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  • Quinta, 14 de Dezembro de 2017

  • Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos

  • Resultado de imagem para Tecnologia digital facilita o design personalizado

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Nova tecnologia digital permite que os tecidos possam ser automatizados e personalizados, alterando a mentalidade atual de que eles não podem ser produzidos em pequenas quantidades como já acontece com a estamparia digital. O professor Steve Marschner da Cornel University e o professor Brooks Hagan da Rhode Island School of Design querem disponibilizar o processo de design têxtil para todos.

    “Vimos a oportunidade de fornecer uma maneira para que todos possam transformar qualquer desenho em tecido personalizado. Você pode entrar em nosso aplicativo online, enviar um desenho e ver uma prévia visual na tela enquanto você mudar o padrão de tecelagem, cores de fios, etc, e então quando gostar do que criou é só clicar em imprimir “, disse Steve Marschner.

    Steve e Brooks têm trabalhado nesta tecnologia digital há alguns anos quando fundaram em 2015 a Computacional Textiles cujo primeiro produto é a plataforma online Wef, que permite a personalização de modelos disponíveis no site, e no final deste ano, os clientes poderão fazer o upload de seus próprios desenhos ou fotografias, e mandar tecê-los em pequenas metragens como acontece com a estamparia digital, facilitando muito a vida de micro e pequenas marcas de moda e decoração.

    Os planos futuros incluem a possibilidade de mostrar o tecido personalizado em objetos 3D, como almofadas, roupas ou uma cadeira. A empresa diz que tem acordos com várias das maiores fábricas têxteis nos EUA para produzir tecidos personalizados sob demanda.

    A tecnologia digital quando aplicada a uma plataforma de fabricação antiga, facilita o acesso aos designers, cria novas oportunidades de negócios para a indústria têxtil e facilita a personalização em massa. O designer Phillip Stearns explora falhas digitais em máquinas e as converte em gráficos impressionantes que eventualmente são tecidos em têxteis através da plataforma de tecidos computacionais GlitchTextiles.

    WOVNS é outra plataforma digital que permite a qualquer pessoa criar seus próprios desenhos e mandar fabricá-los em teares de Jacquard. O processo é simples pois você se inspira para criar o design, depois envia o arquivo para a plataforma online, e voila!

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/112/tecnologia-digital-facilita-o-design-personalizado-e-a-producao-de-pequenas-metragens-de-tecidos” Acesso em: 14 de dezembro de 2017.”

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  • Quarta, 13 de Dezembro de 2017

  • Inscrições abertas para o Prêmio Primus Inter Pares Assintecal Braskem

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "São seis categorias, divididas em micro e pequenas empresas e médias e grandes empresas. As categorias são: IDEIAS INOVADORAS, TECNOLOGIA, DESIGN, EXPORTAÇÃO, SUSTENTABILIDADE e IMPRENSA.

    As inscrições e envio dos cases vão até o dia 09/02 e mais informações e regulamento podem ser obtidas no site www.premioprimus.org.br“ target="_blank">site do Prêmio Primus.

    O Prêmio Primus Inter Pares Assintecal | Braskem é o prêmio mais aguardado do setor e busca estimular e promover o setor de componentes, reconhecendo as empresas destaques em soluções criativas e inovadoras e que contribuem para melhoria e competitividade das empresas no mercado.

    Inovação Colaborativa
    Para 2018 o tema é Inovação Colaborativa, maneira de incentivar a indústria para os novos caminhos do mercado.  “A ideia com o tema é estimular as empresas a compartilhar conhecimentos e soluções entre elas, parceiros, fornecedores e diversos públicos. O prêmio que reconhece as soluções mais criativas e inovadoras do setor de componentes quer incentivar cada vez mais o pensamento colaborativo como norte da inovação, preparando o setor para os desafios futuros.

    Concurso com designer elegerá Troféu
    Nesta edição, designers em geral são convidados a criarem o troféu que será premiado aos vencedores das categorias. Qualquer profissional pode se inscrever e apresentar idéias para os troféus que brindarão a celebração.  O designer que criar o troféu vencedor, escolhido internamente pela Assintecal, receberá um prêmio de R$1.500.00. 
    O prazo de inscrição de troféus é até 15 de dezembro de 2017.

    Cerimônia de premiação
    Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de premiação, que ocorrerá no dia 05 de março de 2018, às 19h, no Swan Tower (Av. Dr. Maurício Cardoso, 303, Hamburgo Velho, Novo Hamburgo - RS). O evento, já tradicional no calendário do setor, é considerado um dos maiores encontros de empresas e parceiros, com muita troca de informação e experiência.


    O Prêmio Primus Inter Pares Assintecal | Braskem, realizado pela Assintecal, é co-realização da Braskem e tem patrocínio Grupo Sinos, Conexo, Biason, Formobile, Francal, Grupo Troca, LOFT, Sing Futuretextil 2018, Triart, Comunicação Impressa, M&C, Nobletur Viagens e Solo."

    Referências:Inscrições abertas para o Prêmio Primus Inter Pares Assintecal Braskem, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/118/inscricoes-abertas-para-o-premio-primus-inter-pares-assintecal-braskem” Acesso em: 13 de dezembro de 2017.”

     

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  • Terça, 12 de Dezembro de 2017

  • Varejo gaúcho deve fechar ano com crescimento

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Após três anos seguidos de estagnação e queda intensa, em 2017, as vendas do varejo gaúcho devem fechar com crescimento de 13,41%, comparando com o mesmo período de 2016. Tal percentual, apesar de aparentemente elevado, não reverte a queda de consumo dos anos anteriores, de acordo com o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch. Outro dado positivo do ano é que o PIB gaúcho referente ao comércio cresceu 8,31%.

    O PIB gaúcho total deve subir 0,45%. O PIB brasileiro encerra o ano com crescimento de 0,86%, enquanto o PIB brasileiro referente ao comércio aumentou 1,67%, comparando com os mesmos dados no final do ano passado. As informações foram apresentadas em coletiva de imprensa da entidade, que ocorreu nesta quinta-feira, 7 de dezembro, na sede da FCDL-RS, em Porto Alegre/RS.

    “A retomada do crescimento das vendas no varejo gaúcho iniciou no início de 2017 e se acelerou a partir do segundo trimestre, com a influência da liberação das contas inativas do FGTS, da grande safra agrícola, a despeito da queda do preço da soja, e da queda da SELIC, incentivando os investidores em títulos públicos a consumir bens duráveis. Podemos destacar que o crescimento das vendas esteve concentrado nos artigos duráveis. Mesmo com o resultado positivo no ano, o consumo na maioria dos gêneros varejistas ainda está inferior aos padrões verificados há três anos (2014) e 5 anos (2012). Isto mostra que ainda existe um longo caminho para a plena recuperação do comércio lojista”, destacou Koch.

    Outro dado positivo que demonstra uma retomada do crescimento é de abertura de lojas no Estado, com 99.328 estabelecimentos em funcionamento atualmente. Ao final de 2016, o número de lojas era de 99.307. Os postos de trabalho nas lojas gaúchas recuaram até outubro. Porém, em novembro e dezembro a contratação de profissionais temporários fez com que o emprego do comércio varejista feche o ano com crescimento de 1,05%. Koch salienta que a tendência para 2018 é de sustentação da alta."

     

    Referências:Varejo gaúcho deve fechar ano com crescimento, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/110/varejo-gaucho-deve-fechar-ano-com-crescimento” Acesso em: 12 de dezembro de 2017.”

     

     

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  • Segunda, 11 de Dezembro de 2017

  • Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex

  • Resultado de imagem para crescimento

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília- O ministro Marcos Pereira presidiu, nesta quinta-feira, a 16ª Reunião do Conselho Consultivo do Setor Privado da Câmara de Comércio Exterior. “O Conex não se reunia desde julho de 2015”, lembrou o ministro. “Logo, era urgente a retomada dos trabalhos deste Conselho, que é uma importante ferramenta de debate especializado e qualificado para nós, governo, colhermos sugestões de como melhorar as políticas públicas voltadas ao comércio exterior”, afirmou o ministro.

    Apesar desse tempo sem que o Conselho se reunisse, o ministro destacou que a interlocução com os setores tem se realizado, e que o MDIC mantém as portas abertas para recebimento de demandas e formulação de parcerias com o setor produtivo. O ministro também falou que a pauta da reunião, trazida pelo setor privado, incluia temas já defendidos pelo MDIC  como  questões relacionadas às negociações comerciais e aos temas de financiamento às exportações.     Para a secretária-executiva da Camex, Marcela Carvalho, a retomada das discussões do Conex foi importante porque estimula ainda mais o diálogo com os setores mais relevantes da economia brasileira.

    Melhorias do ambiente de negócios

    Durante a reunião, o ministro também destacou as ações do MDIC para a  melhoria do ambiente de negócios e promoção de investimentos no Brasil, como:

    •  Implementação do projeto piloto RedeSIM, na cidade de São Paulo, que visa a desburocratizar e reduzir o prazo de abertura de empresas de 101 para 7 dias;
    •  Instalação e expansão do Brasil Mais Produtivo, programa de consultoria direcionado a Pequenas e Médias empresas para aplicação de técnicas de manufatura enxuta. O impacto médio é de 51% de aumento de produtividade nas empresas participantes;
    •  Implantação do módulo de exportações do Portal Único no primeiro semestre desse ano, bem como a previsão de lançamento do modulo de importações já no início de 2018;
    •  Fomento ao dinamismo e ao desenvolvimento tecnológico de startups, por meio de programas de aceleração, como o InovAtiva; de internacionalização, como o StartOut; e da necessária conexão com grandes empresas, como o Conexão Startup-Indústria;
    •  Desenvolvimento, por um grupo técnico específico, da estratégia brasileira para a indústria 4.0, a ser lançado em março de 2018;
    •  Reestruturação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial;
    •  Lançamento da consulta pública para formulação da Agenda Regulatória de Comércio Exterior, pela SE/Camex;

    Conex

    Participam do Conex, os representantes do setor produtivo nomeados em julho de 2017, por meio da Resolução Camex n°60/2017. Os conselheiros possuem mandato de 2 anos, pessoais e intransferíveis. A participação nas atividades do Conex é considerada serviço público de natureza relevante, não ensejando remuneração.

    Compete ao Conex assessorar a Camex, por meio da elaboração e do encaminhamento de estudos e de propostas setoriais para aperfeiçoamento da política de comércio exterior.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/108/melhorias-no-ambiente-de-negocios-sao-destacadas-por-marcos-pereira-em-reuniao-do-conex” Acesso em: 11 de dezembro de 2017.”

     

     

     

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  • Sexta, 08 de Dezembro de 2017

  • Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Pode até parecer uma matéria esportiva, mas não é! Michael Jordan, considerado por muitos como o melhor jogador de basquete de todos os tempos, e Stan Smith – venceu o US Open, em 1971, e Wimbledon, em 1972 – se tornaram referências dentro e fora das quadras, mas também nos pés de muita gente.

    Jordan e Smith inspiraram a criação de dois modelos de tênis, literalmente, icônicos: Nike Air Jordan 1 e Adidas Stan Smith, respectivamente. Nesta temporada, o universo esportivo invadiu o mundo da moda e estes calçados, hoje, viraram sinônimo de tendência.

    Nike Air Jordan - Sneaker inspirado no gênio do basquete

    Desde que foi inventado, em 1891, o basquet nunca tinha visto um gênio como Michael Jeffrey Jordan, o maestro do Chicago Bulls, onipresente em toda a quadra, capaz de parar por intermináveis segundos no ar antes de encestar a bola. Foi esta habilidade, sobrenatural segundo seus adversários, que há mais de 30 anos levou o marqueteiro de Jordan, David Falk, a bater às portas da Nike, em Oregon, propondo a criação do Air Jordan, que viria a ser uma espécie de “Cadillac” dos tênis esportivos.

    O “J”, como é chamado, não é apenas um par de tênis. Aos pés do seu criador, tornou-se um divisor de águas: ajudou a levar o basquete às multidões, elevou a autoestima de milhões de negros norteamericanos que não teriam outra ferramenta de mobilidade social, e gerou uma revolução no marketing esportivo, que culminou com o slogan, conhecido no mundo todo: “Just Do It”.

    Desde que entre dois pares de tênis de basquete vendidos nos Estados Unidos, um é “Air”, a consultoria SportsOneSource calcula que Jordan ainda seja o responsável por US$ 2,7 bilhões dos quase US$ 27,7 bilhões que a Nike gera anualmente, a partir da empresa de Beaverton, no Estado de Oregon, que até os anos 1980 era uma obscura fábrica nascida no porta-malas de uma van.

     

    O sobrenome do atleta batiza uma divisão de produtos na companhia que vende calçados e roupa inspirados no basquete. “O Air Jordan 1 é considerado, por muitos, o mais importante calçado da cultura dos tênis”, afirma Ricardo Nunes, editor e fundador do site especializado em tênis SneakersBR.

    Ele revela que o modelo foi banido das quadras da NBA, na época do seu lançamento, e virou uma febre tão grande entre os fãs de Michael Jordan que Nike e a rede FootLocer tiveram de entrar em acordo, lançando novas cores somente aos sábados. “Isso para que a molecada não perdesse aula para fazer fila nas lojas, à espera do tênis”, comenta, acrescentando que o Nike Air Jordan 1 não virou um calçado tão inspiracional para o nascimento de modelos ‘genéricos’. “Mas, nem por isso, ele deixa de se conectar com adeptos da moda mais iniciados nas culturas esportiva e de rua”, completa Nunes.

     

    Adidas Stan Smith - legião de fãs

    Branco e verde. Com simplicidade aplicada em sua paleta de cores e na concepção do design, nascia o Stan Smith, o tênis mais marcante da adidas e um dos mais importantes calçados do segmento. Rappers, punks, DJs, designers, atores hollywoodianos, pais, mães, avós e netos. Ao longo dos seus 53 anos de história, os Smiths conquistaram todos os públicos, e hoje é muito difícil olhar para eles e não lembrar alguma história em que estiveram presentes.

    A fórmula é simples: cabedal liso em couro de grão integral, as famosas “três listras perfuradas” e o solado tonal de borracha foram suficientes para fazer deste cano baixo um objeto de desejo. “O Stan Smith nasceu nas quadras de tênis e já viveu altos e baixos, mas nunca perdeu sua importância. As linhas são simples mas, ao mesmo tempo, sofisticadas, e a execução mais clássica – em couro liso branco, com detalhes verdes – é daquelas que vai bem com tudo”, detalha Nunes.

    Desde o momento em que o primeiro par de Adidas Stan Smith foi exposto em uma vitrine, 40 milhões de caixas com o modelo foram vendidas em todo o mundo e, recentemente, com sua nova inserção no mercado após uma pausa de um ano, o modelo vendeu em 12 meses mais do que entre o período de 2010 a 2013.

     

    Sempre que questionado sobre o sucesso do modelo, Stan Smith, tenista profissional que deu nome ao tênis, diz que o design simples e as cores básicas são os grandes responsáveis pelo sucesso do
    calçado através dos tempos.

    Originalmente nomeado de Halliet, em homenagem ao tenista francês Robert Halliet, o modelo nasceu em 1963, destinado aos esportistas das raquetes. Somente em 1978, quando rebatizado, recebeu o nome de Stan Smith, que atingiu o primeiro lugar no ranking mundial de tênis em 1972.

    A partir de 1978, variação nas cores foram oferecidas. De lá para cá, combinações inusitadas, estampas e materiais diferenciados, como camurça e malha, entraram em cena, acompanhando as tendências da moda."

    Referências:Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/102/sneakers-icones-dentro-e-fora-das-quadras-esportivas” Acesso em: 08 de dezembro de 2017.”

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  • Quinta, 07 de Dezembro de 2017

  • Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre

  • Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

    Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

    Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

    Oferta

    A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

    “A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

    Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

    O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

    Demanda

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

    A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

    Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

    Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

    Setor externo

    As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

    Acumulados

    O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

    Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

    Revisões

    O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior."

    Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

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  • Quarta, 06 de Dezembro de 2017

  • Em novembro, Brasil registra queda nas exportações de calçados

  • Resultado de imagem para queda em exportaçoes

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês de novembro os calçadistas exportaram 9,88 milhões de pares que geraram US$ 83,43 milhões, números menores tanto em volume (-10,6%) quanto em valores (-0,9%) em relação ao mês 11 do ano passado. No acumulado, de janeiro a novembro, as exportações seguem positivas tanto em volume (+2,1%) quanto em valores (+11,9%) no comparativo com igual período de 2016. Nos 11 meses foram embarcados 109,86 milhões de pares por US$ 973,58 milhões.


    Conforme o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os resultados de novembro ainda são reflexo do encarecimento do calçado brasileiro, que passou de um preço médio de US$ 7,60 para US$ 8,50 entre novembro de 2016 e o mês passado. “Com a valorização recente do real sobre o dólar, nosso calçado ficou com preço menos competitivo, o que tem impacto direto nas exportações, especialmente para países mais sensíveis a preço, caso dos Estados Unidos”, explica o executivo. Os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior e vem perdendo espaço na pauta exportadora nacional desde o início do ano. Entre janeiro e novembro, os norte-americanos importaram 9,88 milhões de pares por US$ 170,18 milhões, quedas de 13,3% em volume e de 12,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

    Equador
    Além da queda para os Estados Unidos, Klein ressalta que o valor negativo em novembro ainda é reflexo dos problemas nas exportações para o Equador. Desde setembro deste ano o país vizinho vem sobretaxando os calçados brasileiros, contabilizando uma tarifa de 10% + US$ 6 por par, em função de um problema sanitário das bananas importadas de lá pelo Brasil o que, segundo autoridades brasileiras, impede a liberação das importações pelo risco de contaminação dos bananais locais. "A solução está pendente de negociação, mas o fato é que nossos associados reportaram mais de 500 mil pares e US$ 6 milhões impactados pela medida, sobretaxados na aduana equatoriana", conta Klein.

    Origens
    O maior exportador brasileiro de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e novembro, os gaúchos embarcaram 25,38 milhões de pares que geraram US$ 406,86 milhões, altas de 0,3% e 6,3%, respectivamente, na relação com igual período do ano passado.

    O segundo exportador do período foi o Ceará, que embarcou 41 milhões de pares por US$ 245,82 milhões, altas de 3,4% e 8,5%, respectivamente.

    No mesmo comparativo, o terceiro exportador foi São Paulo, de onde partiram 7 milhões de pares que geraram US$ 106,47 milhões, queda de 18% em volume e incremento de 8% em receita na relação com 2016.

    Importações
    Assim como as exportações, as importações também aumentaram no período compreendido entre janeiro e novembro. No intervalo, entraram no Brasil 22,78 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 323,32 milhões, altas de 8% em pares e de 1,2% em dólares na relação com igual período de 2016.

    As principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos, que responderam por mais de 90% do total importado.  No período, o Vietnã exportou para o Brasil 10,35 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 179,2 milhões, altas de 8,4% em volume e de 1,9% em dólares no comparativo com mesmo ínterim de 2016.

    A segunda origem dos embarques foi a Indonésia, de onde partiram rumo ao Brasil 3,84 milhões de pares por US$ 63 milhões, alta de 1,2% em volume e queda de 9% em receita na relação com o ano passado.

    O terceiro maior exportador de calçados para o Brasil foi a China, que embarcou 5,45 milhões por US$ 29,55 milhões, quedas de 1,3% e de 13%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2016.

    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações chegaram a US$ 38 milhões no período, queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2016. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai."

    Referências:Em novembro, Brasil registra queda nas exportações de calçados, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 06 de dezembro de 2017.

     

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  • Terça, 05 de Dezembro de 2017

  • Pesquisas mostram que 73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia

  • Resultado de imagem para Compras no natal

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

    Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

    Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.


    Roupas, calçados e acessórios estão entre os produtos mais procurados no Natal 

    De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

    No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

    Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

    Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes, no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59.

    Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

    Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

    “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.


    83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

    Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

    Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.


    Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

    Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. A cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shoppings centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

    Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

    Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli."

    Referências:Pesquisas mostram que 73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/78/pesquisas-mostram-que-73-dos-brasileiros-devem-ir-as-compras-no-natal-data-vai-movimentar-r-512-bi-na-economia” Acesso em: 05 de dezembro de 2017.”

     

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  • Segunda, 04 de Dezembro de 2017

  • MISSÃO EMPRESARIAL: Programa de internacionalização Peru-Colômbia

  • Resultado de imagem para missao empresarial

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) realizará entre os dias 26 de fevereiro a 02 de março de 2018 uma Missão de Internacionalização para as cidades de Lima, no Peru, e Bogotá, na Colômbia.

    O objetivo da ação é apoiar as empresas brasileiras que desejam expandir suas exportações por meio de abertura de operações nesses países, tais como escritórios comerciais, centros de distribuição, lojas, assistência pós-venda, etc.

    Na missão serão oferecidas informações sobre o ambiente de negócios do Peru e da Colômbia, reuniões com prestadores de serviços, visitas técnicas, interações com empresas instaladas e apoio na elaboração do Plano de Expansão Internacional da empresa.

    MISSÃO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS PARA O PERU E COLÔMBIA

    Data: 26 de fevereiro a 02 de março de 2018
    Local: Hotéis em Lima e Bogotá, a definir, e visitas técnicas à locais externos conforme programação.

    Inscreva-se para o processo seletivo até o dia 20 de dezembro.
    Informações sobre a missão

    Investimento: *R$500.00 por empresa
    *Neste valor não estão incluídos despesas de viagem, traslados e alimentação.

    MAIS INFORMAÇÕES

    Apex-Brasil – Relacionamento com Clientes
    +55 61 3426-0202
    www.apexbrasil.com.br

    apexbrasil@apexbrasil.com.br"

    Referências:MISSÃO EMPRESARIAL: Programa de internacionalização Peru-Colômbia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/66/missao-empresarial-programa-de-internacionalizacao-peru-colombia” Acesso em: 04 de dezembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 01 de Dezembro de 2017

  • Porto de Santos registra novos recordes e deverá ter em 2017 o melhor ano de sua história

  • Resultado de imagem para Porto de santos

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Santos - A movimentação de cargas no Porto de Santos registrou em outubro último o maior acumulado de sua história ao atingir a marca de 109,052 milhões de toneladas e o maior movimento mensal para os meses de outubro, com 11,368 milhões de toneladas.

    A marca superou em 9,1% o até então melhor desempenho até outubro, verificado em 2015, e em 11,6%, o total apurado em igual período do ano passado. O resultado do mês cresceu 0,5% acima da segunda melhor performance, também ocorrida em 2015, e 24,3% sobre outubro do ano anterior.

    Com os números de outubro, Santos projeta novo recorde anual, com estimativa de atingir 126,8 milhões de toneladas, ultrapassando em 5,8% o maior total anual, obtido em 2015, e em 11,5% o total de 2016, configurando-se em novo recorde anual de movimentação de cargas no Porto de Santos.

    O movimento mensal apresentou elevado crescimento de 35,2% das exportações, resultado verificado principalmente em razão do aumento de 190,1% nos embarques de milho, que atingiu a marca de carga mais operada em outubro, com 2,193 milhões de toneladas carregadas. No ano, o cereal acumulou alta de 49,9%, chegando a 10,632 milhões de tonelada.

    Destaca-se também o aumento de 66,3% do chamado complexo soja, chegando a 448,535 mil toneladas no mês e de 13,3% até outubro, atingindo 20,680 milhões de toneladas, item de maior movimentação  no Porto de Santos.

    Apesar do ligeiro crescimento de 2,3% apresentado em outubro, as importações acumularam alta de 12,0% no ano, impulsionada pelo aumento de 20,5% dos adubos, carga de maior participação nesse fluxo, com o total de 3,240 milhões de toneladas e de 40,4% de óleo diesel/gasóleo, com 2,135 milhões de toneladas.

    As operações com contêineres registraram alta de 14,0% no número de TEU’s (unidades equivalentes a 20 pés) e de 7,2% no total acumulado, atingindo a marca de 3,176 milhões TEU’s. Quanto à tonelagem, o total até outubro, chegou a 36,887 milhões de toneladas, 33,83% da movimentação geral do Porto de Santos.
     

    Balança Comercial

    Na corrente de comércio, Santos registrou participação de 28,2% sobre o total brasileiro, chegando a US$ 86,9 bilhões, 12,13% a maior que em igual período do ano passado. As exportações participaram com 27,3% sobre o total nacional, atingindo US$ 50,1 bilhões, com alta  de 14,9%. As importações representaram 29,4% do total do país, respondendo por US$ 36,7 bilhões, com incremento de 8,25% sobre 2016.

    Na pauta de exportações, soja, açúcar e café despontaram como as cargas mais movimentadas quanto ao valor comercial. A China permanece como principal importador das mercadorias embarcadas em Santos, representando o total de US$ 7,993 bilhões, 15,8% das exportações efetuadas pelo complexo santista.

    Dentre as cargas importadas, os destaques quanto ao valor comercial foram gasóleo, caixas de marchas e inseticidas. Também na importação a China figura como o principal parceiro nas trocas com o porto santista, com US$ 8,089 bilhões, 22,0% do total importado.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Porto de Santos registra novos recordes e deverá ter em 2017 o melhor ano de sua história, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/70/porto-de-santos-registra-novos-recordes-e-devera-ter-em-2017-o-melhor-ano-de-sua-historia” Acesso em: 01 de dezembro de 2017.”

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  • Quarta, 29 de Novembro de 2017

  • Identificado preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de Borracha Nitrílica (NBR)

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Foi divulgado no dia 23 de novembro de 2017, no Diário Oficial da União, a Circular nº 62 da Secretaria de Comércio Exterior de 22 de novembro de 2017, informando que foi verificada preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de borracha nitrílica (NBR) originárias da Coreia do Sul e da França, e o vínculo significativo entre as exportações objeto de dumping e o dano à indústria doméstica. 

    A NBR é comumente classificada no subitem 4002.59.00 (NCM) da Nomenclatura Comum do Mercosul. O produto objeto da investigação é a borracha nitrílica (NBR), não hidrogenada e não estendida em óleo, com teor de acrilonitrila maior ou igual a 20% e menor ou igual a 50%, viscosidade Mooney a 100ºC variando entre 20 e 120, exportada pela Coreia do Sul e pela França para o Brasil. Ressalta-se que não estão incluídas no escopo da investigação as borrachas NBR na forma líquida

     

    A descrição é apresentada a seguir:

    4002

    Borracha sintética e borracha artificial derivada dos óleos, em formas primárias ou em chapas, folhas ou tiras; misturas dos produtos da posição 40.01 com produtos da presente posição, em formas primárias ou em chapas, folhas ou tiras.

    4002.5

    Borracha de acrilonitrila-butadieno (NBR)

    4002.59.00

    Outras

     

    A alíquota do Imposto de Importação desse subitem tarifário se manteve constante, em 25%, durante todo o período de análise de dano. Cabe destacar que o referido subitem é objeto das de preferências tarifárias, concedidas pelo Brasil/MERCOSUL, que reduzem a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre o produto objeto da investigação.

     

    De acordo com o art. 7° - o do Decreto no - o 8.058, de 2013, considera-se prática de dumping a introdução de um bem no mercado brasileiro, inclusive sob as modalidades de drawback, a um preço de exportação inferior ao valor normal.

     

    Neste Sentido, é importante termos uma visão dos impactos sobre aplicação ou não no setor de componentes. Solicitamos aos possíveis impactados pela medida entrar em contato com projetos.inst@assintecal.org.br, informando os possíveis efeitos para a indústria."

    Referências:Identificado preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de Borracha Nitrílica (NBR), 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/56/identificado-preliminarmente-a-existencia-de-dumping-nas-exportacoes-para-o-brasil-de-borracha-nitrilica-nbr” Acesso em: 29 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 28 de Novembro de 2017

  • Abicalçados realiza missão prospectiva na França

  • Imagem relacionada

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Com um consumo de mais de 400 milhões de pares de calçados por ano - mais de 6 pares per capita e volume praticamente todo importado, especialmente da Itália - a França vem chamando a atenção dos calçadistas brasileiros. É com o objetivo de entender melhor o mercado, a estrutura do varejo e o modelo de promoção comercial mais acertado para os calçadistas brasileiros que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do programa de apoio às exportações de calçados Brazilian Footwear, está realizando uma missão prospectiva ao país entre os dias 25 de novembro e 3 de dezembro. O Brazilian Footwear é desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). 

     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que, no período, estão agendadas reuniões com redes de varejos locais, distribuidores, agências de relações públicas e hotéis - para a possível realização de showrooms. “Além disso, está em andamento e deve ser entregue até o final deste ano, um estudo detalhado sobre o mercado francês”, adianta.
     
    Segundo a gestora, atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, mas compra, basicamente, chinelos, ou seja, produtos de menor valor agregado. “O objetivo é, entendendo melhor o comportamento do consumidor francês através do estudo e da missão, passar a exportar calçados com maior valor agregado, aumentando o preço médio e aproveitando com maior eficácia o potencial daquele mercado”, comenta Roberta.
     
    Números
    No ano passado a França importou 9 milhões de pares de calçados verde-amarelos, o que gerou US$ 56 milhões, altas de 5,3% em volume e 2% em receita no comparativo com 2015. Nos primeiros dez meses de 2017, os franceses já importaram 4,5 milhões de peças por US$ 45 milhões, queda de 30,3% em volume e alta de 4,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado. “Essa disparidade se dá porque a França já vem, aos poucos, importando calçados brasileiros de maior valor agregado. Neste ano o preço médio do produto exportado para lá aumentou de US$ 6 para US$ 10”, explica Roberta.
     
    A França é mercado-alvo do programa Brazilian Footwear ao lado dos Estados Unidos, China, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Colômbia.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: 

    www.apexbrasil.com.br "

    Referências:Abicalçados realiza missão prospectiva na França, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-realiza-missao-prospectiva-na-franca” Acesso em: 28 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Segunda, 27 de Novembro de 2017

  • Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria

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    "Feira que acontece em Gramado(RS), reflete o reaquecimento da economia e demostra aumento de vendas em comparação a edição de 2016.

     

    Os últimos dias foram intensos em Gramado (RS). A reunião do setor calçadista com a sexta edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios mostrou uma retomada da economia e principalmente um novo ânimo nos personagens deste setor, que responde por cerca de 300 mil empregos no país. A feira mostrou uma coleção eclética para a próxima temporada de frio com calçados mais pesados para o sul e sudeste do Brasil e linhas mais leves para o clima tropical dos demais estados. Esta flexibilidade de coleção aumenta razoavelmente a linha de atuação da feira que, assim, ampliou sua fatia no mercado. “Acreditamos que teremos um crescimento linear para a próxima edição, acompanhando o desempenho deste ano”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora do evento. A feira encerrou nesta quarta-feira (22), no Serra Park, em Gramado (RS).

    A resposta para esta projeção positiva vem dos estandes dos expositores. Marlin Kohlrausch, diretor da Bibi, comenta que o estande da marca foi muito visitado tanto por compradores brasileiros, quanto importadores, sobretudo da América Latina. “Essa foi uma das melhores Zero Grau, apontando, com um certo otimismo para a retomada da economia”, diz ele. Já Fernando Motta, diretor da Mariota também comemora os resultados desta edição da feira. As vendas realizadas durante o evento comprometeram um mês de produção na fábrica da marca. “Os lojistas estão mais otimistas, tanto que as vendas foram maiores em relação ao ano passado”, mensura ele. Gustavo Ranft, gerente comercial da Pegada ressalta a importância do evento para o relacionamento dos expositores com os lojistas. “Aqui acontece a troca de ideias, nos possibilitando alinhar as estratégias e ter contato com o nosso cliente”, comenta ele.

    Também Rafael Caceres, gerente comercial da Democrata, percebeu bons resultados em relação à feira. “Estamos vindo de uma situação crescente. O resultado é muito positivo e as vendas foram superiores em relação a última edição”, analisa ele. Pletsch comemora também a forte presença de importadores na feira que aponta para uma nova realidade. “Com o aumento destes profissionais estamos tendo condições de oferecer novas opções de clientes para a indústria brasileira. Isto para nós é gratificante”, salienta Pletsch. A feira recebeu 200 importadores de 35 países, outro recorde batido nesta feira.

    Zero Grau 2018 – A Merkator Feiras e Eventos dá mais um passo à frente na construção da marca e do conceito da Zero Grau. A campanha de 2018 lançada nesta edição apresenta o novo conceito da feira: “Tudo Novo de Novo”, indicando a renovação que o evento traz para o setor calçadista e a moda através dos seus expositores e ações.  Ainda nesta semana será lançado nas redes sociais da feira, o vídeo oficial da campanha.

    PARCEIROS QUE VISUALIZAM A NECESSIDADE DO MERCADO - A Zero Grau conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados e Componentes para Calçados de Três Coroas.

    Fonte: Marta Araujo

    Créditos de imagem: Dinarci Borges"

    Referências:Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/40/calcado-aquece-a-economia-feira-em-gramado-atinge-numeros-surpreendentes-para-a-industria” Acesso em: 27 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 26 de Novembro de 2017

  • Uma marca histórica: pela primeira vez, superávit da balança comercial supera US$ 60 bilhões

  • Resultado de imagem para balança comercial

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou hoje os números da balança comercial brasileira, referentes às duas primeiras semanas de novembro – entre os dias 1º e 12 do mês. Com o resultado apresentado no período, o saldo comercial chega a US$ 60,285 bilhões e as exportações brasileiras somam, no ano, US$ 189,7 bilhões, valor que ultrapassa em US$ 4,5 bilhões todas as vendas externas realizadas em 2016.

    Na avaliação do ministro Marcos Pereira, “a atividade exportadora é fundamental para a retomada do crescimento econômico”, disse. O ministro participou hoje do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Porto Alegre, onde ressaltou que “as exportações acumulam uma alta de 20% no ano e isso reflete esforços da nossa indústria e também do agronegócio”.

    Acesse os dados completos da balança comercial

    Entre janeiro e a segunda semana de novembro, as empresas brasileiras exportaram US$ 189,7 bilhões, com média diária de US$ 878,3 milhões, e importaram US$ 129,4 bilhões, com média diária de US$ 599,2 milhões. Com isso, o saldo comercial acumulado no ano é de US$ 60,285 bilhões e a corrente de comércio de US$ 319,153 bilhões.

    Novembro

    Nas duas primeiras semanas de novembro, as exportações brasileiras somaram US$ 6,252 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 893,2 milhões, considerando-se apenas os dias úteis. As importações, no período, foram de US$ 4,430 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 632,9 milhões.  O superávit do período foi de US$ 1,822 bilhão e a corrente de comércio de US$ 10, 683 bilhões.

    Até a segunda semana de novembro, as exportações cresceram 10,2% em relação a todo o mês de novembro de 2016, quando a média diária foi de US$ 810,8 milhões.  Nessa comparação, aumentaram os embarques de produtos básicos (35,3%) – principalmente por conta de soja em grãos, milho em grãos, minério de ferro, carne bovina, algodão em bruto, minério de cobre – e semimanufaturados (12,5%) – puxados por celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas. Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-8%) – devido a açúcar refinado, tubos flexíveis de ferro e aço, gasolina, medicamentos e centro de usinagem de metais.

    Na comparação com o mês de outubro de 2017, quando a média diária das exportações chegou a US$ 898,9 milhões, houve retração de 0,6%, em virtude das vendas de básicos (-7,1%) semimanufaturados (-2,4%). Nessa comparação, as exportações de produtos manufaturados cresceram 9%.

    Do lado das importações, a média diária até a segunda semana de novembro foi de US$ 632,9 milhões, valor 10,4% acima da média registrada em novembro do ano passado (US$ 573,1 milhões). Nesse comparativo, aumentaram as aquisições de produtos de alumínio (69,9%), combustíveis e lubrificantes (44,8%), equipamentos eletroeletrônicos (26,6%), produtos químicos orgânicos e inorgânicos (18,9%), produtos plásticos (17,1%) e veículos automóveis e partes (12,3%).

    Já sobre outubro (média diária de US$ 651,2 milhões), foi registrada queda de 2,8%, causada por aeronaves e peças (-62,4%), adubos e fertilizantes (-32,1%), produtos a base de cobre (-25,7%), combustíveis e lubrificantes (-23,3%) e veículos automóveis e partes (-3,7%).

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Uma marca histórica: pela primeira vez, superávit da balança comercial supera US$ 60 bilhões, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/36/uma-marca-historica-pela-primeira-vez-superavit-da-balanca-comercial-supera-us-60-bilhoes” Acesso em: 24 de novembro de 2017.”

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  • Quinta, 23 de Novembro de 2017

  • Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%

  • Resultado de imagem para exportaçoes

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    São Paulo – As exportações brasileiras aos países árabes cresceram 52,6% em outubro, comparado com o mesmo mês do ano passado, alcançando US$ 1,36 bilhão. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e representam o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012.

    O desempenho da Arábia Saudita e do Egito, os dois principais mercados dos produtos brasileiros entre os países árabes no mês, ajudou a explicar a alta. Para os sauditas as vendas somaram US$ 289 milhões, avanço de 109% sobre outubro de 2016, enquanto o mercado egípcio comprou US$ 271,3 milhões no mês passado, crescimento de 144,6% em relação a igual mês de 2016.

    “O Egito continua influenciando positivamente no resultado das exportações brasileiras aos países árabes. Não só em relação a outubro, o desempenho no ano também está acima da média”, comentou Rubens Hannun, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

    Enquanto as vendas externas a todos os países árabes somaram US$ 11,4 bilhões de janeiro a outubro, um crescimento de 22,3% na comparação com os dez primeiros meses de 2016, o Egito registrou uma alta de 31,7%, alcançando US$ 2 bilhões em compras no período. “Eles ampliaram a compra de carne e açúcar, principalmente”, explicou o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

    No acumulado até outubro, o Egito é o terceiro maior comprador de produtos brasileiros entre os árabes. À sua frente aparecem a Arábia Saudita, com US$ 2,32 bilhões em importações, alta de 13,9%, e os Emirados Árabes Unidos, cujo avanço chegou a 19,7%, para US$ 2,1 bilhões.

    Os países árabes representaram 6,23% das exportações brasileiras nos primeiros dez meses do ano. No total, o Brasil exportou US$ 183,5 bilhões, um avanço de 19,9% sobre o mesmo período de 2016.

    “As exportações aos países árabes seguem ganhando espaço, um reflexo do trabalho que a Câmara Árabe vem fazendo”, destacou o presidente Hannun, citando como exemplo as ações que a entidade promoveu junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para minimizar os efeitos da Operação Carne Fraca nas exportações da carne brasileira.

    Deflagrada pela Polícia Federal em março, a operação revelou irregularidades em alguns frigoríficos brasileiros, mas a situação logo foi contornada. Em maio, uma missão liderada pelo Mapa, com apoio da Câmara Árabe, visitou países da região para destacar a segurança e a qualidade da carne brasileira. “Graças a esse esforço, conseguimos até aumentar as exportações para a região”, disse Hannun.

    Até outubro, os embarques de todos os tipos de carnes para os árabes cresceram 3,4%, gerando US$ 3,1 bilhões. O produto é o segundo na pauta de exportação brasileira para a região, superado apenas pelo açúcar, que somou US$ 3,93 bilhões no período, um crescimento superior a 40%.

    Juntos, açúcar e carnes representam mais de 60% das exportações brasileiras aos países árabes.

    Importação

    Nos primeiros dez meses do ano, as importações brasileiras dos países árabes somaram US$ 5,3 bilhões, um crescimento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Argélia, com US$ 2 bilhões (alta de 31,2%), Arábia Saudita, com US$ 1,02 bilhão (aumento de 50,8%), e Marrocos, com US$ 703 milhões (avanço de 37,1%), foram as principais origens das compras brasileiras.

    Combustíveis e adubos e fertilizantes corresponderam a mais de 90% do que o Brasil importou dos países da região. “A Câmara Árabe continua trabalhando forte para diversificar a pauta de importação dos árabes, promovendo eventos e buscando parcerias na região”, destacou Michel Alaby.

    Fonte: Comex do Brasil

    Referências:Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/26/exportacoes-para-os-paises-arabes-tem-o-melhor-mes-de-outubro-em-quatro-anos-e-crescem-52” Acesso em: 23 de novembro de 2017.”

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  • Quarta, 22 de Novembro de 2017

  • Brasil tem superávit recorde no comércio com a Argentina: US$ 6,6 bilhões de janeiro a outubro

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Em apenas dez meses o Brasil já acumula, em 2017, o maior superávit da história do intercâmbio comercial com a Argentina. De janeiro a outubro, o fluxo de comércio entre os dois países proporcionou ao Brasil um saldo de US$ 6,628 bilhões e a expectativa é de que ao fim do ano esse saldo fique em torno de US$ 8 bilhões. Anteriormente, o maior superávit registrado  na série histórica aconteceu em  2011, quando as exportações brasileiras superaram as vendas argentinas em US$ 5,803 bilhões.

    O ano de 2017 ficará marcado na história do comércio entre os dois países pela forte alta nas exportações brasileiras, que até agora já cresceram 31,79% e somaram US$ 14,886 bilhões. Com isso, a Argentina foi  o destino final de 7,9% de todo o volume embarado pelo Brasil para o exterior. Na outra ponta, as vendas argentinas também cresceram, ainda que num ritmo menos acelerado, da ordem de  7,90% e somaram US$ 7,857 bilhões, cifra que respondeu por 6,20% das importações brasileiras no período janeiro-outubro.

    Mas, mesmo com esses aumentos expressivos nas exportações dos dois parceiros, a corrente de comércio brasileiro-argentina vai chegar ao fim do ano muito longe do recorde registrado no ano de 2011.

    Naquela ano, as vendas brasileiras para seu terceiro maior parceiro comercial em todo o mundo totalizaram US$ 22,709 bilhões, enquanto a Argentina vendeu ao Brasil bens no montante de US$  16,906 bilhões. Com isso, os dois países tiveram naquele ano uma corrente de comércio no total de US$ 39,616 bilhões.

    Terceira colocada no ranking dos exportadores e importadores brasileiros, a Argentina é cada vez mais um parceiro fundamental para o Brasil. E não só pelos aspectos quantitativos do intercâmbio bilateral. Afinal, também sob o aspecto qualitativo, da diversidade da pauta comercial, os portenhos ocupam lugar de destaque como destino das exportações brasileiras. Este ano, o Brasil alcançou um aumento expressivo nas exportações em todas as categorias por fator agregado.

    Entre os produtos básicos, as vendas brasileiras cresceram 51,3% para US$ 581 milhões, com uma participação de 4,09% no total exportado ao país vizinho. No tocante aos produtos semimanufaturados o  aumento foi semelhante, da ordem de 50,4% para US$ 463 milhões (3,2%  do total embarcado para a Argentina). Em relação aos bens manufaturados, a alta foi de 30,5% e as vendas geraram receita no total de US$ 13,41 bilhões. Mais que um simples e ainda que muito importante aumento de receitas, é de se destacar o fato de que a Argentina, mais que qualquer outro país, é um grande mercado para os produtos industrializados brasileiros, responsáveis por nada menos que 92,6% dos embarques para os portenhos.

    As vendas de automóveis, por exemplo, saltaram 45,5% de janeiro a outubro, comparativamente com o mesmo período de 2016 e somaram US$ 3,82 bilhões. As exportações de veículos de carga aumentaram 55,6% para US$ 1,55 bilhão e os embarques de partes e peças para automóveis tiveram uma alta de 25,2%, somando US$ 898 milhões. Outros bens manufaturados em destaque nas exportações para o país vizinho foram demais produtos manufaturados (US$ 558 milhões e alta de US$ 5,8%) e tratores (US$ 520 milhões, um aumento de 68,8%).

    Do lado argentino o destaque fica por conta da alta de 9,5% nas exportações de produtos manufaturados, que geraram receita no valor de US$ 5,96 bilhões e tiveram uma participação de 75,8% nas vendas para o Brasil de janeiro a outubro deste ano. Por outro lado, os embarques de produtos básicos  cresceram 3,4% para US$ 1,64 bilhão (participação de 20,9% nas exportações para o Brasil). Com uma ligeira queda de 0,5%, as vendas de semimanufaturados somaram US$ 255 milhões.

    A exemplo do Brasil, veículos de carga e automóveis foram os principais destaques nas vendas argentinas no período. Os veículos de carga tiveram exportações no valor de US$ 1,45 bilhão (alta de 28,9% e participação de 20,9% nas exportações) enquanto os  embarques de automóveis geraram negócios no montante de US$ 1,12 bilhão (queda de 2,2% e participação de  14% nas vendas ao Brasil).

    Também ocuparam lugar de destaque na pauta exportadora argentina trigo em grãos (US$ 803 milhões e participação de 10,46%), partes e peças para automóveis e tratores (US$ 379 milhões, correspondentes a 4,8% nas exportações) e polímeros de etileno (US$ 340 milhões, responsáveis por 4,3% dos embarques para o Brasil).

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Brasil tem superávit recorde no comércio com a Argentina: US$ 6,6 bilhões de janeiro a outubro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/24/brasil-tem-superavit-recorde-no-comercio-com-a-argentina-us-66-bilhoes-de-janeiro-a-outubro” Acesso em: 22 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 17 de Novembro de 2017

  • Conexão Internacional trará informações sobre o mercado da Alemanha

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Fornecer informações econômicas e setoriais do mercado alemão, identificar os produtos com mais oportunidades no país e compartilhar as experiências de empresários do setor na relação comercial com a Alemanha são alguns dos objetivos do Conexão Internacional Alemanha. O evento acontecerá no dia 29/11, às 8h30, no Mezanino Assintecal (Rua Júlio de Castilhos, nº 526, Centro de Novo Hamburgo).

    Realizado pelo projeto By Brasil Components and Chemicals - ação de incentivo às exportações executada em parceria entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – o Conexão Internacional Alemanha trará informações exclusivas para os participantes do projeto, além de transmitido ao vivo, pela página By Brasil Components and Chemicals no facebook.

    A Alemanha é o terceiro maior importador de materiais para o setor coureiro-calçadista brasileiro, importando mais de US$ 35 milhões de janeiro a setembro de 2017. Sua produção de calçados cresceu em média 7% nos últimos cinco anos e a tendência média do crescimento do PIB do país é de 1,5% até 2019.

    O Conexão Internacional Alemanha será ministrado por Marcos Lélis, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos e consultor de inteligência do By Brasil. O evento também contará com a participação especial do Vanderlei Leopoldo Külzer, da Oksebra, que compartilhará com o grupo sua experiência com o mercado alemão.
    Os interessados podem confirmar sua presença pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br ou telefone 51 3584-5200.

    Serviço
    Conexão Internacional Alemanha
    Data: 29 de novembro

    Horário: 08h30 – Chegue antes e aproveite o coffee!

    Local: Mezanino Assintecal (Rua Júlio de Castilhos, nº 526, Centro)
    Palestra: Marcos Lélis e Vanderlei Leopoldo Külzer
    Informações através do relacionamento@assintecal.org.br ou telefone 51 3584-5200.

    Sobre o By Brasil
    www.bybrasil.org.br
    www.facebook.com/bybrasilcc
    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.


    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados. A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.

    Sobre a Assintecal
    www.assintecal.org.br
    Há três décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas. Sediada em Novo Hamburgo (RS), possui também escritórios em São João Batista (SC), Nova Serrana (MG), Birigui (SP), Franca (SP) e Jaú (SP).

     
    Informações para imprensa

    Agência Capsula
    12 3028-5795
    Carlos Lopes | 11 98923-0749

    Apex-Brasil
    61 3426-0775
    imprensa@apexbrasil.com.br"

    Referências:Conexão Internacional trará informações sobre o mercado da Alemanha, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/conexao-internacional-trara-informacoes-sobre-o-mercado-da-alemanha” Acesso em: 17 de novembro de 2017.”

     

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  • Quinta, 16 de Novembro de 2017

  • Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):
    Joni Goulart

    Estreitar relações, fazer contatos e ampliar parcerias entre mais de 2 mil empresários são alguns dos objetivos do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que ocorrerá de 12 a 14 de novembro em Porto Alegre, na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Os setores brasileiros de couros, calçados, componentes e máquinas para as indústrias curtidora e calçadista estarão nessa plataforma de negócios para os dois países, por meio de espaço compartilhado entre cinco entidades. São elas: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e Associação de Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul). Exposição de produtos, seminários e rodadas de negócio estão na pauta geral do evento.

    Potencial criativo

    No espaço coletivo dos setores ligados à produção de couros, máquinas, componentes e calçados do Brasil, o foco será a apresentação do potencial criativo, tecnológico e produtivo do País, com exposição de materiais e produtos finais, além da disponibilização de conteúdo de comunicação sobre a indústria nacional. Projetos desenvolvidos com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – como o Brazilian Footwear, em parceria com Abicalçados, e o Brazilian Leather, conduzido com CICB – estarão com ações e artigos dispostos no estande. Letícia Sperb Masselli, coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, destaca ainda que a entidade apresentará no EEBA o Future Footwear, iniciativa que dialoga com a criação e execução de novos modelos de negócios, produtos e processos produtivos em toda a cadeia.

    Cliente importante

    Para José Fernando Bello, presidente-executivo do CICB, o evento será uma oportunidade de colocar a indústria nacional em contato com um mercado de destaque para a economia do País. “A Alemanha é um cliente importante para o setor curtidor do Brasil, é o sétimo destino com maior participação nas nossas exportações”, afirma. No Rio Grande do Sul, a participação da Alemanha nas exportações é ainda maior: trata-se do quarto maior destino, como destaca o presidente executivo da AICSul, Moacir Berger. A importância da parceria comercial entre os dois países também é destacada pelo presidente da Assintecal, Milton Killing. “Todo o cenário positivo se faz por aproximações como esta e que vão ao encontro com os interesses bilaterais de mercado”, destaca.

    O presidente da Abrameq, Marlos Schmidt, avalia que a participação do cluster do couro e calçados no EEBA mostrará toda a força coletiva deste setor. Além disto, destaca que a Alemanha é uma referência mundial em tecnologia, protagonista na Industria 4.0. “Neste sentido, a nossa expectativa será proporcionar relacionamento e conhecimento, nos oportunizando buscar parcerias que contemplem o que há de mais avançado no mundo em tecnologia”, completa Marlos.

    A Fiergs, por meio do seu Centro Internacional de Negócios (CIN-RS), será anfitriã do EEBA, que é considerado um dos mais importantes eventos da agenda bilateral dos dois países, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã Federação das Indústrias Alemãs (BDI). O EEBA ocorre anualmente de forma alternada, nos anos pares na Alemanha e ímpares no Brasil.

    Referências:Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/alemanha-no-foco-do-setor-coureiro-calcadista-brasileiro” Acesso em: 16 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 14 de Novembro de 2017

  • Calçadistas comemoram quase 100 milhões de pares exportados até outubro

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados):

    "Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, de janeiro a outubro, os calçadistas alcançaram a marca de 99,9 milhões de pares exportados para mais de 150 países, número 3,5% superior ao registro de igual período de 2016. Em valores, as cifras dos dez meses chegaram a US$ 890 milhões, 13,3% mais do que no ano passado. Somente em outubro foram embarcados 11,6 milhões de pares, o melhor resultado de 2017 e também 20,6% superior ao registro do mesmo mês de 2016. O valor gerado no mês dez foi de US$ 93,56 milhões, 12,3% maior do que no seu correspondente do ano passado.


    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os números refletem as encomendas decorrentes das participações brasileiras nas feiras internacionais do segundo semestre do ano. “Tivemos resultados muito bons nessas ações e o fato, consequentemente, refletiu no aumento dos embarques”, comenta, ressaltando que ao longo do ano as ações internacionais, apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de apoio ás exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), devem gerar US$ 200 milhões. No mês de outubro valor médio do produto nacional ficou em US$ 8, o menor desde janeiro, quando foi de US$ 7,16.

    Destinos
    Os principais destinos dos produtos brasileiros nos dez meses, em ordem, foram: Estados Unidos, para onde foram enviados 8,6 milhões de pares por US$ 153,84 milhões, resultados inferiores tanto em dólares (-11,2%) quanto em volume (-9,6%) em relação a igual período de 2016; Argentina, que comprou 10,12 milhões de pares por US$ 128,82 milhões, altas de 18,6% e 30,9%, respectivamente; e Paraguai, que importou 11,87 milhões de pares verde-amarelos por US$ 65,77 milhões, queda de 5,2% em volume e alta de 68,6% em receita no comparativo anual.

    RS exportou 42% do total
    O principal exportador do Brasil entre janeiro e outubro foi o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 23,5 milhões de pares que geraram US$ 376,53 milhões, altas de 1,5% em volume e de 7,7% em receita no comparativo com igual interim de 2016. A receita gerada com os embarques do Estado responderam por 42,3% do total gerado no ano.

    O segundo maior exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 37 milhões de pares que geraram US$ 220,33 milhões, altas de 3,9% em pares e de 8,8% em dólares no comparativo com os resultados de 2016.

    No terceiro posto do ranking de exportadores apareceu São Paulo, de onde foram embarcados 6,43 milhões de pares por US$ 97,3 milhões, queda de 15,4% em volume e alta de 9,8% em receita em relação a 2016.

    Importações
    Entre janeiro e outubro foram importados 20,83 milhões de pares por US$ 298,6 milhões, altas tanto em volume (5,1%) quanto em receita (0,4%) no comparativo com igual ínterim do ano passado. No mês dez entraram no País 2 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 31,58 milhões, altas de 33,5% e de 31,8%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2016.

    As principais origens das importações de calçados, no acumulado do ano, foram: Vietnã, de onde foram enviados 9,45 milhões de pares por US$ 166,16 milhões, altas de 5,9% e de 1,6%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2016; Indonésia, de onde partiram 3,5 milhões de pares por US$ 58 milhões, quedas de 0,8% e 10,9%, respectivamente; e China, de onde foram importados 5,1 milhões de pares por US$ 27,32 milhões, quedas de 5,2% e de 14%, respectivamente.

    Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações alcançaram US$ 34,82 milhões, 2,5% menos do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.


    Acesse as tabelas completas 
    clicando AQUI"

    Referências:Calçadistas comemoram quase 100 milhões de pares exportados até outubro, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-quase-100-milhoes-de-pares-exportados-ate-outubro” Acesso em: 14 de novembro de 2017.”

     

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  • Terça, 13 de Novembro de 2017

  • Gestão logística na indústria faz a diferença

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados):

    "Nesta terça-feira, dia 7 de novembro de 2017, foi realizado no Tom Brasil em São Paulo o Prêmio Automação GS1. O evento foi criado em 1998 para estimular a excelência na prestação de serviços e hoje se consolida como referência em inovação, gestão e empreendedorismo.

    A empresa Via Marte foi a vencedora do prêmio na categoria Gestão Logística na Indústria. Desde 2003, a Via Marte é usuária dos padrões GS1, aplicando o SSCC (Serial Shipping Container Code) nas unidades logísticas despachadas de suas fábricas.
     
    Até fevereiro de 2016, as unidades logísticas recebiam certificação eletrônica por meio do cruzamento da leitura dos códigos de barras contidos nos volumes versus o SSCC. A partir de investimentos em leitores bidimensionais, também conhecidos como 2D, e da adição da impressão GS1 DataMatrix na etiqueta de identificação dos calçados, a empresa migrou esta verificação para uma na qual cada GTIN (Global Trade Item Number), mais o número de série do par (SGTIN), é cruzado com o número de série da unidade logística, o SSCC.
     
    A motivação primária para a adoção do SGTIN foi a necessidade de melhorar os controles internos para garantir maior precisão na rastreabilidade dos calçados. O novo processo ajudou a reduzir problemas da manufatura, reforçou a organização interna da empresa e melhorou o relacionamento com logistas e consumidores finais.
     
    O retorno do investimento ocorreu antes do término do primeiro ano da aposta. A companhia conseguiu mitigar, diariamente, em torno de 3% a 4% de erros no fechamento das unidades logísticas (picking). Além disso, o despacho correto passou a garantir uma avaliação positiva da Via Marte na visão do cliente, acelerou os processos em todos os elos da cadeia e eliminou custos de reentrega."

    Referências:Gestão logística na indústria faz a diferença, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/gestao-logistica-na-industria-faz-a-diferenca” Acesso em: 13 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 10 de Novembro de 2017

  • Confirmado para os dias 16 e 17/01, Inspiramais antecipará Verão 2019 exaltando sustentabilidade

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Único salão de Design e Inovação de materiais da América Latina irá reunir fabricantes nacionais e internacionais de roupas, calçados, joias, móveis e outros segmentos para alinhamento de coleções e abertura de novos negócios.

     

    Em janeiro, os principais fabricantes de moda e design do Brasil, Europa e América Latina terão a oportunidade de conferir no mesmo espaço as referências que irão inspirar o verão 2019, além do lançamento de mais de 900 materiais para a estação, entre componentes, tecidos, estampas, sintéticos, couros, saltos, enfeites, aviamentos e outros itens: é o Inspiramais, que chega a mais uma edição nos dias 16 e 17 de janeiro no Centro de Eventos Pró-Magno, em São Paulo.

    Com entrada gratuita para profissionais do setor, o Inspiramais tem o desafio de buscar e fortalecer o desenvolvimento de produtos com identidade 100% brasileira, num momento que a indústria entra em contato com as matérias primas para os segmentos de calçado, confecção, têxtil, componentes, móveis, joias e outros setores produtivos, que buscam inspiração para o desenvolvimento de suas coleções.

    “O Salão Inspiramais é ponto de encontro de estilistas e designers de todos os segmentos da cadeia da moda. A cada estação, novos materiais para confecção, calçados, bolsas e cintos, bijuteria e mobiliário estão aqui à sua espera. São muitas empresas prontas para lhe mostrar novos caminhos. Venha se inspirar”, conta Walter Rodrigues, Coordenador do Núcleo de Design do Inspiramais.

    “Resistência” é o tema inspirador para o Verão 2019, que poderá ser apreciado no Projeto Conexão Inspiramais e durante a Palestra ministrada pelo coordenador do Núcleo de Design da Assintecal, Walter Rodrigues.  Outros projetos expostos no Inspiramais anteciparão o Inverno 2019, como Preview do Couro, + Estampa, Referências Brasileiras.

    N E G Ó C I O S
    Para estimular a abertura e a geração de novos negócios, o Inspiramais promoverá também a realização de Missões Empresariais, em parceria com os principais polos produtivos brasileiros, viabilizando a vinda de fabricantes de calçados, acessórios e roupas ao Salão.

    Vale ressaltar a participação cada vez mais significativa de empresas de confecção e têxtil no Inspiramais, setor que assume papel importante no Salão, único do gênero na América Latina. Desde a edição realizada em janeiro/ 2017, o setor de confecção já representa 30% dos visitantes por meio da participação de importantes players do setor têxtil e de confecção.

    Consagrado como referência e centro de negócios para fabricantes de moda e design de calçados, confecção, bolsas e acessórios interessados em ampliar seus mercados dentro e fora do Brasil, o Inspiramais também contará com o Projeto Comprador, recebendo empresas da América Latina e Europa. Na última edição, os negócios da moda realizados nos dois dias superaram a marca de US$ 3 milhões.

    J O R N A L I S T A S   I N T E R N A C I O N A IS
    Como principal evento do gênero na América Latina, o Inspiramais apresentará a identidade da construção da moda brasileira para jornalistas e formadores de opinião de países da Europa e América Latina, como Inglaterra, França, Itália, Peru, Colômbia, México, Uruguai e Argentina.

    A vinda dos jornalistas será possível por conta do Projeto Imagem, uma iniciativa da Assintecal e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), através do By Brasil Components and Chemicals – ação de incentivo às exportações.

    S U S T E N T A B I L I D A D E

    Nesta edição do Inspiramais os visitantes conhecerão o Espaço Sustentabilidade, que apresentará matérias-primas desenvolvidas em integração com as demandas socioambientais, com minimização do impacto negativo ao meio ambiente e na sociedade, sob a curadoria de Flávia Vanelli, do Núcleo de Design da Assintecal.

    Durante o Inspiramais, estes lançamentos serão identificados com ficha técnica e trarão a localização do estande do desenvolvedor, o que permite aos visitantes conhecerem em detalhes os produtos da empresa, abrindo caminho para novas oportunidades de negócios.

    “O Espaço da Sustentabilidade pretende fornecer conhecimento aos empresários sobre soluções inovadoras em materiais sustentáveis no mercado brasileiro de componentes. Neste sentido, os materiais selecionados precisam estar adequados com as demandas socioambientais, ou seja, a garantia de produtos menos nocivos sob o ponto de vista ambiental e social desde a sua origem. As empresas participantes receberam curadoria, com intuito de assegurar a mostra de um produto sustentável, relevante e competitivo”, conta Flávia Vanelli.

    Sustentabilidade no Varejo e na Industria - Cases de sucesso em Sustentabilidade, de grandes nomes do varejo, serão apresentados pela Associação Brasileira do Vestuário (ABVTEX). Já a indústria estará representada por meio do programa Origem Sustentável, que promove o alinhamento da indústria de calçados e de componentes nacionais com iniciativas globais de sustentabilidade.

    V E R Ã O 2 0 1 9

    Por Walter Rodrigues

    O tema do Verão 2019, esta centrado na palavra Resistência - ela traduz um sentimento de resistir ao que amamos, apesar das dificuldades e da intolerância, tão visíveis neste momento em que vivemos.

    Para suplantar esta sensação de pessimismo presente no nosso cotidiano, a moda deverá explorar a riqueza dos efeitos decorativos, no qual denominamos Over Info. Outro ponto importante é a questão da volumetria, as formas estão impactantes, elas expressam a teatralidade. Finalizando nossas inspirações para o Verão 2019, temos o Bloco de Cor, onde o dinamismo das cores será trabalhado em novas combinações.

    O Verão 2019 estabelece uma narrativa de otimismo, onde o folclore determina uma forte relação com as culturas do mundo. A intolerância representada, por partidos políticos, os conflitos relacionados aos refugiados sírios e a política externa do governo Trump, tem criado uma reação muito importante, ao se negar estas culturas, cria-se um movimento contrário que as valoriza, enfatizando as cores vivas e os desenhos tradicionais que representam estas culturas passam assim a receber uma atenção maior da moda. E como moda é comunicação esta combinação se torna explosiva e incontrolável.

    Q U E M F A Z

    O Inspiramais é promovido pela Assintecal, ByBrasil - Components and Chemicals, ABIT, TexBrasil, CICB,  Brazilian Leather, SEBRAE e Apex-Brasil; tem patrocínio da Cipatex, Brisa, Intexco, Altero, Branyl, Caimi&Liaison, Havir, Bertex, York, Colorgraf, Cofrag, Britânnia Têxtil, WOLSFTORE, Sappi Dinaco, ENDUTEX, Grupo Lunelli e Tecnoblu e apoio da ABEST, ABICAV, Abicalçados, IBGM, IBB, In-Mod, ABV-Tex, Ápice e Abimovel.

    Informações para imprensa

    www.agenciacapsula.com.br
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    Referências:Confirmado para os dias 16 e 17/01, Inspiramais antecipará Verão 2019 exaltando sustentabilidade, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/confirmado-para-os-dias-16-e-1701-inspiramais-antecipara-verao-2019-exaltando-sustentabilidade” Acesso em: 10 de novembro de 2017.”

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  • Quinta, 09 de Novembro de 2017

  • BB espera crescimento de 6% no mercado de crédito em 2018

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    SÃO PAULO - O mercado de crédito deverá apresentar um crescimento da ordem de 6% no ano que vem, afirmou o presidente do Banco do Brasil (BB), Paulo Rogério Caffarelli. "A economia já saiu da recessão, e os indicadores mais recentes indicam que a melhora, mesmo que gradual, é consistente", disse. A expectativa do executivo é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país apresente expansão de 2,8% em 2018. "A queda dos juros e o crédito são alavancas para melhorar o PIB", afirmou, ao acrescentar que vê espaço para a continuidade da redução da taxa básica de juros (Selic). Em entrevista coletiva para comentar os resultados do BB, Caffarelli anunciou a criação ainda neste ano de uma nova área dedicada a comércio exterior dentro do banco. "A retomada da economia passa pelo comércio exterior e infraestrutura", disse, ao ponderar que a criação da nova área ocorrerá sem aumento de custos. 

    Referências:BB espera crescimento de 6% no mercado de crédito em 2018, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/bb-espera-crescimento-de-6-no-mercado-de-credito-em-2018” Acesso em: 09 de novembro de 2017.”

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  • Quarta, 08 de Novembro de 2017

  • Como a biotecnologia está moldando o futuro da moda sustentável

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    Alguns dos desenvolvimentos mais excitantes da moda não estão acontecendo na passarela mas sim nos laboratórios. Com o crescente interesse da indústria da moda em descobrir novas matérias primas, técnicas de tingimento e métodos de fabricação mais éticos e sustentáveis, cientistas utilizam a biotecnologia para revolucionar os atuais métodos de produção, eliminando o desperdício e poluentes.

    Pesquisadores e startups de todo mundo apresentam a cada dia novas descobertas e produtos para o mercado. Veja a seguir alguns dos mais excitantes desenvolvimentos que têm o potencial de mudar o futuro da moda.

    Corantes naturais produzidos por algas e bactérias

    Grandes volumes de resíduos perigosos e de águas residuais são produzidas a partir de diversos processos têxteis que usam corantes sintéticos. De acordo com o Banco Mundial, as indústrias de tingimento produzem 20% da água poluída na industrial que são despejados sem tratamento nos rios e lagos de países asiáticos que concentram a maior produção têxtil mundial. Para criar uma alternativa mais sustentável, pesquisadores estão apostando nas algas e bactérias para se obter novos corantes naturais.

    O projeto espanhol SEACOLORS é um centro de pesquisa nas Ilhas Canárias montado pelo Banco Espanhol de Algas (BEA) para validar um novo processo de fabricação de corantes naturais através de uma fonte sustentável e renovável, as algas. Para substituir os corantes sintéticos, a nova solução deve ser capaz de fornecer uma ampla gama de cores, e consequentemente, uma alta variedade de tons.

    A PILI é uma empresa francesa de biotecnologia que visa desenvolver novos processos para a produção biológica de corantes renováveis e biodegradáveis, oferecendo uma alternativa aos poluentes corantes sintéticos que são utilizados principalmente nas indústrias têxtil, tintas e cosmética. A ideia é utilizar as bactérias do solo para produzir naturalmente belos pigmentos coloridos por suas características orgânicas e recicláveis. Veja toda matéria neste link.

    Natsai Chieza é uma biodesigner da Faber Futures e na Ginkgo Bioworks, onde ela está trabalhando num método que usa pigmentos secretados por bactérias para tingir tecidos. A técnica reduz drasticamente o consumo de água e o próprio pigmento é naturalmente criado pelas bactérias.

    Couro líquido feito de colágeno

    Couro pode ser durável e não tão descartável como muitos dos materiais favoritos da moda, mas em países como China e Índia que são grandes produtores de couro, o processo de curtimento utiliza produtos químicos tóxicos que poluem o meio ambiente e intoxicam os trabalhadores.

    O couro é um subproduto da indústria da carne, e a indústria do couro ajuda a reduz o desperdício mas essa lógica não desperta o interesse dos ativistas dos direitos dos animais que buscam trabalhar com os chamados “couros veganos”. Este é o lugar onde entra a Modern Meadow, uma empresa que fabrica couro líquido em laboratório usando fermentação de levedura para produzir colágeno. A produção do couro líquido Zoa da Modern Meadow não precisa de animais, reduz o desperdício pois o material pode ser feito no formado exato e elimina os produtos químicos envolvidos.

    As grandes possibilidades de design personalizável do novo material resultou em mais de 130 empresas procurando a Modern Meadow para colaborações. Os primeiros produtos com couro Meadow Modern serão lançados por marcas de luxo e moda esportiva no próximo ano.

    Tecidos feitos de algas

    As algas crescem mais rápido do que qualquer organismo na Terra, incluindo bambu. Então, por que não estamos explorando essa abundante matéria prima renovável em vez de destruir florestas nativas para criar tecidos como rayon e viscose?

    Essa é a proposta da AlgiKnit, um grupo de pesquisa em biomateriais formado por ex-estudantes do FIT e Pratt de Nova York que se reuniram para competir e ganhar o prêmio BioDesign Challenge em 2016, desenvolvendo um fio fabricado a partir de biopolímeros extraídos de algas.

    Como a lã ou algodão, o material é durável o suficiente para uso a longo prazo, mas ainda totalmente biodegradável. A equipe espera que seus fios à base de algas possa ser capaz de substituir as fibras sintéticas a base de petróleo algum dia. Saiba mais nesse link.

    Seda sintética de aranha

    A seda da aranha é uma seda incrivelmente durável, elástica e mais forte que o aço, mas como as aranhas são canibais, elas não podem ser cultivadas como os pacíficos bichos da seda. Como resultado, a seda de aranha é excepcionalmente cara e inviável de se produzir em larga escala.

    Mas algumas startups de biotecnologia conseguiram contornar esse problema criando seda de aranha sintética, como é o caso da empresa americana Bolt Threads que lançou  o primeiro produto de seda de aranha disponível comercialmente no mundo em março. A startup fez uma parceria com a estilista Stella McCartney para criar algumas peças de seda de aranha sintética, um dos quais foi exibido na exposição “A Moda é Moderna?” no MOMA.

    Além do método de fabricação sustentável da nova fibra, ela absorve o corante melhor do que a seda tradicional. A união da tecnologia e sustentabilidade na indústria da moda está dando excelentes frutos.

    Tecidos feitos de bactérias que se alimentam de metano

    A inovação tecnológica para se criar uma indústria da moda circular não pára. Ao usar o gás metano como base para se fabricar fibras biodegradáveis PHA, a startup americana Mango Materials quer criar um novo modelo para fabricação de tecidos e roupas em circuito fechado, que ajudar a reduzir a quantidade de resíduos gerados pela indústria têxtil e limpar a atmosfera.

    Roupas feitas a partir do novo material, uma versão biológica do poliéster, podem ser compostadas quando se desgastam, mas se acabarem num aterro sanitário, irão se biodegradar naturalmente e o metano liberado no aterro poder ser capturado para fazer uma nova fibra. 

    Reciclagem química de fibras têxteis

    A busca por um sistema de moda circular onde cada componente de uma peça de roupa pode ser re-utilizada no final de sua vida, está aumentando, com algumas marcas de moda pedindo que seus clientes doem suas roupas velhas para reciclagem. Mas a verdade é que a tecnologia atual de reciclagem mecânica de roupas velhas não é eficiente.

    Um avanço recente feito pelo Instituto de Pesquisa Têxteis e Vestuário de Hong Kong (HKRITA) em parceria com a Fundação H & M, uma organização sem fins lucrativos financiada pela mesma família sueca que fundou o grupo H & M , pode começar a resolver isso. A HKRITA anunciou em setembro que tinha desenvolvido com sucesso um método para separar o algodão e poliéster em misturas de poli-algodão que permitiriam que ambos os materiais possam ser reciclados em novos fios.

    O processo utiliza o calor, quantidades mínimas de água e menos do que 5% de  química verde biodegradável para separar as fibras. O poliéster pode ser reutilizado perda de qualidade, como resultado do processo. O objetivo da colaboração é o de facilitar o desenvolvimento de uma indústria da moda circular onde os resíduos têxteis possam ser reciclados continuadamente. O melhor de tudo é que a tecnologia será disponibilizada para a indústria da moda global. A descoberta é um grande avanço na jornada rumo a um circuito fechado para os têxteis.

    Referências:Como a biotecnologia está moldando o futuro da moda sustentável, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/como-a-biotecnologia-esta-moldando-o-futuro-da-moda-sustentavel” Acesso em: 08 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 07 de Novembro de 2017

  • Shima Seiki apresenta sua nova máquina de impressão digital têxtil SIP-160F3

  • Resultado de imagem para SIP-160F3

    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    A fabricante japonesa de máquinas computadorizadas de tricô, Shima Seiki, lançou a SIP-160F3, sua mais recente máquina de impressão digital de mesa que é capaz de fazer belas impressões coloridas numa variedade de tecidos. Os corantes reativos, corantes ácidos e tintas pigmentadas podem ser usados em diferentes tipos de aplicações de impressão. A SIP também tem a capacidade da imprimir com pigmento branco.

    A SIP-160F3 foi desenvolvida para atender ao crescente mercado de impressão digital para tintas pigmentadas sobre tecidos, (DTG) a tecnologia de impressão direta sobre a roupa acabados como camisetas, vestidos, lenços, calças jeans e toalhas. A cabeça de impressão pode ser aumentada ou reduzida de acordo com a espessura do substrato, permitindo que a impressão em tecidos com texturas 3D e produtos acabados.

    Confira o vídeo: https://youtu.be/rMxsVJ8pwY4 

    A SIP imprime sobre uma superfície de impressão plana e larga com pigmentos diretamente sobre tecidos e malhas feitas de fibras naturais como algodão, lã, cashmere, linho, seda, mohair entre outros. O bom dessa impressora digital é poder estampar roupas prontas ou tecidos em pequena escala e sob demanda, sem causar poluição e desperdícios.

    Sistema de design 3D

    A SIP-160F3 é uma impressora de mesa que utiliza o sistema de design APEX3 3D da Shima Seiki SDS-ONE. O sistema de gerenciamento de cores em APEX3 oferece simulações precisas da peça impressa para verificação antes de imprimir. O sistema impede que a malha se mova sobre a mesa e distorça a estampa pois a impressora está montada sobre um suporte, e se desloca de um lado a outro sobre a roupa ou tecido.

    Uma das empresas que utilizam a nova tecnologia é a Faering, que oferece impressão digital têxtil personalizada em malharia de luxo. A Faering, é uma empresa australiana que imprime digitalmente sobre lã, fibras naturais e também sobre couro e camurça. A SIP-160F3 imprime imagens coloridas em alta resolução até mesmo sobre as costuras e bolsos de calças jeans. Essa é uma impressora digital perfeita para empresas de private label, estamparias ou marcas de moda focadas em estampas.

    Referências:Shima Seiki apresenta sua nova máquina de impressão digital têxtil SIP-160F3, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/shima-seiki-apresenta-sua-nova-maquina-de-impressao-digital-textil-sip-160f3” Acesso em: 07 de novembro de 2017.”

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  • Segunda, 06 de Novembro de 2017

  • Zíper extremo no jeans é a nova tendência que ninguém pediu

  • A noticia publicada pelo jornal O globo: 

    "Moda um tanto quanto dramática foi lançada pela Vetements

    Lançada por uma das grifes mais badaladas do momento, a Vetements, uma nova tendência para a calça jeans tem levantado polêmica — e muita desconfiança — conforme se populariza entre marcas mais acessíveis. Trata-se do uso de um zíper extremo na calça, capaz de conectar, digamos, o Oiapoque ao Chuí.

    A foto do modelo vendido pelo site de e-commerce Reformation mostra bem como o zíper funciona, indo de uma extremidade até a outra no jeans. O preço é US$ 148, o equivalente a R$ 467. A peça é inspirada em uma outra criada pela grife francesa Vetements em parceria com a Levi's. Lançado em abril, o modelo da Vetements custa em torno de US$ 1.990.

    Fundada por Demna Gvasalia, que também é diretor-criativo da Balenciaga, a Vetements é uma das marcas mais influentes do momento, graças às suas inovações na silhueta e ao trabalho que concilia o streetwear com a alta-costura."

    Referências:Zíper extremo no jeans é a nova tendência que ninguém pediu, 2017.Disponível em:”https://oglobo.globo.com/ela/moda/ziper-extremo-no-jeans-a-nova-tendencia-que-ninguem-pediu-21691586” Acesso em: 06 de novembro de 2017.”

     

     



     

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  • Sexta, 03 de Novembro de 2017

  • Marcos Pereira discute acordo de livre comércio Mercosul-UE com delegação do Parlamento Europeu

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"Próxima rodada de negociações será em Brasília, entre os dias 6 e 10 de novembro.

     

    Brasília (31 de outubro) – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, recebeu nesta terça-feira delegação do Parlamento Europeu para as relações com o Brasil e com o Mercosul. Durante o encontro, o ministro e os deputados de sete países trataram dos próximos passos para a conclusão do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, que deve estar finalizado, no nível político, até dezembro deste ano.

    “Sabemos do significado geopolítico deste acordo para ambos os blocos. São 250 milhões de consumidores, a indústria brasileira está ciente que será um desafio e apoia a celebração do acordo”, disse Marcos Pereira.

    Os deputados Fernando Ruas, presidente da delegação para as relações com o Brasil, e Francisco Assis, presidente da delegação para as relações com o Mercosul, destacaram que do lado europeu há grande interesse e empenho na conclusão do acordo. “A maior parte dos estados membros estão interessados”, garantiu Assis.

    Entre os 14 parlamentares da delegação em visita ao Brasil a expectativa também é positiva, apesar de as negociações ainda dependerem de alinhamento em setores como o agrícola.

    Mais cedo os parlamentares se reuniram com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, para discutir o tema. Os parlamentares também defenderam a inclusão das pequenas e médias empresas no rol de debates, de forma a estimular o desenvolvimento regional, e também avanços na área de patentes e propriedade intelectual.

    Para o deputado português Carlos Zorrinho, o acordo deve colocar o Brasil diante do desafio de entrar na indústria 4.0. “É por isso que estamos liderando uma discussão com o setor privado e as universidades sobre qual será a indústria do futuro”, acrescentou o ministro Marcos Pereira. “Queremos que o acordo seja o mais ambicioso possível”, afirmou.

    A próxima rodada de negociações será em Brasília, entre os dias 6 e 10 de novembro. A última etapa ocorreu no início deste mês, quando as partes fizeram reuniões dos grupos de Acesso a Mercados, Regras de Origem, Barreiras Técnicas, Sanitárias e Fitossanitárias, Defesa Comercial, Solução de Controvérsias, Compras Governamentais, Serviços e Desenvolvimento Sustentável.

    Assessoria de Comunicação Social do MDIC 
    (61) 2027-7190 e 2027-7198 
    imprensa@mdic.gov.br "

    Referências:Marcos Pereira discute acordo de livre comércio Mercosul-UE com delegação do Parlamento Europeu, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/marcos-pereira-discute-acordo-de-livre-comercio-mercosul-ue-com-delegacao-do-parlamento-europeu” Acesso em: 03 de novembro de 2017.”

     

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  • Quarta, 01 de Novembro de 2017

  • Índia anuncia a criação de nova agência de certificação

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A nova legislação, que entrou em vigor em 12 de outubro de 2017 criou o BIS (Bureau of Indian Standards), que é uma nova autoridade central indiana para a definição de padrões de qualidade, e estabeleceu procedimentos simplificados de verificação de conformidade (inclusive a auto declaração).

    Essa agência irá implementar novos regimes compulsórios de certificação para produtos na Índia, bem como processos e sistemas industriais e de serviços, levando em consideração o interesse público, a proteção da saúde humana, animal e vegetal, a proteção do meio ambiente, a prevenção de práticas comerciais desleais e a segurança nacional.

    Segundo nota divulgada pelo Ministério do Consumo, Alimentos e Distribuição Pública da Índia, a nova lei garantirá ao setor privado uma gama de opções para adequar-se aos padrões de conformidade e contribuirá para os esforços governamentais em melhorar o ambiente de negócios no país."

    Referências:Índia anuncia a criação de nova agência de certificação, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/india-anuncia-a-criacao-de-nova-agencia-de-certificacao” Acesso em: 01 de novembro de 2017.”

     

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  • Terça, 31 de Outubro de 2017

  • Economista ressalta recuperação econômica e risco político para 2018

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    A doutora em economia aplicada Patrícia Palermo ressaltou, no evento Análise de Cenários, realizado no dia 3, no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, que a economia brasileira dá sinais de melhoras, porém é preciso ficar atento ao ambiente político. O encontro, que contou com presença de empresários do setor coureiro-calçadista foi uma realização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).

    Segundo a economista, existiu um temor do mercado após a primeira denúncia contra o presidente Michel Temer, que foi desfeita assim que foi rejeitada no Congresso Nacional. “O governo se manteve, o câmbio voltou a cair e o mercado entendeu, não por gostar da pessoa do Michel Temer, mas que a agenda econômica proposta pelo governo é importante para que o país se desenvolva”, comentou. 

    Patrícia ressaltou, ainda, que o crescimento frágil e lento, previsto no início do ano, mesmo abalado pela crise política, acabou se confirmando. “Sabíamos que o crescimento seria lento, especialmente porque o Brasil sempre teve crises de curta duração, mas a anterior foi prolongada por oito quedas trimestrais consecutivas, o que acabou atingindo empresas sólidas e retardando o período de recuperação da economia, especialmente pela desorganização interna e dificuldade para o acesso ao crédito”, destacou.

    Economia em coma
    Para Patrícia, a economia passou a de fato mostrar sinais de recuperação nos dois últimos trimestres, quando interrompeu as quedas consecutivas. “Crescemos 1% no primeiro e 0,2% no segundo trimestre. No primeiro momento, o aumento foi puxado sobretudo pela agricultura, já no segundo foi mais difundido, apontando para um ritmo real de retomada”, acrescentou. “Não é razoável que um paciente que ficou tanto tempo em coma saia correndo da cama. Ele vai cair”, brincou a economista, explicando a necessidade do crescimento gradual, sólido e consolidado.

    Mercado de trabalho
    Patrícia acrescentou que o mercado de trabalho, neste primeiro momento, tem reagido sobretudo no ramo informal, com mais trabalhadores sem carteira assinada ou autônomos ocupados. “As empresas ainda vão esperar um desfecho melhor dos fatos e a volta do crescimento para voltar a contratar como antes”, comentou, ressaltando que o país segue liquidando empregos, mas em ritmo muito menor do que nos anos de 2015 e 2016, quando foram incinerados 2,8 milhões de postos de trabalho. “Ainda existe uma ociosidade muito grande nas empresas. Não temos uma consolidação da recuperação econômica, mas existe, sim, um quadro de despiora do cenário”, frisou.

    Consumo
    Para a economista, um dos motores da recuperação gradual da economia nacional é o aumento do consumo das famílias, impulsionado pela liberação das contas inativas do FGTS, que injetou mais de R$ 40 bilhões no mercado, o acesso maior ao crédito e a retomada da confiança. “O consumo das famílias responde por mais de 60% do PIB brasileiro, então é um fato de extrema relevância”, destacou.

    O chamado processo de desinflação da economia, notado nos últimos meses, também tem gerado ganhos reais para o consumidor. Patrícia exemplificou com seu próprio caso, que teve dissídio de 6% no início do ano, inflação acumulada dos 12 meses anteriores, e agora convive com uma inflação de 2,4%. “Essa margem foi ganho real, estimulou o consumo”, explicou.

    A especialista acrescenta que o processo de desinflação também abriu espaço para a diminuição dos juros. “Devemos fechar 2017 com uma taxa SELIC entre 7,25% e 7%”, adiantou, acrescentando que em janeiro de 2015 a taxa era de 14,25%, o que inibia a tomada de crédito e, consequentemente, o desenvolvimento da economia.

    Por fim, Patrícia citou o incremento econômico gerado pelo aumento das exportações ao longo de 2017. “O mundo está crescendo, não como no passado, mas está estimulando as exportações de um modo geral”, destacou. Para 2017, a média de crescimento do PIB mundial deve ser de 3,5%, passando para 3,6% em 2018.

    E o Brasil?
    Sobre o próximo ano brasileiro, Patrícia é otimista, apesar de prever “mais uma temporada de House of Cards”. Ela faz referência à série norte-americana que mostra a corrupção institucionalizada no seio do poder. Segundo ela, com a política não atrapalhando mais o andamento das reformas profundas relevantes para a retomada econômica, o país deve consolidar o crescimento ao longo de 2018. “A maior dúvida é focada na nossa própria trajetória. Temos uma agenda de reformas em andamento, que traz a PEC dos gastos, o novo marco regulatório do pré-sal, as concessões e privatizações, as parcerias com a iniciativa privada e a Reforma Trabalhista”, comentou. Por outro lado, a crise política, se agravada, pode trazer dificuldade em aprovações importantes, como a Reforma da Previdência e a Reforma Tributária, temas controversos e necessários, mas que em tempo de eleições podem ficar engavetados. “Sem uma Reforma da Previdência a PEC dos gastos, por exemplo, perde o sentido, pois não temos mais como conviver com o atual modelo de gastos previdenciários”, apontou Patrícia.

    Com o cenário traçado, embora nebuloso, Patrícia projetou um crescimento de 2,3% no PIB já em 2018 e de 2,5% em 2019. Para o ano corrente, a previsão é mais modesta, mas não menos importante, de 0,7%. “Levando em consideração que perdermos 3,8%, em 2015, e 3,6%, em 2016, esse crescimento não aponta uma recuperação total, mas já é um ótimo sinal”, frisou. 

    O próximo ano, segundo ela, deve ser de inflação controlada, na casa de 4%, uma SELIC estável na casa de 7% e um leve alívio fiscal ocasionado pela retomada no consumo.

    Eleições
    Talvez a grande pedra de toque de 2018 sejam as eleições. Segundo Patrícia, o Brasil passará por um pleito muito semelhante ao vivido em 1989, quando a corrida contou com 22 candidatos e foi extremamente polarizada. “Existem cenários possíveis, que dependem muito mais de fatores internos do que externos. O câmbio deve sofrer alterações, com a liquidez global desvalorizando o dólar, mas que deve ter um impulso com a possibilidade de aumento de juros do FED (banco central norte-americano)”, explicou. 

    No campo doméstico, porém, o que pode balizar a volatilidade do câmbio é justamente o comportamento do mercado frente às eleições de outubro. “São muitas incertezas. Temos candidatos com agendas liberalizantes, que tendem a dar sequência na agenda de reformas iniciadas, e outros que tendem a acabar com elas”, disse, porém admitindo que “ainda não temos um quadro de concorrentes definidos”.  “O certo é que não podemos deixar que a figura do Salvador da Pátria ganhe força, até porque ele não existe. As pessoas precisam saber que o presidente governa com o Congresso. Mas acredito que, hoje, as chances sejam maiores para um governo que mantenha a agenda de reformas que vem dando certo”, concluiu Patrícia.

    A iniciativa da Abicalçados, Assintecal e CICB teve o apoio da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC).  O Análise de Cenários faz parte da programação da Semana do Calçado, uma iniciativa do IBTeC e Sebrae que acontece dos dias 1º a 5 de outubro na sede do IBTeC, em Novo Hamburgo/RS.

    Referências:Economista ressalta recuperação econômica e risco político para 2018, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/economista-ressalta-recuperacao-economica-e-risco-politico-para-2018” Acesso em: 31 de outubro de 2017.”

     

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  • Segunda, 30 de Outubro de 2017

  • Estoque de crédito fica estável em setembro em R$ 3,047 tri, nota BC

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    BRASÍLIA - (Atualizada às 11h29) O saldo das operações de crédito do sistema financeiro ficou estável ante o mês anterior e o estoque chegou a R$ 3,047 trilhões em setembro, segundo relatório divulgado pelo Banco Central (BC). 

    Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC para 12 meses acumulados até setembro, o estoque de operações de crédito ficou praticamente estável, com redução de 0,1 ponto, passando de 47,1% em agosto para 47% em setembro. Em 12 meses, o recuo do estoque de crédito está em 2 pontos. 

    O saldo total do crédito livre aumentou 0,2% de agosto para setembro, chegando a um total de R$ 1,529 trilhão. O crédito direcionado recuou 0,3% em setembro, atingindo o volume de R$ 1,517 trilhão.

    Os empréstimos com recursos livres são aqueles cujas taxas são definidas livremente entre os bancos e os tomadores em cada operação. Incluem, por exemplo, cheque especial, cartão de crédito e financiamento de veículos.

    O crédito direcionado é composto por operações cujos juros ou cuja fonte de recursos são definidos pelo governo, como o financiamento habitacional e o crédito rural, por exemplo. 

    O saldo total de crédito para as famílias teve alta de 0,2% em setembro, para R$ 1,615 trilhão. Para as empresas, houve queda, de 0,4%, somando R$ 1,431 trilhão.

    Concessões

    O sistema financeiro concedeu 5,1% a menos em novos empréstimos e financiamentos entre agosto e setembro. O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento, de 9,1%. 

    Na passagem do oitavo para o nono mês de 2017, o BC apontou queda nas concessões para empresas e nas operações com famílias. Na comparação dos volumes acumulados em cada mês, as concessões para clientes corporativos diminuíram 4% somando R$ 117 7 bilhões em setembro.

    Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 152,4 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 6% abaixo do que tinha concedido um mês antes. Sob o ponto de vista do tipo de recurso usado pelas instituições para dar o crédito, a concessão com recursos livres caiu 4,5% e com recursos direcionados recuou 10,7%.

    As concessões no crédito direcionado caíram 14,6% nas operações com pessoas físicas, enquanto foi registrada baixa de 5,3% nas operações com empresas. Quando são consideradas as concessões no crédito livre, o volume caiu 3,8% nas operações com empresas e diminuiu 4,9% nas operações com as famílias. 

    Referências:Estoque de crédito fica estável em setembro em R$ 3,047 tri, nota BC, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/estoque-de-credito-fica-estavel-em-setembro-em-r-3047-tri-nota-bc” Acesso em: 30 de outubro de 2017.”

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