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as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Segunda, 06 de Agosto de 2018

  • Abicalçados ganha liminar e associados poderão receber 2% do Reintegra

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora duas vitórias importantes para as calçadistas associadas à entidade. Tratam-se do logro de duas ações coletivas impetradas, a primeira que resultou em liminar que restabelece a alíquota de 2% para restituição do Reintegra - a partir de junho, por decreto, o Governo Federal havia passado a alíquota para 0,1% - e a segunda na liminar que permite a exclusão do ICMS para a base de cálculo do PIS/Cofins.

    A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, destaca que, como trata-se de uma ação coletiva da entidade, somente as empresas associadas poderão usufruir dos benefícios, tanto do restabelecimento do Reintegra quanto da exclusão do ICMS do cálculo do PIS/Cofins. “Empresas que se associarem à Abicalçados também poderão entrar no escopo das ações”, acrescenta a advogada. 
     
    Segundo ela, a medida levou em consideração a ilegalidade da cobrança já em 2018, sem respeitar os prazos de adequação para a nova tributação. “A decisão do Governo foi tomada de uma hora para outra, tirando qualquer possibilidade de previsibilidade para a formação de preço para o mercado externo. Ou seja, como o calçadista iria argumentar com o importador que o produto negociado em maio teria que ter o preço ajustado em função da medida governamental?”, questiona Suély, ressaltando que empresas associadas à Abicalçados ainda poderão solicitar à Receita Federal o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente desde junho, na diferença de 1,9%. 
     
    Entenda 
    Criado em 2011, durante o governo da presidente Dilma Rousseff, o Reintegra busca compensar as excessivas tributações de produtos exportados por meio da restituição de um determinado percentual sobre a receita das vendas para o exterior. O objetivo do projeto é criar maiores condições de competitividade para a indústria nacional. 
     
    Quando criado, o mecanismo previa a restituição de 3%, alíquota que foi diminuindo governo após governo até chegar à alíquota proposta pelo atual, de 0,1%, que, devido à ação coletiva da Abicalçados, só poderá ser cobrada a partir de 2019
     
    Mais informações sobre o tema podem ser obtidas com Suély, pelo telefone 51 3594 7011 (Ramal 248) ou pelo e-mail suely@abicalcados.com.br. "
     
    Referências:“Abicalçados ganha liminar e associados poderão receber 2% do Reintegra”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-ganha-liminar-e-associados-poderao-receber-2-do-reintegra” Acesso em: 06 de agosto de 2018.
     
     
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  • Quinta, 02 de Agosto de 2018

  • Portugal foca em calçado de valor agregado

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Nesta quarta-feira (1), associados à Abrameq tiveram apresentação de Neori Paim, que representou a entidade no Congresso Internacional do Calçado, que ocorreu em maio, na cidade do Porto, em Portugal. A apresentação ainda contou com as colaborações de Átalo Zille, da calçados Beira Rio, e Roberta Ramos, da Abicalçados, que também participaram do congresso.

    O evento oportunizou três dias de visitas a indústrias calçadistas de Portugal, que é 11º maior produtor de sapatos do mundo, com 83 milhões de pares anuais, focando em produtos de maior valor agregado, sendo 95% para exportação. E o setor calçadista português pretende elevar a produção em 25% a 30% até 2020. 
     
    Em termos de cadeia produtiva, Roberta, destacou que todos os setores estão em uma entidade, a APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos.Paim, por sua vez, destacou a existência de um centro tecnológico focado em indústria 4.0 e que tem forte interação com as indústrias.
     
    Nas indústrias calçadistas, foram encontradas, principalmente, máquinas italianas e espanholas e não da China. Porém, as áreas de matrizaria e de fôrmas são portuguesas, que inclusive são exportadas para vários países da Europa. O perfil da produção não é muito moderno e com pouco investimento em economia energética, além de pouca automação na área produtiva. O representante da Abrameq observou também que em Portugal há menos exigência do que no Brasil com relação à segurança.
     
    Zille, da Calçados Beira Rio, também participou das ações em Portugal e, na reunião comentou que viu um bom potencial para as máquinas brasileiras naquele país, porque se percebe necessidade do que o Brasil oferece melhor do que qualquer outro. "As máquinas brasileiras são as que melhor atendem às exigências do mercado: tecnologia, qualidade, segurança, flexibilidade, atendendo ao que realmente o calçadista necessita", afirmou o calçadista. Este potencial também foi observado por Paim, que o setor brasileiro de máquinas unido pode alcançar muitos novos mercados.

    Fonte: Abrameq"

    Referências:“Portugal foca em calçado de valor agregado”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/portugal-foca-em-calcado-de-valor-agregado” Acesso em: 02 de agosto de 2018.

     

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  • Quarta, 01 de Agosto de 2018

  • Feira de calçados norte-americana recebe 17 marcas verde-amarelas

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), levará 17 marcas brasileiras para expor na FN Platform, mostra que acontece em Las Vegas/Estados Unidos entre os dias 13 e 15 de agosto.

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, destaca que a mostra é frequentada por qualificados compradores, especialmente dos mercados da América do Norte e Central. Na feira de mesmo período do ano passado foram gerados US$ 6,3 milhões em negócios, porém com um número de participantes maior (31 marcas).
     
    Segundo Ruisa, apesar do mercado apreensivo, especialmente por não saber os efeitos da guerra comercial travada entre Estados Unidos e China, existe uma expectativa positiva para a participação, tanto pela qualificação das marcas brasileiras que estarão apresentados suas coleções de primavera-verão, quanto pelas condições atuais do câmbio, que proporcionam a formação de um preço mais competitivo para o mercado internacional.
     
    O mercado dos Estados Unidos é o segundo maior para o calçado brasileiro no exterior, tendo importado, somente no primeiro semestre de 2018, quase 5 milhões de pares verde-amarelos. “Também é um mercado que precisa ser trabalhado, especialmente para marca própria, já que a maior parte do embarcado para lá ainda é private label - quando no produto vai a etiqueta do importador”, ressalta, chamando atenção para a importância da manutenção da participação em ações naquele mercado para a promoção de marca.
     

    Participam da FN Platform as marcas brasileiras Rider, Cartago, Ipanema, Zaxy, Schutz, Pampili, Boaonda, Carrano, Vicenza, Klin, Bibi, Capelli Rossi, Werner, Stephanie Classic, Kidy, Magia Teen e Petite Jolie."

    Referências:“Feira de calçados norte-americana recebe 17 marcas verde-amarelas”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-de-calcados-norte-americana-recebe-17-marcas-verde-amarelas” Acesso em: 1 de agosto de 2018.

     

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  • Segunda, 30 de Julho de 2018

  • Colombiamoda deve gerar US$ 1,6 milhão para calçadistas brasileiros

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A feira calçadista Colombiamoda, realizada entre os dias 24 e 26 de julho, em Medellin/Colômbia, deve gerar mais de US$ 1,6 milhão em negócios para as 15 marcas brasileiras expositoras. A participação se deu por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, destaca que, apesar da visitação mais fraca do que a habitual para o evento, as calçadistas brasileiras venderam, in loco, US$ 128 mil. “Os compradores que visitam a Colombiamoda têm uma característica que os difere dos visitantes tradicionais de grandes feiras comerciais. Eles costumam avaliar o produto na feira, levar para o escritório, para só depois fechar pedidos”, conta Maria Patrícia, ressaltando a expectativa de negócios para os próximos seis meses, em decorrência das negociações iniciadas no evento: US$ 1,6 milhão. “Esse número é o dobro do registrado na mostra anterior”, frisa.
     
    Diferenciados
    Segundo a analista, empresas que apostaram em produtos diferenciados, que não concorrem apenas no preço, colheram bons resultados. “A China está vindo com bastante força para o mercado colombiano, então competir no preço é impossível”, destaca.
     
    Estreante na mostra colombiana, a marca de alpargatas Cervera, colheu resultados satisfatórios. “A Colombiamoda nos surpreendeu positivamente, pela quantidade de contatos gerados, especialmente com grandes redes do mercado local. Como eles não possuem esse produto – alpargatas autênticas – acabamos chamando a atenção de visitantes e da imprensa. É um mercado muito promissor para a Cervera”, avalia a diretora da empresa, Ana Delia Iaconelli, que ainda comemora o acerto com um distribuidor local.
     
    Mercado 
    A Colômbia é o 7º maior mercado internacional para o calçado brasileiro. Entre janeiro e junho deste ano, os colombianos compraram US$ 16,5 milhões dos fabricantes brasileiros, número estável em relação a igual período de 2017. “Porém, nos últimos cinco anos, as exportações brasileiras de calçados para a Colômbia cresceram 45%, um número significativo e que demonstra a importância das ações do Brazilian Footwear para a promoção do produto nesse país”, conclui Maria Patrícia.
     

    Participaram da Colombiamoda as marcas Piccadilly, Cravo & Canela, West Coast, Usaflex, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Invoice, Dian Pátris, Ala, Zatz e Cervera."

    Referências:“Colombiamoda deve gerar US$ 1,6 milhão para calçadistas brasileiros”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/colombiamoda-deve-gerar-us-1-6-milhao-para-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 30 de julho de 2018.

     

     

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  • Quarta, 25 de Julho de 2018

  • Analista que previu desvalorização do real agora vê recuperação

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    Resultado de imagem para dolar e real

     

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"

     

    A analista acredita que o mercado pode estar pessimista demais e vê uma pequena recuperação adiante

     

    No começo do ano, quando o cenário ainda parecia ser positivo para o Brasil, Tania Escobedo era uma das poucas pessimistas com o real. Após ter previsto corretamente a desvalorização da moeda no início deste ano, a analista acredita que o mercado pode estar pessimista demais e vê uma pequena recuperação adiante.

     

    A estrategista para América Latina da RBC Capital Markets LLC projeta que o dólar será negociado ao redor de R$ 3,70 pelo resto do ano, após a moeda ter passado boa parte do último mês em um patamar mais desvalorizado, entre R$ 3,79 e R$ 3,95.

     

    O nível de R$ 3,70 é “sustentável e justo”, diz ela, dadas as incertezas em relação à política econômica do próximo governo e ao cenário externo desafiador para os mercados emergentes, à medida que as tensões comerciais entre Estados Unidos e China aumentam. Seu call de recuperação da moeda brasileira até o fim do ano não é baseado em nenhuma melhora forte no cenário já que há eleições no caminho, mas sim um alívio baseado no posicionamento dos traders.

     

    “Ainda há um forte interesse de compra que pode impulsionar uma recuperação, desde que não haja uma reversão no sentimento geral de risco”, disse ela de Nova York.

     

    O real enfraqueceu cerca de 12% este ano, o pior desempenho entre as principais moedas do mundo, por conta da falta de clareza política, das previsões de crescimento mais fracas e do cenário adverso para os mercados emergentes. Além disso, os candidatos favoritos do mercado para a presidência estão para trás nas últimas pesquisas de intenção de voto da eleição de outubro e a agenda econômica do governo está praticamente paralisada, pesando ainda mais sobre a lenta recuperação da economia.

     

    Enquanto Escobedo estava entre as poucas que previram a queda do real no início deste ano — a tornando a analista mais precisa para a moeda no primeiro e segundo trimestres –, desta vez o mercado está em linha com ela. O consenso atual é que o dólar subirá para R$ 3,83 até o final do terceiro trimestre e, em seguida, voltará a R$ 3,70 até o final do ano, de acordo com pesquisas da Bloomberg.

     

    Alguns, como o Bank of America Merrill Lynch, são mais pessimistas. O banco, que classifica o Brasil entre os “três frágeis” mercados emergentes, juntamente com a África do Sul e a Turquia, prevê que o dólar poderia chegar a R$ 5,5 em seu pior cenário, no qual o próximo presidente teria uma agenda hostil ao mercado.

     

    Escobedo diz que é improvável que o dólar sequer se sustente num patamar de R$ 4, já que nesse nível o real seria considerado barato por muitos investidores. Esse é um nível psicológico chave, alcançado pela última vez em 2016 em meio à turbulência política que culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Overshoots podem acontecer, ela diz, mas provavelmente serão temporários, e é improvável que levem o BC a aumentar os juros.

     

    Para o próximo ano, a RBC prevê que o dólar caia para R$ 3,63 no primeiro trimestre, chegando a R$ 3,45 no final de 2019.

     

    Fonte: Exame"

    Referências:“Analista que previu desvalorização do real agora vê recuperação.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/730/analista-que-previu-desvalorizacao-do-real-agora-ve-recuperacao” Acesso em: 25 de julho de 2018.

     

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  • Sexta, 20 de Julho de 2018

  • Na Colômbia, IFLS gera US$ 8 milhões para marcas brasileiras

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A edição de primavera-verão da International Footwear and Leather Show – IFLS, feira calçadista colombiana ocorrida entre 17 e 19 de julho, em Bogotá, foi de resultados satisfatórios para as 17 marcas verde-amarelas presentes no evento. Viabilizada por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a participação deve gerar US$ 8 milhões em negócios realizados in loco e alinhavados durante o evento.

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, ressalta que esta foi a melhor performance das últimas três edições. Com menos dez marcas do que na edição passada, a mostra gerou 30% mais negócios. “A feira foi surpreendente para empresas e também para a Abicalçados”, frisa, acrescentando que os estandes verde-amarelos chamaram a atenção de grandes players de importantes mercados da América Latina. “Apesar de um fluxo menor de visitantes, a mostra teve um salto qualitativo com relação aos compradores presentes”, avalia. Segundo ela, in loco, foram vendidos cerca de 160 mil pares de calçados, número que deve chegar a mais de 2,6 milhões já nos próximos meses, em decorrência de negociações iniciadas no evento.
     
    Expositores
     
    A trader da Petite Jolie, Jéssica Bender, corrobora a avaliação da Abicalçados. “Grandes redes, que pouco iam até o pavilhão internacional, onde encontram-se as marcas brasileiras, estiveram presentes e efetivaram negócios”, comemora.  
    Para o representante comercial da Beira Rio no mercado colombiano, Dioni Bourscheid, a feira deve iniciar a retomada das vendas na Colômbia. “Registramos uma maior qualificação dos compradores presentes”, aponta Bourscheid.  
    Participando pela primeira vez da mostra colombiana, a marca Fila, produzida pelo grupo Dass Nordeste, teve resultados positivos na apresentação dos produtos, que ainda não haviam chegado no mercado local. “A expectativa foi superada devido ao grande número de clientes qualificados atendidos durante a feira”, avalia Carlos Freitas, gerente de exportação da marca.
    Imagem
     
    Antecedendo a mostra, o Brazilian Footwear promoveu o já tradicional evento de relacionamento com a imprensa local, o Photocall. Nesta oportunidade, o encontro teve a temática da Copa do Mundo e ocorreu em uma quadra de futebol indoor na capital colombiana. “Recebemos importantes veículos, tanto B2B como B2C, e conquistamos um bom espaço na imprensa local”, conta a coordenadora de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, ressaltando que o trabalho se estendeu para os dias da mostra, com visitas a veículos locais para tratar da indústria calçadista brasileira, tendências de moda, processos inovadores, entre outros temas.
    Participaram da IFLS as marcas  Piccadilly, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Bottero, Verofatto, Fila, Petite Jolie, Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy, Cartago e Grendene Kids.
    Sobre o Brazilian Footwear:
     
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Na Colômbia, IFLS gera US$ 8 milhões para marcas brasileiras”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/na-colombia-ifls-gera-us-8-milhoes-para-marcas-brasileiras” Acesso em: 20 de julho de 2018.

     

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  • Quinta, 19 de Julho de 2018

  • Francal sinaliza retomada para o setor calçadista

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    A 50ª edição da Francal, feira calçadista realizada entre os dias 16 e 19 de julho e que reuniu mais de 450 expositores para apresentar as coleções de primavera-verão, sinalizou a possibilidade e uma retomada das vendas do setor após um primeiro semestre abaixo da expectativa. A principal mostra calçadista brasileira para a temporada quente aconteceu no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.
     
    Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, não se pode negar que o atual contexto do mercado doméstico e internacional é negativo, de demanda reprimida e oscilações nas exportações, o que faz com que os compradores estejam receosos para assumir compromissos de médio e longo prazos. “Por outro lado, a Francal, mais uma vez, cumpriu o papel de estimular a atividade para a temporada de vendas mais importante para as fábricas brasileiras, a temporada de verão, que representa cerca de 70% do volume negociado pelo segmento”, avalia, ressaltando que, visto a expectativa inicial, a feira superou as perspectivas, com menor fluxo de visitação, porém com maior efetividade nos negócios. “Foi uma mostra satisfatória e um impulso fundamental que pode representar uma retomada das vendas ainda no segundo semestre", acrescenta o dirigente. 
     
    O presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala, destaca a importância da mostra, com o estímulo dos negócios mesmo em um ambiente conturbado para o setor calçadista. “Estamos com a sensação de dever cumprido, não só por esta edição, mas pelas cinco décadas que comemoramos. A Francal cresceu e viu o mercado crescer junto. Neste ano, realizamos uma feira completamente diferente, não só em termos de fomento dos negócios, mas também na oferta de experiências que vão inspirar os lojistas em seus estabelecimentos e de muito conteúdo sobre o que há de mais moderno em comércio eletrônico, tecnologia e consumo”, avalia, em referência à extensa programação de conteúdo durante o evento.
     
    Mercado doméstico surpreende
    A Francal 2018 se notabilizou pela performance no mercado doméstico, surpreendendo parte dos calçadistas expositores, que esperavam melhores resultados nas exportações. Conforme empresários, mesmo com o dólar elevado ante à moeda brasileira, o que favorece a formação de preços mais competitivos para exportação, o destaque ficou mesmo por conta do mercado interno.
     
    Em franca expansão desde que passou a receber aportes do Axxon Group, no final de 2016, a Usaflex saiu satisfeita da mostra paulista, especialmente em função dos negócios gerados no mercado interno. O gerente comercial da marca de calçados confortáveis, Eduardo Santos, avalia que, apesar do fluxo menor de visitantes, os compradores foram mais efetivos na realização de negócios. Segundo ele, o estande registrou uma queda de cerca de 25% na visitação em relação à feira do ano passado. Por outro lado, esse número, confrontado com o incremento de algo em torno de 15% no volume negociado – para o mercado interno –, aponta para uma grande efetividade da mostra enquanto geradora de negócios. “A Francal soube se adaptar ao atual momento do mercado, indo além das oportunidades de negócios e atraindo compradores qualificados”, destaca Santos, ressaltando que para o segundo semestre a expectativa da empresa é crescer entre 10% e 12% no mercado doméstico, após um revés de 15% no primeiro semestre. 
     
    O gerente de exportações da Radamés, Maurício Avila, destaca que as vendas para o mercado interno foram 20% superiores às registradas na feira de 2017, superando em muito as expectativas da empresa, tendo em vista a queda na demanda brasileira. “Já com relação ao mercado internacional, recebemos poucos compradores, a maior parte já clientes da empresa”, conta Avila, ressaltando que, no geral, a empresa vem logrando bons resultados nas exportações, com um crescimento de 20% na primeira parte do ano. 
     
    Momento difícil
    Uma das maiores fabricantes de calçados do País, a Beira Rio, sentiu os reflexos do atual momento econômico brasileiro na Francal. Sem abrir números, a diretora comercial e de marketing da empresa, Maribel Cristiane da Silva, conta que esperava uma visitação maior. “Estar presente em feiras do porte da Francal é, acima de tudo, uma necessidade de relacionamento com mercado e respeito ao nosso cliente”, comenta, destacando que nesta edição as vendas ficaram abaixo do esperado, o que é também é um reflexo das dificuldades encontradas no mercado doméstico. 
     
    Abicalçados
    A Abicalçados participou da feira paulista com ações de promoção comercial e de imagem. Para esta edição, a entidade calçadista trouxe, em parceria com o Escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos da Eurásia (Apex-Brasil Eurásia), compradores de um dos maiores grupos de calçados e artigos infantis da Rússia, o grupo Gulliver. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, conta que os importadores, que ainda não trabalham com calçados brasileiros, levaram amostras que devem resultar em negócios nos próximos meses. “Os compradores destacaram a qualidade dos materiais, o design, conforto e também o preço justo dos produtos apresentados”, conta. 
     
    Com o objetivo de divulgar o calçado verde-amarelo nos principais mercados internacionais, a entidade promoveu, ainda, o Projeto Imagem. Por meio deste, foram trazidos ao Brasil oito veículos segmentados dos principais mercados para o calçado brasileiro no exterior: Serma, da Argentina; Style America, El Tiempo e Publimetro, da Colômbia; Globalfashion, da Espanha; Edizioni AF e Moda Pelle, da Itália; e Shoes Magazine, da Rússia. Pela primeira vez no Brasil, a jornalista Johana Peña, do periódico colombiano Publimetro, ressaltou o conforto das marcas brasileiras, algo não comum entre os fabricantes colombianos, bem como a sinergia cada vez maior das empresas com os aspectos culturais do Brasil. 
     
    Ambos os projetos foram viabilizados por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil.

     

    Buscando atender à demanda de antecipação das vendas da temporada de verão, a promotora da Francal marcou a próxima feira entre os dias 3 e 5 de junho do próximo ano. A redução dos quatro dias de realização do evento para três, também vai ao encontro da necessidade de redução de custos e otimização do tempo tanto para expositores como para os varejistas. 
     
    Referências:“Francal sinaliza retomada para o setor calçadista”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/francal-sinaliza-retomada-para-o-setor-calcadista” Acesso em: 19 de julho de 2018.
     
     

     

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  • Terça, 17 de Julho de 2018

  • Calçadistas projetam retomada com vendas das coleções de verão

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    Apesar da brusca queda na demanda interna por calçados, o setor aposta em retomada no segundo semestre, especialmente a partir dos negócios efetuados no mercado internacional. Essa é a expectativa do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, colocada hoje (17) para a imprensa nacional durante coletiva de imprensa realizada durante a Francal 2018, em São Paulo/SP. Também participaram do encontro o presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala, e o presidente da Associação Brasileira dos Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Marcone Tavares. 

    Na oportunidade, Klein destacou que, apesar dos indicadores negativos, tanto no mercado doméstico como internacional (leia abaixo), a “saúde intramuros” do setor permite projeções melhores já no segundo semestre”. Para executivo, mesmo em meio à recessão econômica registrada nos últimos anos e a queda na produção – que gerou uma capacidade ociosa em torno de 35% nas fábricas de calçados – a atividade conseguiu manter alguma estabilidade, sem um número significativo de fechamentos de estabelecimentos. “Hoje, o setor está maduro e atento às questões de caixa, mantendo a redução de custos até o momento em que a situação esteja normalizada”, pontou. Segundo ele essa situação coloca uma possibilidade de almejar um segundo semestre positivo, especialmente para as empresas que estejam com estratégias definidas no mercado internacional, posto que a demanda doméstica deve seguir baixa até o final do ano e a cotação cambial favorável para formação de preços mais competitivos. “As coleções de verão, apresentadas durante a Francal, e que também serão expostas nas feiras internacionais nesta segunda parte do ano, devem dar um impulso às vendas de calçados. É a estação mais vendedora para os fabricantes brasileiros”, projetou o executivo. 
     
    Frequência de compras
    O presidente da Ablac apresentou uma pesquisa realizada pela entidade em parceria com a Kantar Worldpanel, que aponta para uma queda de 1% nas vendas domésticas de calçados no comparativo entre maio deste ano com o mesmo período de 2017. Por outro lado, Tavares destacou a melhora na frequência de compras (de 13,8% no comparativo entre julho do ano passado e maio de 2018), o que permite boas expectativas para o varejo ainda em 2018. “O aumento na frequência significa mais oportunidades para a loja física, desde que essa entenda que o consumidor atual busca uma experiência diferenciada de compra”, comentou o dirigente, para quem o varejo do segmento deve crescer na faixa de 2% na segunda parte do ano, tanto em função do aumento da frequência de visitas ao varejo como de uma demanda reprimida dos últimos semestres. “Para 2019 as projeções são melhores, mas essa expectativa depende também do fato político – Eleições”, concluiu. 
     
    Abicalçados
    A Abicalçados participa da feira paulista com ações de promoção comercial e de imagem. Para esta edição, a entidade calçadista realiza, em parceria com o Escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos da Eurásia (Apex-Brasil Eurásia), o Projeto Comprador Vip, que trouxe compradores de um dos maiores grupos de calçados e artigos infantis da Rússia, o grupo Gulliver.
     
    Além do projeto comercial, a entidade realiza, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Apex-Brasil, o Projeto Imagem. Por meio deste, foram trazidos ao Brasil oito veículos segmentados dos principais mercados para o calçado brasileiro no exterior: Serma, da Argentina; Style America, El Tiempo e Publimetro, da Colômbia; Globalfashion, da Espanha; Edizioni AF e Moda Pelle, da Itália; e Shoes Magazine, da Rússia. O objetivo é proporcionar maior visibilidade para o produto Made in Brazil no exterior. 
     
     
    Números do setor
    Estabelecimentos: 7,1 mil;
    Produção (2017): 909 milhões de pares;
    Exportação (2017): 127 milhões de pares ;
    Consumo interno (2017): 899 milhões de pares;
    Emprego (maio de 2018): 294,6 mil postos ante 300,6 mil em maio do ano passado (-2%);
    Produção: entre janeiro e maio a produção de calçados caiu 4,6% na relação com mesmo período de 2017. Somente no mês de maio, abalado severamente pela greve dos caminhoneiros, a queda foi de 15,8% na relação com mesmo mês do ano passado;
    Exportações: entre janeiro e junho de 2018 as exportações de calçados caíram 6,7% em volume e 7,9% em receita, fechando em 55,3 milhões de pares embarcados por US$ 486,9 milhões. O comparativo é com mesmo período de 2017. 
     
    Referências:“Calçadistas projetam retomada com vendas das coleções de verão”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-projetam-retomada-com-vendas-das-colecoes-de-verao” Acesso em: 17 de julho de 2018.
     
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  • Segunda, 16 de Julho de 2018

  • Francal mostra a força do setor calçadista nacional

  •  
    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    A abertura oficial da 50ª edição da Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios - Francal, que acontece entre os dias 16 e 19 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, destacou a força da indústria
    calçadista nacional. Com representantes da cadeia, fornecedores, indústria e varejo, o evento brindou os 50 anos da mais tradicional feira calçadista brasileira e provocou uma reflexão sobre os atuais desafios do setor, que vão além da superação da crise atual, trazendo a necessidade da adaptação da cadeia para o atendimento de um novo tipo de consumidor. 
     
    O presidente da mostra, Abdala Jamil Abdala, ressaltou que a feira vem fazendo as adaptações demandadas pelo mercado, proporcionando uma experiência completa, que vai além dos negócios, com muito conteúdo e informação qualificada. “Aqui teremos uma prova da força do setor, que mesmo diante das dificuldades do atual momento, tem buscado inovação e certamente irá apresentar o que de melhor temos na indústria de calçados e artefatos”, disse, acrescentando que o empresário, cada vez mais, percebe que é “hora de parar de reclamar e trabalhar pelo desenvolvimento do setor”. 
     
    O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, acrescentou que a resistência do setor, mesmo em meio a uma brusca queda na demanda interna e as oscilações nas exportações, é prova da força de toda a cadeia coureiro-calçadista nacional. “Mesmo com todos os problemas de competitividade, estamos presentes em mais de 150 países”, avaliou. Segundo o executivo, existe uma expectativa de que a partir do segundo semestre, com as vendas das coleções de primavera-verão, a situação melhore para o segmento, que viu as vendas caírem tanto no mercado interno (-4%) como no externo (-6,7%) no primeiro semestre de 2018. 
     
    Klein ressaltou, ainda, que para vencer os desafios atuais da cadeia é preciso, num primeiro momento, reduzir os custos, sobrevivendo à crise. “Tempos atrás comemorávamos, aqui na Francal, um crescimento de 10% no varejo de calçados. Hoje estamos longe disso, então a indústria precisa entender que o momento é de segurar o caixa para, quando a economia estiver recomposta, passar a investir em inovação, tanto em produto quanto em modelos de negócios e processos”, conclui o dirigente, destacando o Future Footwear, programa que une as entidades representativas da cadeia e que tem por objetivo estimular a adoção dos conceitos da Indústria 4.0 na produção de calçados, além de novos modelos de negócios e produtos inovadores. 
     
    A abertura contou também com intervenções do vice-presidente da Associação Brasileira dos Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Imad Esper, que falou sobre a importância da união de todos os elos da cadeia para a adaptação às exigências do mercado atual, especialmente com relação à atuação no canal omnichannel; do CEO da Usaflex, Sérgio Bocayuva, que destacou o crescimento dos canais monomarcas  e os desafios para o varejo multimarcas, que passam especialmente pelo treinamento dos vendedores para conceder uma experiência de compra satisfatória ao consumidor; do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Milton Killing; e do presidente da Associação Brasileira dos Representantes de Calçados (Abrecal), Paulo Schemes.
     
    Abicalçados
    A Abicalçados participa da feira paulista com ações de promoção comercial e de imagem. Para esta edição, a entidade calçadista realiza, em parceria com o Escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos da Eurásia (Apex-Brasil Eurásia), o Projeto Comprador Vip, que trouxe compradores de um dos maiores grupos de calçados e artigos infantis da Rússia, o grupo Gulliver.
     
    Além do projeto comercial, a entidade realiza, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Apex-Brasil, o Projeto Imagem. Por meio deste, foram trazidos ao Brasil oito veículos segmentados dos principais mercados para o calçado brasileiro no exterior: Serma, da Argentina; Style America, El Tiempo e Publimetro, da Colômbia; Globalfashion, da Espanha; Edizioni AF e Moda Pelle, da Itália; e Shoes Magazine, da Rússia. O objetivo é proporcionar uma maior visibilidade para o produto Made in Brazil no exterior. 
     
    Referências:“Francal mostra a força do setor calçadista nacional”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/francal-mostra-a-forca-do-setor-calcadista-nacional” Acesso em: 16 de julho de 2018.
     
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  • Sexta, 13 de Julho de 2018

  • Parlamentares falam sobre momento político e papel da sociedade, em Novo Hamburgo

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    As entidades representativas da cadeia coureiro-calçadista nacional Abicalçados, Abrameq, AICSul, Assintecal e CICB promoveram, hoje (13), um encontro com parlamentares, empresários ligados à atividade e imprensa para tratar do atual momento político nacional e qual o papel da sociedade na resolução das crises políticas e econômicas que afligem o Brasil. Para o debate, foram trazidos a senadora Ana Amélia Lemos e o deputado federal Renato Molling, ambos defensores da indústria calçadista no Congresso Nacional. O encontro aconteceu na Sociedade Ginástica, em Novo Hamburgo/RS.
     
    O presidente do Conselho Deliberativo da Abicalçados, Rosnei da Silva, abriu o evento ressaltando a importância da atuação dos parlamentares para o desenvolvimento do setor calçadista, que atualmente conta com mais de sete mil estabelecimentos que geram cerca de 300 mil postos de trabalho no País. 
     
    O deputado federal Renato Molling, presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Setores Coureiro-Calçadista e Moveleiro, ressaltou que o momento é de enfrentar as turbulências econômicas e políticas com engajamento no pleito eleitoral de outubro. “Nos últimos anos, tivemos administrações populistas que fizeram um grande estrago na economia do País. O nosso papel, enquanto sociedade, é termos envolvimento no processo, votando melhor, em técnicos e gestores honestos nas próximas eleições”, disse. 
     
    Segundo ele, é preciso, em primeiro lugar, eleger um governo responsável com as finanças públicas e com força política, que consiga ter influência sobre o Congresso Nacional para aprovação de medidas relevantes para o Brasil. Para Molling, o governo atual, do presidente Michel Temer, começou fortalecido, conseguindo aprovar pleitos relevantes, como o teto dos gastos públicos e a Reforma Trabalhista, mas foi enfraquecido devido à crise política. “O momento é de união para transformarmos o ambiente político no Brasil”, concluiu. 
     
    Ética
    Na sequência, a senadora Ana Amélia Lemos destacou o protagonismo da sociedade na mudança do atual ambiente político, recheado de escândalos de corrupção e falta de zelo com o dinheiro público. Frisando a importância da ética e transparência no combate à corrupção, a parlamentar ressaltou que os cidadãos devem praticar a honestidade nas ações do dia a dia e não apenas cobrar publicamente os políticos corruptos. 
     
    Na segunda parte da exposição, Ana Amélia lamentou o atual momento de insegurança jurídica passado pelo Brasil. “Hoje não é somente a classe política que está desacreditada, é também a classe jurídica”, disse, citando o imbróglio jurídico formado com a soltura e prisão do ex-presidente Lula no último domingo. 
     
    No evento, ambos os parlamentares agradeceram o apoio dos empresários da cadeia coureiro-calçadista e se comprometeram a seguir lutando por melhores condições de competitividade para o setor. Tanto Ana Amélia quanto Molling foram fundamentais para o logro do pleito pela manutenção da indústria calçadista na no rol de setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos (pagando 1,5% do faturamento bruto com vendas domésticas invés dos 20% sobre a folha de pagamentos), mecanismo essencial para a atividade, especialmente no momento atual de demanda desaquecida e falta de competitividade no mercado internacional. 
     
    Referências:“Parlamentares falam sobre momento político e papel da sociedade, em Novo Hamburgo”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/parlamentares-falam-sobre-momento-politico-e-papel-da-sociedade-em-novo-hamburgo” Acesso em: 13 de julho de 2018.
     
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  • Quarta, 27 de Junho de 2018

  • Novo Hamburgo contará com mais uma edição da Palestra de Inspirações 2019_II

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "

    A cidade gaúcha receberá o coordenador do núcleo de design e pesquisa da Assintecal, Walter Rodrigues, no inicio de julho

     
    No dia 02 de julho, a cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, será sede de mais um encontro da Palestra de Inspirações 2019_II. O evento, que acontecerá na ACI - NH, contará com a presença do coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Walter Rodrigues. Durante o evento, ele irá falar sobre as pesquisas de tendências e inspirações que serão apresentadas na próxima edição do Inspiramais, que acontece nos dias 17 e 18 de julho.
     
    Walter é designer e iniciou sua carreira em 1983, como stylist na Revista Manequim – Editora Abril em São Paulo. Em 1992, lançou uma marca de roupas que leva o seu nome, sendo a primeira marca brasileira a participar de uma semana de moda brasileira no Phytoervas Fashion, em 1994, além de participar das Semanas de Moda de Paris de 2002 a 2006. Em 2012, encerrou o projeto de confecção e, hoje, atua como consultor na área de design de produto, e como coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, consultor do Instituto By Brasil e curador do projeto Focus Design Visions - Moda & Arte.
     
     
    Conheça o Salão:
     
     
     
     
     
    Quando e onde: 
     
    02/07 – 14h
     
    ACI – NH - Rua Joaquim Pedro Soares, 540 - Centro, Novo Hamburgo/RS
     
    Palestrante: Walter Rodrigues
     
    Outras informações: Assintecal – setor de design - (51) 3584-5200 l design@assintecal.org.br
     
    Para realizar a inscrição, acesse aqui
     

    Realização: Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos – Assintecal e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae "

    Referências:“Novo Hamburgo contará com mais uma edição da Palestra de Inspirações 2019_II”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/646/novo-hamburgo-contara-com-mais-uma-edicao-da-palestra-de-inspiracoes-2019-ii” Acesso em: 27 de junho de 2018.

     

     

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  • Terça, 26 de Junho de 2018

  • Confira a programação do Inspiramais 2019_II

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Inspiramais 2019_II acontece nos dias 17 e 18 de julho, no Centro de Eventos Pró Magno (Avenida Ida Kolb, 513, Casa Verde), em São Paulo. No complexo, o mercado da moda se reunirá, mais uma vez, para o alinhamento de referências do Sistema Moda para os próximos meses. Nesta edição, o evento traz o tema Alquimia.

     

    A entrada é gratuita para profissionais do setor e as inscrições podem ser feitas pelo site www.inspiramais.com.br
     
     
    Programação para os dois dias de evento:
     
    Terça-feira l 17/07
     
    9h - Abertura do Credenciamento
    Salão Inspiramais
     
    9h30min - Encontro Conexão Inspiramais  2019_II -  Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design da Assintecal 
    Espaço Conexão Inspiramais
     
    11h - Rhodia: Novas tecnologias de materiais para o mercado Calçadista - Gustavo Dal Pizzol 
    Arena de Inovação
     
    14h - Encontro Conexão Inspiramais  2019_II -  Marnei Carminatti, designer e consultor da Assintecal
    Espaço Conexão Inspiramais
     
    15h - Denim Arte, o Jeans como Elemento de Inspiração -  Leopoldo Nobrega, consultor do Guia Jeans Wear
    Arena de Inovação
     
    17h45min - Cerimônia de Premiação Acesso - 1º Desafio Kisafix de  Design Calçadista
    Arena de Inovação
     
    20h - Término das Atividades nos estandes
     
     
    Quarta-feira l 18/07
     
    9h - Abertura do CredenciamentoSalão Inspiramais
     
    9h às 10h30min - Rodadas de Inovação Sala Sistema Moda
     
    9h30min - Encontro Conexão Inspiramais 2019_II - Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design da Assintecal
    Espaço Conexão Inspiramais
     
    11h - Criativando ID – Realidade aumentada para garantir autenticidade de produtos da moda. - JonathaTebaldi, Startup Criativando Arena de Inovação
     
    13h15min - Inovação na indústria bilionária de casamento no Brasil: case do e-commerce de nicho - Laís Ribeiro, startup " O Amor é Simples"
    Arena de Inovação
     
    14h - Família Roz - Novos insumos sustentáveis para a indústria da borracha - Diana Finkler, startup Marina Tecnologia
    Arena de Inovação
     
    14h45min - "O impacto do marketing descentralizado para empresas de moda - Victor Dellorto - co-fundador da startup Deskfy
    Arena de Inovação
     
    15h30min - Móveis e Moda: conectando materias, design e estilo. - Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design da Assintecal.
    Promoção: Abimóvel e AssintecalArena de Inovação
     
    17h - Encontro Preview do Couro 2020_I - Walter Rodrigues, Marnei Carminatti e Ramon Soares , designers e consultores da Assintecal
    Arena de Inovação
     
    19h - Encerramento
     
     
     
    *Programação sujeita a alterações
     
     

    Quem faz: O salão é promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos – Assintecal, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção – Abit, Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil – CICB e Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira – Texbrasil e Brazilian Leather, tem patrocínio da Cipatex, Altero, Bertex, York, Grupo Lunelli, Sappi Dinaco, Wolfstore, Caimi & Liason, Brisa, Intexco, Tecnoblu, Britânnia Têxtil, Cofrag, Colorgraf, Endutex, Componarte, Branyl e Berlan e apoio da ABEST, ABICAV, Abicalçados, IBGM, IBB, In-Mod, ABV-Tex, Ápice, Abimóvel e Guia JeansWear by Style WF."

    Referências:“Confira a programação do Inspiramais 2019_II”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/660/confira-a-programacao-do-inspiramais-2019-ii” Acesso em: 27 de junho de 2018.

     

     

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  • Segunda, 25 de Junho de 2018

  • Abicalçados comemora manutenção de alíquota para importação

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora a manutenção da alíquota de importação de 35% para calçados de três NCMs (a maioria deles do segmento de esportivos). A resolução foi tomada em reunião realizada na noite de ontem (19), na Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão ligado ao Governo Federal que regulamenta as questões relativas ao comércio exterior de bens e produtos.

    Originalmente, a solicitação dos importadores de calçados esportivos era de uma redução de 35% para 20% na alíquota, o que poderia provocar uma onda de desemprego na indústria calçadista nacional. “A Camex foi sensível ao nosso argumento, que teve o auxílio e embasamento técnico da AS Consultoria, de que com tal redução teríamos uma perda significativa de empregos”, conta o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein. Atualmente a indústria calçadista gera, diretamente, cerca de 300 mil postos de trabalho em todo o País.  Segundo Klein, a redução abriria as portas para a concorrência desleal, especialmente de grandes marcas esportivas produtoras na Ásia. “Sem a alíquota atual (35%), de 2000 a 2007 as importações de calçados aumentaram quase 500%, de 6 milhões de pares para 28,7 milhões. O fato destruiu empregos no Brasil, fechou fábricas. Seria um desastre, ainda mais em um momento conturbado para o setor, repetir o mesmo erro”, avalia Klein, ressaltando que a atividade segue abalada pela queda da demanda, especialmente do mercado doméstico.
     
    O presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, deputado federal Renato Molling esteve à frente de extensa agenda de reuniões em Brasília em prol do setor calçadista e destacou a importância da indústria calçadista brasileira para a economia do Brasil. “O fortalecimento do setor é essencial para a geração de empregos e restabelecimento da economia do Brasil”, comenta o parlamentar, que também é presidente da Frente Parlamentar em defesa do setor coureiro-calçadista e moveleiro.
     
    Camex
    A Camex é um órgão ligado à Presidência da República responsável pela formulação, adoção e implementação de políticas e atividades relativas ao comércio exterior de bens e serviços do Brasil. A Câmara é composta por oito ministérios, que votam as medidas que têm impacto no comércio internacional."
     
    Referências:“Abicalçados comemora manutenção de alíquota para importação”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-comemora-manutencao-de-aliquota-para-importacao” Acesso em: 25 de junho de 2018.
     
     
     
     
     
     
     
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  • Quinta, 21 de Junho de 2018

  • Visite-nos na FIMEC 2019

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    O Grupo Stickfran convida a todos a nos visitar na Fimec 2019 nos dias 26 a 28 de Fevereiro de 2019 em Novo Hamburgo/RS no endereço Av. Nações Unidas, 3825 - Bairro Ideal. Para mais informações entre no site da fimec www.fimec.com.br.

     

     

     

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  • Sexta, 15 de Junho de 2018

  • Primeira SIPAT 2018

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    Foi realizada na semana da segunda-feira dia 11 de junho de 2018, no refeitório da Stickfran, a primeira Semana Interna de Prevenção em Acidentes do Trabalho (SIPAT) 2018 destinada aos colaboradores da empresa.

    A semana teve inicio na segunda-feira dia 11 com uma conscientização do Sipat/SESMT por meio de uma treinamento sobre NR 05 e um vídeo demonstrando acidentes, terça-feira dia 12 foi ministrada uma palestra sobre ergonomia no trabalho (NR17) pelo Paulo da academia Multifisio, já na quarta feira dia 13 foi passado o treinamento  sobre atos inseguros e no horário de almoço foi disponibilizada a aferição de Glicemia e pressão no dia 14 quinta feira foi ministrada uma palestra sobre depressão, Drogas Licitas e Ilícitas no ambiente de trabalho com a psicóloga Juliana Ambrósio, no ultimo dia da SIPAT foi disponibilizado uma oftalmologista para realizar o exame de acuidade visual e também nossa parceira Nova Ótica  com descontos especiais para os colaboradores e para finalizar o evento foi concedida uma benção pelo Padre Marcos e feita à foto do evento com todos os colaboradores presentes, Terminando assim nossa primeira Sipat 2018.

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  • Quinta, 14 de Junho de 2018

  • Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     
    "Os calçadistas brasileiros estão focados na expansão do mercado no Reino Unido, que no ano passado importou o equivalente a US$ 6,4 bilhões em calçados, a maior parte deles da China. A primeira iniciativa do Brazilian Footwear naquele país foi realizada entre os dias 7 e 12 de maio, quando uma equipe da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que gere o programa de apoio às exportações de calçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), esteve in loco realizando uma missão prospectiva para conhecer melhor o mercado local.
     
     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que no período foram realizadas reuniões com promotoras de feiras, empresas de Relações Públicas e de matchmaking, Setor de Promoção Comercial do Brasil no Reino Unido (Secom), compradores locais e espaços para um possível showroom brasileiro no país, além de visitas ao varejo de Londres e do sudeste da Inglaterra. “O Reino Unido é um mercado, de fato, novo para o Programa. No país podemos encontrar poucas marcas brasileiras, já que a maior parte das empresas que exporta para lá o faz por meio de private label (com a etiqueta do cliente)”, explica Roberta, ressaltando a importância de se iniciar um trabalho de imagem e promoção comercial das marcas Made in Brazil no país. No ano passado, conforme dados da Abicalçados, os calçadistas brasileiros exportaram para lá US$ 24 milhões, 11% menos do que em 2016. Já nos quatro primeiros meses deste ano, foi embarcado o equivalente a US$ 8,2 milhões, 8% mais do que no mesmo ínterim de 2017.
     
    Oportunidades
    Segundo a gestora, trata-se de um mercado promissor, especialmente porque é grande consumidor de produtos de maior valor agregado (couros) e tem no preço competitivo um fator determinante. Somente no ano passado, o consumo britânico ficou em 275 milhões de pares, número que deve ultrapassar 280 milhões até 2019, cerca de 4 pares per capita. “Os calçados brasileiros estão bem posicionados na questão preço e qualidade, dois fatores fundamentais de compra no Reino Unido”, acrescenta. Conforme estudo sobre aquele mercado, realizado pela Inteligência da Abicalçados e que será lançado até o final deste mês, o preço foi considerado determinante por 36% dos compradores, fator seguido por qualidade (29%).
     
    Durante a Missão, também foi observado que os consumidores locais são abertos a novidades e tendências de moda, embora prezem muito pelo conforto. “Na Inglaterra, maior mercado do Reino Unido, vimos oportunidade para os três segmentos - feminino, masculino e infantil -, justamente pelo estilo de consumo, pelo o que é ofertado nas lojas, e pela boa imagem do Brasil junto aos ingleses”, conta Roberta.
     
    Programa
    Renovado a cada dois anos, atualmente o Brazilian Footwear para o biênio 2017/2018 tem um aporte total de R$ 36,46 milhões para ações de promoção internacional do calçado brasileiro, que incluem participação em feiras, missões comerciais, estudos de prospeção, projetos de imagem, projetos compradores - que trazem importadores para o Brasil, entre outros. Além do Reino Unido, são considerados mercados-alvo do programa a França, os Estados Unidos, a Colômbia, a China/Hong Kong e os Emirados Árabes Unidos.
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br |www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"
     
    Referências:“Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-do-reino-unido-atrai-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 14 de junho de 2018.
     
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  • Quarta, 13 de Junho de 2018

  • Marcas nacionais “combinando com os russos”

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     

    "Diz o ditado popular que para o sucesso de uma empreitada é sempre importante “combinar com os russos”. É com esse objetivo, de combinar e vender calçados no gigante da Eurásia, que a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Apex-Brasil, levará 14 marcas nacionais para uma Missão Comercial em Moscou. O evento acontece entre os dias 6 e 8 de junho e contará com um workshop sobre o mercado local e um showroom de calçados Made in Brazil. 

     
    A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que mercado russo exige um trabalho de longo prazo e foi por isso que a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, passou a realizar missões comerciais ao país em 2013. “Temos uma boa expectativa. Apesar de ser um mercado difícil, é promissor. É importante que o empresário  brasileiro combine com os russos, ou seja, tenha flexibilidade para adaptar seus produtos à realidade daquele consumidor, que possui um verão curto e passa boa parte do ano em temperaturas gélidas, necessitando de calçados mais fechados — inclusive para o verão — e com diferenciais como impermeabilização, isolamento térmico e solado antiderrapante para uso no gelo e na neve para o inverno”, ressalta. Nesta missão, o showroom apresentará as coleções brasileiras de primavera-verão.  
     
    No âmbito econômico, Letícia diz que a Rússia passa por um momento de crescimento, após dois anos de recessão. “O país vive um período de recuperação e plena confiança na economia. Prova disso foi a reeleição do presidente Vladimir Putin, em março deste ano, com mais de 76% dos votos. Em 2017, após dois anos de quedas, o PIB russo aumentou 1,5%. Todos esses fatores são motivo de uma expectativa positiva para essa sexta missão comercial à Rússia”, projeta a coordenadora, lembrando que no país o consumo ultrapassa 420 milhões de pares por ano, sendo mais de 70% deles importados. 
     

    Participam da missão à Rússia as marcas Modare Ultraconforto, Klin, Viviar Shoes, Petite Jolie, Bibi, Pimpolho, Capodarte, Dumond, Ortopé, Suzana Santos, Renata Mello, Pampili, Sapatoterapia e Usaflex."

    Referências:“Marcas nacionais “combinando com os russos””, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/marcas-nacionais-combinando-com-os-russos” Acesso em: 13 de junho de 2018.

     

     

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  • Terça, 12 de Junho de 2018

  • Em ritmo de Copa do Mundo, Rússia recebe calçadistas brasileiros

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Sede da Copa do Mundo 2018, com uma população de 143 milhões de habitantes, a Rússia segue no alvo das marcas brasileiras de calçados. De 6 a 8 de junho, a capital do País foi a sede da sexta edição da Missão Comercial do Brazilian Footwear, programa de promoção das exportações brasileiras de calçados, uma parceria entre Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A programação contou com um seminário preparatório e um showroom com exposição de produtos das 11 empresas participantes, recebendo mais de 50 compradores da região.

     
    O país vem apresentando uma melhora nas condições econômicas e políticas desde a forte crise que o atingiu, em 2014. Com Vladimir Putin eleito com 76% dos votos, a Rússia hoje encontra-se num momento de estabilidade e muito otimismo. “O PIB russo cresceu 1,5% no ano passado, depois de dois anos em queda, e a estimativa é que que esse ano o índice se mantenha”, declarou Almir Américo, que lidera o Escritório da Apex-Brasil em Moscou. O país é ainda o décimo maior importador de calçados do mundo e, nos primeiros quatro meses deste ano, já comprou do Brasil quase 100 mil pares, totalizando um investimento de aproximadamente US$ 2,2 milhões. Uma alta de 14,2% em volume e 22% em receita quando comparados ao mesmo período do ano anterior.
     
     
    Seminário
     
    Além de Américo, falaram no seminário preparatório Yulia Volobueba, CEO do Basya Group, empresa contratada para o serviço de matchmaking (quando se busca no mercado o cliente para a oferta das empresas); Natalia Timashova, editora-chefe da Shoes Report; Svetlana Sherbakova, diretora de departamento no Leomax Group, e Eugeniy Stepanov, líder do Ved Prosto Project. Entre os temas apresentados, estavam o cenário econômico atual, as tendências em termos de modelos de negócios, oportunidades do mercado e certificação.
     
    “Apesar de termos nove meses de inverno, o grande mercado está mesmo em calçados de verão e meia estação, que chegam a quase metade do consumo de calçados no país”, contou Svetlana. Ela acrescentou que hoje os russos primam essencialmente pelo conforto, deixando a preocupação com o material predominante para trás. “Isso é uma grande mudança para um mercado que costumava priorizar calçados de couro”, explica Ruísa Scheffel, analista de Promoção Comercial da Abicalçados.
     
     
    Showroom
     
    Mais de 50 empresas, entre compradores, varejistas e distribuidores visitaram as 11 empresas participantes do showroom, que aconteceu no Hotel Marriot, no centro do Moscou. “Hoje temos um evento consolidado no calendário dos compradores russos. Isso é fruto do trabalho que fazemos no mercado desde 2013, com continuidade, marcas fortes e confiança no potencial do país, mesmo nos períodos mais difíceis. “, declarou Isabel Tarisse da Fontoura, gestora do programa Brazilian Footwear na Apex-Brasil.
     
    No geral, o feedback das empresas foi bastante positivo, com destaque para a qualidade e novidade dos contatos. “A qualidade dos contatos foi muito boa. Tivemos acesso a empresas que, sem o serviço de matchmaking, não teríamos alcançado. Por isso, o evento é importante: para construir confiança e abrir novos clientes”, contou Felipe Rahal, responsável pela exportação da Klin na Ásia. Silvana Silveira, gerente de exportação da Pampili destaca as oportunidades para construção de marcas. “Em alguns mercados, como Estados Unidos, recebemos muitas pessoas interessadas em private label (produção com marca de terceiros). Aqui, percebi um interesse pela marca e pelo desenvolvimento dela no mercado”, disse.
     
    As empresas esperam realizar negócios na ordem de US$ 2,2 milhões nos próximos seis meses em função dos contatos realizados no evento. Para isso, alguns representantes de empresas sugerem a participação em alguma feira local. “As feiras acontecem em períodos de compras. Para termos pedidos de fato, entendo que seja importante complementar o showroom com a participação em uma feira”, declarou Oleg Shvedok, distribuidor da Sapatoterapia. Participam da missão à Rússia as marcas Modare, Klin, Viviar Shoes, Petite Jolie, Bibi, Pimpolho, Capodarte, Dumond, Ortopé, Suzana Santos, Renata Mello, Pampili, Sapatoterapia e Usaflex.
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
     
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
     
    Sobre a Apex-Brasil:
     

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Em ritmo de Copa do Mundo, Rússia recebe calçadistas brasileiros”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-ritmo-de-copa-do-mundo-russia-recebe-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 12 de junho de 2018.

     

     

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  • Terça, 11 de Junho de 2018

  • Ambiente interno provoca prejuízo de US$ 50 milhões para exportadores de calçados

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A paralisação dos caminhoneiros brasileiros gerou prejuízos não somente nas vendas internas de calçados, mas também nas exportações. Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no mês de maio foram embarcados 6,4 milhões de pares que geraram US$ 56 milhões, quedas de 32,7% e de 45,6%, respectivamente, no comparativo com o maio de 2017 (9,5 milhões e US$ 103 milhões). O número interrompe a recuperação iniciada em abril, quando os embarques aumentaram quase 20% em relação a 2017. Com o resultado de maio, os calçadistas somaram 46,75 milhões de pares e US$ 400,3 milhões em exportações nos cinco primeiros meses do ano, quedas de 5% e de 9,3%, respectivamente, no comparativo com igual ínterim do ano passado.

     
    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que, além de alguns importantes destinos apresentarem quedas drásticas no mês passado – caso dos Estados Unidos e da Argentina -, influenciou no resultado as paralisações dos caminhoneiros, que provocaram atraso nos embarques e até problemas de produção por falta de matéria-prima. “Dos 121 países que receberam calçados brasileiros em maio, registramos queda em 72”, conta o executivo, ressaltando que o resultado negativo do mês passado deve puxar para baixo as projeções de exportações de calçados em 2018. “Tínhamos uma expectativa de bater o valor registrado em 2017, de US$ 1,09 bilhão em embarques, que provavelmente não irá ser atingida. Foi um mês terrível”, lamenta Klein.
     
    Estados
    Entre janeiro e maio deste ano, o Rio Grande do Sul seguiu liderando o ranking de estados exportadores. No período, os fabricantes gaúchos embarcaram 11 milhões de pares por US$ 176,5 milhões, quedas de 3% e de 3,8%, respectivamente, em relação ao mesmo ínterim de 2017.
     
    Na sequência, aparece o Ceará, que exportou 18,5 milhões de pares por US$ 100,38 milhões, alta de 1,5% em volume e queda de 5,3% em faturamento em relação a mesmo período do ano passado.
     
    O terceiro maior exportador do período foi São Paulo. Amargando forte queda em relação a 2017 (16% em pares e 12% em faturamento), os paulistas embarcaram 6,9 milhões de pares por US$ 46,23 milhões.
     
    Destinos
    Na parte de cima do ranking de destinos, o único com percentual positivo é a Argentina, apesar de também ter registrado queda isolada em maio. Entre janeiro e o mês passado, os argentinos comparam 4,2 milhões de pares que geraram US$ 64,83 milhões, altas de 17,4% e de 15,4%, respectivamente, em relação a igual período de 2017.
     
    Registrando quedas consecutivas desde o início do ano, os Estados Unidos seguem no segundo posto. No período, os estadunidenses compraram 4,27 milhões de pares por US$ 59 milhões, quedas de 9,3% e de 25,4%, respectivamente, na relação com igual ínterim de 2017.
     
    O Paraguai, país que importa basicamente calçados praianos com preço médio menor, aparece no terceiro posto, com a importação de 6,68 milhões de pares verde-amarelos por US$ 25,54 milhões, incremento de 16% em volume e queda de 34,4% em receita no comparativo com mesmo período do ano passado.
     
    Importações
    A abrupta elevação da cotação do dólar sobre o real não foi suficiente para frear o ímpeto das importações de calçados. Em maio, entraram no Brasil 1,87 milhão de pares por US$ 23,16 milhões, altas de 4,3% e de 0,4%, respectivamente, na relação com mesmo período de 2017. Com isso, as importações dos cinco primeiros meses do ano somaram 12,17 milhões de pares e US$ 153,34 milhões, altas de 16% e de 5% em relação a igual ínterim do ano passado.
     
    As principais origens seguem sendo os países asiáticos. Somente Vietnã, Indonésia e China respondem por 94% dos calçados importados pelo Brasil. Entre janeiro e maio, foram importados do Vietnã 5 milhões de pares por US$ 83 milhões, altas de 14,8% em volume e de 5,1% em receita no comparativo com 2017.
     
    A segunda origem do calçado importado no período foi a Indonésia, de onde partiram rumo ao Brasil 1,63 milhão de pares pelos quais foram pagos US$ 27,53 milhões, alta de 0,4% em volume e queda de 1% em receita em relação a mesmo período do ano passado.
     
    Na sequência aparece a China, país que enviou para o Brasil 5,22 milhões de pares por US$ 19,5 milhões, altas de 31,1% e de 25,7%, respectivamente, em relação a igual ínterim de 2017.
     
    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas etc – as importações chegaram a US$ 25,3 milhões no período, alta de 40,6%. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai."
     
    Referências:“Ambiente interno provoca prejuízo de US$ 50 milhões para exportadores de calçados”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/ambiente-interno-provoca-prejuizo-de-us-50-milhoes-para-exportadores-de-calcados” Acesso em: 11 de junho de 2018.
     
     
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  • Sexta, 08 de Junho de 2018

  • Calçadistas realizam missão comercial na França

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "De olho em um mercado que consome mais de 400 milhões de pares de calçados por ano, quase todos eles importados, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promove a primeira Missão Comercial à França.

     
    O evento, que acontece com 19 marcas brasileiras, entre 11 e 13 de junho, em Paris, tem como objetivo a captação de agentes e distribuidores qualificados para a atuação naquele mercado, o que será possível por meio de uma parceria com a Associação de Agentes de Calçados da França (Arici) e o apoio da Embaixada do Brasil, que realizaram o serviço de matchmaking (reuniões pré-agendadas com agentes e distribuidores franceses). “Recente estudo de mercado realizado pela Abicalçados na França apontou a necessidade de se ter uma intermediação com parceiro local para o bom desempenho das vendas”, explica a coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, ressaltando que o evento não será comercial, ou seja, não tem o objetivo de vender calçados, apenas formar parcerias para a inserção no mercado local.
     
    Exportações
    Mercado-alvo do atual convênio do Brazilian Footwear, a França vem aumentando as importações de calçados brasileiros. No primeiro quadrimestre deste ano, os franceses compraram mais de três milhões de pares verde-amarelos, 54% mais do que no mesmo período de 2017. “Com uma ação acertada para inserção de marcas Made in Brazil, poderemos alçar voos ainda mais altos e, o melhor, com marca própria”, projeta Letícia.
     
    Atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, porém com grande incidência de private label (com a marca do cliente local).

    Participam da Missão Comercial à França as marcas Sollu, Bibi, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Luz da Lua, Rider, Cartago, Grendha, Zaxy, Copacapana, Pegada, Democrata, Werner, Raphaella Booz, Dumond, Capodarte, Ortopé, Suzana Santos e Renata Mello."

    Referências:“Calçadistas realizam missão comercial na França”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-realizam-missao-comercial-na-franca” Acesso em: 08 de junho de 2018.

     

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  • Quinta, 07 de Junho de 2018

  • Apesar do dólar, Banco Central mantém juro

  • Resultado de imagem para dolarO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Apesar da forte desvalorização do real em relação ao dólar neste ano - 13,65% - e de especulações no mercado de que os juros devem subir neste momento para frear a depreciação da taxa de câmbio, o Banco Central (BC) não pretende elevar a taxa básica (Selic), hoje em 6,5% ao ano. Ontem, o dólar teve valorização de 0,72%, cotado a R$ 3,8371, o maior valor desde março de 2016. No ano, a moeda americana acumula alta de 15,80%.

    A depreciação do câmbio encarece as importações e, por essa razão, pode provocar aumento da inflação, uma vez que, diante da menor competitividade do produto importado, a tendência é que os preços subam no mercado interno. Para o BC, porém, continua válida a declaração do presidente da instituição, Ilan Goldfajn, de que não há relação mecânica entre câmbio e política de juros.
     
    Em entrevista ao Valor em 23 de maio, Ilan disse que o BC não vai "reagir a uma coisa que está se mexendo sem afetar a nossa base, que é a inflação". Em linguagem mais coloquial, o BC está reafirmando que não pretende elevar a Selic para conter a desvalorização do real.
     
    Essa foi também a mensagem dada pelo diretor de política monetária do BC, Reinaldo Le Grazie, durante audiência, ontem, na CPI dos Cartões. No mercado de contratos de juros futuros, a taxa reflete probabilidade de 66,34% de que o BC eleve a Selic em 0,25 ponto percentual na reunião do dia 20 deste mês.
     
    Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a mensagem do BC foi a de que a taxa básica ficaria inalterada nas próximas reuniões. Mas ficou claro, também, que essa decisão está condicionada à evolução da conjuntura, em especial a atividade econômica, o balanço de riscos e as projeções de inflação do próprio BC e as expectativas do mercado.
     
    O balanço de riscos se deteriorou. A taxa de câmbio considerada na ata, de R$ 3,60, elevaria a projeção de inflação anual para algo em torno de 4%. As expectativas de inflação também já começaram a piorar. Na avaliação do BC, porém, há dois fatores que mitigam esses efeitos: o "hiato do produto", isto é, a diferença entre crescimento efetivo da economia e seu potencial, e o fato de as expectativas de inflação estarem ancoradas, ou seja, abaixo da meta de 4,5% para este ano e os próximos.
     

    Fonte: GS Notícias"

    Referências:“Apesar do dólar, Banco Central mantém juro”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/608/apesar-do-dolar-banco-central-mantem-juro” Acesso em: 07 de junho de 2018.

     

     

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  • Quarta, 06 de Junho de 2018

  • Nova Serrana sediará a Palestra de Inspirações 2019_II em 04 de julho

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"

     

    Na primeira semana de julho, a cidade mineira receberá o designer Walter Rodrigues para ministrar a palestra

     
    Em 04 de julho, a cidade de Nova Serrana, em Minas Gerais, receberá a Palestra de Inspirações 2019_II, com Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal. O evento faz parte de uma série de palestras que estão ocorrendo em diferentes polos, e traz como tema as tendências e inspirações que serão apresentadas no Inspiramais 2019_II, que acontece nos dias 17 e 18 de julho.  Após a palestra, haverá um talk com três empresas que irão apresentar os seus cases.
     
    Walter é designer e iniciou sua carreira em 1983, como stylist na Revista Manequim – Editora Abril em São Paulo. Em 1992, lançou uma marca de roupas que leva o seu nome, sendo a primeira marca brasileira a participar de uma semana de moda brasileira no Phytoervas Fashion, em 1994, além de participar das Semanas de Moda de Paris de 2002 a 2006. Em 2012, encerrou o projeto de confecção e, hoje, atua como consultor na área de design de produto, e como coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, consultor do Instituto By Brasil e curador do projeto Focus Design Visions - Moda & Arte.
     
     
    Quando e onde:
     
    04/07 – 19h
    Auditório do Sindinova - Rua Antonio Martins, 75 - Centro, Nova Serrana – MG
    Palestrante: Walter Rodrigues
     
    Para realizar a inscrição na palestra, envie um e-mail para design@assintecal.org.br.
     
    Mais informações pelos telefones (37) 3226-2080 e (37) 3228-8500.
     

    Realização: Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos – Assintecal e Sindicato da Indústria do Calçado de Nova Serrana – Sindinova e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae"

    Referências:“Nova Serrana sediará a Palestra de Inspirações 2019_II em 04 de julho”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/588/nova-serrana-sediara-a-palestra-de-inspiracoes-2019-ii-em-04-de-julho” Acesso em: 06 de junho de 2018.

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  • Terça, 05 de Junho de 2018

  • Faturamento da indústria cresce 1,5%, aponta CNI

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O faturamento da indústria aumentou 1,5% em abril na comparação com março, na série livre de influências sazonais. Com isso, o indicador registra um crescimento de 6,9% no primeiro quadrimestre do ano frente ao mesmo período de 2017. "O resultado confirma a tendência de alta do faturamento industrial", afirmam os Indicadores Industriais, divulgados no dia 4 de junho pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

     

    De acordo com a pesquisa, os dados de abril confirmam a retomada em ritmo lento da atividade. Depois de duas quedas consecutivas, as horas trabalhadas na produção aumentaram 2,2% em abril frente a março, na série dessazonalizada, e fecharam o primeiro trimestre com expansão de 1,6% em relação ao mesmo período de 2017.

     

    Capacidade instalada

     

    A utilização da capacidade instalada ficou praticamente estável em 78%, com leve recuo de 0,1 ponto percentual em abril na comparação com março, na série com ajuste sazonal. Conforme a CNI, a utilização média da capacidade instalada no primeiro quadrimestre é 1,2 ponto percentual superior à do mesmo período de 2017.

     

    Mercado de trabalho

     

    O mercado de trabalho também está se recuperando lentamente. O emprego na indústria cresceu 0,1% em abril na comparação com março, na série dessazonalizada. Foi o oitavo mês consecutivo de crescimento do emprego, que registra uma expansão de 0,7% no primeiro quadrimestre na comparação com o mesmo período de 2017. A massa real de salários caiu 0,4% e o rendimento médio real dos trabalhadores também diminuiu 0,4% em abril frente a março, na série dessazonalizada. Entretanto, na comparação do primeiro quadrimestre com o mesmo período de 2017, a massa real de salários aumentou 1,8% e o rendimento médio real do trabalhador subiu 1,1%."

    Referências:“Faturamento da indústria cresce 1,5%, aponta CNI”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/590/faturamento-da-industria-cresce-15-aponta-cni” Acesso em: 05 de junho de 2018.

     

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  • Segunda, 04 de Junho de 2018

  • A ciência por trás da seda líquida para produzir roupas mais sustentáveis

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Você já se perguntou quanta química está nas roupas que vestimos e será que causam algum problema para nossa saúde? A Silk Therapeutics, uma empresa americana especializada em biomateriais, acredita que sua tecnologia patenteada de seda líquida pode substituir alguns dos produtos químicos normalmente encontrados em tecidos de alto desempenho e fazer um produto têxtil ou vestuário mais saudável no processo.

    A empresa começou em 2013 produzindo cremes para a pele de mulheres que passaram por tratamento oncológico, com a missão de usar a seda líquida como um substituto totalmente natural para os muitos produtos sintéticos e enchimentos usados ​​pelos laboratórios ​​da indústria da beleza. Colocar todos aqueles produtos químicos excessivamente artificiais na pele pode ser prejudicial, então por que não fazer um produto mais favorável à pele usando a própria inovação da natureza: a seda do bicho da seda?
     
    Depois de construir uma bem-sucedida marca de cuidados com a pele, a Silk Therapeutics, está agora focando sua atenção em como a seda líquida poderia transformar a indústria de vestuário. Segundo a Unilever, o mercado de produtos sustentáveis ​​pode valer mais de US$ 3 trilhões, apresentando uma oportunidade lucrativa para marcas que buscam se conectar com consumidores preocupados com o meio ambiente, abraçando o movimento de bem-estar em todas as áreas de suas vidas.
     
    Sustentabilidade tem sido um tema quente na indústria do vestuário em particular, com grandes marcas investindo em áreas como reciclagem de roupas e têxteis, inovação de materiais alternativos, conservação e gerenciamento de água. Todas essas coisas podem abrir o caminho para a incursão da Silk Therapeutics numa indústria em busca de formas sustentáveis ​​de alcançar os benefícios de desempenho que os usuários de vestuário esperam.
     
    Embora os consumidores tenham adotado entusiasticamente os confortáveis ​​tecidos elásticos de alto desempenho utilizados por marcas de Athleisure e Activewear, eles podem não saber quantos produtos químicos são adicionados em muitos desses tecidos para se obter propriedades como absorção de umidade, repelência a água ou controle de odores.
     
    Dentro da sustentabilidade com a seda líquida
     
    A inovação da Silk Therapeutics começa com a lagarta do Bombyx mori, também conhecida como bicho-da-seda, um inseto nativo da China e do Extremo Oriente que prefere uma dieta quase exclusiva de folhas de amoreira. Eles são muito exigentes pois se as amoreiras forem tratadas com pesticidas, os vermes não consomem as folhas, explicou o Dr. Greg Altman, CEO da Silk Therapeutics, que usou seu doutorado em bioengenharia da Universidade Tufts.
     
    Esta dieta livre de pesticidas garante um produto livre de produtos petroquímicos de ponta a ponta, acrescentou Dr. Altman. Leva apenas 15 dias para o bicho-da-seda produzir um casulo. Enquanto a maioria dos casulos de bicho-da-seda são usados ​​para fazer tecidos, a Silk Therapeutics usa a proteína dos casulos do bicho-da-seda descartados para fazer seda líquida. Como não precisa dos mesmos casulos de alta qualidade que seriam usados ​​em tecidos, a empresa pode usar casulos que de outra forma seria desperdiçados, e o bicho-da-seda também pode sobreviver, diferentemente do caso da maioria das fábricas de seda, em que o casulo é fervido para obter a fibra.
     
    Ao controlar o processo de fabricação da seda líquida, a empresa pode criar moléculas de seda em diferentes tamanhos para realizar diferentes funções utilizando somente os casulos que sobraram na indústria têxtil, ajudando a tornar o produto da empresa muito mais viável economicamente.
     
    Seda líquida para vestuário de alto desempenho
     
    “Uma das coisas pelas quais somos profundamente apaixonados pelo uso da seda líquida é remover os usos invisíveis e ocultos da química sintética em peças de vestuário, têxteis e produtos que podem entrar em contato com nossa pele e entrar em nossos corpos”, disse Dr. Altman. “Quanto menos absorvermos, menos toleramos e mais saudáveis ​​somos. É um conceito de saúde pública. Estamos unindo os mundos da biotecnologia e do têxtil”
     
    Os tecidos de nylon e sintéticos, comumente usados ​​em calças de yoga, sutiãs esportivos e muito mais, não controlam bem a umidade, levando à necessidade de tratamentos adicionais para alcançar os benefícios desejados. “Nós basicamente cobrimos os tecidos que usamos com química sintética que muda as características da superfície“, disse Altman sobre como os tecidos de desempenho tradicionalmente são criados. “Temos todos esses produtos antimicrobianos, metais pesados, prata, zinco e muito mais aplicados no tecido e que depois serão lavados e indo parar os cursos de água.”
     
    É aí que entra a seda líquida. O náilon tratado com um “acabamento de nano-camada com seda líquida” oferece propriedades similares de absorção de umidade, como fazem as aplicações químicas usuais, de acordo com a Altman. “Se entrar em contato com o seu corpo, é biocompatível e não sai na lavagem, mas se isso acontecer, certamente não vai poluir nossos cursos de água”, acrescentou. “Essa tecnologia, francamente, está à nossa frente há milhares de anos.”
     
    A seda líquida é aplicada no nível do fio ou do tecido após o tingimento, durante o ponto no processo, quando os produtos químicos sintéticos tradicionalmente são incorporados para selar o corante, disse Altman. Dessa forma não é necessário mudar o processo tradicional de fabricação na fábrica, e com isso não há aumento dos custos. O uso da seda líquida no revestimentos de tecidos torna uma jaqueta impermeável ou uma camisa mais macia ou hidratante.
     
    Há um suprimento suficientemente grande dos casulos descartados para atender com facilidade a demanda prevista pela empresa nos próximos anos. Com o mercado de produtos para acabamento têxtil avaliado atualmente em US$ 23 bilhões, há uma oportunidade significativa para melhorar amplamente a saúde humana e ao mesmo tempo produzir roupas mais sustentáveis.

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:“A ciência por trás da seda líquida para produzir roupas mais sustentáveis”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/578/a-ciencia-por-tras-da-seda-liquida-para-produzir-roupas-mais-sustentaveis” Acesso em: 04 de junho de 2018.

     

     

     

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  • Terça, 29 de Maio de 2018

  • Calçadistas brasileiros “combinando com os russos”

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Diz o ditado popular que para o sucesso de uma empreitada é sempre importante “combinar com os russos”. É com esse objetivo, de combinar e vender calçados no gigante da Eurásia, que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), levará 14 marcas nacionais para uma Missão Comercial em Moscou. O evento acontece entre os dias 6 e 8 de junho e contará com um workshop sobre o mercado local e um showroom de calçados Made in Brazil. 

     
    A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que mercado russo exige um trabalho de longo prazo e foi por isso que a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, passou a realizar missões comerciais ao país em 2013. “Temos uma boa expectativa. Apesar de ser um mercado difícil, é promissor. É importante que o empresário  brasileiro combine com os russos, ou seja, tenha flexibilidade para adaptar seus produtos à realidade daquele consumidor, que possui um verão curto e passa boa parte do ano em temperaturas gélidas, necessitando de calçados mais fechados - inclusive para o verão - e com diferenciais como impermeabilização, isolamento térmico e solado antiderrapante para uso no gelo e na neve para o inverno”, ressalta. Nesta missão, o showroom apresentará as coleções brasileiras de primavera-verão.  
     
    No âmbito econômico, Letícia diz que a Rússia passa por um momento de crescimento, após dois anos de recessão. “O país vive um período de recuperação e plena confiança na economia. Prova disso foi a reeleição do presidente Vladimir Putin, em março deste ano, com mais de 76% dos votos. Em 2017, após dois anos de quedas, o PIB russo aumentou 1,5%. Todos esses fatores são motivo de uma expectativa positiva para essa sexta missão comercial à Rússia”, projeta a coordenadora, lembrando que no país o consumo ultrapassa 420 milhões de pares por ano, sendo mais de 70% deles importados. “Embora a China seja o maior fornecedor de calçados para a Rússia, o país vem perdendo espaço. Nos últimos cinco anos, a queda das importações chinesas foi de 36%, o que também abre mais possibilidades para o produto brasileiro”, acrescenta Letícia. 
     
    Exportações
    As exportações de calçados brasileiros para a Rússia aumentaram em 2018. No primeiro quadrimestre deste ano foram embarcados para lá 98,47 mil pares que geraram US$ 2,24 milhões, altas de 14,2% em volume e de 22% em receita no comparativo com igual período de 2017. 
     
    Participam da missão à Rússia as marcas Modare, Klin, Viviar Shoes, Petite Jolie, Bibi, Pimpolho, Capodarte, Dumond, Ortopé, Suzana Santos, Renata Mello, Pampili, Sapatoterapia e Usaflex. 
     
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Calçadistas brasileiros “combinando com os russos””, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-brasileiros-combinando-com-os-russos” Acesso em: 29 de maio de 2018.

     

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  • Segunda, 28 de Maio de 2018

  • O que vender e para quem vender: Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Uma ferramenta fundamental para os empresários brasileiros que objetivam a exportação de seus produtos e a internacionalização de suas empresas. É dessa maneira que pode ser definido o “Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras”, que, agora, ganha uma nova versão, atualizada e ampliada, em um esforço conjunto de diversas áreas técnicas da Apex-Brasil.

    O mapa se destina a apoiar as empresas brasileiras na diversificação de destinos e de produtos exportados. Para sua elaboração, foi utilizada uma metodologia desenvolvida pela Apex-Brasil, aliada às prioridades apontadas por parte do setor privado brasileiro. Destacam-se países considerados estratégicos para a atuação comercial brasileira que foram destino de mais de 90% das exportações brasileiras para o mundo em 2016. Posteriormente, identificam-se setores e formas de atuação em cada um desses mercados.
     
    Ele sempre existiu no site da Agência, porém, em um processo de atualização, todo o layout foi alterado para facilitar a navegação e a experiência dos usuários.  A ferramenta recebeu melhorias no sistema de indexação das buscas, com visualização mais clara por parte do usuário.
     
    O serviço oferece uma visão das melhores estratégias em cinco macrossetores: Alimentos, Bebidas e Agronegócio; Casa e Construção; Moda e Cuidados Pessoais; Máquinas e Equipamentos; Multissetorial e Outros. “Dentro dos macrossetores, há mais de 70 setores e mais de 200 subsetores, com a novidade de ter sido criada uma maior segmentação dos subsetores”, explica Igor Isquierdo Celeste, Coordenador de Inteligência de Mercado da Apex-Brasil.
     
    Ao clicar em um país, como a Rússia por exemplo, o usuário tem acesso a informações relacionadas aos negócios envolvendo o tipo de produto no país em questão. Informações como a região, o setor em que se encaixa o produto, assim como o subsetor. Outras informações são as importações do país, o total de exportações brasileiras, o crescimento médio dos concorrentes, o crescimento médio do Brasil, o principal concorrente das empresas brasileiras em relação ao produto no país, a participação desse principal concorrente e a participação do Brasil no mercado. Além disso, indica a categoria em que está inserida a participação das empresas brasileiras no setor naquele país, que é explicitada por meio de diferentes cores no mapa.
     
    De acordo com Igor Celeste, as diferentes cores dos países no mapa, segundo o tipo de produto, ajudam o empresário a definir sua estratégia de exportação e internacionalização. “Se o país está na cor Verde, significa Abertura de Mercado. Trata-se de um mercado em que ainda não há participação expressiva do Brasil do produto ou há pouca participação ou, ainda, não existe participação. Se a cor do país no mapa é Laranja significa Consolidação. Há uma participação interessante, com mais de 1% do mercado, com bom dinamismo, mesmo sem o Brasil ser líder de mercado.”, afirma.
     
    Segundo ele, se a cor é Azul, há uma liderança por parte do Brasil, com alta participação de mercado. Além disso, os produtos brasileiros nesse destino crescem junto ou até mais que os concorrentes. “Trata-se de uma boa oportunidade para a internacionalização das empresas que já têm boa performance em termos de comércio. E se, por fim, a cor do país aparece em amarelo, entendemos que há uma necessidade de recuperação de nossas empresas, com crescimento abaixo dos concorrentes”, explica.
     
    Na versão atualizada, aliás, o mapa recebeu um upgrade. Antes, oferecia informações sobre 42 países, agora oferece sobre 63. E também libera a geração de PDF das informações da ferramenta e a impressão, para posterior consulta. “Uma empresa com múltiplos produtos pode, por exemplo, buscar as oportunidades por país, além de delimitar um foco estratégico para exportar. O mapa é um bom ponto de partida para a geração de negócios, ainda que não elimine todas as pesquisas necessárias para a inserção de mercado, como mapear regulamentos técnicos ou fitossanitários necessários para o acesso ao mercado”, define Igor Celeste.
     
    Outra novidade é que ao acessar uma oportunidade o empresário encontra todos os estudos relacionados ao país desenvolvidos pela Apex-Brasil. “Caso tenhamos estudos disponibilizados, encontrarão informações aprofundadas sobre seus mercados-alvo”, cita Igor. 
     
    Por fim, para que os técnicos da Apex-Brasil possam ter uma visão qualitativa (além da quantitativa) de quem acessa o mapa, é necessário o preenchimento, uma única vez, de um rápido cadastro.
     
     

    Fonte: Apex-Brasil"

    Referências:“O que vender e para quem vender: Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/556/o-que-vender-e-para-quem-vender-mapa-estrategico-de-mercados-e-oportunidades-comerciais-para-as-exportacoes-brasileiras” Acesso em: 28 de maio de 2018.

     

     

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  • Sexta, 25 de Maio de 2018

  • Calçadistas comemoram a manutenção da desoneração da folha de pagamentos

  • Resultado de imagem para desoneração da folha de pagamentos

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O setor calçadista brasileiro comemora a aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados, na noite de ontem (23), do Projeto de Lei 8456/2017, conhecido como projeto da reoneração, pelo fato do mesmo ter excluído o setor de voltar a contribuir com 20% sobre a folha de pagamentos. Com isso, fica garantida a manutenção da modalidade atual, na qual os calçadistas pagam 1,5% do faturamento, excluído as exportações.

    Conforme o projeto aprovado, foram mantidos no regime atual de desoneração 29 setores, entre eles o calçadista, o têxtil, o de máquinas e equipamentos industriais e o de móveis. O presidente-executivo, Heitor Klein, ao agradecer o empenho de parlamentares ligados à defesa do setor calçadista, destaca que inicialmente eram apenas seis os setores que seriam mantidos no atual. “Não é somente o setor calçadista brasileiro que comemora essa vitória, é a sociedade. Somos um segmento que emprega, diretamente, 300 mil pessoas, e seríamos seriamente afetados caso voltássemos ao regime anterior, causando desemprego”, explica o executivo.

    O projeto aprovado na Câmara vai agora para votação no Senado Federal e em seguida para a sanção Presidencial. Se aprovado nas demais esferas, terá validade até 31 de dezembro de 2020."

    Referências:“Calçadistas comemoram a manutenção da desoneração da folha de pagamentos”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-a-manutencao-da-desoneracao-da-folha-de-pagamentos” Acesso em: 25 de maio de 2018.

     

     

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  • Quarta, 23 de Maio de 2018

  • Embora o e-commerce cresça no Brasil, “o novo mundo é omni”

  • Resultado de imagem para omini channel
    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    "Você já ouviu falar em omni channel? Trata-se de uma tendência do varejo internacional, especialmente nos países mais desenvolvidos, de aliar a experiência on-line com a off-line, integrando e-commerces e lojas físicas. No ano passado, conforme dados do PayPal, o e-commerce brasileiro, mesmo em meio à crise econômica, cresceu 12,5%. Por outro lado, especialistas ressaltam que o mundo caminha para a prevalência do omni channel, que alia a experiência virtual com a física. É de olho em estratégias de crescimento dessa modalidade, que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) traz como um dos palestrantes do 22º Seminário Nacional da Indústria de Calçados (SNIC) o executivo líder da área de Soluções de Indústrias para os mercados de Varejo e Indústrias de Bens de Consumo da IBM Brasil, Enio Garbin. O evento acontece a partir das 8h30 do dia 13 de junho, na Unisinos, em São Leopoldo/RS.
     
     
    O especialista adianta que irá explorar como a tecnologia continua, e agora numa velocidade ímpar, alavancando a transformação e reinvenção da sociedade e dos negócios, em especial do varejo. Segundo ele, a tendência é de que tudo se funda, o físico e o digital, com consumidores prezando pelo autoatendimento e praticidade. “O novo mundo é omni”, frisa. Para Garbin, o varejo precisa estar preparado para esse novo momento, com lojas conectadas e integradas numa jornada completa para o consumidor, revendo sua cadeia de suprimentos para atender sua demanda”, ressalta, acrescentando que, embora o e-commerce seja uma realidade consolidada, é preciso cada vez mais convergir para a visão onipresente do mesmo, onde não existem canais. 
     
    Na sua palestra, o executivo da IBM discorrerá sobre as novas tendências tecnológicas disponíveis para viabilizar essa jornada “onipresente” para o consumidor. Também vai trazer cases de sucesso, como as plataformas Uber, AirBnB, entre outras, empresas que, mesmo sem grande capital de investimento, obtiveram êxito comercial porque foram visionárias e anteveram a mudança de comportamento do consumidor. “O mercado não vai privilegiar os maiores, mas sim os mais ágeis em se adaptarem e entenderem seu cliente”. acrescenta. 
     
    Inteligência Artificial
    Outro ponto alto da apresentação será Inteligência Artificial (IA), ferramenta que auxilia no engajamento do consumidor, planejamento de operação, atendimento, pré e pós-vendas, entre outros aspectos. “A IA destrava todo o potencial das informações não-estruturadas, como som, voz, vídeo, foto etc., bem como entrega uma interação mais humana e inteligente”, conclui Garbin.
     
    O tema do SNIC deste ano é “Marcas, Tecnologia e Disrupção”. O investimento é de R$ 60 para associados da Abicalçados e estudantes - mediante identificação no dia do evento. Para o público geral, o investimento é de R$ 120 para o dia todo de palestras e talks. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos via site www.abicalcados.com.br/snic, local onde também constam mais informações sobre o evento. Para esta edição, quem comprar quatro ingressos, ganha o quinto. Basta enviar o comprovante da compra para samantha@abicalcados.com.br, e-mail no qual o associado também poderá solicitar seu código de desconto de 50%. 
     
    O Seminário é uma promoção da Abicalçados com os patrocínios da Francal Feiras, Couromoda e Colorgraf. A curadoria é da WTF! School. 
    PROGRAMAÇÃO 2018
    *Sujeita a alterações
    8h30 Credenciamento e Welcome coffee 
    8h50 Abertura 
    9h00 Opening Act: A era das inovações exponenciais, com Felipe Menezes (WTF! School)
    10h00 O que meu cliente quer? Quatro tendências que impactam o seu negócio, com  Vanessa Mathias (White Rabbit)
    11h00 Varejo da era digital, com Gustavo Schifino (Pier X)
    12h00 Intervalo 
    13h30 Inteligência Artificial: Inovação para Transformação do Varejo, com Enio Garbin (IBM)
    14h30 Realidade virtual e aumentada: construindo experiências multissensoriais com as marcas, com Eduardo Zilles Borba (CITI-USP/Faccat)
    15h30 A Batalha das Marcas para se manter relevante aos consumidores, com Peter Kronstrom (Copenhagen Institute for Futures Studies Latin America)
    16h25 TALK1: Empreendedorismo com propósito, com Guilherme Massena e Eduardo Hommerding (Dobra) 
    16h45 TALK 2: A voz do seu produto, com Taís Bellini (HP)
    17h05 TALK 3: O atendimento virtual superará o humano? Com Cristiano Chaves (Arezzo)
    17h25 PAINEL: Dobra + HP + Arezzo 
    18h00 Encerramento"
     
    Referências:“Embora o e-commerce cresça no Brasil, “o novo mundo é omni””, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/embora-o-e-commerce-cresca-no-brasil-o-novo-mundo-e-omni” Acesso em: 23 de maio de 2018.
     
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  • Terça, 22 de Maio de 2018

  • A arte da estamparia durante o Inspiramais 2019_II

  • Resultado de imagem para A arte da estamparia durante o Inspiramais 2019 _IIO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Será dias 17 e 18 de Julho, no Centro de Eventos Pro Magno (Avenida Ida Kolb, 513, Casa Verde), que São Paulo receberá a edição do Inspiramais 2019_II, evento que reúne 7 mil profissionais da moda ávidos por conhecerem os principais lançamentos de matérias-primas para roupas, calçados, joias, móveis e outros segmentos ligados ao do Sistema Moda Brasil.

    Entre as centenas de materiais para 2020_I - componentes, tecidos, estampas, sintéticos, couros, saltos, enfeites, aviamentos e outros - está o Projeto + Estampa, realizado pela Assintecal, Abit e AL-Invest 5.0.
     
    Sob a arte da estamparia, e coordenação do designer e consultor da Assintecal, Lucius Vilar, foram convidados sete estúdios  de design de todo o país para desenvolver o projeto, onde são decodificados elementos da cultura brasileira para criação de novas estampas e apresentação de novas aplicações, incorporando a originalidade brasileira como forma de reduzir a cultura da cópia e também a compra de estampas internacionais por parte de empresas do setor de confecções. 
     
    “A inovação é uma característica peculiar, garantindo que os produtos criados não sejam copiados ou reproduzidos tão facilmente pelos concorrentes, sendo o diferencial do projeto, que apresenta estampas exclusivas”, comenta Lucius Vilar. 
     
    Além do +Estampa será possível conhecer o Corredor da Inovação, com produtos para a moda em harmonia com as novas tecnologias; o Conexão Inspiramais 2019_II, que apresenta mais de 900 novidades em materiais; e o Preview do Couro 2020_l- que visa estimular o setor coureiro brasileiro nas áreas de desenvolvimento, pesquisa, criação e promoção comercial de couros acabados, originais e genuínos, valorizando a imagem dos couros e dos curtumes no exterior, aumentando assim a possibilidade de venda e valorização de toda a cadeia produtiva.
     
    Para Walter Rodrigues, que responde como Coordenador do núcleo de Design do Inspiramais 2019_II, o que faz do Inspiramais ser o único salão de design e inovação de materiais da América Latina e receber tantas grifes e profissionais de diversos países é “que estamos falando de uma construção de produtos que se tornam referências nas produções de roupas, bolsas, cintos, calçados, acessórios, jóias, e designer de móveis. Uma cadeia toda que já alinha uma referência única para êxito do país no mercado nacional e internacional”. Ainda para Walter, “o Salão Inspiramais é ponto de encontro de estilistas e designers de todos os segmentos da cadeia da moda, com muitas empresas prontas para mostrar novos caminhos”.
     
    A entrada é gratuita para profissionais do setor e as inscrições podem ser feitas pelo site www.inspiramais.com.br. Dia 17/07 das 9h à 20h e dia 18/07, das 09h às 19hs.
     
    quem faz: O salão é promovido pela Assintecal, ABIT, Texbrasil, CICB e Brazilian Leather; tem patrocínio da Cipatex, Altero, Bertex, York, Grupo Lunelli, Sappi Dinaco, Wolfstore, Caimi & Liason, Brisa, Intexco, Tecnoblu, Britânnia Têxtil, Cofrag, Colorgraf, Endutex, Componarte, Branyl e Berlan e apoio da ABEST, ABICAV, Abicalçados, IBGM, IBB, In-Mod, ABV-Tex, Ápice, Abimóvel e Guia JeansWear by Style WF.
     
     
    Serviço
    Inspiramais 2019_II
    Data: 17 e 18 de julho
    Local: Centro de Eventos Pro Magno (Avenida Ida Kolb, 513, Casa Verde, São Paulo)
    Horário:
    17/07: das 9h à 20h
    18/07, das 09h às 19hs
     Entrada gratuita para profissionais do setor
    Inscrições e informações: www.inspiramais.com.br
     
    Informações para imprensa
     www.agenciacapsula.com.br | 55 12 3302-8672
    Carlos Lopes: 11 98923-0749 | carloslopes@agenciacapsula.com.br
    Cimey Gadelha: 11 9 8907-8628 | cimeygadelha@agenciacapsula.com.br
     

    Fonte: Capsula"

    Referências:“A arte da estamparia durante o Inspiramais 2019_II”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/552/a-arte-da-estamparia-durante-o-inspiramais-2019-ii” Acesso em: 22 de maio de 2018.

     

     

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