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as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Quinta, 14 de Junho de 2018

  • Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     
    "Os calçadistas brasileiros estão focados na expansão do mercado no Reino Unido, que no ano passado importou o equivalente a US$ 6,4 bilhões em calçados, a maior parte deles da China. A primeira iniciativa do Brazilian Footwear naquele país foi realizada entre os dias 7 e 12 de maio, quando uma equipe da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que gere o programa de apoio às exportações de calçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), esteve in loco realizando uma missão prospectiva para conhecer melhor o mercado local.
     
     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que no período foram realizadas reuniões com promotoras de feiras, empresas de Relações Públicas e de matchmaking, Setor de Promoção Comercial do Brasil no Reino Unido (Secom), compradores locais e espaços para um possível showroom brasileiro no país, além de visitas ao varejo de Londres e do sudeste da Inglaterra. “O Reino Unido é um mercado, de fato, novo para o Programa. No país podemos encontrar poucas marcas brasileiras, já que a maior parte das empresas que exporta para lá o faz por meio de private label (com a etiqueta do cliente)”, explica Roberta, ressaltando a importância de se iniciar um trabalho de imagem e promoção comercial das marcas Made in Brazil no país. No ano passado, conforme dados da Abicalçados, os calçadistas brasileiros exportaram para lá US$ 24 milhões, 11% menos do que em 2016. Já nos quatro primeiros meses deste ano, foi embarcado o equivalente a US$ 8,2 milhões, 8% mais do que no mesmo ínterim de 2017.
     
    Oportunidades
    Segundo a gestora, trata-se de um mercado promissor, especialmente porque é grande consumidor de produtos de maior valor agregado (couros) e tem no preço competitivo um fator determinante. Somente no ano passado, o consumo britânico ficou em 275 milhões de pares, número que deve ultrapassar 280 milhões até 2019, cerca de 4 pares per capita. “Os calçados brasileiros estão bem posicionados na questão preço e qualidade, dois fatores fundamentais de compra no Reino Unido”, acrescenta. Conforme estudo sobre aquele mercado, realizado pela Inteligência da Abicalçados e que será lançado até o final deste mês, o preço foi considerado determinante por 36% dos compradores, fator seguido por qualidade (29%).
     
    Durante a Missão, também foi observado que os consumidores locais são abertos a novidades e tendências de moda, embora prezem muito pelo conforto. “Na Inglaterra, maior mercado do Reino Unido, vimos oportunidade para os três segmentos - feminino, masculino e infantil -, justamente pelo estilo de consumo, pelo o que é ofertado nas lojas, e pela boa imagem do Brasil junto aos ingleses”, conta Roberta.
     
    Programa
    Renovado a cada dois anos, atualmente o Brazilian Footwear para o biênio 2017/2018 tem um aporte total de R$ 36,46 milhões para ações de promoção internacional do calçado brasileiro, que incluem participação em feiras, missões comerciais, estudos de prospeção, projetos de imagem, projetos compradores - que trazem importadores para o Brasil, entre outros. Além do Reino Unido, são considerados mercados-alvo do programa a França, os Estados Unidos, a Colômbia, a China/Hong Kong e os Emirados Árabes Unidos.
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br |www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"
     
    Referências:“Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-do-reino-unido-atrai-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 14 de junho de 2018.
     
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  • Quarta, 13 de Junho de 2018

  • Marcas nacionais “combinando com os russos”

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     

    "Diz o ditado popular que para o sucesso de uma empreitada é sempre importante “combinar com os russos”. É com esse objetivo, de combinar e vender calçados no gigante da Eurásia, que a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Apex-Brasil, levará 14 marcas nacionais para uma Missão Comercial em Moscou. O evento acontece entre os dias 6 e 8 de junho e contará com um workshop sobre o mercado local e um showroom de calçados Made in Brazil. 

     
    A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que mercado russo exige um trabalho de longo prazo e foi por isso que a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, passou a realizar missões comerciais ao país em 2013. “Temos uma boa expectativa. Apesar de ser um mercado difícil, é promissor. É importante que o empresário  brasileiro combine com os russos, ou seja, tenha flexibilidade para adaptar seus produtos à realidade daquele consumidor, que possui um verão curto e passa boa parte do ano em temperaturas gélidas, necessitando de calçados mais fechados — inclusive para o verão — e com diferenciais como impermeabilização, isolamento térmico e solado antiderrapante para uso no gelo e na neve para o inverno”, ressalta. Nesta missão, o showroom apresentará as coleções brasileiras de primavera-verão.  
     
    No âmbito econômico, Letícia diz que a Rússia passa por um momento de crescimento, após dois anos de recessão. “O país vive um período de recuperação e plena confiança na economia. Prova disso foi a reeleição do presidente Vladimir Putin, em março deste ano, com mais de 76% dos votos. Em 2017, após dois anos de quedas, o PIB russo aumentou 1,5%. Todos esses fatores são motivo de uma expectativa positiva para essa sexta missão comercial à Rússia”, projeta a coordenadora, lembrando que no país o consumo ultrapassa 420 milhões de pares por ano, sendo mais de 70% deles importados. 
     

    Participam da missão à Rússia as marcas Modare Ultraconforto, Klin, Viviar Shoes, Petite Jolie, Bibi, Pimpolho, Capodarte, Dumond, Ortopé, Suzana Santos, Renata Mello, Pampili, Sapatoterapia e Usaflex."

    Referências:“Marcas nacionais “combinando com os russos””, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/marcas-nacionais-combinando-com-os-russos” Acesso em: 13 de junho de 2018.

     

     

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  • Terça, 12 de Junho de 2018

  • Em ritmo de Copa do Mundo, Rússia recebe calçadistas brasileiros

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Sede da Copa do Mundo 2018, com uma população de 143 milhões de habitantes, a Rússia segue no alvo das marcas brasileiras de calçados. De 6 a 8 de junho, a capital do País foi a sede da sexta edição da Missão Comercial do Brazilian Footwear, programa de promoção das exportações brasileiras de calçados, uma parceria entre Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A programação contou com um seminário preparatório e um showroom com exposição de produtos das 11 empresas participantes, recebendo mais de 50 compradores da região.

     
    O país vem apresentando uma melhora nas condições econômicas e políticas desde a forte crise que o atingiu, em 2014. Com Vladimir Putin eleito com 76% dos votos, a Rússia hoje encontra-se num momento de estabilidade e muito otimismo. “O PIB russo cresceu 1,5% no ano passado, depois de dois anos em queda, e a estimativa é que que esse ano o índice se mantenha”, declarou Almir Américo, que lidera o Escritório da Apex-Brasil em Moscou. O país é ainda o décimo maior importador de calçados do mundo e, nos primeiros quatro meses deste ano, já comprou do Brasil quase 100 mil pares, totalizando um investimento de aproximadamente US$ 2,2 milhões. Uma alta de 14,2% em volume e 22% em receita quando comparados ao mesmo período do ano anterior.
     
     
    Seminário
     
    Além de Américo, falaram no seminário preparatório Yulia Volobueba, CEO do Basya Group, empresa contratada para o serviço de matchmaking (quando se busca no mercado o cliente para a oferta das empresas); Natalia Timashova, editora-chefe da Shoes Report; Svetlana Sherbakova, diretora de departamento no Leomax Group, e Eugeniy Stepanov, líder do Ved Prosto Project. Entre os temas apresentados, estavam o cenário econômico atual, as tendências em termos de modelos de negócios, oportunidades do mercado e certificação.
     
    “Apesar de termos nove meses de inverno, o grande mercado está mesmo em calçados de verão e meia estação, que chegam a quase metade do consumo de calçados no país”, contou Svetlana. Ela acrescentou que hoje os russos primam essencialmente pelo conforto, deixando a preocupação com o material predominante para trás. “Isso é uma grande mudança para um mercado que costumava priorizar calçados de couro”, explica Ruísa Scheffel, analista de Promoção Comercial da Abicalçados.
     
     
    Showroom
     
    Mais de 50 empresas, entre compradores, varejistas e distribuidores visitaram as 11 empresas participantes do showroom, que aconteceu no Hotel Marriot, no centro do Moscou. “Hoje temos um evento consolidado no calendário dos compradores russos. Isso é fruto do trabalho que fazemos no mercado desde 2013, com continuidade, marcas fortes e confiança no potencial do país, mesmo nos períodos mais difíceis. “, declarou Isabel Tarisse da Fontoura, gestora do programa Brazilian Footwear na Apex-Brasil.
     
    No geral, o feedback das empresas foi bastante positivo, com destaque para a qualidade e novidade dos contatos. “A qualidade dos contatos foi muito boa. Tivemos acesso a empresas que, sem o serviço de matchmaking, não teríamos alcançado. Por isso, o evento é importante: para construir confiança e abrir novos clientes”, contou Felipe Rahal, responsável pela exportação da Klin na Ásia. Silvana Silveira, gerente de exportação da Pampili destaca as oportunidades para construção de marcas. “Em alguns mercados, como Estados Unidos, recebemos muitas pessoas interessadas em private label (produção com marca de terceiros). Aqui, percebi um interesse pela marca e pelo desenvolvimento dela no mercado”, disse.
     
    As empresas esperam realizar negócios na ordem de US$ 2,2 milhões nos próximos seis meses em função dos contatos realizados no evento. Para isso, alguns representantes de empresas sugerem a participação em alguma feira local. “As feiras acontecem em períodos de compras. Para termos pedidos de fato, entendo que seja importante complementar o showroom com a participação em uma feira”, declarou Oleg Shvedok, distribuidor da Sapatoterapia. Participam da missão à Rússia as marcas Modare, Klin, Viviar Shoes, Petite Jolie, Bibi, Pimpolho, Capodarte, Dumond, Ortopé, Suzana Santos, Renata Mello, Pampili, Sapatoterapia e Usaflex.
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
     
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
     
    Sobre a Apex-Brasil:
     

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Em ritmo de Copa do Mundo, Rússia recebe calçadistas brasileiros”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-ritmo-de-copa-do-mundo-russia-recebe-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 12 de junho de 2018.

     

     

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  • Terça, 11 de Junho de 2018

  • Ambiente interno provoca prejuízo de US$ 50 milhões para exportadores de calçados

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A paralisação dos caminhoneiros brasileiros gerou prejuízos não somente nas vendas internas de calçados, mas também nas exportações. Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no mês de maio foram embarcados 6,4 milhões de pares que geraram US$ 56 milhões, quedas de 32,7% e de 45,6%, respectivamente, no comparativo com o maio de 2017 (9,5 milhões e US$ 103 milhões). O número interrompe a recuperação iniciada em abril, quando os embarques aumentaram quase 20% em relação a 2017. Com o resultado de maio, os calçadistas somaram 46,75 milhões de pares e US$ 400,3 milhões em exportações nos cinco primeiros meses do ano, quedas de 5% e de 9,3%, respectivamente, no comparativo com igual ínterim do ano passado.

     
    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que, além de alguns importantes destinos apresentarem quedas drásticas no mês passado – caso dos Estados Unidos e da Argentina -, influenciou no resultado as paralisações dos caminhoneiros, que provocaram atraso nos embarques e até problemas de produção por falta de matéria-prima. “Dos 121 países que receberam calçados brasileiros em maio, registramos queda em 72”, conta o executivo, ressaltando que o resultado negativo do mês passado deve puxar para baixo as projeções de exportações de calçados em 2018. “Tínhamos uma expectativa de bater o valor registrado em 2017, de US$ 1,09 bilhão em embarques, que provavelmente não irá ser atingida. Foi um mês terrível”, lamenta Klein.
     
    Estados
    Entre janeiro e maio deste ano, o Rio Grande do Sul seguiu liderando o ranking de estados exportadores. No período, os fabricantes gaúchos embarcaram 11 milhões de pares por US$ 176,5 milhões, quedas de 3% e de 3,8%, respectivamente, em relação ao mesmo ínterim de 2017.
     
    Na sequência, aparece o Ceará, que exportou 18,5 milhões de pares por US$ 100,38 milhões, alta de 1,5% em volume e queda de 5,3% em faturamento em relação a mesmo período do ano passado.
     
    O terceiro maior exportador do período foi São Paulo. Amargando forte queda em relação a 2017 (16% em pares e 12% em faturamento), os paulistas embarcaram 6,9 milhões de pares por US$ 46,23 milhões.
     
    Destinos
    Na parte de cima do ranking de destinos, o único com percentual positivo é a Argentina, apesar de também ter registrado queda isolada em maio. Entre janeiro e o mês passado, os argentinos comparam 4,2 milhões de pares que geraram US$ 64,83 milhões, altas de 17,4% e de 15,4%, respectivamente, em relação a igual período de 2017.
     
    Registrando quedas consecutivas desde o início do ano, os Estados Unidos seguem no segundo posto. No período, os estadunidenses compraram 4,27 milhões de pares por US$ 59 milhões, quedas de 9,3% e de 25,4%, respectivamente, na relação com igual ínterim de 2017.
     
    O Paraguai, país que importa basicamente calçados praianos com preço médio menor, aparece no terceiro posto, com a importação de 6,68 milhões de pares verde-amarelos por US$ 25,54 milhões, incremento de 16% em volume e queda de 34,4% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado.
     
    Importações
    A abrupta elevação da cotação do dólar sobre o real não foi suficiente para frear o ímpeto das importações de calçados. Em maio, entraram no Brasil 1,87 milhão de pares por US$ 23,16 milhões, altas de 4,3% e de 0,4%, respectivamente, na relação com mesmo período de 2017. Com isso, as importações dos cinco primeiros meses do ano somaram 12,17 milhões de pares e US$ 153,34 milhões, altas de 16% e de 5% em relação a igual ínterim do ano passado.
     
    As principais origens seguem sendo os países asiáticos. Somente Vietnã, Indonésia e China respondem por 94% dos calçados importados pelo Brasil. Entre janeiro e maio, foram importados do Vietnã 5 milhões de pares por US$ 83 milhões, altas de 14,8% em volume e de 5,1% em receita no comparativo com 2017.
     
    A segunda origem do calçado importado no período foi a Indonésia, de onde partiram rumo ao Brasil 1,63 milhão de pares pelos quais foram pagos US$ 27,53 milhões, alta de 0,4% em volume e queda de 1% em receita em relação a mesmo período do ano passado.
     
    Na sequência aparece a China, país que enviou para o Brasil 5,22 milhões de pares por US$ 19,5 milhões, altas de 31,1% e de 25,7%, respectivamente, em relação a igual ínterim de 2017.
     
    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas etc – as importações chegaram a US$ 25,3 milhões no período, alta de 40,6%. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai."
     
    Referências:“Ambiente interno provoca prejuízo de US$ 50 milhões para exportadores de calçados”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/ambiente-interno-provoca-prejuizo-de-us-50-milhoes-para-exportadores-de-calcados” Acesso em: 11 de junho de 2018.
     
     
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  • Sexta, 08 de Junho de 2018

  • Calçadistas realizam missão comercial na França

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "De olho em um mercado que consome mais de 400 milhões de pares de calçados por ano, quase todos eles importados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promove a primeira Missão Comercial à França.

     
    O evento, que acontece com 19 marcas brasileiras, entre 11 e 13 de junho, em Paris, tem como objetivo a captação de agentes e distribuidores qualificados para a atuação naquele mercado, o que será possível por meio de uma parceria com a Associação de Agentes de Calçados da França (Arici) e o apoio da Embaixada do Brasil, que realizaram o serviço de matchmaking (reuniões pré-agendadas com agentes e distribuidores franceses). “Recente estudo de mercado realizado pela Abicalçados na França apontou a necessidade de se ter uma intermediação com parceiro local para o bom desempenho das vendas”, explica a coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, ressaltando que o evento não será comercial, ou seja, não tem o objetivo de vender calçados, apenas formar parcerias para a inserção no mercado local.
     
    Exportações
    Mercado-alvo do atual convênio do Brazilian Footwear, a França vem aumentando as importações de calçados brasileiros. No primeiro quadrimestre deste ano, os franceses compraram mais de três milhões de pares verde-amarelos, 54% mais do que no mesmo período de 2017. “Com uma ação acertada para inserção de marcas Made in Brazil, poderemos alçar voos ainda mais altos e, o melhor, com marca própria”, projeta Letícia.
     
    Atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, porém com grande incidência de private label (com a marca do cliente local).

    Participam da Missão Comercial à França as marcas Sollu, Bibi, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Luz da Lua, Rider, Cartago, Grendha, Zaxy, Copacapana, Pegada, Democrata, Werner, Raphaella Booz, Dumond, Capodarte, Ortopé, Suzana Santos e Renata Mello."

    Referências:“Calçadistas realizam missão comercial na França”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-realizam-missao-comercial-na-franca” Acesso em: 08 de junho de 2018.

     

     

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  • Quinta, 07 de Junho de 2018

  • Apesar do dólar, Banco Central mantém juro

  • Resultado de imagem para dolarO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Apesar da forte desvalorização do real em relação ao dólar neste ano - 13,65% - e de especulações no mercado de que os juros devem subir neste momento para frear a depreciação da taxa de câmbio, o Banco Central (BC) não pretende elevar a taxa básica (Selic), hoje em 6,5% ao ano. Ontem, o dólar teve valorização de 0,72%, cotado a R$ 3,8371, o maior valor desde março de 2016. No ano, a moeda americana acumula alta de 15,80%.

    A depreciação do câmbio encarece as importações e, por essa razão, pode provocar aumento da inflação, uma vez que, diante da menor competitividade do produto importado, a tendência é que os preços subam no mercado interno. Para o BC, porém, continua válida a declaração do presidente da instituição, Ilan Goldfajn, de que não há relação mecânica entre câmbio e política de juros.
     
    Em entrevista ao Valor em 23 de maio, Ilan disse que o BC não vai "reagir a uma coisa que está se mexendo sem afetar a nossa base, que é a inflação". Em linguagem mais coloquial, o BC está reafirmando que não pretende elevar a Selic para conter a desvalorização do real.
     
    Essa foi também a mensagem dada pelo diretor de política monetária do BC, Reinaldo Le Grazie, durante audiência, ontem, na CPI dos Cartões. No mercado de contratos de juros futuros, a taxa reflete probabilidade de 66,34% de que o BC eleve a Selic em 0,25 ponto percentual na reunião do dia 20 deste mês.
     
    Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a mensagem do BC foi a de que a taxa básica ficaria inalterada nas próximas reuniões. Mas ficou claro, também, que essa decisão está condicionada à evolução da conjuntura, em especial a atividade econômica, o balanço de riscos e as projeções de inflação do próprio BC e as expectativas do mercado.
     
    O balanço de riscos se deteriorou. A taxa de câmbio considerada na ata, de R$ 3,60, elevaria a projeção de inflação anual para algo em torno de 4%. As expectativas de inflação também já começaram a piorar. Na avaliação do BC, porém, há dois fatores que mitigam esses efeitos: o "hiato do produto", isto é, a diferença entre crescimento efetivo da economia e seu potencial, e o fato de as expectativas de inflação estarem ancoradas, ou seja, abaixo da meta de 4,5% para este ano e os próximos.
     

    Fonte: GS Notícias"

    Referências:“Apesar do dólar, Banco Central mantém juro”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/608/apesar-do-dolar-banco-central-mantem-juro” Acesso em: 07 de junho de 2018.

     

     

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  • Quarta, 06 de Junho de 2018

  • Nova Serrana sediará a Palestra de Inspirações 2019_II em 04 de julho

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"

     

    Na primeira semana de julho, a cidade mineira receberá o designer Walter Rodrigues para ministrar a palestra

     
    Em 04 de julho, a cidade de Nova Serrana, em Minas Gerais, receberá a Palestra de Inspirações 2019_II, com Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal. O evento faz parte de uma série de palestras que estão ocorrendo em diferentes polos, e traz como tema as tendências e inspirações que serão apresentadas no Inspiramais 2019_II, que acontece nos dias 17 e 18 de julho.  Após a palestra, haverá um talk com três empresas que irão apresentar os seus cases.
     
    Walter é designer e iniciou sua carreira em 1983, como stylist na Revista Manequim – Editora Abril em São Paulo. Em 1992, lançou uma marca de roupas que leva o seu nome, sendo a primeira marca brasileira a participar de uma semana de moda brasileira no Phytoervas Fashion, em 1994, além de participar das Semanas de Moda de Paris de 2002 a 2006. Em 2012, encerrou o projeto de confecção e, hoje, atua como consultor na área de design de produto, e como coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, consultor do Instituto By Brasil e curador do projeto Focus Design Visions - Moda & Arte.
     
     
    Quando e onde:
     
    04/07 – 19h
    Auditório do Sindinova - Rua Antonio Martins, 75 - Centro, Nova Serrana – MG
    Palestrante: Walter Rodrigues
     
    Para realizar a inscrição na palestra, envie um e-mail para design@assintecal.org.br.
     
    Mais informações pelos telefones (37) 3226-2080 e (37) 3228-8500.
     

    Realização: Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos – Assintecal e Sindicato da Indústria do Calçado de Nova Serrana – Sindinova e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae"

    Referências:“Nova Serrana sediará a Palestra de Inspirações 2019_II em 04 de julho”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/588/nova-serrana-sediara-a-palestra-de-inspiracoes-2019-ii-em-04-de-julho” Acesso em: 06 de junho de 2018.

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  • Terça, 05 de Junho de 2018

  • Faturamento da indústria cresce 1,5%, aponta CNI

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O faturamento da indústria aumentou 1,5% em abril na comparação com março, na série livre de influências sazonais. Com isso, o indicador registra um crescimento de 6,9% no primeiro quadrimestre do ano frente ao mesmo período de 2017. "O resultado confirma a tendência de alta do faturamento industrial", afirmam os Indicadores Industriais, divulgados no dia 4 de junho pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

     

    De acordo com a pesquisa, os dados de abril confirmam a retomada em ritmo lento da atividade. Depois de duas quedas consecutivas, as horas trabalhadas na produção aumentaram 2,2% em abril frente a março, na série dessazonalizada, e fecharam o primeiro trimestre com expansão de 1,6% em relação ao mesmo período de 2017.

     

    Capacidade instalada

     

    A utilização da capacidade instalada ficou praticamente estável em 78%, com leve recuo de 0,1 ponto percentual em abril na comparação com março, na série com ajuste sazonal. Conforme a CNI, a utilização média da capacidade instalada no primeiro quadrimestre é 1,2 ponto percentual superior à do mesmo período de 2017.

     

    Mercado de trabalho

     

    O mercado de trabalho também está se recuperando lentamente. O emprego na indústria cresceu 0,1% em abril na comparação com março, na série dessazonalizada. Foi o oitavo mês consecutivo de crescimento do emprego, que registra uma expansão de 0,7% no primeiro quadrimestre na comparação com o mesmo período de 2017. A massa real de salários caiu 0,4% e o rendimento médio real dos trabalhadores também diminuiu 0,4% em abril frente a março, na série dessazonalizada. Entretanto, na comparação do primeiro quadrimestre com o mesmo período de 2017, a massa real de salários aumentou 1,8% e o rendimento médio real do trabalhador subiu 1,1%."

    Referências:“Faturamento da indústria cresce 1,5%, aponta CNI”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/590/faturamento-da-industria-cresce-15-aponta-cni” Acesso em: 05 de junho de 2018.

     

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  • Segunda, 04 de Junho de 2018

  • A ciência por trás da seda líquida para produzir roupas mais sustentáveis

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Você já se perguntou quanta química está nas roupas que vestimos e será que causam algum problema para nossa saúde? A Silk Therapeutics, uma empresa americana especializada em biomateriais, acredita que sua tecnologia patenteada de seda líquida pode substituir alguns dos produtos químicos normalmente encontrados em tecidos de alto desempenho e fazer um produto têxtil ou vestuário mais saudável no processo.

    A empresa começou em 2013 produzindo cremes para a pele de mulheres que passaram por tratamento oncológico, com a missão de usar a seda líquida como um substituto totalmente natural para os muitos produtos sintéticos e enchimentos usados ​​pelos laboratórios ​​da indústria da beleza. Colocar todos aqueles produtos químicos excessivamente artificiais na pele pode ser prejudicial, então por que não fazer um produto mais favorável à pele usando a própria inovação da natureza: a seda do bicho da seda?
     
    Depois de construir uma bem-sucedida marca de cuidados com a pele, a Silk Therapeutics, está agora focando sua atenção em como a seda líquida poderia transformar a indústria de vestuário. Segundo a Unilever, o mercado de produtos sustentáveis ​​pode valer mais de US$ 3 trilhões, apresentando uma oportunidade lucrativa para marcas que buscam se conectar com consumidores preocupados com o meio ambiente, abraçando o movimento de bem-estar em todas as áreas de suas vidas.
     
    Sustentabilidade tem sido um tema quente na indústria do vestuário em particular, com grandes marcas investindo em áreas como reciclagem de roupas e têxteis, inovação de materiais alternativos, conservação e gerenciamento de água. Todas essas coisas podem abrir o caminho para a incursão da Silk Therapeutics numa indústria em busca de formas sustentáveis ​​de alcançar os benefícios de desempenho que os usuários de vestuário esperam.
     
    Embora os consumidores tenham adotado entusiasticamente os confortáveis ​​tecidos elásticos de alto desempenho utilizados por marcas de Athleisure e Activewear, eles podem não saber quantos produtos químicos são adicionados em muitos desses tecidos para se obter propriedades como absorção de umidade, repelência a água ou controle de odores.
     
    Dentro da sustentabilidade com a seda líquida
     
    A inovação da Silk Therapeutics começa com a lagarta do Bombyx mori, também conhecida como bicho-da-seda, um inseto nativo da China e do Extremo Oriente que prefere uma dieta quase exclusiva de folhas de amoreira. Eles são muito exigentes pois se as amoreiras forem tratadas com pesticidas, os vermes não consomem as folhas, explicou o Dr. Greg Altman, CEO da Silk Therapeutics, que usou seu doutorado em bioengenharia da Universidade Tufts.
     
    Esta dieta livre de pesticidas garante um produto livre de produtos petroquímicos de ponta a ponta, acrescentou Dr. Altman. Leva apenas 15 dias para o bicho-da-seda produzir um casulo. Enquanto a maioria dos casulos de bicho-da-seda são usados ​​para fazer tecidos, a Silk Therapeutics usa a proteína dos casulos do bicho-da-seda descartados para fazer seda líquida. Como não precisa dos mesmos casulos de alta qualidade que seriam usados ​​em tecidos, a empresa pode usar casulos que de outra forma seria desperdiçados, e o bicho-da-seda também pode sobreviver, diferentemente do caso da maioria das fábricas de seda, em que o casulo é fervido para obter a fibra.
     
    Ao controlar o processo de fabricação da seda líquida, a empresa pode criar moléculas de seda em diferentes tamanhos para realizar diferentes funções utilizando somente os casulos que sobraram na indústria têxtil, ajudando a tornar o produto da empresa muito mais viável economicamente.
     
    Seda líquida para vestuário de alto desempenho
     
    “Uma das coisas pelas quais somos profundamente apaixonados pelo uso da seda líquida é remover os usos invisíveis e ocultos da química sintética em peças de vestuário, têxteis e produtos que podem entrar em contato com nossa pele e entrar em nossos corpos”, disse Dr. Altman. “Quanto menos absorvermos, menos toleramos e mais saudáveis ​​somos. É um conceito de saúde pública. Estamos unindo os mundos da biotecnologia e do têxtil”
     
    Os tecidos de nylon e sintéticos, comumente usados ​​em calças de yoga, sutiãs esportivos e muito mais, não controlam bem a umidade, levando à necessidade de tratamentos adicionais para alcançar os benefícios desejados. “Nós basicamente cobrimos os tecidos que usamos com química sintética que muda as características da superfície“, disse Altman sobre como os tecidos de desempenho tradicionalmente são criados. “Temos todos esses produtos antimicrobianos, metais pesados, prata, zinco e muito mais aplicados no tecido e que depois serão lavados e indo parar os cursos de água.”
     
    É aí que entra a seda líquida. O náilon tratado com um “acabamento de nano-camada com seda líquida” oferece propriedades similares de absorção de umidade, como fazem as aplicações químicas usuais, de acordo com a Altman. “Se entrar em contato com o seu corpo, é biocompatível e não sai na lavagem, mas se isso acontecer, certamente não vai poluir nossos cursos de água”, acrescentou. “Essa tecnologia, francamente, está à nossa frente há milhares de anos.”
     
    A seda líquida é aplicada no nível do fio ou do tecido após o tingimento, durante o ponto no processo, quando os produtos químicos sintéticos tradicionalmente são incorporados para selar o corante, disse Altman. Dessa forma não é necessário mudar o processo tradicional de fabricação na fábrica, e com isso não há aumento dos custos. O uso da seda líquida no revestimentos de tecidos torna uma jaqueta impermeável ou uma camisa mais macia ou hidratante.
     
    Há um suprimento suficientemente grande dos casulos descartados para atender com facilidade a demanda prevista pela empresa nos próximos anos. Com o mercado de produtos para acabamento têxtil avaliado atualmente em US$ 23 bilhões, há uma oportunidade significativa para melhorar amplamente a saúde humana e ao mesmo tempo produzir roupas mais sustentáveis.

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:“A ciência por trás da seda líquida para produzir roupas mais sustentáveis”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/578/a-ciencia-por-tras-da-seda-liquida-para-produzir-roupas-mais-sustentaveis” Acesso em: 04 de junho de 2018.

     

     

     

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  • Terça, 29 de Maio de 2018

  • Calçadistas brasileiros “combinando com os russos”

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Diz o ditado popular que para o sucesso de uma empreitada é sempre importante “combinar com os russos”. É com esse objetivo, de combinar e vender calçados no gigante da Eurásia, que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), levará 14 marcas nacionais para uma Missão Comercial em Moscou. O evento acontece entre os dias 6 e 8 de junho e contará com um workshop sobre o mercado local e um showroom de calçados Made in Brazil. 

     
    A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que mercado russo exige um trabalho de longo prazo e foi por isso que a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, passou a realizar missões comerciais ao país em 2013. “Temos uma boa expectativa. Apesar de ser um mercado difícil, é promissor. É importante que o empresário  brasileiro combine com os russos, ou seja, tenha flexibilidade para adaptar seus produtos à realidade daquele consumidor, que possui um verão curto e passa boa parte do ano em temperaturas gélidas, necessitando de calçados mais fechados - inclusive para o verão - e com diferenciais como impermeabilização, isolamento térmico e solado antiderrapante para uso no gelo e na neve para o inverno”, ressalta. Nesta missão, o showroom apresentará as coleções brasileiras de primavera-verão.  
     
    No âmbito econômico, Letícia diz que a Rússia passa por um momento de crescimento, após dois anos de recessão. “O país vive um período de recuperação e plena confiança na economia. Prova disso foi a reeleição do presidente Vladimir Putin, em março deste ano, com mais de 76% dos votos. Em 2017, após dois anos de quedas, o PIB russo aumentou 1,5%. Todos esses fatores são motivo de uma expectativa positiva para essa sexta missão comercial à Rússia”, projeta a coordenadora, lembrando que no país o consumo ultrapassa 420 milhões de pares por ano, sendo mais de 70% deles importados. “Embora a China seja o maior fornecedor de calçados para a Rússia, o país vem perdendo espaço. Nos últimos cinco anos, a queda das importações chinesas foi de 36%, o que também abre mais possibilidades para o produto brasileiro”, acrescenta Letícia. 
     
    Exportações
    As exportações de calçados brasileiros para a Rússia aumentaram em 2018. No primeiro quadrimestre deste ano foram embarcados para lá 98,47 mil pares que geraram US$ 2,24 milhões, altas de 14,2% em volume e de 22% em receita no comparativo com igual período de 2017. 
     
    Participam da missão à Rússia as marcas Modare, Klin, Viviar Shoes, Petite Jolie, Bibi, Pimpolho, Capodarte, Dumond, Ortopé, Suzana Santos, Renata Mello, Pampili, Sapatoterapia e Usaflex. 
     
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Calçadistas brasileiros “combinando com os russos””, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-brasileiros-combinando-com-os-russos” Acesso em: 29 de maio de 2018.

     

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  • Segunda, 28 de Maio de 2018

  • O que vender e para quem vender: Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Uma ferramenta fundamental para os empresários brasileiros que objetivam a exportação de seus produtos e a internacionalização de suas empresas. É dessa maneira que pode ser definido o “Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras”, que, agora, ganha uma nova versão, atualizada e ampliada, em um esforço conjunto de diversas áreas técnicas da Apex-Brasil.

    O mapa se destina a apoiar as empresas brasileiras na diversificação de destinos e de produtos exportados. Para sua elaboração, foi utilizada uma metodologia desenvolvida pela Apex-Brasil, aliada às prioridades apontadas por parte do setor privado brasileiro. Destacam-se países considerados estratégicos para a atuação comercial brasileira que foram destino de mais de 90% das exportações brasileiras para o mundo em 2016. Posteriormente, identificam-se setores e formas de atuação em cada um desses mercados.
     
    Ele sempre existiu no site da Agência, porém, em um processo de atualização, todo o layout foi alterado para facilitar a navegação e a experiência dos usuários.  A ferramenta recebeu melhorias no sistema de indexação das buscas, com visualização mais clara por parte do usuário.
     
    O serviço oferece uma visão das melhores estratégias em cinco macrossetores: Alimentos, Bebidas e Agronegócio; Casa e Construção; Moda e Cuidados Pessoais; Máquinas e Equipamentos; Multissetorial e Outros. “Dentro dos macrossetores, há mais de 70 setores e mais de 200 subsetores, com a novidade de ter sido criada uma maior segmentação dos subsetores”, explica Igor Isquierdo Celeste, Coordenador de Inteligência de Mercado da Apex-Brasil.
     
    Ao clicar em um país, como a Rússia por exemplo, o usuário tem acesso a informações relacionadas aos negócios envolvendo o tipo de produto no país em questão. Informações como a região, o setor em que se encaixa o produto, assim como o subsetor. Outras informações são as importações do país, o total de exportações brasileiras, o crescimento médio dos concorrentes, o crescimento médio do Brasil, o principal concorrente das empresas brasileiras em relação ao produto no país, a participação desse principal concorrente e a participação do Brasil no mercado. Além disso, indica a categoria em que está inserida a participação das empresas brasileiras no setor naquele país, que é explicitada por meio de diferentes cores no mapa.
     
    De acordo com Igor Celeste, as diferentes cores dos países no mapa, segundo o tipo de produto, ajudam o empresário a definir sua estratégia de exportação e internacionalização. “Se o país está na cor Verde, significa Abertura de Mercado. Trata-se de um mercado em que ainda não há participação expressiva do Brasil do produto ou há pouca participação ou, ainda, não existe participação. Se a cor do país no mapa é Laranja significa Consolidação. Há uma participação interessante, com mais de 1% do mercado, com bom dinamismo, mesmo sem o Brasil ser líder de mercado.”, afirma.
     
    Segundo ele, se a cor é Azul, há uma liderança por parte do Brasil, com alta participação de mercado. Além disso, os produtos brasileiros nesse destino crescem junto ou até mais que os concorrentes. “Trata-se de uma boa oportunidade para a internacionalização das empresas que já têm boa performance em termos de comércio. E se, por fim, a cor do país aparece em amarelo, entendemos que há uma necessidade de recuperação de nossas empresas, com crescimento abaixo dos concorrentes”, explica.
     
    Na versão atualizada, aliás, o mapa recebeu um upgrade. Antes, oferecia informações sobre 42 países, agora oferece sobre 63. E também libera a geração de PDF das informações da ferramenta e a impressão, para posterior consulta. “Uma empresa com múltiplos produtos pode, por exemplo, buscar as oportunidades por país, além de delimitar um foco estratégico para exportar. O mapa é um bom ponto de partida para a geração de negócios, ainda que não elimine todas as pesquisas necessárias para a inserção de mercado, como mapear regulamentos técnicos ou fitossanitários necessários para o acesso ao mercado”, define Igor Celeste.
     
    Outra novidade é que ao acessar uma oportunidade o empresário encontra todos os estudos relacionados ao país desenvolvidos pela Apex-Brasil. “Caso tenhamos estudos disponibilizados, encontrarão informações aprofundadas sobre seus mercados-alvo”, cita Igor. 
     
    Por fim, para que os técnicos da Apex-Brasil possam ter uma visão qualitativa (além da quantitativa) de quem acessa o mapa, é necessário o preenchimento, uma única vez, de um rápido cadastro.
     
     

    Fonte: Apex-Brasil"

    Referências:“O que vender e para quem vender: Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/556/o-que-vender-e-para-quem-vender-mapa-estrategico-de-mercados-e-oportunidades-comerciais-para-as-exportacoes-brasileiras” Acesso em: 28 de maio de 2018.

     

     

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  • Sexta, 25 de Maio de 2018

  • Calçadistas comemoram a manutenção da desoneração da folha de pagamentos

  • Resultado de imagem para desoneração da folha de pagamentos

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O setor calçadista brasileiro comemora a aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados, na noite de ontem (23), do Projeto de Lei 8456/2017, conhecido como projeto da reoneração, pelo fato do mesmo ter excluído o setor de voltar a contribuir com 20% sobre a folha de pagamentos. Com isso, fica garantida a manutenção da modalidade atual, na qual os calçadistas pagam 1,5% do faturamento, excluído as exportações.

    Conforme o projeto aprovado, foram mantidos no regime atual de desoneração 29 setores, entre eles o calçadista, o têxtil, o de máquinas e equipamentos industriais e o de móveis. O presidente-executivo, Heitor Klein, ao agradecer o empenho de parlamentares ligados à defesa do setor calçadista, destaca que inicialmente eram apenas seis os setores que seriam mantidos no atual. “Não é somente o setor calçadista brasileiro que comemora essa vitória, é a sociedade. Somos um segmento que emprega, diretamente, 300 mil pessoas, e seríamos seriamente afetados caso voltássemos ao regime anterior, causando desemprego”, explica o executivo.

    O projeto aprovado na Câmara vai agora para votação no Senado Federal e em seguida para a sanção Presidencial. Se aprovado nas demais esferas, terá validade até 31 de dezembro de 2020."

    Referências:“Calçadistas comemoram a manutenção da desoneração da folha de pagamentos”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-a-manutencao-da-desoneracao-da-folha-de-pagamentos” Acesso em: 25 de maio de 2018.

     

     

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  • Quarta, 23 de Maio de 2018

  • Embora o e-commerce cresça no Brasil, “o novo mundo é omni”

  • Resultado de imagem para omini channel
    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    "Você já ouviu falar em omni channel? Trata-se de uma tendência do varejo internacional, especialmente nos países mais desenvolvidos, de aliar a experiência on-line com a off-line, integrando e-commerces e lojas físicas. No ano passado, conforme dados do PayPal, o e-commerce brasileiro, mesmo em meio à crise econômica, cresceu 12,5%. Por outro lado, especialistas ressaltam que o mundo caminha para a prevalência do omni channel, que alia a experiência virtual com a física. É de olho em estratégias de crescimento dessa modalidade, que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) traz como um dos palestrantes do 22º Seminário Nacional da Indústria de Calçados (SNIC) o executivo líder da área de Soluções de Indústrias para os mercados de Varejo e Indústrias de Bens de Consumo da IBM Brasil, Enio Garbin. O evento acontece a partir das 8h30 do dia 13 de junho, na Unisinos, em São Leopoldo/RS.
     
     
    O especialista adianta que irá explorar como a tecnologia continua, e agora numa velocidade ímpar, alavancando a transformação e reinvenção da sociedade e dos negócios, em especial do varejo. Segundo ele, a tendência é de que tudo se funda, o físico e o digital, com consumidores prezando pelo autoatendimento e praticidade. “O novo mundo é omni”, frisa. Para Garbin, o varejo precisa estar preparado para esse novo momento, com lojas conectadas e integradas numa jornada completa para o consumidor, revendo sua cadeia de suprimentos para atender sua demanda”, ressalta, acrescentando que, embora o e-commerce seja uma realidade consolidada, é preciso cada vez mais convergir para a visão onipresente do mesmo, onde não existem canais. 
     
    Na sua palestra, o executivo da IBM discorrerá sobre as novas tendências tecnológicas disponíveis para viabilizar essa jornada “onipresente” para o consumidor. Também vai trazer cases de sucesso, como as plataformas Uber, AirBnB, entre outras, empresas que, mesmo sem grande capital de investimento, obtiveram êxito comercial porque foram visionárias e anteveram a mudança de comportamento do consumidor. “O mercado não vai privilegiar os maiores, mas sim os mais ágeis em se adaptarem e entenderem seu cliente”. acrescenta. 
     
    Inteligência Artificial
    Outro ponto alto da apresentação será Inteligência Artificial (IA), ferramenta que auxilia no engajamento do consumidor, planejamento de operação, atendimento, pré e pós-vendas, entre outros aspectos. “A IA destrava todo o potencial das informações não-estruturadas, como som, voz, vídeo, foto etc., bem como entrega uma interação mais humana e inteligente”, conclui Garbin.
     
    O tema do SNIC deste ano é “Marcas, Tecnologia e Disrupção”. O investimento é de R$ 60 para associados da Abicalçados e estudantes - mediante identificação no dia do evento. Para o público geral, o investimento é de R$ 120 para o dia todo de palestras e talks. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos via site www.abicalcados.com.br/snic, local onde também constam mais informações sobre o evento. Para esta edição, quem comprar quatro ingressos, ganha o quinto. Basta enviar o comprovante da compra para samantha@abicalcados.com.br, e-mail no qual o associado também poderá solicitar seu código de desconto de 50%. 
     
    O Seminário é uma promoção da Abicalçados com os patrocínios da Francal Feiras, Couromoda e Colorgraf. A curadoria é da WTF! School. 
    PROGRAMAÇÃO 2018
    *Sujeita a alterações
    8h30 Credenciamento e Welcome coffee 
    8h50 Abertura 
    9h00 Opening Act: A era das inovações exponenciais, com Felipe Menezes (WTF! School)
    10h00 O que meu cliente quer? Quatro tendências que impactam o seu negócio, com  Vanessa Mathias (White Rabbit)
    11h00 Varejo da era digital, com Gustavo Schifino (Pier X)
    12h00 Intervalo 
    13h30 Inteligência Artificial: Inovação para Transformação do Varejo, com Enio Garbin (IBM)
    14h30 Realidade virtual e aumentada: construindo experiências multissensoriais com as marcas, com Eduardo Zilles Borba (CITI-USP/Faccat)
    15h30 A Batalha das Marcas para se manter relevante aos consumidores, com Peter Kronstrom (Copenhagen Institute for Futures Studies Latin America)
    16h25 TALK1: Empreendedorismo com propósito, com Guilherme Massena e Eduardo Hommerding (Dobra) 
    16h45 TALK 2: A voz do seu produto, com Taís Bellini (HP)
    17h05 TALK 3: O atendimento virtual superará o humano? Com Cristiano Chaves (Arezzo)
    17h25 PAINEL: Dobra + HP + Arezzo 
    18h00 Encerramento"
     
    Referências:“Embora o e-commerce cresça no Brasil, “o novo mundo é omni””, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/embora-o-e-commerce-cresca-no-brasil-o-novo-mundo-e-omni” Acesso em: 23 de maio de 2018.
     
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  • Terça, 22 de Maio de 2018

  • A arte da estamparia durante o Inspiramais 2019_II

  • Resultado de imagem para A arte da estamparia durante o Inspiramais 2019 _IIO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Será dias 17 e 18 de Julho, no Centro de Eventos Pro Magno (Avenida Ida Kolb, 513, Casa Verde), que São Paulo receberá a edição do Inspiramais 2019_II, evento que reúne 7 mil profissionais da moda ávidos por conhecerem os principais lançamentos de matérias-primas para roupas, calçados, joias, móveis e outros segmentos ligados ao do Sistema Moda Brasil.

    Entre as centenas de materiais para 2020_I - componentes, tecidos, estampas, sintéticos, couros, saltos, enfeites, aviamentos e outros - está o Projeto + Estampa, realizado pela Assintecal, Abit e AL-Invest 5.0.
     
    Sob a arte da estamparia, e coordenação do designer e consultor da Assintecal, Lucius Vilar, foram convidados sete estúdios  de design de todo o país para desenvolver o projeto, onde são decodificados elementos da cultura brasileira para criação de novas estampas e apresentação de novas aplicações, incorporando a originalidade brasileira como forma de reduzir a cultura da cópia e também a compra de estampas internacionais por parte de empresas do setor de confecções. 
     
    “A inovação é uma característica peculiar, garantindo que os produtos criados não sejam copiados ou reproduzidos tão facilmente pelos concorrentes, sendo o diferencial do projeto, que apresenta estampas exclusivas”, comenta Lucius Vilar. 
     
    Além do +Estampa será possível conhecer o Corredor da Inovação, com produtos para a moda em harmonia com as novas tecnologias; o Conexão Inspiramais 2019_II, que apresenta mais de 900 novidades em materiais; e o Preview do Couro 2020_l- que visa estimular o setor coureiro brasileiro nas áreas de desenvolvimento, pesquisa, criação e promoção comercial de couros acabados, originais e genuínos, valorizando a imagem dos couros e dos curtumes no exterior, aumentando assim a possibilidade de venda e valorização de toda a cadeia produtiva.
     
    Para Walter Rodrigues, que responde como Coordenador do núcleo de Design do Inspiramais 2019_II, o que faz do Inspiramais ser o único salão de design e inovação de materiais da América Latina e receber tantas grifes e profissionais de diversos países é “que estamos falando de uma construção de produtos que se tornam referências nas produções de roupas, bolsas, cintos, calçados, acessórios, jóias, e designer de móveis. Uma cadeia toda que já alinha uma referência única para êxito do país no mercado nacional e internacional”. Ainda para Walter, “o Salão Inspiramais é ponto de encontro de estilistas e designers de todos os segmentos da cadeia da moda, com muitas empresas prontas para mostrar novos caminhos”.
     
    A entrada é gratuita para profissionais do setor e as inscrições podem ser feitas pelo site www.inspiramais.com.br. Dia 17/07 das 9h à 20h e dia 18/07, das 09h às 19hs.
     
    quem faz: O salão é promovido pela Assintecal, ABIT, Texbrasil, CICB e Brazilian Leather; tem patrocínio da Cipatex, Altero, Bertex, York, Grupo Lunelli, Sappi Dinaco, Wolfstore, Caimi & Liason, Brisa, Intexco, Tecnoblu, Britânnia Têxtil, Cofrag, Colorgraf, Endutex, Componarte, Branyl e Berlan e apoio da ABEST, ABICAV, Abicalçados, IBGM, IBB, In-Mod, ABV-Tex, Ápice, Abimóvel e Guia JeansWear by Style WF.
     
     
    Serviço
    Inspiramais 2019_II
    Data: 17 e 18 de julho
    Local: Centro de Eventos Pro Magno (Avenida Ida Kolb, 513, Casa Verde, São Paulo)
    Horário:
    17/07: das 9h à 20h
    18/07, das 09h às 19hs
     Entrada gratuita para profissionais do setor
    Inscrições e informações: www.inspiramais.com.br
     
    Informações para imprensa
     www.agenciacapsula.com.br | 55 12 3302-8672
    Carlos Lopes: 11 98923-0749 | carloslopes@agenciacapsula.com.br
    Cimey Gadelha: 11 9 8907-8628 | cimeygadelha@agenciacapsula.com.br
     

    Fonte: Capsula"

    Referências:“A arte da estamparia durante o Inspiramais 2019_II”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/552/a-arte-da-estamparia-durante-o-inspiramais-2019-ii” Acesso em: 22 de maio de 2018.

     

     

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  • Sexta, 18 de Maio de 2018

  • Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros

  • Resultado de imagem para reino unido

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Os calçadistas brasileiros estão focados na expansão do mercado no Reino Unido, que no ano passado importou o equivalente a US$ 6,4 bilhões em calçados, a maior parte deles da China. A primeira iniciativa do Brazilian Footwear naquele país foi realizada entre os dias 7 e 12 de maio, quando uma equipe da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que gere o programa de apoio às exportações de calçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), esteve in loco realizando uma missão prospectiva para conhecer melhor o mercado local.

     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que no período foram realizadas reuniões com promotoras de feiras, empresas de Relações Públicas e de matchmaking, Setor de Promoção Comercial do Brasil no Reino Unido (Secom), compradores locais e espaços para um possível showroom brasileiro no país, além de visitas ao varejo de Londres e do sudeste da Inglaterra. “O Reino Unido é um mercado, de fato, novo para o Programa. No país podemos encontrar poucas marcas brasileiras, já que a maior parte das empresas que exporta para lá o faz por meio de private label (com a etiqueta do cliente)”, explica Roberta, ressaltando a importância de se iniciar um trabalho de imagem e promoção comercial das marcas Made in Brazil no país. No ano passado, conforme dados da Abicalçados, os calçadistas brasileiros exportaram para lá US$ 24 milhões, 11% menos do que em 2016. Já nos quatro primeiros meses deste ano, foi embarcado o equivalente a US$ 8,2 milhões, 8% mais do que no mesmo ínterim de 2017.
     
    Oportunidades
    Segundo a gestora, trata-se de um mercado promissor, especialmente porque é grande consumidor de produtos de maior valor agregado (couros) e tem no preço competitivo um fator determinante. Somente no ano passado, o consumo britânico ficou em 275 milhões de pares, número que deve ultrapassar 280 milhões até 2019, cerca de 4 pares per capita. “Os calçados brasileiros estão bem posicionados na questão preço e qualidade, dois fatores fundamentais de compra no Reino Unido”, acrescenta. Conforme estudo sobre aquele mercado, realizado pela Inteligência da Abicalçados e que será lançado até o final deste mês, o preço foi considerado determinante por 36% dos compradores, fator seguido por qualidade (29%).
     
    Durante a Missão, também foi observado que os consumidores locais são abertos a novidades e tendências de moda, embora prezem muito pelo conforto. “Na Inglaterra, maior mercado do Reino Unido, vimos oportunidade para os três segmentos - feminino, masculino e infantil -, justamente pelo estilo de consumo, pelo o que é ofertado nas lojas, e pela boa imagem do Brasil junto aos ingleses”, conta Roberta.
     
    Programa
    Renovado a cada dois anos, atualmente o Brazilian Footwear para o biênio 2017/2018 tem um aporte total de R$ 36,46 milhões para ações de promoção internacional do calçado brasileiro, que incluem participação em feiras, missões comerciais, estudos de prospeção, projetos de imagem, projetos compradores - que trazem importadores para o Brasil, entre outros. Além do Reino Unido, são considerados mercados-alvo do programa a França, os Estados Unidos, a Colômbia, a China/Hong Kong e os Emirados Árabes Unidos.
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-do-reino-unido-atrai-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 18 de maio de 2018.

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  • Quinta, 17 de Maio de 2018

  • Exportações de calçados registram incremento em abril

  • Resultado de imagem para exportação de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Após três meses consecutivos de quedas, as exportações de calçados registraram incremento em abril. No mês quatro, foram embarcados 9,87 milhões de pares que geraram US$ 93,18 milhões, altas de 18,4% e de 17,6%, respectivamente, no comparativo com abril do ano passado. Já no acumulado do quadrimestre, as exportações somaram 40,36 milhões de pares por US$ 344,2 milhões, altas de 1,8% tanto em pares como em valores gerados em relação a igual período de 2017.

     
    O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, avalia que o resultado é um alento para os calçadistas, que iniciaram o ano amargando quedas consecutivas nos embarques (até março a queda era de 3,4% nos valores gerados). “Os embarques de abril são provenientes das vendas realizadas nas primeiras feiras do ano, na Itália, Estados Unidos e Colômbia. Somente nesses eventos, foram alinhavados negócios na ordem de mais de US$ 63 milhões para 2018”, comenta o executivo.
     
    Segundo o executivo, para o ano, a expectativa é de que os embarques registrem um leve incremento ante 2017, ano que encerrou com o embarque de 127 milhões de pares exportados para mais de 150 destinos.  “Porém, tudo vai depender do comportamento do dólar ante o real. O valor atual, na casa de R$ 3,50 por dólar, dá condições para a formação de preços mais competitivos. O grande problema, e ponto de interrogação, é a falta de estabilidade da cotação cambial”, acrescenta Klein.
     
    Destinos
    No primeiro quadrimestre do ano, o principal destino foi a Argentina, país que ultrapassou os Estados Unidos em março. No período, foram exportados para o país vizinho 3,72 milhões de pares que geraram US$ 58,36 milhões, incrementos de 20,7% em pares e de 19,9% em receita no comparativo com igual ínterim de 2017.
     
    O segundo destino foi os Estados Unidos, para onde foram enviados 3,8 milhões de pares por US$ 51 milhões, quedas de 4,6% em volume e de 20,8% em valor gerado na relação com o mesmo período do ano passado.
     
    O terceiro destino foi a França. Os franceses compraram 3 milhões de pares por US$ 21 milhões, altas de 54,3% em pares e de 21,5% em receita no comparativo com 2017.
     
    Origens
    O Rio Grande do Sul segue como principal exportador de calçados do Brasil. No quadrimestre, os gaúchos embarcaram 9,56 milhões de pares que geraram US$ 154 milhões, altas de 4,4% em volume e de 4,3% em dólares em relação a igual período do ano passado.
     
    O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 16 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 88,26 milhões, altas de 7,8% em pares e de 5% em receita na relação com 2017.
     
    Apesar da queda, a terceira origem do calçado exportado segue sendo São Paulo. No período, os paulistas embarcaram 2,26 milhões de pares que geraram US$ 36,86 milhões, quedas de 16,6% e de 9,4%, respectivamente, no comparativo com o ano passado.
     
    Importações em alta
    As importações seguem em alta no ano. Em abril, entraram no Brasil 2,54 milhões de pares, pelos quais foram despendidos US$ 29,26 milhões, altas de 58,7% em volume e de 26,8% em receita no comparativo com igual mês do ano passado. Com isso, no acumulado do quadrimestre, as importações somaram 11,3 milhões de pares e US$ 130,17 milhões, incrementos tanto em volume (18,7%) como em dólares (5,7%) em relação a 2017.
     
    As principais origens das importações de calçados seguem sendo os países asiáticos. No quadrimestre, o Vietnã aparece como principal exportador de calçados para o Brasil, com a venda de 4,2 milhões de pares por US$ 70,8 milhões, altas de 18,3% em volume e de 5,7% em receita na relação com igual ínterim do ano passado.
     
    A Indonésia aparece na sequência, com 1,35 milhão de pares enviados a um preço de US$ 22,4 milhões, quedas tanto em volume (-5,3%) como em receita (-8,5%) em relação a 2017.
     
    A China aparece no terceiro posto, acumulando 4,58 milhões e US$ 17 milhões, altas de 30% em volume e de 28,2% em valores no comparativo com igual o período do ano passado.
     
    Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações também aumentaram no quadrimestre. No período, entraram no Brasil o equivalente a US$ 21,4 milhões, 45,2% mais do que em 2017. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
     

    Acesse as tabelas completas em AQUI"

    Referências:“Exportações de calçados registram incremento em abril”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/exportacoes-de-calcados-registram-incremento-em-abril” Acesso em: 17 de maio de 2018.

     

     

     
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  • Quarta, 16 de Maio de 2018

  • COMUNICADO l Acordo entre Mercosul e Canadá

  • Resultado de imagem para mercosul e canada

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Governo brasileiro, por meio de contato direto com os representantes da sociedade civil, entre eles entidades representativas de setores da indústria, reabriu o período para consulta pública sobre eventuais impactos nestes a partir de um acordo de livre-comércio entre os países membro do Mercosul e o Canadá. O país possui uma vasta rede de acordos comerciais. De acordo com o site oficial do governo canadense[3], o país possui Acordos de Livre Comércio com Chile, Colômbia, Coreia, Costa Rica, EFTA, Honduras, Israel, Jordânia, Panamá, Peru, Ucrânia, União Europeia e NAFTA. Recentemente assinou o acordo Parceria Transpacífico (TPP), ainda sem vigência, que inclui Austrália, Brunei, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Singapura e Vietnã. O país ainda está em negociações com a CPTPP (Comprehensive and Progressive Agreement for Trans-Pacific Partnership), CARICOM (Comunidade do Caribe), República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Índia, Japão, Marrocos e Singapura, e possui diálogos exploratórios com a ASEAN, China, Aliança do Pacífico, Filipinas, Tailândia e Turquia. 

    Em 2017, as exportações brasileiras para o Canadá cresceram 14,9% em relação ao ano anterior, passando de US$ 2,37 bilhões para US$ 2,7 bilhões. A participação do país caiu de 1,3% para 1,2%, posicionando-se como o 17º destino das exportações brasileiras nesse ano. Já as importações brasileiras do Canadá diminuíram 5,6% em relação ao ano anterior, passando de US$ 1,86 bilhões para US$ 1,76 bilhões. A participação do país caiu de 1,4% para 1,2%, posicionando-se como o 21º fornecedor estrangeiro ao Brasil nesse ano. Diante desses números, a balança comercial com o Canadá resultou em superávit de US$ 958 milhões em 2017. No ano anterior, houve superávit de US$ 500 milhões. Por sua vez, a corrente de comércio (exportações e importações somadas) entre os dois países foi US$ 4,5 bilhões em 2017, aumento de 5,9% em relação ao ano anterior, no qual a corrente de comércio somou US$ 4,2 bi. O país representou o 18º maior fluxo de comércio do Brasil em 2017.
     
    Neste sentido, consultamos as empresas associadas que possuem relações comerciais com o Canadá, para apresentarem possíveis efeitos e interesses em redução ou manutenções de tarifas. Para cada código tarifário da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), o tratamento a ser conferido, segundo a sensibilidade dos produtos:
     
    i) nenhuma sensibilidade; 
    ii) baixa sensibilidade;
    iii) média sensibilidade; e
    iv) alta sensibilidade, apresentando-se justificativa e ranking de sensibilidade de tais linhas na negociação.
    c) caso existam propostas de regras de origem, observações quanto a barreiras não tarifárias no mercado de destino, bem como outras considerações específicas, essas deverão constar da coluna “Observações”;
    d) identificação de insumos à produção nacional e se haveria interesse direto na desgravação da importação desse insumo; e
    e) interesse ofensivo de exportação dos associados (desgravação tarifária dos produtos canadenses). 
     
    Os respondentes deverão enviar uma única manifestação, contendo o tratamento a ser conferido para cada um dos itens apontados. Todas as informações fornecidas são de caráter sigiloso e serão analisadas para a definição da posição brasileira. 
     
    As informações de interesses no acordo deverão ser encaminhadas para o e-mail: institucional@assintecal.org.br
     

    Permanecemos à disposição para dúvidas ou esclarecimentos adicionais. "

    Referências:“COMUNICADO l Acordo entre Mercosul e Canadá”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/548/comunicado-l-acordo-entre-mercosul-e-canada-” Acesso em: 16 de maio de 2018.

     

     

     
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  • Segunda, 14 de Maio de 2018

  • Abicalçados alerta para risco de perda de empregos com redução de alíquota de importação

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    "O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, participou, no último dia 8, de audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, em Brasília. O objetivo do encontro, acompanhado por representantes do Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e de associações dos setores calçadista e têxtil foi debater o impacto da solicitação de redução das alíquotas de importação para quatro NCMs (a maioria do segmento de esportivos) dos atuais 35% para 20%.
     
    Segundo o executivo da Abicalçados, havendo a redução de 15 pontos percentuais no imposto, que passou para 35% em 2007, a indústria nacional sofreria impacto significativo no nível de emprego.  “Para se ter uma ideia, sem a alíquota atual, de 2000 a 2007 as importações de calçados aumentaram quase 500%, de 6 milhões de pares para 28,7 milhões. O fato destruiu empregos no Brasil, fechou fábricas. Só resgatamos o fôlego a partir da nova alíquota e da proteção contra a concorrência desleal imposta pelos calçados oriundos da China, a partir de 2010 (antidumping, hoje na sobretaxa de US$ 10,22 por par)“, explica. Atualmente a indústria calçadista brasileira emprega 300 mil pessoas diretamente, número que poderia ser drasticamente afetado por uma possível “invasão de produtos” com preços abaixo dos praticados pelo mercado, especialmente oriundos da Ásia, a partir da redução do imposto.
    Klein ressaltou que a audiência foi muito positiva para os calçadistas nacionais, que conseguiram sensibilizar os presentes com o tema da importância da indústria calçadista do Brasil, que hoje conta com mais de 7,7 mil fábricas e está presente, com força, em mais de dez estados brasileiros.
    Trabalhadores
    Presentes na reunião, representantes dos trabalhadores também se pronunciaram contra a medida, que provocaria uma onda de desemprego no setor. Conforme a Agência do Senado, para Rogério Jorge Aquino, secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados, os maiores prejudicados serão as pessoas que buscam o primeiro emprego.
    Conforme a Agência Senado, o representante do MDIC, Pedro Henrique Reckziegel, explicou que o Brasil não é o único país membro da Organização Mundial do Comércio (OMC) a impor alíquotas e lembrou que em alguns países esse percentual é de 40%.
    A Camex é um órgão ligado à Presidência da República responsável pela formulação, adoção e implementação de políticas e atividades relativas ao comércio exterior de bens e serviços do Brasil. A Câmara é composta por oito ministérios, que votam as medidas que têm impacto no comércio internacional.
    Foto: Agência Senado"
     
    Referências:“Abicalçados alerta para risco de perda de empregos com redução de alíquota de importação.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-alerta-para-risco-de-perda-de-empregos-com-reducao-de-aliquota-de-importacao” Acesso em: 14 de maio de 2018.
     
     
     
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  • Sexta, 11 de Maio de 2018

  • Argentina e Rio Grande do Sul querem incrementar negócios

  • O site do jornal exclusivo informa:
     
    "Anunciada no dia 7 de maio na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), a Câmara Empresarial Argentino-Brasileira do RS (Ceab-RS) surge com a finalidade de promover e incentivar ainda mais o desenvolvimento das relações comerciais e econômicas entre a Argentina e o Estado. “Trabalhamos nos últimos dois anos para criar um sistema mais forte que vincule empresários dos dois países para exportar e importar, aumentar a corrente de comércio nos dois sentidos. A presença do Rio Grande do Sul é muito importante por se tratar de nosso principal parceiro comercial no Brasil, e com uma identidade cultural enorme com a Argentina”, disse o embaixador argentino, Carlos Magariños.
     
    No ano passado, a corrente de comércio entre o país vizinho e o RS alcançou US$ 4 bilhões – ficando atrás apenas da China –, com mais de 90% do intercâmbio bilateral envolvendo produtos industrializados. Em sua manifestação no lançamento da Ceab-RS, Magariños observou que a intenção de colocar a relação comercial entre as duas regiões em outro patamar inclui incrementar uma maior participação de pequenas e médias empresas. O embaixador pediu, ainda, confiança dos empresários brasileiros na parceria com o país, que implantou mudanças a partir da posse do presidente Mauricio Macri. “A Argentina voltou a crescer e a criar empregos”, lembrou.
     
    Incremento da cooperação e do desenvolvimento
     
    A Ceab é uma iniciativa da Fiergs, da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS) e Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). “A Fiergs defende como fundamental o incremento da cooperação e o desenvolvimento de alianças estratégicas com países relevantes. Dentre estas nações, a Argentina se destaca como o mais importante parceiro em âmbito regional, e o segundo mais relevante na esfera do comércio exterior gaúcho com o mundo”, afirmou o coordenador do Conselho de Comércio Exterior (Concex) da Fiergs, Cezar Luiz Müller.
     
    A Câmara Empresarial Argentino-Brasileira do Rio Grande do Sul tem Fiergs, Fecomércio e Farsul como associados honorários, e pessoas físicas ou jurídicas, brasileiras ou estrangeiras e domiciliadas em qualquer país, poderão se associar a ela. A presidência será rotativa entre representantes dos setores da indústria, comércio e agricultura."
     
    Referências:“Dia das Mães: Argentina e Rio Grande do Sul querem incrementar negócios.Disponível em:”http://exclusivo.com.br/_conteudo/2018/05/negocios/214541-argentina-e-rio-grande-do-sul-querem-incrementar-negocios.html” Acesso em: 11 de maio de 2018.
     
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  • Segunda, 10 de Maio de 2018

  • Dia das Mães: compras on-line devem aumentar 15%

  • Resultado de imagem para ecommerce

    O site do jornal exclusivo informa:

    "Entre as datas comemorativas mais esperadas pelos comerciantes, está o Dia das Mães, momento que os consumidores aquecem a economia, este ano, comemorado no próximo dia 13 de maio. Segundo levantamento realizado pela Ebit, empresa especializada em comercio eletrônico brasileiro, espera-se movimentação de R$ 2,16 bilhões em compras on-line.

    Seguindo a regra de que o “brasileiro deixa para a última hora”, as compras devem acontecer até o dia 12 de maio e os presentes mais procurados devem ser celulares e perfumes, de acordo com a pesquisa.

    Segurança para o consumidor e para o lojista

    Para garantir que as operações se realizem sem problemas, a Certisign, Autoridade Certificadora líder na América Latina, destaca a importância da certificação digital para garantir segurança ao cliente e favorecer a fidelização de público ao lojista.

    Sinalizam que antes de efetuarem a compra, os consumidores devem buscar pelo Selo de Segurança no site de interesse. Este garante confidencialidade aos dados pessoais e informações importantes, que precisam ser protegidos. Para o lojista, o benefício de obter a certificação é a satisfação e fidelização de clientes, que se preocupam cada vez mais com vazamentos de dados na Internet."

    Referências:“Dia das Mães: compras on-line devem aumentar 15%”, 2018.Disponível em:”http://exclusivo.com.br/_conteudo/2018/05/negocios/214546-dia-das-maes-compras-on-line-devem-aumentar-15.html” Acesso em: 10 de maio de 2018.

     

     

     

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  • Quarta, 09 de Maio de 2018

  • Consumidor cada vez mais exigente garante o crescimento da impressão digital têxtil

  • Resultado de imagem para impressão digital têxtil

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Segmento que já marca presença em corporações e lojas de departamentos mostra as mais recentes soluções desenvolvidas para a indústria na 28ª edição da Serigrafia SIGN FutureTEXTIL

    A procura pela impressão digital na indústria têxtil nacional vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e esta evolução ocorre por causa de dois importantes fatores: o Brasil ser o sexto maior parque têxtil no mundo – com a produção anual de aproximadamente 5,4 bilhões de peças de vestuário, tornando-se referência mundial em beachwear, jeanswear e homewear e em outros segmentos que também vêm ganhando mercado – e também devido a mudança do perfil do consumidor que busca cada vez mais por peças únicas e exclusivas. Para atender este movimento pujante do mercado da moda personalizada, as fabricantes buscam por equipamentos de impressão digital que vêm ganhando mais espaço e novos mercados de atuação, fazendo com que se tornem mais imprescindíveis no dia a dia das confecções. Prova disso, é que nos últimos anos houve crescimento de 40% no volume de aquisições destas ferramentas.
     
    O cenário dinâmico de crescimento e avanço da impressão digital será demonstrado durante a 28ª edição Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, maior e mais completa feira de impressão para os mercados de serigrafia, comunicação visual e têxtil, que acontece entre os dias 25 e 28 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo. “Serão exibidas diversas soluções abrangentes nesta área de impressão digital têxtil aos visitantes, podemos garantir que estarão expostos os produtos mais modernos do mercado”, revela Liliane Bortoluci, diretora da feira.
    Entre os equipamentos a serem demonstrados, vale destacar a linha industrial para impressão direta em tecidos recém-lançada pela Epson – um dos expositores do evento. “Este tipo de impressão direta em tecidos apresenta qualidade superior, além de agilidade na produção, criação de design sem limites, podendo ser aplicada a qualquer tipo de tecido”, afirma Evelin Wanke, Sales Manager da Epson do Brasil. De acordo com a executiva, trata-se de uma solução com e apelo ambiental e que traz mais rentabilidade para as empresas. “O mercado brasileiro vem crescendo bastante na área da impressão digital e temos visto que não só o pequeno confeccionista ganha com o avanço das impressoras, mas também as grandes corporações que cada vez mais migram para esta tecnologia”, afirma Evelin Wanke. Contudo, a executiva pondera que a realidade atual é que apenas 4% do setor têxtil nacional utiliza esta tecnologia digital: “Ainda temos muito para crescer”. Apesar de ainda ser uma tecnologia nova, tudo indica que o digital veio para ficar por causa dos benefícios como agilidade, limpeza no processo e até maior lucratividade. “Até cinco anos atrás essa tecnologia não existia, era tudo adaptado e por isso tinham muitos problemas, hoje as empresas já apresentam soluções completas focadas na pequena e média confecção e no industrial”, finaliza Evelin.
     
    Indústria 4.0
     
    Outra tendência muito discutida atualmente no setor têxtil é a implantação da indústria 4.0 para tornar a produção ainda mais eficiente, conectando e integrando pessoas que compõem o sistema produtivo, além de unir o consumidor e o processo com a cadeia de suprimentos. “Essa conexão entre os múltiplos públicos, gera customização em massa, integração de sistemas que reflete em maior agilidade, produtividade, redução de custos e consequentemente o aumento da competitividade global”, comenta Liliane. De acordo com ela, é por causa deste contexto atual, que este será um dos temas a serem explorados durante a Serigrafia SIGN FutureTEXTIL com a presença do SENAI CETIQT. Referência em educação, tecnologia e inovação para a indústria e para o mercado têxtil, está focado em se tornar o facilitador para as empresas se adaptarem a essa nova revolução industrial.
    Representante do SENAI CETIQ estará presente Fórum Serigrafia SIGN FutureTEXTIL 2018 apresentando ações focadas na Industria 4.0 como o incentivo aos empresários e profissionais do setor a desenvolverem projetos únicos que irão melhorar a qualidade dos produtos nacionais, reduzindo seus preços e garantindo uma concorrência justa com o mercado externo.
     
    “A proposta do SENAI CETIQT para as empresas que pretendem se modernizar é audaciosa, pois empoderamos o consumidor como designer de seu produto, oferecemos a oportunidade de criar uma peça única, 100% personalizada e com as características do cliente”, comenta Robson Wanka, gerente de educação do SENAI CETIQT.
    Segundo Wanka, na Industria 4.0 não existe um projeto padrão a ser seguido, porém, as empresas devem buscar apoio de especialistas para definir primeiramente a estratégia de mercado, posteriormente os materiais que serão utilizados e projetar o produto. “Percebemos que em muitos casos as pequenas empresas acabam se beneficiando do seu tamanho e conseguindo implementar mudanças de forma mais rápida e precisa, visto o menor número de processos e empregados”, conclui.
     
    SOBRE A SERIGRAFIA SIGN FUTURETEXTIL
     
    A Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, acontece entre os dias 25 e 28 de julho, no Expo Center Norte, SP, oferece soluções integradas para os segmentos de comunicação visual e impressão digital e é considerada o principal canal de realização de negócios, visibilidade e networking dos expositores e visitantes. O evento apresenta soluções abrangentes nas áreas de Serigrafia, Sublimação, Impressão em grandes formatos, Impressão digital têxtil (estamparia), Decoração para Interiores, Materiais promocionais, brindes e personalização, Sinalização, Sinalização Digital, Softwares para os segmentos de impressão e gestão empresarial. Com 28 anos de tradição, a feira é organizada pela Informa Exhibitions. Sobre a Informa Exhibitions
    A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 21 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres.
     
    Inscrições e outras informações:
     
    www.serigrafiasign.com.br
     

    Fonte: Informa Exhibitions"

    Referências:“Consumidor cada vez mais exigente garante o crescimento da impressão digital têxtil”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/540/consumidor-cada-vez-mais-exigente-garante-o-crescimento-da-impressao-digital-textil” Acesso em: 09 de maio de 2018.

     

     

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  • Quinta, 03 de Maio de 2018

  • Comemoração dos 50 anos da Francal foi um show de moda e informação

  • Resultado de imagem para Comemoração dos 50 anos da Francal

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Francal, Feira do Verão Brasileiro, chega a 50 edições esbanjando alegria e criatividade. Para comemorar a data, a feira realizou no dia 17 de abril, uma grande celebração no Hotel Unique, em São Paulo, onde o que não faltou foi informação de Moda.

     
    A Francal não só gera negócios como aponta tendências mundiais para toda cadeia calçadista e de acessórios. No encontro do dia 17, empresários das principais marcas do País, grandes lojistas de todas as regiões e a imprensa conheceram parte das novidades que estarão presentes na Francal 2018, que acontece entre 16 e 19 de julho, no Expo Center Norte, na capital paulista.
     
    O   renomado estilista e designer, Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design do Inspiramais, abriu a festa ressaltando a importância do evento e também as apostas para o Verão 2019. “A Francal é um marco nos negócios da moda nacional. Comemorar 50 anos é uma imensa vitória, especialmente no Brasil. E, para manter essa indústria viva, é necessário alimentar os polos mais produtivos do país com planejamento e criatividade”, enfatizou Walter.
     
    Em relação às tendências, ele destacou o poder das nossas raízes históricas e culturais. “A temporada de verão propõe elementos do folclore brasileiro, valorizando nossas origens. Por isso, as coleções trazem flores e apliques diversos. Cores fortes, transparências, solados com desenhos circulares, volume nos cabedais e materiais confortáveis que propiciem fluidez e elasticidade são as maiores referências. Por isso, aquela bota que o cano parece uma meia continua em alta”, disse.
     
    No desfile das pré-coleções, o que se viu foi a predominância das cores vermelho, dourado e azul que chegam com força total nos calçados e acessórios femininos, masculinos e infantis. Silvia Rogar, diretora de redação da Vogue, que comentou os looks da passarela, evidencia: “o couro aparece em conjunto com outras matérias-primas como as fibras naturais. Para as mulheres, as anabelas aparecem forte junto com os saltos de bloco que dão mais firmeza ao caminhar por serem quadrados. A mulher deseja estar elegante e sensual, mas sem abrir mão do conforto. As sandálias de amarras, transparências e cavas laterais nos calçados de bico fino também vão chamar bastante a atenção”, detalha.
     
    Dentro do universo masculino, Ricardo Cruz, diretor de redação da GQ, destacou os solados de borracha. “As calças masculinas estão mais curtas e os looks mais casuais. Por isso, os sapatos que misturam couro com o solado de borracha devem ter grande saída porque são informais e super confortáveis, o que permite usá-los inclusive sem meia. Tem vez também os solados coloridos e as papetes bicolores, que além de confortáveis são versáteis. No setor infantil, haverá muito brilho e recortes múltiplos, como os feitos em formato de coração ou com personagens”, revelou Cruz.
     
    Os novos rumos do mercado de moda foram debatidos num painel Dudu Bertholini, coordenador de moda do IED – Istituto Europeo di Design, Meline Moumdjian, coordenadora shoes & bags do IED e Eloisa Artuso, professora de Design Sustentável do Istituto.  “ A grande mudança e inovação atualmente é aliar tecnologia com sustentabilidade. As novas gerações querem consumir produtos ousados, porém criados com valores éticos”, sublinhou Bertholini. “O consumismo exagerado não pode ser mais estimulado. Os artigos precisam ser mais duráveis”, acrescentou Eloisa.
     
    Francal 2018
    A partir de agora, todas as atenções de quem trabalha e ama a moda em calçados e acessórios estão voltadas para a Francal 2018, de 16 a 19 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo, uma edição que nasce mais interativa, vibrante e inspiradora. Com novo conceito, a Feira do Verão Brasileiro passa a oferecer aos visitantes um mundo de informações, ideias, linguagens e movimentos que se traduzem em experiências a serem reproduzidas nos pontos de venda nos meses seguintes.
     
    Este conceito moderno e inovador se reflete também no novo posicionamento da Francal de oferecer às marcas diferentes opções de projetos de estandes, com uma linguagem mais alinhada às tendências globais e acessíveis a empresas de todos os portes.
     
    A Francal 2018 insere seus visitantes num mundo de informação atual e inspiradora por meio de um Painel de Mercado, Fórum de Moda, desfiles e palestras dinâmicas do Francal Talks. É o principal evento da temporada mais vendedora do ano para a indústria e varejo de calçados e acessórios de moda, uma vez que reúne todo o trade do setor, as mais importantes marcas da cadeia produtiva nacional, lojistas de todo o Brasil e compradores do exterior.
     
    Fonte: Assessoria de Imprensa da Francal"
    Referências:“Comemoração dos 50 anos da Francal foi um show de moda e informação”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/comemoracao-dos-50-anos-da-francal-foi-um-show-de-moda-e-informacao” Acesso em: 03 de maio de 2018.
     
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  • Quarta, 02 de Maio de 2018

  • Inspiramais presente no Denim Meeting

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Na semana dos dias 23 e 24 aconteceu o Denim Meeting, em São Paulo. O evento, que tem como objetivo consolidar a integração da Indústria Têxtil do Denim, agora é um parceiro do Inspiramais e contou com a divulgação da feira durante a sua programação.

    No decorrer dos dois dias, o Denim Meeting recebeu um seleto grupo de palestrantes que falou sobre os mais diversos temas dentro da indústria têxtil. Entre eles, Tendências de Matéria Prima, Tecnologia e Inovação por Ivna Barreto, O Consumidor do Futuro 2020 por Luiz Arruda, Ganhos de Produtividade, entre outros.
     
    Sobre o Denim Meeting
     
    Um evento que tem o objetivo de consolidar a integração da Indústria Têxtil do Denim brasileira com outros países através do tema - CONEXÕES COM PROPÓSITO - "Do fio da meada ao produto final" (2018).
     
    Conhecer é o primeiro passo para integrar pessoas e estreitar vínculos produtivos. Através do reconhecimento do processo contextualizado de cada atividade que compõe o produto final, é possível alcançar maior nível de cooperação gerando um ambiente competitivo e ao mesmo tempo propício à inovação e ao trabalho em equipe.
     
    Assim, com a ação integrada do Guia JeansWear, veículo de comunicação da empresa de Consultoria e Comunicação em Moda, a StyleWF, empresa que tem a missão de contribuir com a indústria do denim, fornecendo gratuitamente conteúdos relevantes para potencializar os negócios do setor, o Denim Metting está construindo a cada edição, propósitos comuns que fazem toda a diferença nos resultados que movem o universo JeansWear.
     

    www.denimmeeting.com.br"

    Referências:“Inspiramais presente no Denim Meeting, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/516/inspiramais-presente-no-denim-meeting” Acesso em: 02 de maio de 2018.

     

     

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  • Segunda, 30 de Abril de 2018

  • Relatório aponta perda de competitividade do setor calçadista

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    "Lançado recentemente, o Relatório Setorial da Indústria de Calçados, da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), aponta para dificuldades da atividade que há mais de um século tem importante papel na economia nacional. O documento apresenta, por meio de pesquisas oficiais cruzadas com um minucioso levantamento de produção realizado com associados da entidade – que respondem por mais de 70% do total produzido pelo segmento –, números de produção, exportação, importação, emprego, uso da capacidade instalada, entre outros.
     
    Um dos dados que mais chama a atenção é a discrepância entre o crescimento da produção mundial e os números da produção nacional de calçados. No mundo, conforme dados levantados, foram produzidos 21,4 bilhões de pares, quase 4% mais do que em 2016. Analistas ressaltam que o crescimento foi, basicamente, impulsionando pelo consumo interno nos países. Em 2017, foram consumidos 19,6 bilhões de pares, 3% mais do que no ano anterior. Já no Brasil, que produziu 908,9 milhões de pares no período, houve um incremento de apenas 1%, na produção, ao passo que o consumo chegou a 805,5 milhões de pares, somente 1,2% maior do que em 2016, quando já havia despencado mais de 2%.
     
    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, a indústria calçadista brasileira, assim como a de manufaturados em geral, está com dificuldades devido aos problemas estruturais já, exaustivamente, citados e que formam o caldo do “Custo Brasil”, obstáculos que somados à retração na demanda doméstica vem causando grandes danos ao segmento. “O que salvou a indústria de um resultado pior em 2017 foram as exportações, que aumentaram 1,2% em volume e 9,3% em receita gerada (127,1 milhões de pares por US$ 1,09 bilhão)”, avalia.
     
    Por outro lado, o executivo ressalta que a discrepância entre o crescimento do volume e do valor gerado pelos embarques é preocupante, pois denota o aumento de preços no exterior, explicado pela valorização da moeda brasileira sobre o dólar. “O câmbio, muitas vezes, é um compensador das nossas fraquezas estruturais. Ele compensa o problema que é se produzir e ser competitivo com uma das maiores cargas tributárias do planeta, além de todos os problemas estruturais que enfrentamos no dia a dia, como uma logística precária, os custos com mão de obra, entre outros”, comenta Klein. Segundo ele, no ano passado, os principais destinos do calçado brasileiro foram Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Bolívia. “Com o preço mais elevado, em função da defasagem cambial, estamos perdendo espaço nos Estados Unidos, sendo que no primeiro trimestre desde ano – dado que não consta no relatório -, os norte-americanos já foram ultrapassados pela Argentina”.
     
    Segmentação
    No documento também é listada a produção por segmento e tipo de material, em que, de longe, figuram no topo do ranking os calçados de plástico/borracha, chinelos, com 46% do total dos 908,9 milhões de pares produzidos. Os chinelos despontam, ainda, nas exportações, representando 52,5% do total embarcado. “O calçado de couro, que possui um valor agregado maior e que, portanto, traz mais divisas para o Brasil, vem perdendo força a cada ano. Em 2017, apenas 13,7% dos produtos embarcados eram desse tipo de material”, avalia Klein.
     
    Capacidade instalada
    Em 2017, o nível de utilização da capacidade instalada da indústria (NUCI) ficou em 75%. Apesar de uma leve alta ante 2016 (72,1%), o número ainda está bem abaixo da média história do setor (81,1%, medido entre 2000 e 2017). Segundo Klein, o dado aponta que, apesar de uma leve retomada conquistada no ano passado, o setor ainda está longe de performances anteriores, especialmente aquela antes da crise de 2008/2009.
     
    Emprego
    As dificuldades do ano passado refletiram no nível de emprego do setor, quando pela primeira vez foi rompida, para baixo, a barreira de 300 mil postos gerados na atividade. Naquele ano, conforme o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as mais de 7 mil empresas do setor terminaram dezembro gerando 279 mil postos, 2,2% menos do que em 2016.
     
    O Relatório Setorial da Indústria de Calçados é um documento completo, com 58 páginas de dados estatísticos detalhados e análises de especialistas no assunto, inclusive com projeções de curto e médio prazos. O material pode ser baixado, gratuitamente, no link.
     
     
    Dados internacionais  - 2017
    em pares*
     
    - Produção mundial de calçados: 21,4 bilhões (previsão para 2018: 22 bilhões);
    - Consumo mundial: 19,6 bilhões (previsão para 2018: 20,1 bilhões);
    - Principais produtores (2016): China: 11,11 bilhões / Índia: 2,79 bilhões / Vietnã: 971 milhões / Brasil: 899 milhões de pares;
    Principais consumidores (2016): China: 3,2 bilhões / Índia: 2,68 bilhões / Estados Unidos: 2,34 bilhões / Brasil: 796 milhões; 
    Principais exportadores mundiais: China: 8 bilhões / Vietnã: 654 milhões / Indonésia: 387 milhões / Alemanha: 252 milhões / ........ / 11º Brasil: 126 milhões."
     
    Referências:“Reforma no sistema de Registro de Exportação para a china”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/520/reforma-no-sistema-de-registro-de-exportacao-para-a-china” Acesso em: 27 de abril de 2018.
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  • Sexta, 27 de Abril de 2018

  • Reforma no sistema de Registro de Exportação para a china

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "No dia 20 de abril de 2018, a China passou a utilizar o sistema de janela única para o comércio internacional, disponível no site http://goo.gl/qMqY7v.

     

    A partir de agora, as empresas que querem exportar para o mercado chinês devem acessar o sistema único o website acima e clicar no item “enterprise qualifications” para submeter a aplicação para a alfândega, anexando a documentação solicitada.
     
    As empresas que já têm alguma operação de registro em andamento no antigo sistema (http://goo.gl/N3F5yD) não precisarão refazer a operação, mas as novas operações devem ser solicitadas via o sistema de janela única.
    Conforme havia sido anunciado pela Apex-Brasil (acessar abaixo alerta sore Reforma Ministerial na China), essa alteração faz parte de uma ampla reforma ministerial na China, que inclui aglutinação de alguns órgãos e mudança de funções e procedimentos administrativos dentro dos departamentos governamentais.
     
     
    A Administração Geral das Alfândegas (GAC) da China visa otimizar o sistema de inspeção, tornando o registro mais ágil, ao mesmo tempo em que serão feitas inspeções mais detalhadas da documentação e mercadorias. 
     
    Fonte: Apex-Brasil"
    Referências:“Reforma no sistema de Registro de Exportação para a china, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/520/reforma-no-sistema-de-registro-de-exportacao-para-a-china” Acesso em: 27 de abril de 2018.
     
     
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  • Quinta, 26 de Abril de 2018

  • Instituto Pró-Criança tem projeto aprovado pelo Proac e promoverá semana de eventos em maio

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Instituto Pró-Criança de Birigui é o braço-social do Sinbi e teve um projeto contemplado pelo Proac ICMS, que é a modalidade do Programa de Ação Cultural Paulista, do Governo do Estado de São Paulo, que funciona por meio de patrocínios incentivados e renúncia fiscal.

     
    O nome do projeto contemplado é “Moda e cultura – conhecimento sem fronteiras”, que tem o objetivo de promover o intercâmbio entre Brasil e Itália. As empresas Adrun, La Femme, Pé com Pé, Sameka, Mimopé, Pitchos, Duck Meias e Grugui são as patrocinadoras, que destinaram seus impostos para o projeto; o Sinbi e Universidade Corporativa do Sinbi (Unisinbi) são apoiadores.
     
     
    A proposta visa fortalecer o desenvolvimento dos produtos do polo, por meio de troca de experiências sobre o país europeu e, dessa maneira, contribuir no desenvolvimento do mercado da moda regional. Também de incentivar a geração de renda, por meio da capacitação profissional, e inserir novos talentos no mercado da moda.
     
     
    PROGRAMAÇÃO
     
    Para capacitar, incentivar e conectar a comunidade de Birigui e região ao mundo da moda, serão 60 horas de atividades, de 8 a 11 de maio.
    No dia 9, às 14h, haverá uma oficina criativa com os atendidos do Instituto Pró-Criança, com o propósito de gerar interesse das crianças por temas relacionados à moda e criatividade.  Também desenvolver nelas um olhar da importância da cultura para a produção da moda, por meio de atividades como desenho, colagem e montagem.
     
    De 8 a 10 de maio, das 8h às 17h, haverá um workshop, aplicado pelo Instituto Europeu de Design (IED Cried), com carga horária de 20h, sobre inovação de produtos. O objetivo é estimular a criação de novas soluções e produtos de maior competitividade local e mundial. No dia 10, o comitê gestor avaliará selecionará e premiará um participante do workshop, que desenvolver o melhor projeto, com uma bolsa de estudos IED (curso livre).
     
    Também em 10 de maio, haverá uma palestra gratuita, às 19h, para compartilhar os conhecimentos e experiências dos participantes do workshop.
     
    O público esperado é de designers, profissionais da moda, estudantes em formação interessados no assunto referente a moda-cultura, identidade-tendências e oportunidades no mercado da moda.
    As datas e horários de cada atividade serão divulgados através dos meios de comunicação do Sinbi. Mais informações pelo telefone (18) 3649-8000.
     
     
    Fonte: Assessoria de comunicação do Sinbi"
    Referências:“Instituto Pró-Criança tem projeto aprovado pelo Proac e promoverá semana de eventos em maio, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/518/instituto-pro-crianca-tem-projeto-aprovado-pelo-proac-e-promovera-semana-de-eventos-em-maio” Acesso em: 26 de abril de 2018.
     
     
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  • Quinta, 19 de Abril de 2018

  • Indice de Confiança do Consumidor fica estável em março, aponta pesquisa

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Indicador de Confiança do Consumidor (ICC) ficou estável no mês de março ao apresentar 42,2 pontos, enquanto no mesmo mês do ano passado se encontrava em 42,3 pontos. O índice mede a percepção do brasileiro em relação à economia e suas próprias finanças. Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A escala do indicador varia de zero a 100 e resultados acima de 50 pontos demonstram um predomínio da percepção de otimismo.

    O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, afirma detectar sinais de melhora na economia, apesar de ressaltar que a mudança é lenta e insuficiente para recolocar o país no nível de atividade anterior à crise. “A recuperação da atividade econômica existe e está consolidada, mas o ritmo de melhora é gradual e, por enquanto, não se reflete de forma imediata no dia a dia do consumidor. Com a melhora dos níveis de renda, emprego e inadimplência, a recuperação fará com que a confiança do consumidor apresente resultados mais expressivos”, afirma Costa.
     
    O levantamento apontou que 76% dos consumidores avaliam como negativas as condições da economia, 21% como regular e 2% como positiva. Já em relação à sua própria condição financeira, pouco mais da metade dos pesquisados (51%) avalia como regular, 39% como ruim ou péssima e 9% como boa.
     
    O custo de vida é apontado como o maior problema para os entrevistados: 50% consideram o fator como o mais pesado nas suas finanças pessoais, 17% apontam o endividamento, 16% o desemprego e 11% a queda dos rendimentos. Os preços elevados são sentidos principalmente nos postos de gasolina (87%) e nos supermercados (83%). A pesquisa entrevistou 801 consumidores.
     

    Fonte: Agência Brasil"

    Referências:“Indice de Confiança do Consumidor fica estável em março, aponta pesquisa, 2018.Disponível em:”Indice de Confiança do Consumidor fica estável em março, aponta pesquisa” Acesso em: 19 de abril de 2018.

     

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