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as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Terça, 20 de Fevereiro de 2018

  • Indicação de empretecos de Sucesso pelo SEBRAE

  • Nosso CEO Sr. Renato Raimundo foi indicado pelo SEBRAE para participar do portifolio da ONU de empretecos de susseso.

     "O Empretec é um seminário muito disseminado em todo o país, com alto índice de sucesso em suas aplicações. Considerado uma das mais destacadas ferramentas de capacitação empresarial disponíveis no Brasil. Tem por objetivo formar e desenvolver capacidades empreendedoras em seus participantes. Esta ferramenta foi desenvolvida pela ONU – Organização das Nações Unidas e teve seu aprimoramento em práticas desenvolvidas para torná-la um instrumento eficaz para profissionais de grandes empresas e, principalmente, empreendedores (mesmo aqueles que ainda não se descobriram como tal)."

    • Referências:Indicação de empretecos de Sucesso pelo SEBRAE, 2018.Disponível em:”http://www.sobreadministracao.com/empretec-o-que-e-e-como-funciona” Acesso em: 20 de fevereiro de 2018.

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  • Segunda, 19 de Fevereiro de 2018

  • Exportações registram alta consistente de 21,8% nas duas primeiras semanas de fevereiro

  • Resultado de imagem para exportação alta

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "São Paulo – As exportações brasileiras começaram fevereiro com aumento. A média de receita obtida diariamente com os embarques internacionais nas duas primeiras semanas do mês cresceu 21,8% sobre o mesmo período de 2017, para US$ 1,07 bilhão. Nos primeiros quinze dias de fevereiro do ano passado, a média diária exportada foi bem menor: US$ 859,4 milhões.

    Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e foram divulgados na quinta-feira pela tarde (15). Com isso, o Brasil teve exportações totais de US$ 7,3 bilhões nas duas primeiras semanas deste mês e importações de US$ 4,6 bilhões. O superávit da balança comercial alcançou US$ 2,6 bilhões.
     
    Houve aumento na média diária exportada em produtos manufaturados e semimanufaturados, mas a venda externa dos básicos caiu. Em valores, o setor que mais trouxe receita com exportação para o Brasil foi o de manufaturados (US$ 576 milhões diariamente), seguido pelo de básicos (US$ 322,5 milhões) e semimanufaturados (US$ 128 milhões).
     
    O desempenho dos produtos manufaturados foi influenciado principalmente pela exportação de uma plataforma para extração de petróleo, além do aumento nos embarques de pisos e revestimentos cerâmicos, gasolina, suco de laranja congelado, tubos flexíveis de ferro e aço, tratores e tubos de ferro fundido. As vendas internacionais da área avançaram 87% sobre a primeira quinzena de fevereiro de 2017.
     
    Os semimanufaturados tiveram crescimento de 4,5% na média diária de exportação, aumento impulsionado por produtos como celulose, óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, óleo de dendê em bruto, madeira e cátodos de cobre. A queda nos produtos básicos foi de 21,2% e foi ocasionada principalmente por petróleo em bruto, soja em grão, minério de ferro, carnes de frango e suína, e café em grão.
     
    Na importação, a média diária nas duas primeiras semanas de fevereiro somou US$ 679,8 milhões e cresceu 10,6% sobre o mesmo período de 2017. Cresceram as compras de químicos orgânicos e inorgânicos, veículos e partes, instrumentos de ótica e precisão, plásticos e obras, além de equipamentos eletrônicos.
     
    No acumulado do ano – janeiro inteiro e duas semanas de fevereiro – as exportações brasileiras resultaram em receita de US$ 24,2 bilhões e as importações ficaram em US$ 18,8 bilhões. O superávit comercial acumulado foi de US$ 5,3 bilhões.
     
    (*) Com informações da ANBA
     

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Exportações registram alta consistente de 21,8% nas duas primeiras semanas de fevereiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/314/exportacoes-registram-alta-consistente-de-218-nas-duas-primeiras-semanas-de-fevereiro” Acesso em: 19 de fevereiro de 2018.

     

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  • Sexta, 16 de Fevereiro de 2018

  • Multinacionais brasileiras perdem com reforma tributária nos EUA e na Argentina, segundo CNI

  • Resultado de imagem para multinacionais perdem

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Empresas brasileiras com investimentos no exterior estão diante de um grave problema: a perda de competitividade devido à alta carga tributária no Brasil. O país está fora do movimento mundial de redução da alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Companhias instaladas nos Estados Unidos e na Argentina, primeiro e segundo país com maior concentração de multis nacionais, reduziram este ano a taxação para 21% e 25%, respectivamente. No Brasil, o imposto é de 34% e os brasileiros pagam à Receita Federal a diferença entre a alíquota dentro e fora do país.

    De acordo com estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito em parceria com a Ernest Young, o Brasil está cada vez mais distante da média mundial atualmente em 22,96%. “De todos os países do mundo, apenas 30 têm alíquotas acima de 30%. O Brasil está isolado. Concorrentes nossos, inclusive na atração de investimentos, como Argentina, Estados Unidos, França e Japão, já reduziram suas alíquotas. Se não fizermos a reforma tributária com redução da carga, nossas empresas que têm investimento no exterior ficarão ainda menos competitivas”, explica o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

    Nos Estados Unidos, as brasileiras pagam os 21% de imposto sobre a renda, assim como uma empresa canadense, chilena ou europeia. A tributação das empresas de outras nacionalidades se encerra no solo americano. A brasileira, contudo, paga mais 13 pontos percentuais do lucro ao Fisco brasileiro para completar o que é cobrado no país. O mesmo ocorre com as companhias que operam na Argentina e as demais que investem nos 172 países que têm o imposto menor do que o brasileiro. Isso só é possível porque o Brasil tributa o lucro no exterior.

    “A tributação no Brasil das subsidiárias das multinacionais brasileiras representa um custo que, neste momento, afeta a competitividade dessas empresas. A não resolução deste problema reduzirá a internacionalização das companhias brasileiras ou as obrigará a se redomiciliar”, avalia o presidente do Fórum das Empresas Transnacionais (FET) da CNI, Dan Ioschpe.

    DANOS

    A revisão da alíquota de Imposto de Renda de empresas nas principais economias desenvolvidas e emergentes está associada à atração de investimentos e aumento da competitividade internacional, conforme mostra o estudo “A evolução histórica das alíquotas de imposto de renda em diferentes países e as potenciais consequências para o Brasil”, realizado pela CNI em parceria com a Ernest Young.

    Entre 2000 e 2016, a média dos impostos dos países da OCDE passou de 32% para 23,98%. Já no Brasil manteve-se em 34% nesse período. Essa diferença tem impacto bastante negativo para a economia brasileira. O país perde recursos direcionados às exportações, à pesquisa e inovação, pois os investimentos fora do Brasil são mais baratos. Além disso, a alta carga tributária desestimula os investimentos brasileiros no exterior, atividade que gera ganhos à economia nacional. Estudos da Confederação Nacional da Indústria mostram que as transnacionais exportam e inovam mais.

    (*) Com informações da CNI 

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Multinacionais brasileiras perdem com reforma tributária nos EUA e na Argentina, segundo CNI, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/294/multinacionais-brasileiras-perdem-com-reforma-tributaria-nos-eua-e-na-argentina-segundo-cni” Acesso em: 16 de fevereiro de 2018.

     

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  • Quinta, 15 de Fevereiro de 2018

  • Câmbio derruba as exportações de calçados em janeiro

  • Resultado de imagem para exportaçoes de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O primeiro mês do ano não trouxe boas notícias para os exportadores brasileiros de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), os embarques caíram 1,2% tanto em receita como em pares na relação com igual mês de 2017, encerrando o período com 11,24 milhões de pares exportados que geraram US$ 11,24 milhões.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, lamenta, mas diz que a queda não é surpreendente. “Tivemos uma valorização muito relevante do real ante o dólar nos últimos meses de 2017, o que tornou o nosso produto menos competitivo no exterior”, avalia o executivo, ressaltando que o dólar americano na faixa de R$ 3,20, como chegou a ser registrado nos últimos meses do ano passado, prejudica, em muito, a competitividade, especialmente em mercados mais sensíveis ao preço, como os Estados Unidos. “Os norte-americanos, historicamente os principais consumidores de calçados brasileiros no exterior, diminuíram suas compras em função do valor médio do nosso produto”. No primeiro mês do ano foram embarcados para os Estados Unidos 919,4 mil pares que geraram US$ 11,93 milhões, quedas de 29,3% e 25,4%, respectivamente, no comparativo com janeiro de 2017. “O câmbio, para um país com alto custo de produção como o nosso, acaba sendo um compensador para concorrer em pé de igualdade no exterior. Então qualquer oscilação acaba sendo fundamental e tem reflexo imediato nas vendas”, acrescenta.

    A notícia positiva do primeiro mês foi a França, que ultrapassou a Argentina como segundo destino internacional do calçado verde-amarelo. No mês passado os franceses importaram 1,85 milhão de pares por US$ 11,51 milhões, altas de 27,3% e de 27,6%, respectivamente, em relação ao mês um de 2017.

    Já a Argentina, historicamente o segundo maior mercado além-fronteiras, encolheu suas compras. Em janeiro, os hermanos importaram 340,26 mil pares que geraram US$ 5,72 milhões, quedas de 16,8% em volume e de 17,5% em receita em relação a janeiro de 2017. “Na Argentina, além da questão cambial, temos uma queda na demanda interna, o que também refletiu nos números”, avalia Klein.

    Estados
    Em janeiro, o Rio Grande do Sul foi o maior exportador brasileiro de calçados, embarcando 1,86 milhão de pares que geraram US$ 34,66 milhões, queda de 3,1% em volume e alta de 4,1% em receita no comparativo com o mesmo mês do ano passado.

    O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 5 milhões de pares que geraram US$ 24,18 milhões, incremento de 4,3% em pares e queda de 2,7% em dólares em relação a janeiro de 2017.

    No terceiro posto, São Paulo também registrou queda tanto nos embarques como em receita gerada. Em janeiro, os paulistas exportaram 396,7 mil pares que geraram US$ 6,73 milhões, baixas de 43% e 21,5%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

    Importações em alta

    Se, por um lado houve queda nas exportações de calçados, a curva inversa foi registrada nas importações. Favorecidas pela desvalorização do dólar sobre a moeda brasileira, o que torna o produto estrangeiro mais barato no mercado interno, as importações chegaram a US$ 40 milhões (receita advinda de 2,9 milhões de pares), incrementos tanto em receita (11,8%) como em pares (12,3%) no comparativo com o mês de janeiro de 2017.

    As principais origens foram os países asiáticos: Vietnã, que embarcou 1,35 milhão de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 24 milhões, aumentos de 15,2% e 11,1%, respectivamente; Indonésia, com 401 mil pares e US$ 6,8 milhões, altas de 8,4% e 12%; e China, com 882,47 mil e US$ 3,5 milhões, incremento de 35,1% em volume e queda de 14,7% em dólares na relação com mesmo mês de 2017.

    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, saltos, solas etc – as importações de janeiro também registraram aumento, chegando a US$ 7 milhões (33,7% mais do que em 2017). As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

    Acesse as tabelas detalhadas clicando AQUI"

     

    Referências:Câmbio derruba as exportações de calçados em janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/cambio-derruba-as-exportacoes-de-calcados-em-janeiro” Acesso em: 15 de fevereiro de 2018.

     

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  • Sexta, 09 de Fevereiro de 2018

  • Copa do mundo Rússia 2018

  • Resultado de imagem para copa na russia

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Os projetos de marketing de relacionamento da Apex-Brasil utilizam eventos culturais e esportivos no Brasil e no exterior com o principal objetivo e gerar negócios, por meio da promoção de relacionamento entre fornecedores brasileiros e clientes estrangeiros, com o apoio em uma programação comercial que acontece no âmbito de grandes eventos.

    Este ano, a agência oferece um espaço em Moscou para que empresas brasileiras recebam seus parceiros comerciais e clientes para participarem de dois eventos durante os primeiros jogos da seleção brasileira no mundial. Será disponibilizado um ambiente privilegiado, com transmissão de jogos, propício para gerar fidelização, confiança e oportunidade de negócios. 
     
    O marketing de relacionamento e o marketing de experiência são a base desses projetos que tem demonstrado eficácia na fidelização de clientes e no incremento das vendas de produtos brasileiros no exterior. O resultado secundário é o ganho de imagem do Brasil, que é “apresentado” a esses clientes durante a programação.
     
    A Copa do Mundo FIFA de 2018 será realizada na Rússia entre os dias 14 de junho e 15 de julho. A competição contará com a participação de 32 seleções nacionais. Ao todo, serão realizadas 64 partidas em 11 cidades-sede. Será a 21ª edição deste que é o mais importante campeonato internacional de futebol do mundo.
     
    Com foco numa camada elevada de público, o evento torna-se uma oportunidade para as empresas que planejam expandir suas formas de promoção estreitando relacionamento com importantes clientes internacionais.
     
    Programação:
     
    Data: 17 de julho de 2018 - Jantar seguido da transmissão do jogo
     
    Local: Mosco, Rússia
     
    Data 22 de julho de 2018 - Almoço seguido da transmissão do jogo
     
    Local: Moscou, Rússia
     
     
     
    Para mais informações entre em contato através do telefone + 55 61 3426-0202 - ou pelo e-mail: apexbrasil@apexbrasil.com.br
     
     

    Fonte: Apex Brasil"

    Referências: Copa do mundo Rússia 2018, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/292/-copa-do-mundo-russia-2018” Acesso em: 09 de fevereiro de 2018.

     

     

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  • Quinta, 08 de Fevereiro de 2018

  • Assintecal inaugura o espaço Original By Brasil em Franca/SP

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Parceria com o Sindifranca, empresários presentes no Conexão Inspiramais puderam conhecer o novo espaço e plataforma de negócios Original By Brasil.

    Nesta semana, o auditório do Sindifranca recebeu empresários e profissionais calçadistas e têxteis que conheceram de perto a pesquisa desenvolvida pelo o Núcleo de Design da Assintecal que apresentou no Conexão Inspiramais as inspirações e referências para o Verão 2019. Ministradas pelo consultor da Assintecal, Marnei Carminatti, o projeto reuniu cerca de 60 profissionais do setor.

    O encontro marcou também a inauguração do novo espaço do projeto Original By Brasil em Franca. Inovador, a plataforma de negócios dá acesso a materiais de pesquisas através de três meios: Virtual (originalbybrasil.com.br), In Company (exposição nas empresas) e Permanente (espaços físicos com os materiais expostos).

    “Ampliamos as possibilidades de negócios para o mercado e aproximamos ainda mais fornecedores de materiais e a industria calçadista e têxtil de Franca e região. Agora podem ter acesso ao espaço físico, agendar visitas, com apresentação de produtos e consultorias em suas empresas ou mesmo ter acesso as empresas e materiais de forma virtual. Novas ferramentas e possibilidades para toda a cadeia calçadista e de moda”, comentou Ilse Guimarães, superintendente da Assintecal.

    O espaço físico, em Franca, fica na sede do Sindifranca, com espaço exclusivo para a showroom permanente de produtos, que já conta com mais de 700 materiais (tecido, laminados, couros, enfeites, saltos, solados e aviamentos) e atualização mensal. O projeto também está presente em outros polos brasileiros produtivos de moda: Novo Hamburgo, São João Batista e Birigui.

    “Ficamos muito felizes em hospedar esse espaço em Franca, uma iniciativa inovadora e muito importante para garantir a competitividade de nossos produtos, já que aproxima as equipes de desenvolvimento das fábricas de calçados francanas das tendências e novidades tecnológicas que estão sendo trabalhadas não só no Brasil, mas ao redor do mundo”, disse o presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão do Couto.

    O espaço físico de Franca fica na Avenida Nazira Aidar, nº 5207, Jardim Redentor).

     

    Para saber mais acesse: www.originalbybrasil.com.br"

    Referências: Assintecal inaugura o espaço Original By Brasil em Franca/SP, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/280/assintecal-inaugura-o-espaco-original-by-brasil-em-franca-sp” Acesso em: 08 de fevereiro de 2018.

     

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  • Quarta, 07 de Fevereiro de 2018

  • Softwear desenvolve novo sistema de automação que produz calçados 11 vezes mais rápido

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Os robôs estão chegando e a inovação mais recente é permitir que os fabricantes de calçados possam automatizar seu processo de produção. A startup de tecnologia SoftWear Automation, com sede em Atlanta/EUA, lançou o Digital Footwear Upper Workline, uma expansão de seu sistema de automação patenteada Sewbot para montar as partes superiores dos calçados (cabedal), atualmente disponível para pré-pedido internacional.

    Com a nova linha de fabricação automatizada Sewbot para calçado, a SoftWear visa acelerar a cadeia global de calçados e ajudar a melhorar as estratégias de abastecimento dos países. Para promover este objetivo, a empresa está focada em automação construída com produção enxuta que não depende de adesivos e modelos. O Sewbot para calçado requer apenas um operador para quatro ou mais linhas de trabalho e minimiza o risco de imperfeições do cortador, tamanho, estilo ou outros problemas materiais.

    Comparado com a costura do modelo convencional, a linha de trabalho pode produzir o cabedal de um sapato 11 vezes mais rápido do que o método atual, podendo costurar o cabedal com três sobreposições em 26 segundos. “A automatização na fabricação de vestuário e calçados torna possível a produção sob demanda em larga escala com grande variedade, velocidade, qualidade e baixo custo, e entregue ao cliente dentro de três dias“, disse a empresa.

    “Com 70% de mão-de-obra concentrada na costura e montagem do cabedal, precisa-se de 18 meses desde a previsão até a entrega. Nossas linhas de trabalho Sewbot automatizam a parte mais intensiva de mão-de-obra de um sapato e fornecem o custo e flexibilidade para produzir produtos em qualquer parte do mundo sob demanda” disse a empresa.

    O calçado é a segunda investida da Softwear na automatização de fabricação de moda. A empresa recentemente fez parceria com a empresa chinesa Tianyuan Garments Company para abrir uma fábrica automatizada de vestuário no Arkansas, onde máquinas automáticas chamadas de LOWRY podem produzir mais de 1 milhão de camisetas por ano. É a Indústria 4.0 revolucionando a fabricação de moda.

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências: Governo bloqueia R$ 16,2 bilhões do Orçamento de 2018, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/274/governo-bloqueia-r-162-bilhoes-do-orcamento-de-2018” Acesso em: 07 de fevereiro de 2018.

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  • Terça, 06 de Fevereiro de 2018

  • Exportações somam US$ 16,9 bi em janeiro, no melhor resultado para o mês da série histórica

  • Resultado de imagem para exportaçoesO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília– No primeiro mês do ano, o superávit da balança comercial alcançou US$ 2,8 bilhões, o segundo melhor resultado da série histórica, iniciada em 1989, para meses de janeiro. Os dados foram divulgados hoje pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). As exportações totalizaram US$ 16,968 bilhões, resultado recorde para o período e que representou um crescimento de 13,8% em relação a janeiro de 2017. As importações somaram US$ 14,199 bilhões, com um aumento de 16,4% na comparação o mesmo mês do ano passado.

    As exportações tiveram crescimento tanto em relação aos preços (0,81%) quanto às quantidades (12,9%), em todas as categorias de produtos. Entretanto, o resultado positivo foi puxado especialmente pela venda de manufaturados, que no período registraram alta de 23,6%. “Esse aumento das quantidades exportadas está principalmente relacionado ao aquecimento da demanda mundial”, explica o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações, Herlon Brandão. “O PIB mundial cresceu mais de 3% em 2017 e espera-se que ocorra crescimento nessa ordem em 2018”, acrescenta.

    Houve crescimento nos embarques de aviões (474%), óleos combustíveis (323%), açúcar refinado (294%) e máquinas para terraplanagem (171%), entre outros produtos. “A economia mundial aquecida demanda produtos brasileiros. Por outro lado, o Brasil tem aumentado a sua produção, principalmente de bens agrícolas, de petróleo, de minério. O investimento nessas áreas faz com que o país tenha excedente para ser exportado”, afirma Brandão.

    O mês de janeiro também apresentou resultado expressivo nas importações, que tiveram aumento, em volume, de cerca de 10%. Cresceram nesse período as compras de combustíveis e lubrificantes (96,3%), de bens de consumo (19,2%), de bens de capital (11,4%) e de bens intermediários (5,8%).

    A expectativa é que as importações se mantenham aquecidas ao longo do ano.  “Esperamos que as importações cresçam a taxas superiores a das exportações em 2018. A expectativa de crescimento do PIB é de 3%, o que deve incentivar a importação de bens. Isso vai fazer com que o saldo anual diminua, mas ainda positivo e entre os maiores da história, na casa dos US$ 50 bilhões”, explica Brandão.

    Destinos e origens

    Os cinco principais compradores de produtos brasileiros foram China (US$ 3,366 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,247 bilhões), Argentina (US$ 1,205 bilhão), Países Baixos (US$ 871 milhões) e Chile (US$ 540 milhões). Os principais mercados fornecedores, em janeiro, foram China (US$ 2,844 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,390 bilhões), Alemanha (US$ 876 milhões), Argentina (US$ 727 milhões) e Coreia do Sul (US$ 540 milhões).

    (*) Com informações do MDIC

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Exportações somam US$ 16,9 bi em janeiro, no melhor resultado para o mês da série histórica, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/272/exportacoes-somam-us-169-bi-em-janeiro-no-melhor-resultado-para-o-mes-da-serie-historica” Acesso em: 06 de fevereiro de 2018.

     

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  • Segunda, 05 de Fevereiro de 2018

  • Iniciativas do governo e retomada da economia marcam o mês de janeiro

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Curitiba – Empresários e profissionais que trabalham na área de comércio exterior tiveram um mês de janeiro bastante movimentado. Além de sinais claros de que a economia brasileira está realmente recuperando o fôlego, o que implica em aumento na movimentação de mercadorias que entram e saem do país, o governo brasileiro também resolveu rever algumas questões importantes já no começo do ano, como a redução na alíquota de impostos para produtos que estavam em falta no mercado interno e a ampliação de funções já previstas do Portal Único de Comércio Exterior para novas exportações amparadas pelo regime de drawback suspensão.

    O drawback é um regime aduaneiro especial que garante a desoneração na importação ou aquisição interna de insumos utilizados na fabricação de bens voltados para a exportação.

    O Portal Único de Comércio Exterior é uma ferramenta que deve modernizar os processos e fluxos para importação e exportação no Brasil, reduzindo a burocracia e facilitando o trâmite e a fiscalização das cargas e produtos. Com a implantação desse novo processo, que deve estar funcionando em sua totalidade até o final de 2018, o objetivo é reduzir os prazos e os custos das operações, o que deve contribuir para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.

    Para Thiago Burbela, diretor do Grupo Casco Comércio Exterior e Logística, o processo de importação e exportação precisa acompanhar o ritmo do mercado e, por isso, modernizar é algo não só necessário, como vital para a economia brasileira.

    “O Portal Único de Comércio Exterior é uma ferramenta que deve modernizar os processos e fluxos para importação e exportação no Brasil, reduzindo a burocracia e facilitando o trâmite e a fiscalização das cargas e produtos, seguindo o fluxo internacional recomendado pela Organização Mundial do Comércio”, afirma Burbela.

    Responsável pela regulamentação do comércio internacional, a OMC estimula a criação e o desenvolvimento de políticas econômicas e estratégias que venham reduzir as diferenças competitivas entre os países integrantes do tratado internacional, a partir da ampliação da capacidade logística nos países em desenvolvimento.

    Além disso, duas resoluções da Câmara de Comércio Exterior reduziram temporariamente o imposto de importação de produtos para abastecer o mercado interno e manter a indústria em operação. “Alguns insumos que estavam em falta para e podiam comprometer a produção nacional tiveram grande redução de alíquota na importação. São iniciativas temporárias, mas o suficiente para que o mercado possa se recuperar e recompor seus estoques, sem comprometer a qualidade de seus produtos e não colocar em risco a economia” comenta o Burbela.

    (*) Com informações do Grupo Casco Comércio Exterior e Logística"

    Referências:Iniciativas do governo e retomada da economia marcam o mês de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/262/iniciativas-do-governo-e-retomada-da-economia-marcam-o-mes-de-janeiro” Acesso em: 05 de fevereiro de 2018.

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  • Quarta, 02 de Sexta de 2018

  • Governo bloqueia R$ 16,2 bilhões do Orçamento de 2018

  • Resultado de imagem para bloqueio de verbas

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"

    Um mês depois da sanção pelo presidente Michel Temer, o Orçamento Geral da União de 2018 terá um ajuste de R$ 16,2 bilhões.

    Segundo anunciou há pouco o Ministério do Planejamento, as medidas incluem o cancelamento, suspensão e contingenciamento (bloqueio temporário) de despesas para cumprir a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões para este ano e o teto de gastos.

    Primeiramente, a equipe econômica contingenciará R$ 8,2 bilhões do Orçamento por causa da manutenção dos reajustes ao funcionalismo federal para este ano e do adiamento, para fevereiro, da aprovação do projeto de lei que elimina a desoneração da folha de pagamento para os setores da economia. Segundo o Planejamento, o bloqueio é necessário para garantir o cumprimento do teto de gastos.

    O governo também suspenderá R$ 8 bilhões de gastos que teriam como base as receitas resultantes da privatização da Eletrobras.

    De acordo com o Planejamento, a suspensão é preventiva. A previsão de receitas está mantida, mas o uso delas estará bloqueado até a aprovação do projeto de lei de desestatização da companhia elétrica.

    Originalmente, o governo previa arrecadar R$ 12,2 bilhões com o bônus de outorga da privatização, mas existe uma folga de R$ 4,2 bilhões em relação à meta de déficit primário de R$ 159 bilhões, o que reduziu o bloqueio total para R$ 8 bilhões.

    O Planejamento aumentou de 2,5% para 3% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) em 2018.

    Na semana passada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que a projeção para a variação do PIB em 2018 seria ampliada. A estimativa de inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,2% para 3,9%.

    Meta

    A meta para 2018 é que o Governo Central (Previdência Social, Banco Central e Tesouro Nacional) tenha um déficit primário de R$ 159 bilhões. O déficit primário considera as receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

    A reavaliação do Orçamento considera que o governo encerrará o ano com resultado negativo de R$ 154,805 bilhões.

    No entanto, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, esclareceu que a estimativa ainda inclui os R$ 12,2 bilhões de receitas com a privatização da Eletrobras.

    Em 2017, foram contingenciados R$ 44,9 bilhões. Ao longo do ano, parte foi liberada e cerca de R$ 20 bilhões permaneceram contingenciados.

    Com isso, o governo fechou o ano com déficit de R$ 124,4 bilhões, consideravelmente abaixo da meta de R$ 159 bilhões.

    A Emenda Constitucional do Teto (EC 95/2016) estabelece um limite anual de gastos e o percentual de realização desse limite ao longo do ano.

    A EC estabelece a inflação do ano anterior como limite para o crescimento dos gastos da União no ano vigente. Para 2018, o limite do crescimento em relação a 2017 é de 3%.

    Fonte: Exame"

    Referências: Governo bloqueia R$ 16,2 bilhões do Orçamento de 2018, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/274/governo-bloqueia-r-162-bilhoes-do-orcamento-de-2018” Acesso em: 02 de fevereiro de 2018.

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  • Terça, 30 de Janeiro de 2018

  • China, principal país de destino das exportações de 12 estados e do Distrito Federal em 2017

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  Maior parceiro comercial do Brasil, a China  vem se tornando a cada ano o principal país de destino das exportações de um número crescente de estados brasileiros. Ano passado, dos 25 estados, além do Distrito Federal, treze unidades da Federação tiveram na China o principal cliente de seus produtos no exterior, contra apenas seis dos Estados Unidos, dois da Argentina, Hong Kong e Países Baixos e um do Canadá e Venezuela.

    De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em 2017, as exportações brasileiras para a China totalizaram US$ 47,488 bilhões, enquanto as importações de produtos chineses somaram US$  27,321 bilhões. Com isso, ano passado, o intercâmbio com os chineses gerou para o Brasil um superávit de US$ 20,167 bilhões.

    Principal parceiro comercial do Brasil, a China importa principalmente soja (43% do total importado), minério de ferro e concentrados (22%) e óleos brutos de petróleo (15%). Em 2017, a China foi a principal importadora de doze estados brasileiros, além do Distrito Federal. São eles: Alagoas, Bahia, Distrito Federal Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins.

    Depois da China, os Estados Unidos foram o segundo principal destino das vendas externas dos estados brasileiros. Seis unidades da Federação tiveram no mercado americano seu principal cliente no exterior: Amapá, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Santa Catarina e São Paulo.

    Três outros países ocuparam a liderança entre os países de destino das exportações dos estados brasileiros: Argentina (Amazonas e Pernambuco), Hong Kong (Acre e Rondônia) e Países Baixos (Rio Grande do Norte e Sergipe).

    Para completar a relação, o Canadá foi o principal destino das exportações do Maranhão e a Venezuela foi o país que mais importou mercadorias de Roraima em 2017.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências: China, principal país de destino das exportações de 12 estados e do Distrito Federal em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/252/china-principal-pais-de-destino-das-exportacoes-de-12-estados-e-do-distrito-federal-em-2017” Acesso em: 30 de janeiro de 2018.

     

     

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  • Sexta, 26 de Janeiro de 2018

  • Produtos e negócios marcam o Inspiramais Verão 2019

  • Resultado de imagem para inspiramais 2018

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"No meio de tantas inovações, 148 empresas apresentaram seus produtos para o público visitante voltados à moda calçadista, confeccionista e moveleira.

     

    Para a Vicunha Têxtil, o evento foi além das expectativas. Maria Carol Guardia, marketing da empresa contou que “foi muito bacana! Percebemos que houve um aumento de movimento e, principalmente, a busca por vestuário. Nós ampliamos o relacionamento com nichos de mercado e nossa carteira se ampliará para a região Sul e de Minas Gerais. O Inspiramais superou nossa expectativa”.


    Silvio Martins, gerente de marketing da Cipatex, enalteceu o que chamou de internacionalização do Inspiramais: “O evento cresceu e tomou um cunho comercial novo e uma referência real em pré-design. Já estamos em padrão internacional, comparado a qualquer feira de Milão e demais países da Europa. Recebemos a visita dos grandes players do mercado e caravanas de diversos estados do país, além do mix de negócios que pudemos prospectar. A parte de atendimento às empresas internacionais também foi muito expressiva e personalizada”.


    A Britânnia Têxtil também elogiou a edição: “O Inspiramais é sempre muito bom e traz pessoas com intenção real de negócios. Teremos que ampliar a equipe para a próxima edição”, comentou Laura Resende, gerente de expansão.

     

    Fonte: Agência Capsula"

    Referências: Produtos e negócios marcam o Inspiramais Verão 2019, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/232/produtos-e-negocios-marcam-o-inspiramais-verao-2019” Acesso em: 26 de janeiro de 2018.

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  • Quinta, 25 de Janeiro de 2018

  • Acordo MERCOSUL-Colômbia: influência no setor de componentes e máquinas para couro, calçados e artefatos

  • Resultado de imagem para mercosul colombia

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Acordo  de Complementação Econômica (ACE nº 72) entre MERCOSUL e Colômbia, assinado em julho e internalizado pelos países membros em dezembro de 2017, determinou a desgravação a zero das tarifas de importação de 97% dos itens da pauta comercial a partir de 2018, com preferência tarifária imediata aos setores têxtil e siderúrgico.


    Assim como os integrantes do MERCOSUL, o Brasil tem oportunidade de exportar para o país andino bens e serviços mais intensivos em tecnologia e com maior cadeia de valor agregado. Observa-se que o fluxo total de comércio bilateral não chega a representar 5% do total, logo, o acordo introduz novas perspectivas para a relação comercial entre Brasil e a Colômbia.


    Setor e o comércio bilateral em 2017:

    A Colômbia foi o 8ª principal destino das exportações brasileiras do setor, importando mais de US$ 20 milhões em 2017. Há um grande potencial de aumentar o comércio com o parceiro, observado que a Colômbia importa aproximadamente US$ 500 milhões em materiais, químicos e máquinas para couro, calçados e artefatos. 


     No ranking dos dez principais destinos de exportação do setor, o mercado colombiano foi o que apresentou maior crescimento entre 2016 e 2017, com aumento de 23% no período. Em relação à composição das exportações brasileiras destinadas à Colômbia, mais de 75% estão concentradas em apenas dez produtos, sendo os principais: Outras chapas estratificadas, reforçadas ou com suporte (17,2%); Moldes para borracha ou plásticos, para moldagem por injeção ou por compressão (9,8%); e, Outros adesivos à base de plásticos (9,4%).

     

    PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO DO SETOR DESTINADOS À COLÔMBIA PASSÍVEIS DA DESGRAVAÇÃO  TARIFÁRIA:

     

    NCM 

     

    Descrição NCM 

    3506.91.90

    Outros adesivos à base de plásticos 

    4205.00.00 

    Outras obras de couro natural ou reconstituído 

    3506.91.10

    Adesivos à base de borracha 

    3909.50.11

    Poliuretano em soluções em solventes orgânicos

    3402.13.00 

    Agentes orgânicos de superfície, não iônicos 

    3809.93.90 

    Outros agentes de apresto/acabamento, etc, para a indústria do couro 

    3201.20.00 

    Extrato tanante, de mimosa 

    8480.71.00 

    Moldes para borracha ou plásticos, para moldagem por injeção ou por compressão 

    3921.12.00 

    Outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plásticos, de polímeros de cloreto de vinila 

    3921.90.19 

    Outras chapas estratificadas, reforçadas ou com suporte 

    3906.90.19 

    Outros polímeros acrílicos, em líquidos e pastas, solúveis em água

    3201.90.90 

    Sais, éteres, ésteres e outros derivados dos taninos 

    3204.17.00 

    Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 

    6406.90.90 

    Outras partes de calçados, etc

    3909.50.29 

    Outros poliuretanos em blocos irregulares, pedaços, pós, etc

    8453.20.00 

    Máquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçados 

    3402.11.90 

    Outros agentes orgânicos de superfície, aniônicos 

    3209.10.10 

    Tintas de polímeros acrílicos/vinílicos, dispersos/dissolvidos em meio aquoso 

    5401.10.11 

    Linhas para costurar, de poliéster, não acondicionadas para v enda a retalho 

    8477.10.99 

    Outras máquinas de moldar borracha/plástico, por injeção 

    5603.94.90 

    Outros falsos tecidos, de peso superior a 150 g/m2 

    5401.10.90 

    Linhas para costurar, de outros filamentos sintéticos 

    3204.12.10 

    Corantes ácidos, mesmo metalizados e suas preparações 

    3202.10.00 

    Produtos tanantes orgânicos sintéticos 

    8308.90.90

    Outros fechos, etc, de metais comuns, para vestuário, calçados, etc. 

    8453.90.00 

    Partes de máquinas e aparelhos para preparar, curtir ou trabalhar couros ou peles 

    3506.99.00 

    Outras colas e adesivos preparados 

    5907.00.00 

    Outros tecidos impregnados, revestidos ou recobertos- telas pintadas para cenários teatrais, para f undos  de estúdio ou para usos semelhantes 

    3402.90.29 

    Outras soluções ou emulsões de produtos tensoativ os, etc

    5903.90.00 

    Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados, com outros plásticos 

    3926.90.90 

    Outras obras de plásticos 

    8308.90.10 

    Fivelas de metais comuns 

    6406.20.00 

    Solas exteriores e saltos, de borracha ou plástico 

    3202.90.29 

    Outras preparações tanantes 

    5806.32.00 

    Fitas de fibras sintéticas ou artificiais

    3909.50.12 

    Poliuretano em dispersão aquosa 

    5407.93.00 

    Outros tecidos de filamentos sintéticos, de fios de diversas cores 

    6406.10.00 

    Partes superiores de calçados e seus componentes 

    5603.14.90 

    Falsos tecidos de outros filamentos sintéticos ou artificiais, de peso superior a 150 g/m2 

    3920.43.90 

    Outras chapas de polímero cloreto de vinila, que contenham, em peso, pelo menos 6 % de plastif icantes 

    5603.94.10 

    Outros falsos tecidos de poliéster, de peso superior a 150 g /m2

    5903.20.00 

    Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados, com plástico, exceto os da posição 59.02,  com poliuretano 

    5811.00.00 

    Artefatos têxteis matelassês em peça, constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis  associadas a uma matéria de enchimento ou estof amento, acolchoados por qualquer processo, exceto os  bordados da posição 58.10 

    3204.19.20 

    Corantes solúveis em solventes (corantes solventes)

    3921.13.90 

    Outras chapas, etc, de poliuretanos, alveolares 

    8453.80.00 

    Máquinas e aparelhos para fabricar ou consertar outras obras de couro ou de pele 

    4908.90.00 

    Outras decalcomanias de qualquer espécie 

    3210.00.30

    Pigmentos a água preparados, dos tipos utilizados para acabamento de couros 

    3212.90.90 

    Outros pigmentos dispersos em meios não aquosos, estado líquido, etc.

    3809.93.19

    Outros impermeabilizantes dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes 

    8419.39.00 

    Outros secadores 

    6006.32.20

    Outros tecidos de malha, de fibras sintéticas, tintos, de poliésteres 

    5903.10.00 

    Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados, com plástico, exceto os da posição 59.02,  com poli(cloreto de vinila)

    8452.29.10 

    Máquinas para costurar couros ou peles, não automáticas 

    8477.90.00 

    Partes máquinas e aparelhos para trabalhar borracha ou plásticos ou para f abricação de produtos dessas 

    3404.90.12 

    Outras ceras artificiais, de polietileno 

    3208.90.39 

    Outras soluções de polímeros sintéticos, etc, dispersos/dissolvidos em meio não aquoso 

    5407.72.00 

    Outros tecidos, que contenham pelo menos 85 %, em peso, de f ilamentos sintéticos, tintos 

    8421.29.90 

    Outros aparelhos para filtrar ou depurar líquidos

    3202.90.30 

    Preparações enzimáticas, para a pre-curtimenta 

    3814.00.90 

    Outros solventes e diluentes orgânicos compostos, etc. 

    3506.91.20 

    Adesivos à base de polímeros das posições 39.01 a 39.13, dispersos ou para dispersar em meio aq uoso 

    8479.89.99 

    Outras máquinas e aparelhos mecânicos com função própria 

    8516.80.10 

    Resistências de aquecimento, para aparelhos da presente posição (eletrotérmico, uso doméstico) 

    5603.14.20 

    Falsos tecidos de poliéster, de peso superior a 150 g /m2

    8308.10.00 

    Grampos, colchetes e ilhoses, de metais comuns, para v estuário, etc

    8538.90.90 

    Outras partes para aparelhos de interrupção de circuito elétrico 

    8424.89.90 

    Outros aparelhos mecânicos, para projetar, etc, líquidos, pós 


    "

    Referências: Acordo MERCOSUL-Colômbia: influência no setor de componentes e máquinas para couro, calçados e artefatos, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/224/acordo-mercosul-colombia-influencia-no-setor-de-componentes-e-maquinas-para-couro-calcados-e-artefatos” Acesso em: 25 de janeiro de 2018.

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  • Quarta, 24 de Janeiro de 2018

  • Inovação, sustentabilidade e integração em toda a cadeia da moda marcam edição de Janeiro do Inspiramais

  • Resultado de imagem para inspiramais

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Com a presença dos principais players de moda, varejo e indústria, grifes e estilistas e o lançamento de 900 novos materiais e soluções para o mercado, o Inspiramais encerra sua edição de janeiro com anúncio de nova parceria e mudanças em seu formato e conceito para a próxima edição.

    Planta de uma confecção 4.0 onde a roupa fica pronta em 30 minutos; couro com efeito verniz; etiquetas digitais com tecnologia de realidade aumentada; estamparia autoral com inspiração e desenvolvimento 100% brasileiro; fios biodegradáveis para o desenvolvimento do vestuário; bolsas e sapatos que após três anos de descarte se decompõem.

     Foi neste cenário que o Inspiramais encerrou mais uma edição (realizada nos dias 16 e 17 de janeiro) marcada pela apresentação de projetos que prezam pela pesquisa e busca da inovação sustentável, tecnológica, empresarial e de design com identidade brasileira. Um encontro de profissionais que trabalham com a indústria da moda e pretendem fortalecer sua competitividade no mercado interno e externo neste, que é o mais importante salão de materiais da América Latina.

     Além dos lançamentos, o evento foi marcado pela integração de diferentes segmentos produtivos, que tem o design como ponto convergente e que apostam nele para o aquecimento de seu mercado. 

    “O Inspiramais tornou-se fundamental para o desenvolvimento e construção de produtos de moda, seja na indústria têxtil e de confecção, no setor calçadista, joias, acessórios ou mobiliários. A cadeia da moda busca a produção de produtos com identidade legitimamente brasileiros e o Inspiramais é o início de todo o pensamento e construção dos produtos de moda”, ressaltou Milton Killing, Presidente da Assintecal (Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos).

    Fonte: Agência Capsula"

    Referências: Inovação, sustentabilidade e integração em toda a cadeia da moda marcam edição de Janeiro do Inspiramais, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/214/inovacao-sustentabilidade-e-integracao-em-toda-a-cadeia-da-moda-marcam-edicao-de-janeiro-do-inspiramais” Acesso em: 24 de janeiro de 2018.

     

     

     

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  • Quarta, 23 de Janeiro de 2018

  • Dólar tem nova queda e volta a R$3,20

  • Resultado de imagem para queda no dolar

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "São Paulo – Pelo segundo pregão consecutivo, o dólar não conseguiu sustentar movimento de correção e fechou em queda e no patamar de 3,20 reais, influenciado pela fraqueza da moeda norte-americana ante divisas de países emergentes no exterior e algum fluxo.

    O dólar recuou 0,23 por cento, a 3,2096 reais na venda, depois de marcar a máxima de 3,2254 reais pela manhã.

    No mês até esta quinta-feira, a moeda recuou em nove dos 13 pregões, acumulando desvalorização de 3,16 por cento. O dólar futuro cedia 0,46 por cento.

    “Os dados da China fortalecem o apetite por risco”, disse o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado.

    A economia da China cresceu 6,8 por cento no quarto trimestre ante o mesmo período do ano anterior, acima da expectativa de 6,7 por cento. Em 2017, o crescimento foi de 6,9 por cento em relação a 2016, a primeira aceleração anual da economia desde 2010.

    Esses números fortes da China ajudavam na valorização das moedas de países emergentes e ligados às commodities, e assim o dólar cedia ante os pesos chilenos, mexicano e o rand sul-africano. Contra uma cesta de moedas ele operava com tímida alta.

    “Houve também fluxo de venda, além de uma expectativa de ingresso de recursos”, justificou o operador da Spinelli, José Carlos Amado, ao citar que a reabertura do Global 2047 pode trazer confiança a empresas que queiram acessar o mercado externo e estavam retraídas.

    O Tesouro brasileiro lançou 1,5 bilhão de dólares na reabertura do título Global 2047.

    Como pano de fundo, o mercado seguia monitorando o noticiário em torno da reforma da Previdência, além do desfecho do julgamento em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na próxima semana.

    “Acho que enquanto ele ainda não estiver fora do jogo eleitoral é mais difícil para os investidores comprarem mais Brasil”, avaliou Machado, acrescentando que as incertezas decorrentes desse processo podem levar o dólar a oscilar novamente até os 3,30 reais.

    O julgamento de Lula está marcado para o dia 24 de janeiro, enquanto a votação em primeiro turno da reforma a Previdência na Câmara dos Deputados está prevista para 19 de fevereiro.

    Fonte: Exame"

    Referências: Dólar tem nova queda e volta a R$3,20, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/200/dolar-tem-nova-queda-e-volta-a-r320” Acesso em: 23 de janeiro de 2018.

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  • Segunda, 22 de Janeiro de 2018

  • Brasil é o país convidado na Colombiatex de las Américas 2018

  • Imagem relacionada

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O ano em que completa 30 anos, a Colombiatex de Las Américas 2018, principal feira latino-americana de tecidos e matérias-primas; produtos químicos, máquinas e equipamentos para o mercado têxtil, terá o Brasil como país homenageado nesta edição, que acontecerá de 23 a 25 de janeiro, em Medellín. A participação destacará as boas práticas da indústria têxtil e de confecção e promoverá oportunidades de negócios entre os empreendedores brasileiros e colombianos.

    A delegação do Brasil é formada por 40 empresas, lideradas pela Associação Brasileira da Indústria de Têxteis e Vestuário (Abit) e também com participações da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos, (Abimaq); Associação Brasileira de Empresas Componentes para Couro, Calçados e Manufacturas (Assintecal) e apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, Apex-Brasil. Os expositores irão apresentar uma variedade de produtos, suprimentos e máquinas para o setor de têxtil/vestuário. Como novidade, a indústria de calçados e artefatos de couro estará presente pela primeira vez na feira, mostrando inovação em design e tecnologia.

    Organizada pela Inexmoda, a Colombiatex traz como conceito desta edição o lema: “Abra seus olhos”, cujo objetivo é mostrar a vitalidade da cadeia têxtil, que tem representação significativa de empresas que produzem e desenvolvem insumos para a indústria global de moda, através de diferentes percepções, ângulos, estratégias e ideias.

    Oportunidades e perspectivas

    No dia 24 de janeiro, durante o tradicional  “Dia do Denim da Colombiatex”, que convida os visitantes a usar jeanswear, será realizada no Salão Plaza Mayor – que integra o complexo da Feira -  uma discussão sobre as oportunidades de negócios entre Brasil e Colômbia. O evento contará com as presenças de Fernando Pimentel, presidente da Abit; Ilse Guimarães, da Assintecal, além de um representante da CSMAT (Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria Têxtil e Vestuário do Brasil) e do presidente da Inexmoda, Carlos Eduardo Botero Hoyos. 

    Eles vão discutir as novas perspectivas do recém-assinado Tratado Colômbia e Mercosul, que zerou as tarifas de importação de têxteis e vestuário. Será levado em conta que as exportações do sistema de moda colombiano para o Brasil nos últimos cinco anos tiveram uma taxa de crescimento anual de 4, 4%; a utilização de mecanismos considerando o abastecimento de insumos e a oferta de produtos têxteis, entre outros assuntos. A equipe da MJC|Textília estará presente no evento, no stand BL/024. Para mais informações acesse: https://colombiatex.inexmoda.org.co

    Fonte: Textilia.net"

    Referências:Brasil é o país convidado na Colombiatex de las Américas 2018, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/196/brasil-e-o-pais-convidado-na-colombiatex-de-las-americas-2018” Acesso em: 22 de janeiro de 2018.

     

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  • Sexta, 19 de Janeiro de 2018

  • Recuperação em 2017 anima calçadistas

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A tímida recuperação registrada na demanda doméstica por calçados, tanto no mercado interno como internacional, animou os calçadistas para 2018. Embora o clima seja de cautela, pois trata-se de um ano com muitos feriados e eventos, como Copa do Mundo de futebol e eleições, a inadimplência em queda, a inflação e os juros baixos e a retomada da confiança por parte do consumidor formam um contexto de projeção positiva. Essa foi a tônica da coletiva de imprensa da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), realizada hoje, dia 16, na 45ª edição da Couromoda, feira calçadista que lança mais de duas mil coleções de calçados e acessórios até o dia 18, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. 

    Saudando a união entre entidades setoriais da cadeia coureiro-calçadista, o presidente da Couromoda, Francisco Santos, ressaltou que, com as condições econômicas favoráveis – e as reformas necessárias para o ajuste das contas públicas - aliadas aos esforços do setor para a adaptação às condições de mercado, a expectativa é de retomada. “Essa é a melhor Couromoda dos últimos quatro anos e tenho convicção de que, com o esforço conjunto dos empresários, iremos consolidar a posição do Brasil como um dos maiores produtores de calçados do mundo, o maior fora da Ásia”, disse. 

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destacou o leve crescimento no varejo ao longo de 2017, impulsionado sobretudo pela queda da inflação. Segundo ele, o incremento nas vendas internas, embora ainda tímidos, foram importantes para que a produção de calçados aumentasse mais de 3% ao longo do ano, mas o que “salvou” o setor foram as exportações. “A Abicalçados trabalha com duas preocupações quando se trata de análise de mercado, a demanda doméstica e o impacto da competitividade nas exportações”, comentou. Com isso, o executivo avaliou que o crescimento das vendas internacionais no ano passado, de 1,2% em pares e 9,3% em receita em relação a 2016 (127 milhões de pares por US$ 1,09 bilhão, o melhor resultado desde 2013), teve papel determinante para o desempenho do setor calçadista. 

    Desafios estruturais
    Embora comemorando o resultado de 2017, Klein destacou que os desafios para a indústria ainda são grandes, já que esse número ainda está muito aquém de performances anteriores – quando o setor gerou quase U$ 2 bilhões com embarques e conseguiu grandes índices de crescimento no varejo.  

    Levantando as questões estruturais que afetam diretamente o desempenho do segmento, como a alta carga tributária e os altos custos logísticos e trabalhistas, o executivo ressaltou que a Abicalçados também tem trabalhado fortemente com iniciativas que permitam uma melhora da competitividade da indústria no “intramuros” e que não dependam do poder público.  “Dentro deste contexto, a Abicalçados tem trabalhado ações que permitam uma maior competitividade para a indústria, especialmente por meio de inciativas como as do âmbito do Future Footwear, que buscam incorporar novos modelos de negócios, processos de produção e tecnologia em produto no segmento”, apontou, dando exemplos práticos como o projeto SOLA, que através da automação logística promoveu a economia de R$ 500 mil em um ano para uma grande calçadista nacional. 

    Expectativa
    Para 2018 a expectativa é de uma estabilidade na produção de calçados, apesar da previsão da Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) de um crescimento na faixa de 3,5% nas vendas. “O câmbio tem papel determinante no desempenho da indústria. O dólar menos valorizado, além de encarecer o nosso produto para o comprador estrangeiro, acaba favorecendo as importações, que podem usufruir mais da expectativa do reaquecimento do mercado doméstico”, comentou Klein. 

    O presidente do Conselho Deliberativo da Abicalçados, Rosnei Alfredo da Silva, também foi comedido quando questionado sobre as expectativas dos produtores de calçados. “A analogia que fazemos é simples. Na virada do ano, nos brindes, todos pensam em crescer. As empresas são como as pessoas e uma entidade que representa o setor não pode falar de sonhos, mas da realidade”, disse Silva.

    Varejo
    Também participando da coletiva da Abicalçados, o presidente da Ablac, Marcone Tavares, ressaltou que apesar da queda de quase 9% no volume de vendas, o varejo brasileiro teve um incremento de 4,9% na receita ao longo de 2017. “Os números mostram que o consumidor brasileiro está mais consciente, agindo menos por impulso, o que tem promovido uma maior profissionalização do varejo, um amadurecimento positivo para o setor”, disse, acrescentando que o preço médio do calçado vendido avançou 12,7% ao longo daquele ano. 

    Para o dirigente, no entanto, a projeção de crescimento é mais comedida em 2018, de 3,5% em faturamento. “Será um ano com menos dias úteis para o varejo, além das eleições e a Copa do Mundo de futebol, o que sempre tira um pouco da atenção do consumidor”, acrescentou. 

    Além dos citados, participaram da coletiva da Abicalçados o diretor geral da Couromoda, Jeferson Santos, e o diretor-executivo da Ablac, Wesley Barbosa."

    Referências:Recuperação em 2017 anima calçadistas, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/recuperacao-em-2017-anima-calcadistas” Acesso em: 19 de janeiro de 2018.

     

     

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  • Quinta, 18 de Janeiro de 2018

  • Feira italiana gera mais de US$ 4 mi para calçadistas brasileiros

  • Resultado de imagem para feira italiana de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa

    :"As exportações brasileiras de calçados iniciaram o ano fortalecidas com os números da primeira participação internacional das marcas brasileiras em feiras do segmento. Na Expo Riva Schuh, mostra que aconteceu em Riva del Garda/Itália, entre 13 e 16 de janeiro, 50 grifes verde-amarelas comercializaram 311,1 mil pares de calçados que geraram mais de US$ 4 milhões. Os números estão no relatório da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que por meio programa Brazilian Footwear, mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), viabilizou a participação.

    Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Korndorfer Scheffel,o número ficou estável em relação ao registro do ano passado. “Apesar de uma visitação um pouco inferior ao esperado, as empresas tiveram bons resultados e fizeram contatos com grandes players da Europa”, avalia a analista. Segundo ela, foram mais de 600 contatos com compradores internacionais e distribuidores, sendo quase 300 destes inéditos para as marcas participantes. Para os próximos seis meses, em decorrência dos contatos proporcionados, a expectativa é de que outros US$ 18,2 milhões sejam gerados com a venda de 1,4 milhão de pares.

    Expositores
    A gerente de Exportação da Pimpolho, Marcela Gerbis, ressalta que a segundo participação da marca de calçados infantis na mostra italiana foi positiva. “A Expo Riva Schuh nos permitiu atingir mercados importantes aos quais não conseguiríamos chegar sem essa participação”, destaca. 

    A possibilidade de abertura de novos mercado também foi a tônica da avaliação de Juliano Fontes, gerente de Exportação da Pegada, marca de calçados casuais do segmento masculino. “Durante a feira, a marca se reuniu com diversos clientes para fazer a manutenção de mercado e alinhavar os pedidos para esse semestre. Também saímos com a expectativa positiva de abertura de novos mercados”, projeta Fontes.

    Voltando à mostra italiana após quase dez anos, a Grendene também saiu satisfeita com os negócios e contatos proporcionados pelo evento. O diretor de Exportação da fabricante, Alexandre Gastaldello, aponta que apesar de uma circulação menor do que a esperada a empresa fez ótimos contatos. “Trata-se de uma feira importante para o setor, onde é preciso estar presente”, comenta o diretor.

    A 89ª edição da Expo Riva Schuh contou com mais de 1,4 mil expositores de 37 países e recebeu a visitação de mais de 13 mil compradores e distribuidores profissionais de diferentes mercados do mundo, principalmente da própria Itália, Alemanha, França, Reino Unido e Espanha.

    Participaram da Expo Riva Schuh, por meio do Brazilian Footwear, as marcas Klin, Werner, Andacco, Carrano, Madeira Brasil, Verofatto, Piccadilly, Pegada, Cecconello, Vizzano, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Modare Ultraconforto, Usaflex, Tabita, Pampili, Cravo & Canela, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Ramarim, Comfortflex, Whoop, Stéphanie Classic, Cristófoli, Andine, Smidt Shoes, Azaleia, Dijean, Opanka, Suzana Santos, Renata Mello, Kildare, Ala, Zatz, Sapatoterapia, Democrata, Petite Jolie, Sollu, Pimpolho, Indiana Colours of Brazil, Grendha, Grendene Kids, Copacabana, Capelli Rossi, Cocco Miami, Capodarte, Dumond e Ferrucci.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:Feira italiana gera mais de US$ 4 mi para calçadistas brasileiros, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-italiana-gera-mais-de-us-4-mi-para-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 18 de janeiro de 2018.

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  • Quarta, 17 de Janeiro de 2018

  • Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017

  • Resultado de imagem para crescimentoO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Mesmo sem os dados fechados, a Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) aponta que, em 2017, as vendas de calçados devam somar cerca de R$ 54 bilhões, 3% a 3,5% por mais do que em 2016. A projeção foi realizada na coletiva de imprensa da Couromoda, feira calçadista que acontece entre 15 e 18 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. O evento contou ainda com a participação do presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Rosnei Alfredo da Silva, dos executivos da Couromoda, Francisco e Jeferson Santos, e representantes de sindicatos dos principais polos calçadista brasileiros. 

    O presidente da Abicalçados, por sua vez, criticou o peso do Estado e defendeu uma urgente simplificação tributária. “Desde a Constituição de 88 convivemos com um número incontável de portarias e normas que, além de não dar segurança para o produtor, acabam onerando o sistema produtivo”, disse, ressaltando que, com uma simplificação do sistema tributário a atividade calçadista já teria um fôlego extra. 

    Perguntado sobre as oportunidades do setor em 2018, se estariam mais no mercado doméstico ou externo, Silva ressaltou que a indústria possui uma capacidade ociosa ainda relevante e que tem trazido a expertise da atuação no exigente mercado internacional para dentro das fronteiras. 

    Coletiva da Abicalçados
    Os dados relativos a 2017 e as projeções para 2018 serão detalhados em coletiva de imprensa da Abicalçados, que será realizada amanhã, dia 16, no lounge da Administração da feira, a partir das 11h30. Do encontro, participarão, além dos executivos da Couromoda, Silva e o presidente da Ablac, Marcone Tavares,  o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein. 

    A Abicalçados participa da Couromoda com projetos de promoção comercial e de imagem. O Projeto Comprador Vip trouxe compradores colombianos dos grupos JCT Empresarial/Tiendas Josh e Calzado Sibony, e o Projeto Imagem 11 jornalistas estrangeiros de alguns dos principais veículos de comunicação segmentada do mundo: CueroAmerica e Serma, da Argentina; Style America, ADN e Publimetro, da Colômbia; Global Fashion, da Espanha;  Chausser, da França; Moda Pelle e Edizioni AF, da Itália;  Fashion Trend, da China; e Sourcing Journal, dos Estados Unidos."

    Referências:Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/vendas-de-calcados-cresceram-entre-3-e-3-5-em-2017” Acesso em: 17 de janeiro de 2018.

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  • Terça, 16 de Janeiro de 2018

  • Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano

  • Resultado de imagem para automação logísticaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Como parte da estratégia de recuperar a combalida competitividade da indústria calçadista brasileira, prejudicada sobretudo pelo chamado Custo Brasil, mas também por problemas “intramuros”, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem trabalhando, junto a empresas do segmento, com o Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (Sola). A metodologia será apresentada na Fábrica Conceito durante a 42ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec), que acontece em Novo Hamburgo/RS entre os dias 6 e 8 de março. 

    O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, ressalta que os ganhos de redução de custos com processos automatizados são expressivos e proporcionais ao tamanho de cada negócio. “O Sola possui um comitê gestor formado por empresas do setor calçadista, que nos passam os benefícios com automação. A Via Marte, por exemplo, após adotar a ferramenta passou a economizar mais de R$ 500 mil por ano, somando a agilidade proporcionada e a diminuição de erros comuns na expedição”, conta. Outra empresa que adotou a automação na área de suprimentos químicos foi a Grendene, que em um ano contabilizou uma economia significativa quando passou a utilizar, por meio do controle eletrônico de dados, produtos químicos em ordem de validade, dirimindo radicalmente as perdas com materiais vencidos.
     
    Logística como estratégia
    Segundo Hoelscher, a logística deve ser considerada uma área estratégica, porque trata do gerenciamento de recursos, sejam humanos ou materiais. “Equivocadamente, o mercado ainda compreende logística como sinônimo de transporte. Está mais do que na hora de revisar o entendimento e a prática nas organizações. A logística abrange diferentes áreas de conhecimento, como engenharia, economia, contabilidade, marketing, tecnologia e recursos humanos, e deve prover recursos e informações para todas as atividades da organização”, explica o consultor.

    Para Hoelscher, o lançamento manual de informações em sistemas, planilhas ou apontamentos manuscritos com retrabalho ainda permeiam os negócios e produzem uma grande ineficiência. “As empresas que utilizam sistemas conectados - não proprietários, ou seja, que funcionam para toda a cadeia, do fornecedor ao varejista -  e programados para trabalhar com menor nível de intervenção humana são as que estão na ponta do mercado, estão no caminho correto”, avalia, ressaltando que com os processos acelerados via automação, os negócios também andam mais rápido, lembrando que setor de moda é muito sensível à questão, pois precisa estar sempre com vitrines atualizadas. “Por exemplo, se a capacidade de recebimento de um centro de distribuição depende de contagem manual, reetiquetagem e agendamentos por fluxos de e-mail que dependem da intervenção humana, a produtividade é mais baixa, além de gerar custos desnecessários, sobretudo com mão de obra”, complementa, lembrando custos com horas extras e a perda de qualidade de vida dos funcionários com sobrecarga de trabalho e estresse. Segundo ele, a movimentação de mercadorias, seja na entrada ou saída, pode ser reduzida a um terço do tempo com automação dos processos. “Apenas no setor de expedição, poderia haver uma redução de cerca de 25% com pessoal envolvido na conferência, separação, estoque e embarque de mercadorias”, afirma. De acordo com o consultor, outro benefício da troca eletrônica de dados é que os vendedores podem consultar, em tempo real, a disponibilidade de produtos para ofertar aos clientes, auxiliando também na reposição automática ao monitorar os níveis de estoque.

    Na Fábrica
    A Fábrica Conceito, iniciativa do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria e Fenac, funcionará durante a Fimec em espaço especialmente projetado para a produção de três mil pares de calçados. Na oportunidade, o Sola fará todo o gerenciamento e monitoramento das informações da produção, com rastreabilidade total do processo. Assim, o visitante poderá acompanhar, em tempo real, os resultados da fabricação de calçados, seja nos monitores da fábrica ou no seu próprio celular, através do acesso por um link que será disponibilizado durante os dias da feira.

    Sola
    Para a utilização da metodologia difundida pelo Sola basta a empresa ter um sistema ERP e scanners para a leitura de código de barras ou RFID para automatizar as leituras da movimentação das mercadorias e trocar as informações eletronicamente com os parceiros comerciais (EDI). “Para que o empresário saiba mais sobre o sistema, convido a participar da Fimec e conferir, in loco, na Fábrica Conceito, a importância do sistema para o incremento da competitividade”, conclui. Para mais informações sobre o Sola acesse www.sola.org.br.
     
    Fimec
    A Fimec 2018 contará com mais de 500 expositores dos principais países produtores de insumos e tecnologias para o setor calçadista. Nos três dias, são esperados mais de 30 mil visitantes, sendo cerca de quatro mil deles estrangeiros. Para mais informações sobre a mostra acesse www.fimec.com.br."

    Referências:Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/automacao-logistica-pode-gerar-economia-de-mais-de-r-500-mil-por-ano” Acesso em: 16 de janeiro de 2018.

     

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  • Segunda, 15 de Janeiro de 2018

  • Custos industriais sobem puxados por despesas com impostos

  • Resultado de imagem para custos industriais

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Indicador de Custos Industriais subiu 0,4% no terceiro trimestre na comparação com o segundo trimestre de 2017, descontados os efeitos sazonais. A alta foi puxada pelo aumento nos custos com tributos, energia e pessoal. As informações são da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que divulgou o indicador nesta quarta-feira, 10 de janeiro. No mesmo período, os preços dos produtos industrializados tiveram uma redução de 0,8%.

    Com os custos em alta e os preços em queda, a margem de lucro das empresas diminuiu. De acordo com o estudo, o custo tributário aumentou 2,9%, o de energia subiu 2,5% e o de pessoal teve alta de 1,8% no terceiro trimestre frente ao segundo trimestre do ano passado. A elevação do índice de custo tributário, observa a CNI, indica que as empresas começaram a pagar as dívidas tributárias contraídas durante a crise econômica. "A quitação das dívidas tributárias foi favorecida pela recuperação da economia e pelas adesões ao Programa de Regularização Tributária, conhecido como novo Res", diz o estudo.

    Isso porque o indicador de custo tributário é estimado com base no custo efetivo, ou seja, o total efetivamente pago pela indústria dividido pelo produto industrial. Com a crise econômica, algunsmas empresas não conseguiram pagar os tributos devidos, o que resultou em um movimento descendente do indicador. Com o início da recuperação, as empresas começam a quitar as dívidas, o que impulsionou o indicador.

    Juros mais baixos O impacto dos aumentos foi minimizado pela queda de 5,4% no custo com capital de giro e na redução de 0,6% nos custos com bens intermediários. A retração dos custos com capital de giro é resultado dos sucessivos cortes na taxa básica de juros da economia. "A redução do custo com intermediários deve-se, sobretudo, à valorização do real, que reduz o preço dos insumos adquiridos em dólar de outros países. Além disso, a baixa demanda e a competição entre as empresas vêm contendo o aumento dos preços dos intermediários fabricados no Brasil, explica o gerente-executivo de Pesquisas da CNI, Renato da Fonseca.

    Além de revelar a tendência de lucratividade das empresas, o Indicador de Custos Industriais é um termômetro da competitividade da indústria brasileira. O indicador mostra que, no terceiro trimestre de 2017, a indústria perdeu para a concorrência, com os custos da indústria crescendo acima dos preços internacionais. Enquanto o custo industrial subiu 0,4%, os preços em reais dos manufaturados importados caíram 2,5%. No mercado externo, os preços dos produtos industrializados nos Estados Unidos, em reais, tiveram uma queda de 1%, indicando perda da competitividade das exportações da indústria brasileira"

    ReferênciasBalança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/156/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-513-milhoes-na-primeira-semana-de-janeiro” Acesso em: 12 de janeiro de 2018.

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  • Sexta, 12 de Janeiro de 2018

  • Balança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro

  • Resultado de imagem para balança comercial alta

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  A balança comercial brasileira começou o ano de 2018 registrando um superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, que teve quatro dias úteis. O saldo resulta de exportações no total US$ 2,957 bilhões e importações de US$ 2,444 bilhões.

    Houve crescimento de 9,1% nas exportações, se comparadas as médias da primeira semana de janeiro deste ano (US$ 739,3 milhões) com a de janeiro do ano passado (US$ 677,6 milhões). A causa foi o aumento nas vendas de produtos manufaturados (23,5%, por conta de aviões, tubos de ferro fundido, motores e turbinas para aviação, óxidos e hidróxidos de alumínio, torneiras, válvulas e partes) e de semimanufaturados (1,7%, em função de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro fundido, ferro-ligas, catodos de cobre). Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-0,05%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, farelo de soja, fumo em folhas, minério de manganês e minério de ferro). Em relação a dezembro de 2017, houve retração de 16%, em virtude da queda nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (21,1%), básicos (-15,2%) e semimanufaturados (-8,6%).

    Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro deste ano (US$ 610,9 milhões), ficou 10,2% acima da média de janeiro de 2017 (US$ 554,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (71,1%), veículos automóveis e partes (42,4%), farmacêuticos (39,2%), plásticos e obras (28,1%), equipamentos eletroeletrônicos (20,9%). Na comparação com dezembro de 2017, houve retração nas importações de 3%, pelas diminuições das compras externas de bebidas e álcool (-77,6%), adubos e fertilizantes (-69,8%), combustíveis e lubrificantes (-30,8%), cereais e produtos da indústria da moagem (-22,5%) e farmacêuticos (-5,4%).

    (*) Com informações do MDIC

    Fonte: Comex do Brasil"

    ReferênciasBalança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/156/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-513-milhoes-na-primeira-semana-de-janeiro” Acesso em: 12 de janeiro de 2018.

     

     

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  • Quinta, 11 de Janeiro de 2018

  • Visite-nos na Inspiramais 2018

  • insp+

     

    Mensagem da equipe STK:

    Olá amigo(a) do Grupo Stickfran - STK. Temos muito orgulho em ter você como nosso parceiro.

    Buscamos sempre a excelência no atendimento, visando a sua satisfação com os nossos serviços.

    Ética,  inovação, respeito às pessoas, comprometimento e satisfação dos consumidores são os princípios que nos guiam.

     

    Produtos e serviços:

    O Grupo Stickfran é uma empresa onde você encontra o que há de melhor em componentes para calçados, bolsas, cintos e acessórios:

    - Zíperes: nylon, metal, metalizado.

    - Cursores: nylon, metal.

    - Fechos de contato.

    - Forros.

    - Atacadores (cadarços), poliéster, algodão, algodão encerado.

    - Fitas: poliéster, algodão, estonadas.

    - Elásticos: redondos, diagonais, colmeia, ortopédicos em diversos modelos e larguras.

    - Faca para chanfrar couro e afins.

    - Tecidos e lonas.

    Acesse nosso site e conheça nossos mais de 20.000 Itens!

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    O Grupo Stickfran desenvolve, fabrica e comercializa produtos inovadores, visando sempre qualidade e durabilidade.

    O bom relacionamento com os colaboradores, fornecedores e clientes, é nossa prioridade, visando sempre responsabilidade social e ambiental.

    Nossa infraestrutura comercial e atendimento diferenciado se completa com representantes comerciais, que atuam em todas as regiões do país.

     

    Aviso

    Nossos e-mails sempre têm link direto para a página do Grupo STK e nunca trazem arquivos executáveis ou links para download. 
    Cuidado com fraudes e e-mails falsos em nome do Grupo Stickfran.

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  • Quinta, 11 de Janeiro de 2018

  • Balança comercial fecha 2017 com superávit de US$ 67 bilhões, maior resultado da história

  • Resultado de imagem para balança comercial

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – A recuperação dos preços internacionais dos bens primários e a safra recorde fizeram a balança comercial fechar 2017 com o melhor saldo positivo registrado até hoje. No ano passado, o país exportou US$ 67 bilhões a mais do que importou, melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

     

    O resultado está dentro das estimativas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que previa que o superávit comercial ficaria entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano passado. Apenas em dezembro, a balança fechou com saldo positivo de US$ 4,99 bilhões.

    As exportações totalizaram US$ 217,7 bilhões em 2017, com alta de 18,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após cinco anos. A alta do ano passado, no entanto, foi insuficiente para retomar o recorde de exportações registrado em 2011, quando as vendas externas tinham somado US$ 256 bilhões.

    As vendas de produtos básicos cresceram 28,7% no ano passado pelo critério da média diária. As exportações de produtos semimanufaturados subiram 13,3%, e as vendas de produtos industrializados aumentaram 9,4%, também pela média diária.

    Em 2017, os preços médios das mercadorias exportadas subiu 10,1%, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Os destaques foram minério de ferro, com alta de preços de 40,9%, semimanufaturados de ferro e aço (34,3%) e petróleo bruto (32,2%).

    O volume exportado aumentou 7,6% em 2017, impulsionado tanto pela recuperação da indústria como pela safra recorde do ano passado. Os principais destaques foram automóveis de passageiros (44,6%), milho em grão (35%) e soja em grão (33,2%).

    Importações
    O reaquecimento da economia também fez as importações subirem no ano passado. As compras do exterior somaram US$ 150,7 bilhões em 2017, com alta de 10,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após três anos. As importações de combustíveis e lubrificantes aumentaram 42,8%. As compras de bens intermediários e de consumo subiram 11,2% e 7,9%, respectivamente. Somente as importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) caíram 11,4% em 2017.

    “Em 2016, as exportações tinham caído 3,5% e as importações tinham caído 20%. No ano passado, houve uma diferença brutal, com crescimento das exportações e também das importações. Os economistas leem esses dados como sinal da recuperação da economia brasileira”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira.

     

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Balança comercial fecha 2017 com superávit de US$ 67 bilhões, maior resultado da história, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 11 de janeiro de 2018.

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  • Quarta, 10 de Janeiro de 2018

  • Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e Egito facilitará comércio entre países

  • Resultado de imagem para mercosul e egito

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – A recuperação dos preços internacionais dos bens primários e a safra recorde fizeram a balança comercial fechar 2017 com o melhor saldo positivo registrado até hoje. No ano passado, o país exportou US$ 67 bilhões a mais do que importou, melhor resultado desde o início da série histórica, em 1989.

    O resultado está dentro das estimativas do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que previa que o superávit comercial ficaria entre US$ 65 bilhões e US$ 70 bilhões no ano passado. Apenas em dezembro, a balança fechou com saldo positivo de US$ 4,99 bilhões.

    As exportações totalizaram US$ 217,7 bilhões em 2017, com alta de 18,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após cinco anos. A alta do ano passado, no entanto, foi insuficiente para retomar o recorde de exportações registrado em 2011, quando as vendas externas tinham somado US$ 256 bilhões.

    As vendas de produtos básicos cresceram 28,7% no ano passado pelo critério da média diária. As exportações de produtos semimanufaturados subiram 13,3%, e as vendas de produtos industrializados aumentaram 9,4%, também pela média diária.

    Em 2017, os preços médios das mercadorias exportadas subiu 10,1%, beneficiado pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Os destaques foram minério de ferro, com alta de preços de 40,9%, semimanufaturados de ferro e aço (34,3%) e petróleo bruto (32,2%).

    O volume exportado aumentou 7,6% em 2017, impulsionado tanto pela recuperação da indústria como pela safra recorde do ano passado. Os principais destaques foram automóveis de passageiros (44,6%), milho em grão (35%) e soja em grão (33,2%).

    Importações
    O reaquecimento da economia também fez as importações subirem no ano passado. As compras do exterior somaram US$ 150,7 bilhões em 2017, com alta de 10,5% sobre 2016 pela média diária, o primeiro crescimento após três anos. As importações de combustíveis e lubrificantes aumentaram 42,8%. As compras de bens intermediários e de consumo subiram 11,2% e 7,9%, respectivamente. Somente as importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) caíram 11,4% em 2017.

    “Em 2016, as exportações tinham caído 3,5% e as importações tinham caído 20%. No ano passado, houve uma diferença brutal, com crescimento das exportações e também das importações. Os economistas leem esses dados como sinal da recuperação da economia brasileira”, disse o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira."

    Referências:Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e Egito facilitará comércio entre países, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/142/balanca-comercial-fecha-2017-com-superavit-de-us-67-bilhoes-maior-resultado-da-historia” Acesso em: 10 de janeiro de 2018.

     

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  • Segunda, 08 de Janeiro de 2018

  • Está mais fácil exportar para a Colômbia

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assinteca):

    "As empresas brasileiras já podem exportar para a Colômbia pagando menos tarifas. Isso porque a Colômbia ratificou dia 20/12 o acordo firmado com os governos dos países que compõem o Mercosul: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

    O acordo beneficia as exportações brasileiras e melhora as condições de acesso do Brasil ao mercado colombiano. As preferências estabelecidas pelo documento em setores como têxtil e siderúrgico, por exemplo, permitirão que esses produtos entrem no país sem precisarem pagar imposto de importação.

     

    Fonte: Apex-Brasil"

    Referências:Está mais fácil exportar para a Colômbia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/138/esta-mais-facil-exportar-para-a-colombia” Acesso em: 08 de janeiro de 2018.

     

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  • Terça, 06 de Janeiro de 2018

  • Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     

    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o destravamento das relações comerciais do setor com o Equador. Há quatro meses o país vinha impondo restrições às importações de calçados brasileiros com procedimentos de “dúvida sobre a classificação de origem”. O fato vinha sobretaxando, como forma de garantia, o calçado brasileiro em 10% mais US$ 6 por par, além de exigir uma série de documentações comprobatórias aos exportadores brasileiros.



    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o fato vinha prejudicando o desempenho dos brasileiros naquele mercado. “Na realidade, se tratava de uma retaliação em função de um problema comercial relativo às bananas equatorianas, que estavam sendo barradas por questões sanitárias”, explica o executivo, ressaltando que o impacto foi estimado em, pelo menos, 700 mil pares de calçados que representam algo em torno de US$ 7 milhões. “Ao longo desse tempo de negociações, tivemos o apoio fundamental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério das Relações Exteriores (MRE) para o encaminhamento da demanda da Abicalçados e a consequente solução do entrave”, recorda Klein.

    Mercado
    O Equador é um mercado importante para o calçado brasileiro e que vem, nos anos recentes, aumentando suas importações do produto. Mesmo com as barreiras que perduraram por quatro meses, foram exportados para lá, de janeiro a novembro de 2017, mais de 2 milhões de pares que geraram US$ 24,65 milhões, valor 107% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

    Referências:Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-destravamento-de-relacoes-com-equador” Acesso em: 06 de janeiro de 2018.

     

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  • Terça, 19 de Dezembro de 2017

  • Para calçadistas, ano de 2018 deve consolidar recuperação

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    “No frigir dos ovos, o ano não foi tão ruim quanto o cenário apontava que seria”. Desta forma o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, avalia 2017, um ano em que a produção de calçados deve encerrar com aumento na casa de 4%, uma “conquista relevante em um quadro negativo”.

    Segundo Klein, o aumento da produção do setor (de 3,5% entre janeiro e outubro no comparativo com igual período do ano passado, conforme o IBGE), foi impulsionado, sobretudo, pelas exportações de calçados. Até novembro foram embarcados quase 110 milhões de pares, que geraram US$ 973,6 milhões, altas de 2,1% em volume e de 12% em receita em relação a igual ínterim do ano passado. “Só não exportamos mais porque o nosso preço, ao longo do ano, acabou ficando mais alto em função da oscilação do câmbio”, avalia o executivo, frisando que o ano deve encerrar com altas entre 10% a 15% no valor gerado pelas exportações de calçados.


    Câmbio
    O executivo ressalta que o calçado brasileiro perdeu espaço em mercados mais sensíveis ao preço, caso dos Estados Unidos, principal destino do produto verde-amarelo e que representa algo em torno de 20% do total gerado com as exportações do setor. “Para lá, as exportações caíram 13,3% em volume até novembro, ritmo que deve seguir estável em dezembro”, afirma Klein.

    Em janeiro de 2017 o preço médio do calçado exportado era de US$ 7,16, valor que saltou para US$ 8,86 em novembro, uma alta de quase 20%.  “Isso não quer dizer que o calçado embarcado tem mais valor agregado, mas que o nosso preço ficou menos competitivo, o que é negativo. No Brasil, onde temos um alto custo de produção, o câmbio acaba sendo um fator compensador para a competitividade no exterior. Quando o dólar está valorizado, conseguimos um preço mais competitivo e, consequentemente, uma performance melhor , o que não foi o caso de 2017”, acrescenta o executivo.

    Demanda interna
    Klein ressalta que a demanda doméstica segue sendo o "terreno potencial” do setor calçadista, já que mais de 85% da produção (de mais de 950 milhões de pares) fica no mercado interno. Desaquecido desde 2014, quando teve início da crise econômica e política brasileira, o consumo de calçados teve uma leve recuperação a partir do segundo semestre de 2017. “É um bom indicativo de que vá continuar em dezembro e ao longo de 2018, com a expectativa de uma retomada na economia e na confiança do consumidor brasileiro”, projeta o dirigente.

    Segundo ele, o setor calçadista, ao mesmo tempo em que sente profundamente os baques na economia, também responde rápido à retomada do consumo. “A compra de calçados se dá, basicamente, por impulso. Se o consumidor está mais confiante ele compra. Então o fato de estarmos atravessando um momento econômico mais saudável, com inflação sob controle, juros mais baixos e aumento do PIB é fundamental para o desempenho do setor”, comenta, acrescentando que as vendas no mercado interno devem aumentar algo em torno de 3% a 4% em 2017. “Ainda estaremos longe dos patamares pré-crise, mas já é um indicativo positivo”, conclui.

    O setor em números

    • O Brasil tem 7,7 mil empresas produtoras de calçados, que geram em torno de 300 mil postos de trabalhos diretamente;
    • Em 2016, a produção de calçados foi de 954 milhões de pares, número que deve chegar próximo a 1 bilhão em 2017;
    • Em 2016, o faturamento do setor calçadista (preço de produção) foi de R$ 21 bilhões, número que deve acompanhar o crescimento na produção física em 2017;
    • Em 2016, o consumo interno brasileiro foi de 851,4 milhões de pares, número que deve ter um incremento entre 3% e 4% em 2017;
    • Em 2017, até novembro, foram embarcados 109,86 milhões de pares que geraram US$ 973,58 milhões, altas de 2,1% e 11,9%, respectivamente, em relação a igual período de 2016;
    • Os principais destinos das exportações, em 2017, foram Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Bolívia;
    • O maior produtor de calçados no Brasil, em volume, é o Ceará (268 milhões de pares em 2016, 28% da produção nacional);
    • O Ceará também é o maior exportador, em volume, respondendo por 37% do total embarcado ao exterior (41 milhões de pares de 109,86 milhoes embarcados em 2017);

    • Em faturamento, o Rio Grande do Sul é o maior exportador de calçados do Brasil. Até novembro de 2017, os gaúchos embarcaram o equivalente a US$ 406,86 milhões, 42% do total gerado pelas exportações do período."

    Referências:Para calçadistas, ano de 2018 deve consolidar recuperação, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 19 de dezembro de 2017.

     

     

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  • Terça, 19 de Dezembro de 2017

  • Mercado volta a ver inflação abaixo do piso da meta neste ano

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

     

    "Boletim Focus mostra que a alta do IPCA este ano passou a ser calculada em 2,88%, ante 3,03% na semana anterior.

    São Paulo – O mercado voltou a ver a inflação abaixo do piso da meta neste ano e ainda elevou a expectativa para o crescimento da economia, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira.

    A alta do IPCA este ano passou a ser calculada agora em 2,88 por cento, ante 3,03 por cento na semana anterior, sendo que a meta de inflação é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Caso o cenário se confirme, será a primeira vez que a inflação ficará abaixo do piso desde a criação do regime de metas.

    A redução acontece em um cenário de persistente fraqueza dos preços dos alimentos, que levou a alta do IPCA a desacelerar mais do que o esperado em novembro –0,28 por cento, contra 0,42 por cento em outubro, acumulando em 12 meses avanço de 2,80 por cento.

    Se o IPCA terminar o ano com alta abaixo de 3 por cento, será a primeira vez desde a criação do regime de metas que a inflação fica abaixo do piso e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, terá de fazer uma carta aberta para explicar a razão do acontecimento.

    Para 2018, o cálculo no levantamento junto a uma centena de economistas é de 4,02 por cento de inflação, sem alterações.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a ver agora crescimento de 0,91 por cento em 2017, 0,02 ponto percentual acima da projeção anterior. Para o ano que vem, a melhora também foi de 0,02 ponto, para 2,62 por cento.

    O PIB brasileiro cresceu 0,1 por cento no terceiro trimestre ante o período anterior, mas o destaque foi o melhor desempenho em quatro anos dos investimentos, uma vez que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 1,6 por cento no período.

    O Focus mostrou ainda que a projeção para a taxa básica de juros Selic no final de 2018 continua sendo de 7 por cento, após redução de 0,25 ponto percentual em fevereiro e elevação na mesma proporção em dezembro.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,5 ponto percentual, para a mínima histórica de 7 por cento ao ano, deixando a porta aberta para nova redução adiante, mas ressalvando que encarará a investida com “cautela”.

    Já o grupo dos que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, calcula a taxa básica a 6,5 por cento em 2018.

    Fonte: Exame."

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