santos

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Santos - A movimentação de cargas no Porto de Santos registrou em outubro último o maior acumulado de sua história ao atingir a marca de 109,052 milhões de toneladas e o maior movimento mensal para os meses de outubro, com 11,368 milhões de toneladas.

    A marca superou em 9,1% o até então melhor desempenho até outubro, verificado em 2015, e em 11,6%, o total apurado em igual período do ano passado. O resultado do mês cresceu 0,5% acima da segunda melhor performance, também ocorrida em 2015, e 24,3% sobre outubro do ano anterior.

    Com os números de outubro, Santos projeta novo recorde anual, com estimativa de atingir 126,8 milhões de toneladas, ultrapassando em 5,8% o maior total anual, obtido em 2015, e em 11,5% o total de 2016, configurando-se em novo recorde anual de movimentação de cargas no Porto de Santos.

    O movimento mensal apresentou elevado crescimento de 35,2% das exportações, resultado verificado principalmente em razão do aumento de 190,1% nos embarques de milho, que atingiu a marca de carga mais operada em outubro, com 2,193 milhões de toneladas carregadas. No ano, o cereal acumulou alta de 49,9%, chegando a 10,632 milhões de tonelada.

    Destaca-se também o aumento de 66,3% do chamado complexo soja, chegando a 448,535 mil toneladas no mês e de 13,3% até outubro, atingindo 20,680 milhões de toneladas, item de maior movimentação  no Porto de Santos.

    Apesar do ligeiro crescimento de 2,3% apresentado em outubro, as importações acumularam alta de 12,0% no ano, impulsionada pelo aumento de 20,5% dos adubos, carga de maior participação nesse fluxo, com o total de 3,240 milhões de toneladas e de 40,4% de óleo diesel/gasóleo, com 2,135 milhões de toneladas.

    As operações com contêineres registraram alta de 14,0% no número de TEU’s (unidades equivalentes a 20 pés) e de 7,2% no total acumulado, atingindo a marca de 3,176 milhões TEU’s. Quanto à tonelagem, o total até outubro, chegou a 36,887 milhões de toneladas, 33,83% da movimentação geral do Porto de Santos.
     

    Balança Comercial

    Na corrente de comércio, Santos registrou participação de 28,2% sobre o total brasileiro, chegando a US$ 86,9 bilhões, 12,13% a maior que em igual período do ano passado. As exportações participaram com 27,3% sobre o total nacional, atingindo US$ 50,1 bilhões, com alta  de 14,9%. As importações representaram 29,4% do total do país, respondendo por US$ 36,7 bilhões, com incremento de 8,25% sobre 2016.

    Na pauta de exportações, soja, açúcar e café despontaram como as cargas mais movimentadas quanto ao valor comercial. A China permanece como principal importador das mercadorias embarcadas em Santos, representando o total de US$ 7,993 bilhões, 15,8% das exportações efetuadas pelo complexo santista.

    Dentre as cargas importadas, os destaques quanto ao valor comercial foram gasóleo, caixas de marchas e inseticidas. Também na importação a China figura como o principal parceiro nas trocas com o porto santista, com US$ 8,089 bilhões, 22,0% do total importado.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Porto de Santos registra novos recordes e deverá ter em 2017 o melhor ano de sua história, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/70/porto-de-santos-registra-novos-recordes-e-devera-ter-em-2017-o-melhor-ano-de-sua-historia” Acesso em: 01 de dezembro de 2017.”

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  • Quarta, 29 de Novembro de 2017

  • Identificado preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de Borracha Nitrílica (NBR)

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Foi divulgado no dia 23 de novembro de 2017, no Diário Oficial da União, a Circular nº 62 da Secretaria de Comércio Exterior de 22 de novembro de 2017, informando que foi verificada preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de borracha nitrílica (NBR) originárias da Coreia do Sul e da França, e o vínculo significativo entre as exportações objeto de dumping e o dano à indústria doméstica. 

    A NBR é comumente classificada no subitem 4002.59.00 (NCM) da Nomenclatura Comum do Mercosul. O produto objeto da investigação é a borracha nitrílica (NBR), não hidrogenada e não estendida em óleo, com teor de acrilonitrila maior ou igual a 20% e menor ou igual a 50%, viscosidade Mooney a 100ºC variando entre 20 e 120, exportada pela Coreia do Sul e pela França para o Brasil. Ressalta-se que não estão incluídas no escopo da investigação as borrachas NBR na forma líquida

     

    A descrição é apresentada a seguir:

    4002

    Borracha sintética e borracha artificial derivada dos óleos, em formas primárias ou em chapas, folhas ou tiras; misturas dos produtos da posição 40.01 com produtos da presente posição, em formas primárias ou em chapas, folhas ou tiras.

    4002.5

    Borracha de acrilonitrila-butadieno (NBR)

    4002.59.00

    Outras

     

    A alíquota do Imposto de Importação desse subitem tarifário se manteve constante, em 25%, durante todo o período de análise de dano. Cabe destacar que o referido subitem é objeto das de preferências tarifárias, concedidas pelo Brasil/MERCOSUL, que reduzem a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre o produto objeto da investigação.

     

    De acordo com o art. 7° - o do Decreto no - o 8.058, de 2013, considera-se prática de dumping a introdução de um bem no mercado brasileiro, inclusive sob as modalidades de drawback, a um preço de exportação inferior ao valor normal.

     

    Neste Sentido, é importante termos uma visão dos impactos sobre aplicação ou não no setor de componentes. Solicitamos aos possíveis impactados pela medida entrar em contato com projetos.inst@assintecal.org.br, informando os possíveis efeitos para a indústria."

    Referências:Identificado preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de Borracha Nitrílica (NBR), 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/56/identificado-preliminarmente-a-existencia-de-dumping-nas-exportacoes-para-o-brasil-de-borracha-nitrilica-nbr” Acesso em: 29 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 28 de Novembro de 2017

  • Abicalçados realiza missão prospectiva na França

  • Imagem relacionada

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Com um consumo de mais de 400 milhões de pares de calçados por ano - mais de 6 pares per capita e volume praticamente todo importado, especialmente da Itália - a França vem chamando a atenção dos calçadistas brasileiros. É com o objetivo de entender melhor o mercado, a estrutura do varejo e o modelo de promoção comercial mais acertado para os calçadistas brasileiros que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do programa de apoio às exportações de calçados Brazilian Footwear, está realizando uma missão prospectiva ao país entre os dias 25 de novembro e 3 de dezembro. O Brazilian Footwear é desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). 

     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que, no período, estão agendadas reuniões com redes de varejos locais, distribuidores, agências de relações públicas e hotéis - para a possível realização de showrooms. “Além disso, está em andamento e deve ser entregue até o final deste ano, um estudo detalhado sobre o mercado francês”, adianta.
     
    Segundo a gestora, atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, mas compra, basicamente, chinelos, ou seja, produtos de menor valor agregado. “O objetivo é, entendendo melhor o comportamento do consumidor francês através do estudo e da missão, passar a exportar calçados com maior valor agregado, aumentando o preço médio e aproveitando com maior eficácia o potencial daquele mercado”, comenta Roberta.
     
    Números
    No ano passado a França importou 9 milhões de pares de calçados verde-amarelos, o que gerou US$ 56 milhões, altas de 5,3% em volume e 2% em receita no comparativo com 2015. Nos primeiros dez meses de 2017, os franceses já importaram 4,5 milhões de peças por US$ 45 milhões, queda de 30,3% em volume e alta de 4,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado. “Essa disparidade se dá porque a França já vem, aos poucos, importando calçados brasileiros de maior valor agregado. Neste ano o preço médio do produto exportado para lá aumentou de US$ 6 para US$ 10”, explica Roberta.
     
    A França é mercado-alvo do programa Brazilian Footwear ao lado dos Estados Unidos, China, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Colômbia.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: 

    www.apexbrasil.com.br "

    Referências:Abicalçados realiza missão prospectiva na França, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-realiza-missao-prospectiva-na-franca” Acesso em: 28 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Segunda, 27 de Novembro de 2017

  • Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria

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    "Feira que acontece em Gramado(RS), reflete o reaquecimento da economia e demostra aumento de vendas em comparação a edição de 2016.

     

    Os últimos dias foram intensos em Gramado (RS). A reunião do setor calçadista com a sexta edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios mostrou uma retomada da economia e principalmente um novo ânimo nos personagens deste setor, que responde por cerca de 300 mil empregos no país. A feira mostrou uma coleção eclética para a próxima temporada de frio com calçados mais pesados para o sul e sudeste do Brasil e linhas mais leves para o clima tropical dos demais estados. Esta flexibilidade de coleção aumenta razoavelmente a linha de atuação da feira que, assim, ampliou sua fatia no mercado. “Acreditamos que teremos um crescimento linear para a próxima edição, acompanhando o desempenho deste ano”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora do evento. A feira encerrou nesta quarta-feira (22), no Serra Park, em Gramado (RS).

    A resposta para esta projeção positiva vem dos estandes dos expositores. Marlin Kohlrausch, diretor da Bibi, comenta que o estande da marca foi muito visitado tanto por compradores brasileiros, quanto importadores, sobretudo da América Latina. “Essa foi uma das melhores Zero Grau, apontando, com um certo otimismo para a retomada da economia”, diz ele. Já Fernando Motta, diretor da Mariota também comemora os resultados desta edição da feira. As vendas realizadas durante o evento comprometeram um mês de produção na fábrica da marca. “Os lojistas estão mais otimistas, tanto que as vendas foram maiores em relação ao ano passado”, mensura ele. Gustavo Ranft, gerente comercial da Pegada ressalta a importância do evento para o relacionamento dos expositores com os lojistas. “Aqui acontece a troca de ideias, nos possibilitando alinhar as estratégias e ter contato com o nosso cliente”, comenta ele.

    Também Rafael Caceres, gerente comercial da Democrata, percebeu bons resultados em relação à feira. “Estamos vindo de uma situação crescente. O resultado é muito positivo e as vendas foram superiores em relação a última edição”, analisa ele. Pletsch comemora também a forte presença de importadores na feira que aponta para uma nova realidade. “Com o aumento destes profissionais estamos tendo condições de oferecer novas opções de clientes para a indústria brasileira. Isto para nós é gratificante”, salienta Pletsch. A feira recebeu 200 importadores de 35 países, outro recorde batido nesta feira.

    Zero Grau 2018 – A Merkator Feiras e Eventos dá mais um passo à frente na construção da marca e do conceito da Zero Grau. A campanha de 2018 lançada nesta edição apresenta o novo conceito da feira: “Tudo Novo de Novo”, indicando a renovação que o evento traz para o setor calçadista e a moda através dos seus expositores e ações.  Ainda nesta semana será lançado nas redes sociais da feira, o vídeo oficial da campanha.

    PARCEIROS QUE VISUALIZAM A NECESSIDADE DO MERCADO - A Zero Grau conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados e Componentes para Calçados de Três Coroas.

    Fonte: Marta Araujo

    Créditos de imagem: Dinarci Borges"

    Referências:Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/40/calcado-aquece-a-economia-feira-em-gramado-atinge-numeros-surpreendentes-para-a-industria” Acesso em: 27 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 26 de Novembro de 2017

  • Uma marca histórica: pela primeira vez, superávit da balança comercial supera US$ 60 bilhões

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou hoje os números da balança comercial brasileira, referentes às duas primeiras semanas de novembro – entre os dias 1º e 12 do mês. Com o resultado apresentado no período, o saldo comercial chega a US$ 60,285 bilhões e as exportações brasileiras somam, no ano, US$ 189,7 bilhões, valor que ultrapassa em US$ 4,5 bilhões todas as vendas externas realizadas em 2016.

    Na avaliação do ministro Marcos Pereira, “a atividade exportadora é fundamental para a retomada do crescimento econômico”, disse. O ministro participou hoje do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Porto Alegre, onde ressaltou que “as exportações acumulam uma alta de 20% no ano e isso reflete esforços da nossa indústria e também do agronegócio”.

    Acesse os dados completos da balança comercial

    Entre janeiro e a segunda semana de novembro, as empresas brasileiras exportaram US$ 189,7 bilhões, com média diária de US$ 878,3 milhões, e importaram US$ 129,4 bilhões, com média diária de US$ 599,2 milhões. Com isso, o saldo comercial acumulado no ano é de US$ 60,285 bilhões e a corrente de comércio de US$ 319,153 bilhões.

    Novembro

    Nas duas primeiras semanas de novembro, as exportações brasileiras somaram US$ 6,252 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 893,2 milhões, considerando-se apenas os dias úteis. As importações, no período, foram de US$ 4,430 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 632,9 milhões.  O superávit do período foi de US$ 1,822 bilhão e a corrente de comércio de US$ 10, 683 bilhões.

    Até a segunda semana de novembro, as exportações cresceram 10,2% em relação a todo o mês de novembro de 2016, quando a média diária foi de US$ 810,8 milhões.  Nessa comparação, aumentaram os embarques de produtos básicos (35,3%) – principalmente por conta de soja em grãos, milho em grãos, minério de ferro, carne bovina, algodão em bruto, minério de cobre – e semimanufaturados (12,5%) – puxados por celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas. Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-8%) – devido a açúcar refinado, tubos flexíveis de ferro e aço, gasolina, medicamentos e centro de usinagem de metais.

    Na comparação com o mês de outubro de 2017, quando a média diária das exportações chegou a US$ 898,9 milhões, houve retração de 0,6%, em virtude das vendas de básicos (-7,1%) semimanufaturados (-2,4%). Nessa comparação, as exportações de produtos manufaturados cresceram 9%.

    Do lado das importações, a média diária até a segunda semana de novembro foi de US$ 632,9 milhões, valor 10,4% acima da média registrada em novembro do ano passado (US$ 573,1 milhões). Nesse comparativo, aumentaram as aquisições de produtos de alumínio (69,9%), combustíveis e lubrificantes (44,8%), equipamentos eletroeletrônicos (26,6%), produtos químicos orgânicos e inorgânicos (18,9%), produtos plásticos (17,1%) e veículos automóveis e partes (12,3%).

    Já sobre outubro (média diária de US$ 651,2 milhões), foi registrada queda de 2,8%, causada por aeronaves e peças (-62,4%), adubos e fertilizantes (-32,1%), produtos a base de cobre (-25,7%), combustíveis e lubrificantes (-23,3%) e veículos automóveis e partes (-3,7%).

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Uma marca histórica: pela primeira vez, superávit da balança comercial supera US$ 60 bilhões, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/36/uma-marca-historica-pela-primeira-vez-superavit-da-balanca-comercial-supera-us-60-bilhoes” Acesso em: 24 de novembro de 2017.”

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  • Quinta, 23 de Novembro de 2017

  • Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    São Paulo – As exportações brasileiras aos países árabes cresceram 52,6% em outubro, comparado com o mesmo mês do ano passado, alcançando US$ 1,36 bilhão. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e representam o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012.

    O desempenho da Arábia Saudita e do Egito, os dois principais mercados dos produtos brasileiros entre os países árabes no mês, ajudou a explicar a alta. Para os sauditas as vendas somaram US$ 289 milhões, avanço de 109% sobre outubro de 2016, enquanto o mercado egípcio comprou US$ 271,3 milhões no mês passado, crescimento de 144,6% em relação a igual mês de 2016.

    “O Egito continua influenciando positivamente no resultado das exportações brasileiras aos países árabes. Não só em relação a outubro, o desempenho no ano também está acima da média”, comentou Rubens Hannun, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

    Enquanto as vendas externas a todos os países árabes somaram US$ 11,4 bilhões de janeiro a outubro, um crescimento de 22,3% na comparação com os dez primeiros meses de 2016, o Egito registrou uma alta de 31,7%, alcançando US$ 2 bilhões em compras no período. “Eles ampliaram a compra de carne e açúcar, principalmente”, explicou o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

    No acumulado até outubro, o Egito é o terceiro maior comprador de produtos brasileiros entre os árabes. À sua frente aparecem a Arábia Saudita, com US$ 2,32 bilhões em importações, alta de 13,9%, e os Emirados Árabes Unidos, cujo avanço chegou a 19,7%, para US$ 2,1 bilhões.

    Os países árabes representaram 6,23% das exportações brasileiras nos primeiros dez meses do ano. No total, o Brasil exportou US$ 183,5 bilhões, um avanço de 19,9% sobre o mesmo período de 2016.

    “As exportações aos países árabes seguem ganhando espaço, um reflexo do trabalho que a Câmara Árabe vem fazendo”, destacou o presidente Hannun, citando como exemplo as ações que a entidade promoveu junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para minimizar os efeitos da Operação Carne Fraca nas exportações da carne brasileira.

    Deflagrada pela Polícia Federal em março, a operação revelou irregularidades em alguns frigoríficos brasileiros, mas a situação logo foi contornada. Em maio, uma missão liderada pelo Mapa, com apoio da Câmara Árabe, visitou países da região para destacar a segurança e a qualidade da carne brasileira. “Graças a esse esforço, conseguimos até aumentar as exportações para a região”, disse Hannun.

    Até outubro, os embarques de todos os tipos de carnes para os árabes cresceram 3,4%, gerando US$ 3,1 bilhões. O produto é o segundo na pauta de exportação brasileira para a região, superado apenas pelo açúcar, que somou US$ 3,93 bilhões no período, um crescimento superior a 40%.

    Juntos, açúcar e carnes representam mais de 60% das exportações brasileiras aos países árabes.

    Importação

    Nos primeiros dez meses do ano, as importações brasileiras dos países árabes somaram US$ 5,3 bilhões, um crescimento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Argélia, com US$ 2 bilhões (alta de 31,2%), Arábia Saudita, com US$ 1,02 bilhão (aumento de 50,8%), e Marrocos, com US$ 703 milhões (avanço de 37,1%), foram as principais origens das compras brasileiras.

    Combustíveis e adubos e fertilizantes corresponderam a mais de 90% do que o Brasil importou dos países da região. “A Câmara Árabe continua trabalhando forte para diversificar a pauta de importação dos árabes, promovendo eventos e buscando parcerias na região”, destacou Michel Alaby.

    Fonte: Comex do Brasil

    Referências:Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/26/exportacoes-para-os-paises-arabes-tem-o-melhor-mes-de-outubro-em-quatro-anos-e-crescem-52” Acesso em: 23 de novembro de 2017.”

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  • Quarta, 22 de Novembro de 2017

  • Brasil tem superávit recorde no comércio com a Argentina: US$ 6,6 bilhões de janeiro a outubro

  • Resultado de imagem para superavit

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Em apenas dez meses o Brasil já acumula, em 2017, o maior superávit da história do intercâmbio comercial com a Argentina. De janeiro a outubro, o fluxo de comércio entre os dois países proporcionou ao Brasil um saldo de US$ 6,628 bilhões e a expectativa é de que ao fim do ano esse saldo fique em torno de US$ 8 bilhões. Anteriormente, o maior superávit registrado  na série histórica aconteceu em  2011, quando as exportações brasileiras superaram as vendas argentinas em US$ 5,803 bilhões.

    O ano de 2017 ficará marcado na história do comércio entre os dois países pela forte alta nas exportações brasileiras, que até agora já cresceram 31,79% e somaram US$ 14,886 bilhões. Com isso, a Argentina foi  o destino final de 7,9% de todo o volume embarado pelo Brasil para o exterior. Na outra ponta, as vendas argentinas também cresceram, ainda que num ritmo menos acelerado, da ordem de  7,90% e somaram US$ 7,857 bilhões, cifra que respondeu por 6,20% das importações brasileiras no período janeiro-outubro.

    Mas, mesmo com esses aumentos expressivos nas exportações dos dois parceiros, a corrente de comércio brasileiro-argentina vai chegar ao fim do ano muito longe do recorde registrado no ano de 2011.

    Naquela ano, as vendas brasileiras para seu terceiro maior parceiro comercial em todo o mundo totalizaram US$ 22,709 bilhões, enquanto a Argentina vendeu ao Brasil bens no montante de US$  16,906 bilhões. Com isso, os dois países tiveram naquele ano uma corrente de comércio no total de US$ 39,616 bilhões.

    Terceira colocada no ranking dos exportadores e importadores brasileiros, a Argentina é cada vez mais um parceiro fundamental para o Brasil. E não só pelos aspectos quantitativos do intercâmbio bilateral. Afinal, também sob o aspecto qualitativo, da diversidade da pauta comercial, os portenhos ocupam lugar de destaque como destino das exportações brasileiras. Este ano, o Brasil alcançou um aumento expressivo nas exportações em todas as categorias por fator agregado.

    Entre os produtos básicos, as vendas brasileiras cresceram 51,3% para US$ 581 milhões, com uma participação de 4,09% no total exportado ao país vizinho. No tocante aos produtos semimanufaturados o  aumento foi semelhante, da ordem de 50,4% para US$ 463 milhões (3,2%  do total embarcado para a Argentina). Em relação aos bens manufaturados, a alta foi de 30,5% e as vendas geraram receita no total de US$ 13,41 bilhões. Mais que um simples e ainda que muito importante aumento de receitas, é de se destacar o fato de que a Argentina, mais que qualquer outro país, é um grande mercado para os produtos industrializados brasileiros, responsáveis por nada menos que 92,6% dos embarques para os portenhos.

    As vendas de automóveis, por exemplo, saltaram 45,5% de janeiro a outubro, comparativamente com o mesmo período de 2016 e somaram US$ 3,82 bilhões. As exportações de veículos de carga aumentaram 55,6% para US$ 1,55 bilhão e os embarques de partes e peças para automóveis tiveram uma alta de 25,2%, somando US$ 898 milhões. Outros bens manufaturados em destaque nas exportações para o país vizinho foram demais produtos manufaturados (US$ 558 milhões e alta de US$ 5,8%) e tratores (US$ 520 milhões, um aumento de 68,8%).

    Do lado argentino o destaque fica por conta da alta de 9,5% nas exportações de produtos manufaturados, que geraram receita no valor de US$ 5,96 bilhões e tiveram uma participação de 75,8% nas vendas para o Brasil de janeiro a outubro deste ano. Por outro lado, os embarques de produtos básicos  cresceram 3,4% para US$ 1,64 bilhão (participação de 20,9% nas exportações para o Brasil). Com uma ligeira queda de 0,5%, as vendas de semimanufaturados somaram US$ 255 milhões.

    A exemplo do Brasil, veículos de carga e automóveis foram os principais destaques nas vendas argentinas no período. Os veículos de carga tiveram exportações no valor de US$ 1,45 bilhão (alta de 28,9% e participação de 20,9% nas exportações) enquanto os  embarques de automóveis geraram negócios no montante de US$ 1,12 bilhão (queda de 2,2% e participação de  14% nas vendas ao Brasil).

    Também ocuparam lugar de destaque na pauta exportadora argentina trigo em grãos (US$ 803 milhões e participação de 10,46%), partes e peças para automóveis e tratores (US$ 379 milhões, correspondentes a 4,8% nas exportações) e polímeros de etileno (US$ 340 milhões, responsáveis por 4,3% dos embarques para o Brasil).

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Brasil tem superávit recorde no comércio com a Argentina: US$ 6,6 bilhões de janeiro a outubro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/24/brasil-tem-superavit-recorde-no-comercio-com-a-argentina-us-66-bilhoes-de-janeiro-a-outubro” Acesso em: 22 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 17 de Novembro de 2017

  • Conexão Internacional trará informações sobre o mercado da Alemanha

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Fornecer informações econômicas e setoriais do mercado alemão, identificar os produtos com mais oportunidades no país e compartilhar as experiências de empresários do setor na relação comercial com a Alemanha são alguns dos objetivos do Conexão Internacional Alemanha. O evento acontecerá no dia 29/11, às 8h30, no Mezanino Assintecal (Rua Júlio de Castilhos, nº 526, Centro de Novo Hamburgo).

    Realizado pelo projeto By Brasil Components and Chemicals - ação de incentivo às exportações executada em parceria entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – o Conexão Internacional Alemanha trará informações exclusivas para os participantes do projeto, além de transmitido ao vivo, pela página By Brasil Components and Chemicals no facebook.

    A Alemanha é o terceiro maior importador de materiais para o setor coureiro-calçadista brasileiro, importando mais de US$ 35 milhões de janeiro a setembro de 2017. Sua produção de calçados cresceu em média 7% nos últimos cinco anos e a tendência média do crescimento do PIB do país é de 1,5% até 2019.

    O Conexão Internacional Alemanha será ministrado por Marcos Lélis, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos e consultor de inteligência do By Brasil. O evento também contará com a participação especial do Vanderlei Leopoldo Külzer, da Oksebra, que compartilhará com o grupo sua experiência com o mercado alemão.
    Os interessados podem confirmar sua presença pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br ou telefone 51 3584-5200.

    Serviço
    Conexão Internacional Alemanha
    Data: 29 de novembro

    Horário: 08h30 – Chegue antes e aproveite o coffee!

    Local: Mezanino Assintecal (Rua Júlio de Castilhos, nº 526, Centro)
    Palestra: Marcos Lélis e Vanderlei Leopoldo Külzer
    Informações através do relacionamento@assintecal.org.br ou telefone 51 3584-5200.

    Sobre o By Brasil
    www.bybrasil.org.br
    www.facebook.com/bybrasilcc
    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.


    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados. A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.

    Sobre a Assintecal
    www.assintecal.org.br
    Há três décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas. Sediada em Novo Hamburgo (RS), possui também escritórios em São João Batista (SC), Nova Serrana (MG), Birigui (SP), Franca (SP) e Jaú (SP).

     
    Informações para imprensa

    Agência Capsula
    12 3028-5795
    Carlos Lopes | 11 98923-0749

    Apex-Brasil
    61 3426-0775
    imprensa@apexbrasil.com.br"

    Referências:Conexão Internacional trará informações sobre o mercado da Alemanha, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/conexao-internacional-trara-informacoes-sobre-o-mercado-da-alemanha” Acesso em: 17 de novembro de 2017.”

     

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