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  • Sexta, 25 de Maio de 2018

  • Calçadistas comemoram a manutenção da desoneração da folha de pagamentos

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O setor calçadista brasileiro comemora a aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados, na noite de ontem (23), do Projeto de Lei 8456/2017, conhecido como projeto da reoneração, pelo fato do mesmo ter excluído o setor de voltar a contribuir com 20% sobre a folha de pagamentos. Com isso, fica garantida a manutenção da modalidade atual, na qual os calçadistas pagam 1,5% do faturamento, excluído as exportações.

    Conforme o projeto aprovado, foram mantidos no regime atual de desoneração 29 setores, entre eles o calçadista, o têxtil, o de máquinas e equipamentos industriais e o de móveis. O presidente-executivo, Heitor Klein, ao agradecer o empenho de parlamentares ligados à defesa do setor calçadista, destaca que inicialmente eram apenas seis os setores que seriam mantidos no atual. “Não é somente o setor calçadista brasileiro que comemora essa vitória, é a sociedade. Somos um segmento que emprega, diretamente, 300 mil pessoas, e seríamos seriamente afetados caso voltássemos ao regime anterior, causando desemprego”, explica o executivo.

    O projeto aprovado na Câmara vai agora para votação no Senado Federal e em seguida para a sanção Presidencial. Se aprovado nas demais esferas, terá validade até 31 de dezembro de 2020."

    Referências:“Calçadistas comemoram a manutenção da desoneração da folha de pagamentos”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-a-manutencao-da-desoneracao-da-folha-de-pagamentos” Acesso em: 25 de maio de 2018.

     

     

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  • Terça, 08 de Maio de 2018

  • Inspiramais estará presente no evento Programa Especial de Tecidos

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

     

    "Entre os dias 9 e 26 de maio, acontece o Programa Especial de Tecidos, co-realizado pelo Instituto Rio Moda e pelo Senac Lapa Faustolo. Neste ano, o Inspiramais estará presente no evento, com um espaço montado especialmente para a divulgação de materiais. 

    Contando com o apoio da ABIT, a programação é voltada ao público profissional, interessado em conhecer mais sobre diversas bases: seda, malhas, tecido plano, tecidos tecnológicos, activewear, etc.
     
    Sobre o Programa Especial de Tecidos
     
    Entre 9 e 11 de maio, das 10:00 às 22:30, haverá exposição, palestras e quickshops facilitados por dirigentes e técnicos de algumas das mais importantes empresas têxteis brasileiras, dentre elas Werner, TexPrima, Texneo, Focus Têxtil e Dalila Têxtil. Seguindo particularidades de cada tipo de tecido, serão abordados de forma muito dinâmica temas como: possibilidades produtivas, modelagem, acabamento, beneficiamento, estamparia, performance, critérios inovadores de seleção e compra, além de uma série de outros aspectos mais elaborados do ponto de vista técnico, observando e exercitando a construção de vestuário e homewear
     
    Programação
     
    9 de Maio
     
    19:00 – O Tecido Insurgente, com Olivia Merquior, Coordenadora de Moda da Première Vision Paris na América Latina.
    A partir de uma breve historiografia dos tecidos, a palestra pretende demonstrar como é possível entender grandes mudanças de comportamento de mercado a partir das inovações têxteis.
     
    10 de Maio
     
    14:00 – Viabilizando a criação de malhas diferenciadas, Diretor da Dalila Têxtil
    O quickshop abre espaço para discutir caminhos de diferenciação de produto e sintonia com o mercado devidamente conciliados com macroprocessos estáveis, ganhos de escala e atuação competitiva.
     
    17:00 – Tecido Plano: Relação Tecido x Preço x Toque/Caimento - Rose Orlean, Diretora de Desenvolvimento de Produto (CPO) da Focus Têxtil
    A ideia é debater com os participantes sobre tecnologia têxtil, propondo uma base para avaliar melhor relações custo-benefício em função das características técnicas do tecido.
     
    20:00 – Athleisure: o lifestyle esportivo – Talita Paparelli Murda, Gerente de Desenvolvimento de Produtos da Texneo
    O quickshop tem como objetivo compartilhar conhecimento sobre a tendência athleisure, discutindo a ruptura entre linhas tradicionais da moda para este novo estilo que une casual ao formal, esportivo à moda.
     
    11 de Maio
     
    14:00 – Processos, Estamparia, Confecção e Mercado dos Tecidos de Seda – Vanessa Bachiega, Gerente de Produto da Werner Tecidos
    O quickshop trabalha com os participantes os processos para identificar os principais tecidos de seda e suas particularidades, permitindo ainda que escolham o tecido apropriado para cada função e o façam de modo mais assertivo.
     
    17:00 – Novo algoritmo têxtil: design, sustentabilidade e valores locais - Danielle Hittmair, Diretora de Desenvolvimento e Marketing da TexPrima, com a colaboração de Diego Malicheski, criador da Rocio Canvas, e Carol Piccin, coordenadora da MateriaLAB Design.
    A ideia é debater com o grupo os movimentos em prol da sustentabilidade e dos valores locais como referências no design de produtos de moda que gerem desejo, mas que estejam alinhados com as novas demandas da sociedade.
     
    20:00 – TexIndex: Auto Diagnóstico de Sustentabilidade – Renato Jardim, Superintendente de Políticas Industriais e Econômicas da ABIT
    Visa-se discutir a sustentabilidade nos negócios do setor têxtil e de confecção, por meio de uma ferramenta de auto diagnóstico das práticas de sustentabilidade com foco em governança, meio ambiente e responsabilidade social.
     
    Entre 9 e 26 de maio, haverá uma exposição aberta ao público com instalações, materiais e equipamentos das empresas participantes.
     
    Inscrições 
     
    Gratuitas para a palestra de abertura e os quickshops do Programa Especial de Tecidos 2018 podem ser feitas acessando-se http://www.institutoriomoda.com.br/produtos/workshops.
     
    Local e horário de funcionamento
     
    Nome do evento: Programa Especial de Tecidos
    Local: Senac Lapa Faustolo, São Paulo|SP
    Datas e horários: 
    Realização - 9 e 26 de maio
    Palestras e quickshops - 9 e 11 de maio, das 10:00 às 22:30

    Informações: (11) 2185-9800 / lapafaustolo@sp.senac.br"

    Referências:“Inspiramais estará presente no evento Programa Especial de Tecidos”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/524/inspiramais-estara-presente-no-evento-programa-especial-de-tecidos” Acesso em: 08 de maio de 2018.

     

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  • Quarta, 25 de Abril de 2018

  • Grupo de compradores chineses ligados ao setor moveleiro vem ao Brasil em junho

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O escritório da Apex-Brasil na Ásia, em parceria com o CICB, Brazilian Leather, Assintecal e By Brasil Components, Machinery and Chemicals, está organizando para o mês de junho, uma Missão Comercial ao Brasil com compradores chineses ligados ao setor moveleiro.'

    Formado por 12 indústrias moveleiras, das quais, seis são importadoras de couro exclusivamente acabado, e pela Associação de Fabricantes de Móveis de Haining, o grupo passará por um momento de apresentação e relacionamento entre a comitiva chinesa e fornecedores de couros acabados, no dia 4 de junho, no hotel Swan Tower.
     
    O formato do evento será de um seminário: cada curtume terá um breve momento para apresentar sua empresa à comitiva de indústrias moveleiras, em uma exposição oral aberta a todos os integrantes da atividade, podendo contar com auxílio de recursos audiovisuais (transmissão de vídeo, por exemplo). Haverá também um espaço físico reservado, no mesmo local, para exposição de amostras e material de divulgação.
     
    Agenda:
     
    4 de Junho manhã:  Visita empresa Assintecal ou curtume CICB. 
    4 de Junho tarde: Seminário no Hotel Swan Tower
    5 de Junho manhã: Visita a empresas
    5 de Junho tarde: Visita a empresas
    Empresas interessadas em participar desta atividade devem entrar em contato até o dia 25 de abril pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br. 
     
    Promovido por Brazilian Leather, CICB e Apex Brasil
     
    Sobre o By Brasil
    www.bybrasil.org.br | www.facebook.com/bybrasilcc
    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.
     
    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados. A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.
     
    Sobre o Brazilian Leather 
    www.brazilianleather.com.br

    Projeto setorial de internacionalização do couro brasileiro, o Brazilian Leather é conduzido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Várias são as estratégias de consolidação do produto nacional em mercados estrangeiros - incentivo à participação de curtumes nas principais feiras mundiais ligadas ao ramo e missões empresariais focadas ao estreitamento de relações entre fornecedores brasileiros e compradores de outros países são algumas delas. Mais informações em www.brazilianleather.com.br"

    Referências:“Grupo de compradores chineses ligados ao setor moveleiro vem ao Brasil em junho, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/506/grupo-de-compradores-chineses-ligados-ao-setor-moveleiro-vem-ao-brasil-em-junho” Acesso em: 25 de abril de 2018.

     

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  • Terça, 24 de Abril de 2018

  • Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Promove a troca e a disseminação do conhecimento sobre o tema biomecânica do calçado, as principais tecnologias associadas ao conforto/saúde dos usuários e o desenvolvimento de novos materiais aplicados a calçados.

    OBJETIVOS:
     
    - Divulgar pesquisas recentes em biomecânica, desenvolvidas no setor calçadista;
    - Estabelecer/atualizar o patamar tecnológico sobre as recentes tecnologias desenvolvidas para promover o conforto e a saúde dos pés de usuários de calçados;
    - Agregar valor à marca Brasil através da geração e divulgação de novas tecnologias para empresas do setor;
    - Estabelecer estratégias de diferenciação de produtos para as empresas calçadistas;
    - Promover a integração entre pesquisadores, técnicos e estudantes dos institutos de pesquisa, universidades e empresas participantes.
     
    O quê? X Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado e I Workshop de Tecnologia e Inovação no Calçado
     
    Temática do evento: A Diferenciação como Fator de Competitividade
     
    Quando? Dias 25 e 26 de abril de 2018.
     
    Horário: Das 14h às 20h
     
    Local: Locanda Hotel - R. Wendelino Henrique Klaser, 35 - Ideal, Novo Hamburgo - RS
     
    Carga horária: 10h.
     
    Público alvo: Profissionais de empresas do setor de calçados, couro, materiais, têxtil, confecções e EPIs, em especial os profissionais que atuam nas áreas de criação, modelagem, pesquisa e desenvolvimento, estudantes de graduação/pós-graduação e pesquisadores do meio acadêmico, principalmente aqueles que atuam em pesquisas sobre engenharia do calçado e áreas afins, tais como fisiologistas, profissionais de educação física, atletas, médicos e demais interessados no estudo da biomecânica voltada a locomoção humana e a saúde dos pés.
     
    Inscrições:
     
    R$ 280,00 – Público em geral
    R$ 140,00 – Associados IBTeC, Associados da SBB, Associados CICB, Micro e Pequenas Empresas e Estudantes (mediante apresentação da carteirinha da UNE)
     
    PAINÉIS JÁ CONFIRMADOS:
     
    - Perfórmance e Qualidade nos Calçados Esportivos
     
    - Moda e Design alinhados à Tecnologia
     
    - Indústria 4.0
     
    O evento tratará de assuntos relevantes, em especial para as empresas do sistema coureiro-calçadista e, portanto, é estruturado de forma que seus participantes consigam acompanhar e utilizar as informações nele compartilhadas, maximizando resultados.
     
    O objetivo principal – Trocar experiências, pesquisas e conhecimentos globais na área da biomecânica e materiais, com novas soluções em conforto e saúde dos pés na produção de calçados com tecnologia que possa agregar valor aos fabricantes e ser diferencial aos consumidores - inclusive através da correta utilização da inovação tecnológica enquanto ferramenta de marketing.
     
    O encontro representa o principal fórum de apresentação e discussão de pesquisas e recentes estudos relacionados com a área da biomecânica, tecnologia e inovação do calçado.
     
    PROGRAMAÇÃO:
    25 de abril
     
    13:30 – Recepção/credenciamento
     
    14:00 – Solenidade de abertura
     
    14:30 – Palestra 01 – “Prescrição de calçados especializados para osteoartrite do joelho” | Palestrante: Dr. Darren Stefanyshyn (Calgary/Canadá)
     
    15:20 – Palestra 02 – “Acelerometria: efeito das vibrações no corpo humano” | Palestrante: Dr. Milton Zaro (IBTeC | UFRGS/RS)
     
    16:00 – Coffee Break
     
    16:20 – Palestra 03 – “Coordenação motora e controle dos movimentos do antepé e retropé na marcha de crianças” | Palestrante: Dr. Luís Mochizuki (USP/SP)
     
    17:00 – Palestra 04 – “Evolução ortopédica da criança: desenvolvimento normal e patológico e a discussão quanto ao uso do calçado” | Palestrante: Dr. Sizinio Hebert (Santa Casa de Misericórdia/RS)
     
    17:40 – Painel 01 – Calçados esportivos: performance, qualidade & mercado
     
    Estratégias da marca Olympikus: Márcio Callage (Diretor de Marketing/Olympikus)
    Mercado – Panorama internacional dos calçados esportivos: Luis A. Maia (World Tennis)
    Calçado esportivo (corrida): Ms. Eduardo Wüst (IBTeC)
    Mediador: Dr. Rudnei Palhano (IBTeC)
     
    19:20 – encerramento do primeiro dia do evento
     
     
    26 de abril
     
    13:30 – Recepção/credenciamento
     
    14:00 – Palestra 05 – “Incorporação de fibras naturais para produção de calçados sustentáveis” | Palestrante: Dra. Cristiane Martins (Unifesp/SP)
     
    14:40 – Palestra 06 – “Relações entre trabalho mecânico e aspectos biomecânicos da corrida” | Palestrante: Dr. Marcus Tartaruga (UFPR/PR)
     
    15:20 – Palestra 07 – “A contribuição da biomecânica no desenvolvimento de calçados de corrida na indústria” | Palestrante: Dra. Andrea N. Onodera (Grupo Dass)
     
    16:00 – Coffee Break
     
    16:30 – Painel 02 – Indústria 4.0
     
    Indústria 4.0, a indústria flexível: Profª. Ms. Cristina Orsolin Klingenberg (Unisinos/RS)
    Case Prático de Inovação 4.0 – Intelligent System Sazi: Eng. Ms. Ismael Sgarabotto (Grupo Sazi)
    Mediadora: Dra. Susana Kakuta (Governo do RS)
     
    18:00 – Painel 03 – Moda & Design: tendências de mercado
     
    Pesquisa de comportamentos aplicada ao desenvolvimento de produtos: Christian Thomas (Studio 10)
    Parcerias internacionais & design colaborativo: Rafael Andrade (CICB)
    Mediadora: Roberta Pschichholz (Grupo Sinos)
     
    19:30 – Encerramento do evento
     
    Inscrições e outras informações:
    http://www.ibtec.org.br/evento/simposio-brasileiro-de-biomecanica-do-calcado
     

    Fonte: Ibtec"

    Referências:“Simpósio Brasileiro de Biomecânica do Calçado, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/502/simposio-brasileiro-de-biomecanica-do-calcado” Acesso em: 24 de abril de 2018.

     

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  • Segunda, 23 de Abril de 2018

  • Fabricantes de máquinas de tricô 3D italianos estão revolucionando o design de calçados

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    "O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    Fabricantes de máquinas de tricô 3D da Itália desenvolveram novos processos para produzir cabedais de calçados de forma rápida e sem resíduos, para atender à crescente demanda global por calçados esportivos e de moda com a parte superior de malha.
     
    A fabricante de máquinas de tricô Cesare Colosio lançou a S1, uma máquina de tricô circular com base na sua tecnologia de meias de tricô sem costura Argyle Intarsia, que a empresa diz que iniciou um novo padrão tecnológico que está se tornando cada vez mais difundido no mundo.
     
    Alta performance e sustentabilidade
     
    De acordo com a empresa, sediada Brescia, o sistema S1 acelera a performance com resultados sem precedentes e a parte superior do calçado pode ser produzido a cada 5 a 7 minutos. A tecnologia permite a produção de cabedais para qualquer tipo de aplicação e permite desenhos intermináveis ​​e combinações de cores, sem produzir qualquer resíduo que seja.
     
    O sistema S1 elimina o desperdício de uma forma muito sustentável, diz a empresa, tanto a partir de uma economia e um ponto de vista ambiental, oferecendo um sistema que reduz o consumo e aumenta a produção. De acordo com a Colosio, além de velocidade, flexibilidade e desperdício zero, a nova tecnologia também oferece outras vantagens importantes como a simplificação da cadeia de fornecimento, com as consequentes reduções de custos.
     
    Já a empresa italiana Sandonini, especializada em máquinas de tricô sem costura para meias, meias calças e roupas, lançou sua nova máquina ShoeSocks 3D, que produz todo o corpo do calçado no formato de uma meia em minutos, utilizando fios de poliéster, lã, algodão entre outros misturados com fios elásticos.
     
    A empresa desenvolveu o seu novo conceito ShoeSocks, usando uma máquina que produz meias. A empresa diz que sua nova máquina ajuda a reduzir os custos de produção, reduzindo o tempo e desperdício. Os calçados ShoeSocks são personalizáveis, diz o proprietário da empresa e CEO, Fiorenzo Sandonini.
     
    “Eles podem ser feitos em tecido jacquard de malha com vários padrões gráficos e com um logotipo numa cor diferente. Tanto o interior e o exterior do ShoeSock podem ser criadas usando qualquer fio, a partir de poliéster, nylon e polipropileno, de algodão, lã, viscose, Lycra, e mais”.
     
    O corpo do sapato de malha 3D é feito de uma só peça e está pronto para se ajustar sobre qualquer tipo de sola. Pode ser fabricado em três minutos, e o processo de produção é livre de resíduos, e está disponível em qualquer cor ou design, a tecnologia flexível permite a criação de qualquer tipo de pontos de tricô, bem como a mudança rápida de estilo, modelo e tamanho, de acordo para a empresa. Veja mais no site da Sandonini.
     

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:“Fabricantes de máquinas de tricô 3D italianos estão revolucionando o design de calçados, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/494/fabricantes-de-maquinas-de-trico-3d-italianos-estao-revolucionando-o-design-de-calcados” Acesso em: 23 de abril de 2018.

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  • Sexta, 20 de Abril de 2018

  • Inovações em tecidos sustentáveis: fibra de sumaúma

  • Resultado de imagem para Inovações em tecidos sustentáveis:

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Devido a crescente preocupação com o impacto ambiental da indústria da moda, novas alternativas sustentáveis ​​e inovações têxteis estão sendo desenvolvidos atualmente em todo o mundo. Entre essas alternativas está a marca têxtil Flocus, com sede em Xangai, que produz misturas de fios, tecidos sustentáveis e recheios feitos com sumaúma, uma fibra natural de celulose encontrada nos frutos secos da sumaúma. A mafumeira ou sumaúma é a fibra mais sustentável no mercado hoje, não deixando pegada humana para trás.

    As sumaúrias são auto-suficientes e produzem uma fibra macia e sedosa ao toque que também é: anti-traça, antimicrobiana, anti-ácaro, antialérgica, repelente de água e com propriedades de isolamento que a tornam muito útil e sustentável. Além disso, a sumaúma desenvolveu uma maneira natural de se proteger de ataques de animais: espinhos duros em seu tronco, de modo que nenhuma intervenção humana ou pesticidas sejam necessários para que a árvore e as frutas prosperem.
     
    Centenas de vagens podem ser encontradas em cada fruta, contendo as sementes da árvore protegidas por uma fibra macia e sedosa. A única desvantagem é que, embora a fibra possa ser tecida em tecido, não dá para ser 100% de sumaúma, já que a fibra não é adequada para isso.
     
    No entanto, misturá-la com outros materiais, como o algodão, pode economizar enormes quantidades de água. Por exemplo, com 1 quilograma de algodão se pode fazer quatro camisetas, e se for misturado com apenas 30% de sumaúma, 3 mil litros de água serão economizados, o equivalente a 15 banheiras cheias!
     
    Então por que a sumaúma não está sendo usada amplamente pela indústria têxtil? Enquanto a sumaúma tem sido usada descontroladamente para recheios de travesseiros e colchões, sendo uma das fibras ocas mais leves, até 2006, as fibras não podiam ser fiadas. No entanto, desde então, a tecnologia melhorou e as fibras de sumaúma foram usadas em misturas de tecidos que podem ser fiados, tornando os tecidos resultantes mais macios e mais confortáveis ​​de usar.
     
    A Flocus é especializada em misturas de fibras de sumaúma com a maior porcentagem de sumaúma usada nas mais finas contagens. A empresa fabrica fios sustentáveis, tecidos e recheios feitos com as melhores fibras de sumaúma que combinam desempenho com naturalidade para qualquer aplicação.
     
    Utilizando a sumaúma, a Flocus oferece produtos que podem reduzir a presença de produtos sintéticos no mercado, utilizando uma alternativa completamente natural sem abandonar a funcionalidade. Devido a isso, a Flocus recebeu um prêmio ecológico da Performance Days no final de 2015. Seu tecido de sumaúma foi escolhido entre quase 850 outros tecidos como o mais inovador e ecológico daquele ano.
     
    Recentemente, a Flocus também foi escolhida como uma das 15 startups que participarão da iniciativa de aceleração Plug and Play do Fashion for Good. Escolhida entre centenas de candidatos, a Flocus participará de um programa de aceleração de negócios com assistência e suporte para ampliar suas tecnologias, metodologias e modelos de negócios. São as startups que estão causando uma verdadeira revolução tecnológica e sustentável em todas as indústrias, entre elas a têxtil e de vestuário.
     
    Fonte: Stylo Urbano"
    Referências:“Inovações em tecidos sustentáveis: fibra de sumaúma, 2018.Disponível em:”Ihttp://www.assintecal.org.br/noticias/496/inovacoes-em-tecidos-sustentaveis-fibra-de-sumauma” Acesso em: 20 de abril de 2018.
     
     
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  • Terça, 17 de Abril de 2018

  • Ações internacionais são fundamentais para exportações de calçados

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    site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "As exportações de calçados brasileiros têm as ações comerciais no exterior como aliadas fundamentais. No ano passado, eventos internacionais garantiram quase US$ 200 milhões, somando negócios efetivados in loco e alinhavados, 20% do total exportado pelos calçadistas nacionais. O mesmo deve se repetir em 2018. No primeiro semestre já foram realizadas cinco ações no exterior que geraram US$ 63,5 milhões em negócios efetivados e iniciados nos eventos. As ações são realizadas por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).


    No segundo semestre deste ano serão mais oito ações internacionais: Showroom em Paris (ainda sem data), Missão Comercial Rússia (entre 6 e 8 de junho), Expo Riva Schuh/Itália (16 a 19 de junho), IFLS/Colômbia (17 a 19 de junho), Colombiamoda/Colômbia (24 a 26 de junho), FN Platform/EUA (13 a 15 de agosto), Showroom Colômbia (ainda sem data) e theMicam/Itália (16 a 19 de setembro). “O segundo semestre, por lançar coleções de primavera-verão, ponto forte da indústria calçadista nacional, acaba gerando uma expectativa positiva de incremento nas exportações”, avalia a gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos.

    Mantido desde o ano 2000, o Brazilian Footwear é o braço internacional da Abicalçados e tem auxiliado de sobremaneira na qualificação das exportações de calçados. Desde a primeira assinatura do convênio, o número de destinos passou de 99 para 150 países. “Além disso, passamos a mudar a cultura exportadora de calçados, que passou a valorizar mais o embarque de produtos com marca própria e menos o private label – quando o importador coloca a sua marca”, explica Roberta. Atualmente o Programa conta com mais de 200 empresas associadas que respondem por cerca de 80% do valor gerado pelas exportações de calçados, que alcançaram US$ 1,09 bilhão em 2017.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.brwww.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Ações internacionais são fundamentais para exportações de calçados”, alerta Abicalçados, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/acoes-internacionais-sao-fundamentais-para-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 17 de abril de 2018.

     

     

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  • Segunda, 16 de Abril de 2018

  • Queda na massa de rendimentos tem impacto direto na demanda por calçados

  • Resultado de imagem para Queda de rendimentos

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    O cenário político e econômico brasileiro e mundial será tratado por economistas em evento realizado pelas entidades setoriais Abicalçados (calçados), Assintecal (componentes) e CICB (couros) no próximo dia 12 de abril, em Novo Hamburgo/RS. Além da questão, será realizada uma análise do comportamento do consumo de calçados e exportações a curto e médio prazo.

    Um dos palestrantes será o economista Marcos Lélis. Doutor em Economia e consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB, o especialista irá fazer um apanhado do setor calçadista e trabalhar a influência do cenário econômico e político no comportamento da demanda doméstica. “Tanto a produção como a exportação estão em queda no primeiro bimestre, o que deve seguir até o final do primeiro semestre de 2018. Porém, não acredito que o ano vá encerrar de maneira negativa”, comenta. Segundo ele, a desaceleração da queda na taxa de desemprego, que provoca uma perda da massa salarial e, consequentemente, da demanda, tem tido papel fundamental no quadro. Outro ponto que pode influenciar no comportamento do consumo doméstico são as Eleições, questão que também será abordada por Lélis.

    O outro palestrante é o pós-Doutor em Economia e professor do Departamento de Relações Internacionais da UFRGS, André Cunha, que falará sobre o cenário macroeconômico internacional, bem como a posição do Brasil nas relações comerciais num ambiente de guerra comercial instalada entre os Estados Unidos e China e o chamado processo de “desglobalização”. “Também vamos discutir o mercado financeiro, especialmente o acionário e das moedas virtuais (bitcoin), bem como a solidez da recuperação econômica brasileira”, adianta.

    Durante o encontro também será lançado o Relatório Setorial 2017, com uma análise dos dados do setor calçadista brasileiro - produção, exportação, emprego, segmentação, consumo etc.

    As inscrições podem ser realizadas no linkhttps://goo.gl/forms/nWvspAfnHtXrCUjf2. Os lugares são limitados e não associados das entidades realizadoras e parceiras (Abiacav, Abrameq e IBTeC) investem R$ 50 para a participação.


    Quem são os palestrantes

    André Cunha
    André é pós-doutor em Economia pela University of Cambridge. Foi assessor da diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), lecionou na University of Leiden, na Holanda, e na Unisinos. Atualmente é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Marcos Lélis
    Marcos é Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos. Tem experiência na área de Teoria Geral da Economia, Comércio Exterior, Economia Brasileira e Macroeconometria. Atua como consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB.

    Serviço
    Análise de Cenários
    Data: 12/04/2018
    Horário: 18h30 cooffe receptivo e 19h início das apresentações
    Local: Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Novo Hamburgo/RS)
    Inscrições limitadas: https://goo.gl/forms/nWvspAfnHtXrCUjf2

    Referências:“Queda na massa de rendimentos tem impacto direto na demanda por calçados, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/queda-na-massa-de-rendimentos-tem-impacto-direto-na-demanda-por-calcados” Acesso em: 16 de abril de 2018.

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  • Sexta, 13 de Abril de 2018

  • Exposição traz a nobreza sustentável do couro para o Minas Trend

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Designers brasileiros do segmento premium, aliados a curtumes que são referência no setor, apresentam bolsas e calçados que destacam a versatilidade, sofisticação e característica sustentável dos diversos tipos de couro.

    Promovida pelo Sindibolsas MG - Sindicato das Indústrias de Bolsas do Estado de Minas Gerais, em parceria com o Sindicalçados MG - Sindicato das Indústrias de Calçados do Estado de Minas Gerais e CICB - Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil, com apoio da FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e Inspiramais, a próxima edição do Minas Trend irá contar com a exposição “Couro: o sustentável luxo da moda”, que visa a valorização do design nacional e da importância do couro como matéria-prima moderna e alinhada com os processos produtivos da indústria de moda.

     

    Utilizando couros bovinos e de cabra de padrão internacional, além de outros exóticos como os de python, pirarucu, jacaré e salmão - produzidos pelos curtumes brasileiros Arte da Pele, Baby Leather, Couroquímica, Courovale, Fuga Couros, Natur, Nova Kaeru e Rhoma Pelles -, as marcas Ágali, Celso Afonso, Débora Germani, Diwo, Elisa Atheniense, Floré, Junia Gomes, La Spezia, Mara Spina e Paula Bahia apresentam suas criações que destacam o produto natural valorizado pelo design e a identidade criativa brasileira.

     

    Para Celso Afonso, presidente do Sindibolsas/MG, a iniciativa, além de destacar os valores intrínsecos do produto brasileiro, reforça a posição do Minas Trend como principal evento de lançamento de moda do segmento de luxo do país. “Sem dúvida, será uma oportunidade única para ampliar a visibilidade do setor de calçados e bolsas junto ao qualificado e exigente lojista que visita a semana de moda mineira, surpreendendo-o com produtos altamente competitivos e que conquistam o consumidor pelo arrojo e inovação. Na próxima edição, marcaremos presença no salão de negócios com 40 marcas dentre as mais representativas e conceituadas do segmento”, informa Afonso.

     

    CICB

    Parceiro na produção e realização da mostra, o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil – CICB promove a qualificação do setor de couros do Brasil e representa empresas responsáveis por 80% da produção nacional estimada em 40 milhões de peles/ano. Reunindo desde microempresas até grandes multinacionais da indústria curtidora, esse grupo produz couros bovinos, caprinos, ovinos e de peixe, além de exóticos - como os de cobras e jacarés -, entre outros, exportando para mais de 77 países onde são utilizados em segmentos diversos como os de vestuário, bolsas, calçados, automotivo e moveleiro.

    O CICB, por meio do projeto Brazilian Leather -, uma iniciativa em conjunto com Apex-Brasil – incentiva a participação dos curtumes brasileiros em feiras internacionais, como Première Vision Paris, Lineapelle New York, APLF Hong Kong e outras em mais dez cidades nos cinco continentes e também nacionais, como o Inspiramais, da qual é uma das organizadoras. Promoção de imagem, inteligência de mercado e facilitação comercial também estão dentro das atividades desenvolvidas pelo CICB para seus associados.

     

    O INSPIRAMAIS

    O Inspiramais apresenta a cada semestre o lançamento de mais de 900 materiais desenvolvidos pelas empresas participantes do evento. Acontece duas vezes ao ano, conta com 150 expositores, e mais de 6 mil visitantes qualificados, recebe empresários dos segmentos calçadista, confecção e moveleiro, estilistas, designers e formadores de opinião – além de contar com palestras e a exposição de projetos (conheça eles logo abaixo). Resultado de um ciclo que tem início com o estudo dos aspectos socioeconômicos, culturais, globais e de comportamento de consumo no mundo, com a coordenação de Walter Rodrigues e curadoria de consultores, são realizadas a criação e desenvolvimento de materiais inovadores em design e tecnologia nas empresas participantes.
    A finalidade da ação é promover o desenvolvimento de materiais que tenham a capacidade de transmitir valores essenciais e verdadeiros ao consumidor, algo fundamental para que as empresas obtenham sucesso.

     

    Serviço:

    Exposição | Couro: o sustentável luxo da moda

    Minas Trend – Primavera/Verão 2019

    Data: 17 a 20 de Abril de 2018

    Horário: de 3ª a 5ª feira, das 10h às 20h, e 6ª feira das 10h às 17h

    Local: Expominas – Belo Horizonte – MG

    Informações: www.minastrend.com.br - https://www.facebook.com/minastrend"

    Referências:“Exposição traz a nobreza sustentável do couro para o Minas Trend, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/476/exposicao-traz-a-nobreza-sustentavel-do-couro-para-o-minas-trend” Acesso em: 24 de abril de 2018.

     

     

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  • Quarta, 11 de Abril de 2018

  • Exportações de calçados: Argentina ultrapassa Estados Unidos como principal destino

  • Resultado de imagem para exportaçoes

    site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "As oscilações cambiais têm mudado bruscamente o panorama das exportações brasileiras de calçados nos últimos anos. Com uma queda acentuada nos embarques para os Estados Unidos, registrada desde 2017, a Argentina assumiu, pela primeira vez na história, o primeiro posto entre os destinos do calçado verde-amarelo no exterior. No primeiro trimestre de 2018, os argentinos importaram 2,4 milhões de pares por US$ 39,14 milhões, altas de 14,4% e de 9,8%, respectivamente, na relação com igual período do ano passado. No âmbito geral, entre janeiro e março, os calçadistas brasileiros embarcaram 30,47 milhões de pares que geraram US$ 250,12 milhões, quedas de 2,7% em volume e de 3,4% em receita gerada em relação ao mesmo período de 2017.

     
    O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, avalia que a valorização do real sobre o dólar, que tende a se intensificar durante o ano em função da recuperação econômica e os consequentes aportes de investimentos externos, tem tido influência significativa nos embarques de calçados. “Seria uma irresponsabilidade, até um crime lesa pátria torcer para um movimento contrário ao desenvolvimento nacional. O fato é que o câmbio, num contexto de competitividade enfraquecida por questões estruturais e alta carga tributária, é um atenuante, pois nos dá oportunidade de praticar um preço mais competitivo no exterior. Com a tendência de o dólar cair a R$ 3, ou até mais durante o ano, teremos problemas significativos nas exportações”, projeta o executivo.
     
    Segundo Klein, a oscilação do câmbio tem, inclusive, provocado fatos históricos nas exportações de calçados. “Como os Estados Unidos, nosso principal destino desde os primeiros embarques, no final da década de 60, é um mercado muito sensível ao preço e portanto vêm diminuindo suas compras brasileiras desde 2017, acabou sendo ultrapassado pela Argentina no primeiro trimestre”, avalia, ressaltando que, no ano passado, as exportações para os EUA já haviam caído 14% (tanto em pares como em valores). No primeiro trimestre, os norte-americanos compraram 2,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 37,13 milhões, quedas de 11,5% em volume e de 22,6% em receita na relação com igual ínterim de 2017.
     
    O terceiro destino do trimestre foi a França, para onde foram embarcados 2,76 milhões de pares por US$ 18,26 milhões, altas de 52,4% e de 19,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. “A França importa, basicamente, chinelos e injetados brasileiros, produtos de menor valor agregado e portanto com menor impacto na balança comercial”, informa Klein.
     
    Origens
    Nos três primeiros meses do ano, a principal origem do calçado exportado foi o Rio Grande do Sul, de onde partiram 6,88 milhões de pares que geraram US$ 113,54 milhões, números 0,2% maiores em volume e 0,1% menores em receita na relação com igual período de 2017. A segunda origem foi o Ceará, que exportou 12,69 milhões de pares por US$ 66,97 milhões, altas de 4,4% em volume e queda de 0,1% em valores em relação ao ano passado. O terceiro principal exportador do período foi São Paulo, onde foram embarcados 1,43 milhão de pares que geraram US$ 23,9 milhões, quedas de 28,8% e de 20,4%, respectivamente, na relação com igual período de 2017.
     
    Importações em alta
    As importações de calçados seguem em alta no trimestre. No período, entraram no Brasil 8,74 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 100,9 milhões, altas de 10,6% em volume e de 1% em receita na relação com o mesmo ínterim de 2017. As principais origens foram o Vietnã, com 3,36 milhões de pares e US$ 56 milhões (alta de 12,6% em volume e queda de 0,8% em receita), Indonésia, com 1 milhão de pares e US$ 17,77 milhões (quedas de 5% e de 8,4%, respectivamente) e China, com 3,47 milhões e US$ 12,54 milhões (altas de 10% e 12%, respectivamente).
     
    Em calçados desmontados (partes como cabedal, solas, saltos e palmilhas) as importações também registraram elevação. No primeiro trimestre, entraram no Brasil o equivalente a US$ 4,2 milhões, 32,4% mais do que no mesmo período de 2017. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
     
     

    Confira todas as tabelas AQUI"

    Referências:“Exportações de calçados: Argentina ultrapassa Estados Unidos como principal destino”, alerta Abicalçados, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/exportacoes-de-calcados-argentina-ultrapassa-estados-unidos-como-principal-destino” Acesso em: 11 de abril de 2018.

     

     

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  • Terça, 10 de Abril de 2018

  • Indonésia em busca do 3º lugar

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A produção de calçados do país alcançou 1,185 bilhão de pares em 2016, tornando a Indonésia a 4ª maior fabricante do mundo. Atualmente, as autoridades estão concentradas em transferir a capacidade de produção do país para os três principais produtores.

     

    A Indonésia tem como meta a terceira posição na indústria global de calçados, melhorando sua posição atual como o quarto país depois da China, Índia e Vietnã. 

     

    De acordo com o World Footwear Yearbook in 2016, a Indonésia produziu 1,11 bilhão de pares de calçados, o que fez do país o quarto maior produtor, com uma participação de 4,9% na fabricação mundial de calçados. 

      

    "Este ano, pretendemos entrar nos três grandes, apoiados por intervenções do governo e facilidade de fazer negócios ", afirmou o diretor de Pequenas e Médias Indústrias para Moda e Artes do Ministério da Indústria, E. Ratna Utarianingrum, durante uma palestra realizada na Universidade Prasetya Mulya, em Jacarta.

     

    Dados da última edição do  World Footwear Yearbook indicam que a Ásia é responsável por 57% de toda a produção de calçados, sendo o continente dos quatro maiores players mundiais: China (57,0%), Índia (9,8%), Vietnã ( 5,2%) e Indonésia (4,8%). 

     

    As autoridades locais querem que a Indonésia continue em seu caminho para aumentar a capacidade da indústria de calçados, concentrando-se no design, gerenciamento e distribuição, a fim de também poder competir com os maiores participantes da indústria mundial.

     

    Através do Indonesian Footwear Industry Development Center (BPIPI) no ministério, o governo busca aumentar as habilidades dos artesãos nacionais de sapato, cujos ex-alunos atingiram oito mil pessoas desde sua fundação em 2009. Além de reconhecer novos empreendedores de calçados, o centro também fornece programas de coaching para artesãos para administrar seus negócios e enfrentar vários problemas. 

     

    Paralelamente, as autoridades anunciaram recentemente seu plano “ Making Indonesia 4.0 ”, no qual as indústrias de alimentos e bebidas, têxtil e vestuário, automotiva, química e eletrônica são chamadas para desenvolvimento adicional, o que deve ser alcançado através de melhorias de eficiência, transporte melhorado e uso de tecnologia avançada como inteligência artificial, robótica e a Internet das Coisas.

     

    O desenvolvimento dos cinco setores também visa tornar os produtos indonésios mais competitivos e impulsionar as exportações o suficiente para que contribuam com 10% do PIB até 2030. O governo também espera que isso leve à criação de novos empregos (variando de 7 milhões a 19). milhões).

     

    Fonte: World Footwear"

    Referências:“Indonésia em busca do 3º lugar, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/482/indonesia-em-busca-do-3-lugar” Acesso em: 10 de abril de 2018.

     

     

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  • Segunda, 09 de Abril de 2018

  • Lei fixa 90 dias para cadastro no Refis de micro e pequenas empresas

  • Resultado de imagem para Refis de micro e pequenas empresas

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Foi publicada nesta segunda-feira (9/4), no Diário Oficial da União, a norma que estabelece o Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN) — mais conhecido como Refis de micro e pequenas empresas.Com a Lei Complementar 162/2018, os pequenos empresários conseguirão parcelar débitos tributários vencidos até novembro de 2017 com descontos. O projeto prevê que os pedidos de renegociação devem ser feitos nos próximos 90 dias.

     

    Do valor total da dívida, poderão ser deduzidos até 90% dos juros, 70% das multas e 100% dos encargos legais, desde que pelo menos 5% do montante sejam pagos em dinheiro sem nenhuma redução. O restante dos débitos poderá ser parcelado em até 15 anos, mas quem optar por quitá-los em menos tempo, terá ainda mais descontos.

    O valor mínimo é de R$ 300 para as parcelas. A exceção é para os microempreendedores individuais (MEIs), que ainda terão a quantia definida pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

    Veto derrubado
    O presidente Michel Temer (MDB) havia barrado a proposta por considerar que violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal, ao não fixar a origem dos recursos que cobririam a renúncia de receitas com os descontos oferecidos às empresas.

    A proposta foi revista pelo Congresso Nacional, que derrubou o veto da Presidência da República no dia 3 de abril. De acordo com o relator, senador José Pimentel (PT-CE), sem a aprovação da lei seriam expulsos do Simples Nacional mais de 600 mil micros e pequenas empresas devedoras, responsáveis por 2 milhões de empregos.

    Fonte: Conjur"

    Referências:“Lei fixa 90 dias para cadastro no Refis de micro e pequenas empresas, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/484/lei-fixa-90-dias-para-cadastro-no-refis-de-micro-e-pequenas-empresas” Acesso em: 09 de abril de 2018.

     

     

     

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  • Quarta, 04 de Abril de 2018

  • Tendência Mundial, preocupação ambiental afeta modo de produção

  • Resultado de imagem para preocupação ambiental

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Participação das fontes renováveis, como hidro, solar e eólica, na matriz energética deve crescer

     "Nossos consumidores têm com consciência ambiental", diz Barbara Mattivy
    "Produzir sapatos veganos é uma forma de diminuir os níveis de detritos poluentes gerados pela indústria da moda”, afirma Barbara Mattivy, dona da Insecta Shoes. Com a produção no Rio Grande do Sul, a empresa, criada em 2014, conquistou clientes nos Estados Unidos, no Canadá, na Alemanha, na França e na Espanha, além do Brasil. Segundo ela, muitos consumidores têm preocupação com os impactos ambientais e levam isso em conta no momento de comprar seus produtos. 
     
    Mais do que um modismo, a preocupação com os impactos ambientais é um movimento mundial, conforme o estudo Tendências Mundiais e Nacionais com Impacto na Indústria Brasileira, que foi usado como subsídio para a elaboração do Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022. O estudo mostra que as preocupações com as mudanças climáticas e o uso de produtos menos poluentes estão se intensificando e medidas de enfrentamento desses problemas já fazem parte das pautas legislativas dos países, mas ainda não foram obtidos avanços significativos, do ponto de vista global, para reduzir a emissão de gases do efeito estufa.
     
    De acordo com a pesquisa, “está em curso uma corrida tecnológica entre países para o desenvolvimento de fontes de energia renovável e novas oportunidades de atuação na chamada economia verde”. Além disso, “verifica-se uma crescente mudança nos padrões de consumo, com consumidores mais preocupados com os impactos ambientais dos produtos e seus processos produtivos”. Segundo o estudo, os resultados do Acordo de Paris, assinado, em 2015, por 193 países, não são suficientes para conter o crescimento do aquecimento global abaixo dos 2°C até o final do século.
     
    Em relação à implantação de um imposto sobre a emissão de carbono, essa possibilidade segue indefinida, assim como restam dúvidas quanto ao impacto final da saída dos EUA, segundo maior emissor de CO2 do mundo, do Acordo de Paris. A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) calcula que, mundialmente, as mudanças climáticas provocaram perdas da ordem de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. Nos países em desenvolvimento, essas perdas foram significativamente maiores, aproximando-se de 7% do PIB.
     
     A intensificação dos impactos ambientais e o aumento dos riscos econômicos a eles associados estão provocando uma corrida tecnológica em direção à economia de baixo carbono, que afetará a economia de todos os países nos próximos anos. Assim, a médio e longo prazos, a tendência dominante será a ampliação da participação das fontes renováveis (hidro, solar e eólica) na matriz energética mundial, com
    consequente redução da participação de carvão e petróleo.
     
    Essas mudanças trazem desafios e oportunidades. Os desafios mais relevantes estão associados ao aumento da eficiência energética, à redução de emissões e, principalmente, às mudanças estruturais trazidas tanto pelas alterações no padrão de demanda quanto pelas novas rotas tecnológicas adotadas nos principais setores industriais dos países líderes. Além disso, a redução na oferta de recursos hídricos torna mais relevantes a gestão e a otimização da água por parte do segmento industrial.
     
    “Também fazemos sapatos de roupa vintage e tecidos com fio de garrafa pet. Uma das nossas missões é disseminar práticas sustentáveis”.
     
    Para os governos e as empresas, há ainda a necessidade de apoiar e investir no desenvolvimento industrial e tecnológico de outras fontes de energia renováveis – especialmente solar e eólica – de modo a capturar oportunidades de fortalecer a base industrial de suprimento de equipamentos desses segmentos. Na hipótese de que cresçam as exigências de rotulagens ambientais, o Brasil pode ter um diferencial nessa área por ter uma matriz energética considerada das mais limpas e diversificadas do mundo, resultando em uma menor pegada de carbono dos produtos fabricados no país.
     
    Ainda do ponto de vista internacional, o crescimento da Indústria 4.0, que combina automação com as tecnologias digitais na indústria, como o uso de sensores e equipamentos ligados em rede, conectando o mundo real e o virtual, possibilita a melhoria da eficiência operacional e a redução de custos. Além disso, torna possível a flexibilização das linhas de produção, o encurtamento de prazos de lançamento de produtos e a introdução de novos produtos, serviços digitais e modelos de negócio.
     
    Estima-se que somente a introdução da Internet das Coisas (IoT) no tecido produtivo industrial tem o potencial de gerar, até 2025, receitas, em nível mundial, entre US$ 3,9 trilhões e US$ 11 trilhões. Conforme estudo divulgado em 2015 pela consultoria McKinsey, o impacto se deve à possibilidade de essa tecnologia permitir a redução significativa dos custos de manutenção de equipamentos (podendo variar entre 10% e 40%) e do consumo de energia (variação entre 10% e 20%), além de contribuir para o aumento da eficiência do trabalho (variação entre 10% e 25%). 
     

    Entre as tendências nacionais, a necessidade de novas reformas econômicas e institucionais, com pressão para reduzir o papel do Estado como motor do desenvolvimento econômico, exige melhorias no ambiente de negócios e nos determinantes institucionais da competitividade, que podem estimular a elevação da produtividade da indústria. Outros fatores que podem favorecer a competitividade industrial envolvem a reforma tributária e a redução do custo de capital."

    Referências:“Tendência Mundial, preocupação ambiental afeta modo de produção”, alerta Abicalçados, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/472/tendencia-mundial-preocupacao-ambiental-afeta-modo-de-producao” Acesso em: 04 de abril de 2018.

     

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  • Segunda, 02 de Abril de 2018

  • Dólar deve chegar a R$ 3,40 até meio do ano, diz analista que mais acerta

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    "O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    Incertezas em relação ao resultado eleitoral devem interromper o período de câmbio comportado.

    São Paulo — Um cenário eleitoral turvo pode interromper o período de câmbio comportado.
     
    O aumento da volatilidade deve levar o dólar a R$ 3,40 até meados de 2018, dada a proximidade da eleição presidencial, disse Tania Escobedo, estrategista de câmbio da RBC Capital Markets em Nova York, que registrou a previsão mais precisa para o câmbio em ranking da Bloomberg.
     
    As chances reduzidas do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva – após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região confirmar a sua condenação – não removeu todas as incertezas em torno da disputa e os operadores mantêm sua busca por um nome de centro, reformista, que seja capaz de avançar com a agenda econômica do atual governo e que tenha chances substanciais de ser eleito pelas urnas.
     
    Com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e mais recentemente o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa entre os nomes esperados a disputar os votos de centro, um cenário fragmentado pode pavimentar o caminho para extremistas como Jair Bolsonaro e um candidato do Partido dos Trabalhadores. “Embora as chances de Lula se tornar um candidato diminuam dia após dia, a eleição ainda é um jogo de ninguém”, disse Tania.
     
    O dólar tem permanecido confinado no intervalo de R$ 3,20-R$ 3,33 desde o começo de fevereiro.
     
    A estrategista da RBC Capital Markets também vê riscos subestimados no front fiscal, com o risco Brasil medido pelo CDS 5 anos operando no menor nível desde 2014. “Sem as reformas, a materialização de medidas protecionistas nos EUA ou um aumento da aversão a risco global pode pegar o Brasil em uma situação vulnerável”, ela diz.
     
    Embora Tania Escobedo espere que o dólar encerre o ano a R$ 3,40, pode haver algum espaço para ganhos adicionais do real no curtíssimo prazo.
     
    A decisão do STF sobre o pedido de habeas corpus de Lula será monitorado de perto nesta quarta-feira. Se a porta para uma prisão imediata for deixada aberta, pode disparar uma reação positiva do mercado, já que dificultará a participação do ex-presidente na campanha de um candidato petista, de acordo com a estrategista. Dada a performance abaixo dos pares do real na última semana, há um amplo espaço assimétrico para uma resposta positiva que pode levar o dólar para entre R$ 3,22-R$ 3,25, segundo ela.
     
    “O equilíbrio político resultante da condenação de Lula será chave para moldar as expectativas em torno das perspectivas fiscais de longo prazo para o Brasil, especialmente após as reformas estruturais terem ficado para o próximo governo”, diz Tania.
     

    Fonte: Exame"

    Referências:Dólar deve chegar a R$ 3,40 até meio do ano, diz analista que mais acerta, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/468/dolar-deve-chegar-a-r-340-ate-meio-do-ano-diz-analista-que-mais-acerta” Acesso em: 02 de abril de 2018.

     

     

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  • Segunda, 26 de Março de 2018

  • Mercado francês na mira dos calçadistas

  • Resultado de imagem para mercado frances

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Movimentando mais de 150 bilhões de euros por ano, o mercado da moda francês entrou no radar dos calçadistas brasileiros. Foi com o objetivo de destacar as principais características da sexta maior economia mundial que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), realizou um estudo estratégico que foi apresentado hoje, dia 23, na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS.

    Na oportunidade, Didier Koch, diretor da Altios International, empresa que realizou o Estudo junto à Abicalçados, destacou que o comportamento do consumidor francês é diferente do brasileiro e que é necessária uma adaptação de produto para almejar sucesso no concorrido mercado local. “A sugestão é focar a atuação mais no interior da França, onde o consumidor é mais aberto a calçados diferenciados. Em Paris, além de existir uma concorrência muito forte com grandes marcas, o consumidor é mais clássico, mais conservador”, comenta. Segundo ele, o mercado local, de uma maneira geral, tem predileção por calçados de couro, sendo que mais da metade dos produtos importados são confeccionados com esse material. “Existe um nicho de calçados sintéticos, mas é voltado para o discurso vegano”, afirma.
     
    Pesquisa
    Durante a realização do estudo, Koch conta que foi feito um levantamento com mais de 300 consumidores e formadores de opinião franceses. “O principal atributo de decisão de compra do francês é Design, seguido de conforto, qualidade e preço, sendo que 70% dos respondentes dizem preferir calçados de couro, aceitando pagar mais por isso”, detalha. Outro dado importante, segundo o executivo, é de que o consumidor local não tem conhecimento de marcas brasileiras, o que abre um campo importante a ser explorado. “As pessoas relacionam o calçado brasileiro a chinelos, produto basicamente para o verão”, comenta.
     
    Dicas
    Segundo Koch, além de investir em comunicação, especialmente em redes sociais, a marca brasileira que deseja uma inserção mais forte naquele mercado, precisa adaptar seus produtos de acordo com o mercado, mais clássico em Paris e – um pouco – mais descontraído no interior.  
     
    A pesquisa levantou, ainda, a percepção dos compradores sobre os negócios com o Brasil. Entre os pontos fortes, estão um calçado de couro de qualidade e com preço competitivo. Já os fracos apontam para um design não adaptado ao gosto francês, altos custos com transporte, variação cambial e comunicação insuficiente com o mercado. Outro ponto levantado foi que, em muitos casos, a empresa brasileira passa o valor FOB do produto, somente depois comunicando os custos com transportes e tarifas de importação. “É importante comunicar tudo antes de qualquer negociação”, alerta o executivo.
     
    Missão prospectiva
    Com o objetivo de verificar, in loco, os levantamentos apontados pelo estudo, uma equipe da Abicalçados foi até a França no final de novembro passado.
     
    Segundo a coordenadora de Promoção de Imagem da entidade, Alice Rodrigues, foram realizadas visitas a hotéis para possíveis showrooms, pontos de venda, feiras do setor, agências de Relações Públicas e embaixadas. “Concluímos que o mercado feminino está saturado de marcas, independente da origem – embora na França não seja obrigatória a comunicar a origem do produto, os importadores costumam informar, especialmente se a mercadoria não for asiática. No varejo parisiense, os preços são constantes e a preferência se dá por modelos com cores neutras, saltos médios e sem muito apelo criativo”, conta.
     
    Já o segmento masculino é todo dominado pelos produtos clássicos, porém com aumento do mercado de esportivos, mas ainda pouco espaço para casuais. O infantil, por sua vez, não traz a ludicidade dos calçados brasileiros, tendo um estilo mais ortopédico e “duro”.
     
    Próximos passos
    Alice conta que os próximos passos serão identificar empresas que desejam entrar – ou aumentar a inserção – naquele mercado. “Hoje já estamos trabalhando a França no âmbito do Projeto Comprador Vip, sendo que o objetivo é trazer grandes compradores para o Brasil ainda este ano”, adianta.
     
    Além disso, a Abicalçados busca a contratação de uma agência de Relações Públicas naquele mercado, bem como uma empresa para a realização de matchmaking – reuniões pré-agendadas com compradores locais na França. “Em junho, também teremos um evento de relacionamento com compradores franceses durante a Expo Riva Schuh, em Riva Del Garda (Itália)”, conclui.
     
    A apresentação do Estudo vem sendo realizada durante todo o mês de março, já tendo passado pelos polos calçadistas de Nova Serrana/MG, Franca/SP, Birigui /SP e São João Batista/SC. Na próxima terça-feira, 27, o evento será realizado em Três Coroas/RS.
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    • Referências:“Mercado francês na mira dos calçadistas", 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-frances-na-mira-dos-calcadistas” Acesso em: 26 de março de 2018.

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  • Sexta, 23 de Março de 2018

  • Reoneração da folha de pagamentos pode custar milhares de empregos”, alerta Abicalçados

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está acompanhando de perto o trâmite do Projeto de Lei 8456/2017, que altera a Lei 12.546, que desde 2011 permite a substituição da contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de salários pelo pagamento de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto das vendas domésticas das empresas.  Atualmente o setor calçadista está incluso na Lei pagando 1,5% sobre as vendas realizadas no mercado interno.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que a exclusão do setor calçadista da Lei, como pretende alteração proposta pelo Poder Executivo, pode custar milhares de empregos. “Como a atividade produtora de calçados é intensiva em mão de obra, a alteração pode custar muito alto, não somente para o segmento, mas para o País”, comenta Klein, para quem a alta carga tributária brasileira impõe muitas restrições ao setor, tanto no ambiente doméstico como no exterior. Hoje o setor gera cerca de 300 mil postos de trabalhos diretamente. “O programa desde 2011 tem ajudado os fabricantes na manutenção de postos mesmo em meio às constantes quedas, especialmente na demanda interna”, acrescenta.
     
    Segundo o dirigente, um projeto com a inclusão do setor calçadista entre os beneficiados pela medida  tramita na Câmara dos Deputados e aguarda votação. “O documento, sob relatoria do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), está parado há semanas na pauta, para ser votado em regime de urgência”, conta o executivo, ressaltando que, no entanto, no relatório não é citado qual seria o percentual da tarifa paga pelo segmento. “Ao longo desse período de discussão conseguimos, com uma argumentação sólida, sensibilizar os deputados para que o setor fosse novamente incluso na Lei”, comenta Klein.  Após a possível aprovação na Câmara, o PL seguirá para o Senado e, posteriormente para sanção presidencial. “A expectativa é alta, mas não completa. Mesmo com o apoio dos deputados e senadores, só vamos acreditar quando estiver publicado no Diário Oficial da União (DOU)”, projeta.
     
    A Lei

    A política de desoneração da folha de pagamentos foi proposta pelo governo Dilma Rousseff e tem por objetivo estimular a competitividade de setores mais intensivos em mão de obra. Inicialmente aprovado para cinco setores, incluindo o calçadista, logo após foi inflado com outros 50, o que causou uma grande renúncia fiscal para o governo. “Na época, o projeto perdeu o sentido, já que incluiu setores que tradicionalmente não são grandes empregadores. A medida teve como resultado uma queda brusca na arrecadação e agora o governo que distribuir a conta”, conclui Klein."

    Referências:“Reoneração da folha de pagamentos pode custar milhares de empregos”, alerta Abicalçados, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/economistas-avaliam-cenario-para-calcadistas” Acesso em: 20 de março de 2018.

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  • Quinta, 22 de Março de 2018

  • Finep e Fapesp lançam edital de R$ 15 milhões para área de recursos hídricos

  • Resultado de imagem para Finep e Fapesp

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Finep e a FAPESP acabam de lançar uma chamada de propostas para apoiar o desenvolvimento, por pequenas empresas paulistas, de produtos, processos e serviços inovadores em ecotoxicologia, contaminação de águas e uso de dados de precipitação. Estão disponíveis R$ 15 milhões com recursos orçamentários da FAPESP e de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) via MCTI/Finep/FNDCT.

    A FAPESP está especialmente interessada em projetos voltados aos seguintes temas:

    • - Bioacumulação de compostos farmacêuticos ativos, metabólitos e suas misturas em organismos aquáticos: avaliação das implicações em uma perspectiva de longo prazo para a saúde humana e para o meio ambiente.

    • - Variáveis ambientais que desencadeiam a produção de toxinas de algas no meio ambiente; riscos para a saúde humana da exposição por meio de níveis tróficos.

    • - Caracterização dos riscos individuais e combinados de contaminantes químicos difusos (como pesticidas, outras substâncias químicas disruptoras endócrinas, drogas) relacionados à promoção de atividades agrícolas, urbanas e industriais mais sustentáveis.

    • - Impacto das mudanças de temperatura e precipitação na emissão, processamento e deposição de substâncias químicas tóxicas em organismos vivos de ecossistemas aquáticos.

       

    São elegíveis como proponentes microempresas, empresas de pequeno porte e pequenas empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo, constituídas e ativas, no mínimo, doze meses antes ao lançamento do edital. As candidatas já devem ter conduzido pesquisas que resultaram em produtos, processos e serviços inovadores no âmbito de projetos financiados pelo programa da FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), Fase 1 ou Fase 2, ou em projetos equivalentes conduzidos com recursos de outras fontes. O edital, de Fase 3, contemplará projetos que pretendam desenvolver os resultados das pesquisas anteriores, de modo que possam ser efetivamente inseridos no mercado.

     

    Submissões serão recebidas via SAGe (www.fapesp.br/sage), até o dia 28 de maio de 2018. A chamada está publicada em: www.fapesp.br/11590.
     

    Fonte: FINEP"

    Referências:Finep e Fapesp lançam edital de R$ 15 milhões para área de recursos hídricos, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/446/finep-e-fapesp-lancam-edital-de-r-15-milhoes-para-area-de-recursos-hidricos” Acesso em: 22 de março de 2018.

     

     

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  • Quarta, 21 de Março de 2018

  • Produção física da indústria têxtil e de confecção brasileira mantém recuperação

  • Resultado de imagem para setor textil

    "Setor gerou 8.271 novos empregos em janeiro

    Segundo dados apurados pelo IBGE e divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a produção física de têxtil cresceu 9,1% e de confecção 5,3% em janeiro de 2018, em relação ao mesmo período de 2017.
     
    EMPREGOS
    Em janeiro de 2018, o saldo da geração de empregos do setor têxtil e de confecção foi de 8.271 postos de trabalho, conforme mostram dados mensurados pelo Caged, do Ministério do Trabalho. No mesmo período de 2017, foram criados 6.503 mil postos de trabalho, também segundo Caged.
     
    BALANÇA COMERCIAL
    Em fevereiro de 2018, o valor em dólares das importações de têxteis e confeccionados aumentou 31,6% e o das exportações subiu 14,8% na comparação com o mesmo período de 2017. O déficit da balança comercial cresceu 35,4% no segundo mês de 2018, quando comparado com fevereiro de 2017.
     
    VAREJO
    Com dados divulgados sempre com defasagem de dois meses pelo IBGE, o varejo mostrou crescimento em 2017. De janeiro a dezembro de 2017, o varejo de vestuário cresceu 7,6%, em comparação com o mesmo período de 2016
     
    PESQUISA CONJUNTURA ABIT
    A pesquisa elaborada exclusivamente pela Abit comprovou, também, um aumento na confiança do empresariado do setor têxtil e de confecção.    Dentre os entrevistados, 63% projetavam uma produção acima do esperado para os meses de fevereiro e março de 2018 e vendas aumentadas em 70% para o mesmo período.
     

    Fonte: Costura Perfeita"

    Referências:Produção física da indústria têxtil e de confecção brasileira mantém recuperação, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/442/producao-fisica-da-industria-textil-e-de-confeccao-brasileira-mantem-recuperacao” Acesso em: 21 de março de 2018.

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  • Terça, 20 de Março de 2018

  • Economistas avaliam cenário para calçadistas

  • Resultado de imagem para economiaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com as entidades setoriais Assintecal (componentes), CICB (couros), promove, no próximo dia 12 de abril, mais uma edição do evento Análise de Cenários. Ocorrendo no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, a iniciativa já está com inscrições abertas, sendo gratuitas para associados das entidades promotoras e também as apoiadoras (IBTeC, Abiacav e Abrameq).

    Na oportunidade, serão conduzidas apresentações dos economistas Marcos Lélis, que falará sobre Economia Brasileira e Setorial Calçadista, e André Cunha, que discorrerá sobre o Economia Internacional e Cenário Macroeconômico. “O evento fará tanto uma análise do cenário macroeconômico intersetorial, além de focar na atividade coureiro-calçadista, com expectativas de médio e curto prazos”, explica Priscila Linck, do departamento de Inteligência de Mercado da Abicalçados, acrescentando que a iniciativa também terá uma visão do espectro político nacional e  e seus possíveis impactos na economia. 

    Durante o encontro será lançado o Relatório Setorial 2017, com uma análise dos dados do setor calçadista brasileiro - produção, exportação, emprego, segmentação, consumo etc.

    As inscrições podem ser realizadas no 
    link . Os lugares são limitados e não associados das entidades realizadoras e parceiras investem R$ 50 para a participação.
     

    Quem são os palestrantes
    André Cunha
    André é pós-doutor em Economia pela University of Cambridge. Foi assessor da diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), lecionou na University of Leiden, na Holanda, e na Unisinos. Atualmente é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Marcos Lélis
    Marcos é Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos. Tem experiência na área de Teoria Geral da Economia, Comércio Exterior, Economia Brasileira e Macroeconometria. Atua como consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB.


    Serviço
    Análise de Cenários
    Data: 12/04/2018
    Horário: 18h30 cooffe receptivo e 19h início das apresentações
    Local: Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Novo Hamburgo/RS)
    Inscrições limitadas no 
    linkA Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com as entidades setoriais Assintecal (componentes), CICB (couros), promove, no próximo dia 12 de abril, mais uma edição do evento Análise de Cenários. Ocorrendo no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, a iniciativa já está com inscrições abertas, sendo gratuitas para associados das entidades promotoras e também as apoiadoras (IBTeC, Abiacav e Abrameq).


    Na oportunidade, serão conduzidas apresentações dos economistas Marcos Lélis, que falará sobre Economia Brasileira e Setorial Calçadista, e André Cunha, que discorrerá sobre o Economia Internacional e Cenário Macroeconômico. “O evento fará tanto uma análise do cenário macroeconômico intersetorial, além de focar na atividade coureiro-calçadista, com expectativas de médio e curto prazos”, explica Priscila Linck, do departamento de Inteligência de Mercado da Abicalçados, acrescentando que a iniciativa também terá uma visão do espectro político nacional e  e seus possíveis impactos na economia. 

    Durante o encontro será lançado o Relatório Setorial 2017, com uma análise dos dados do setor calçadista brasileiro - produção, exportação, emprego, segmentação, consumo etc.

    As inscrições podem ser realizadas no 
    link . Os lugares são limitados e não associados das entidades realizadoras e parceiras investem R$ 50 para a participação.

     

    Quem são os palestrantes
    André Cunha
    André é pós-doutor em Economia pela University of Cambridge. Foi assessor da diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), lecionou na University of Leiden, na Holanda, e na Unisinos. Atualmente é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Marcos Lélis
    Marcos é Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos. Tem experiência na área de Teoria Geral da Economia, Comércio Exterior, Economia Brasileira e Macroeconometria. Atua como consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB.


    Serviço
    Análise de Cenários
    Data: 12/04/2018
    Horário: 18h30 cooffe receptivo e 19h início das apresentações
    Local: Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Novo Hamburgo/RS)
    Inscrições limitadas no 
    link"

    Referências:Economistas avaliam cenário para calçadistas, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/economistas-avaliam-cenario-para-calcadistas” Acesso em: 20 de março de 2018.

     

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  • Segunda, 19 de Março de 2018

  • Varejo brasileiro cresce 0,7% em fevereiro

  • "O varejo brasileiro apresentou alta de 0,7% em fevereiro na comparação com o mesmo período de 2017, descontando a inação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado. É o que aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado no dia 15 de março. Em termos nominais, número que reete o que o varejista de fato observa na receita das suas vendas, o indicador registrou alta de 2,1% na comparação com o ano anterior. O mês teve o desempenho prejudicado pelo calendário.

    O Carnaval em 2018 foi celebrado na primeira quinzena de fevereiro enquanto que em 2017 foi comemorado na última. Consequentemente, a quarta-feira de Cinzas, data tipicamente fraca em vendas, ocorreu em fevereiro de 2018. Já em 2017, a data ocorreu no mês de março. Ainda assim, ajustados aos impactos de calendário, o índice deacionado apontaria alta de 1,5%, o que representa uma desaceleração em relação ao observado no mês de janeiro (1,9%). Já pelo ICVA nominal, com os ajustes de calendário, o indicador apresenta alta de 3,0% em comparação com o mesmo período de 2017, no mesmo patamar dos últimos 3 meses. "Em fevereiro tivemos uma desaceleração em relação a janeiro, mas ainda com alta na comparação com fevereiro do ano passado", arma Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo.

    Fonte: Jornal Exclusivo"

    Referências:Varejo brasileiro cresce 0,7% em fevereiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/432/varejo-brasileiro-cresce-07-em-fevereiro” Acesso em: 19 de março de 2018.

     

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  • Sexta, 16 de Março de 2018

  • Após três anos de queda, volta a subir participação dos importados no consumo brasileiro

  • Resultado de imagem para importação

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Depois de três anos consecutivos de queda, a participação dos produtos importados no consumo brasileiro aumentou para 17% em 2017. Isso significa que, de cada cem produtos vendidos no mercado interno no ano passado, 17 foram estrangeiros. Enquanto isso, a participação das exportações na produção da indústria brasileira de transformação caiu para 15,6%, interrompendo uma sequencia de altas registradas desde 2015.

    Ou seja, de cada cem produtos fabricados pela indústria de transformação no ano passado, quase 16 foram vendidos para o exterior. As informações são do estudo Coeficientes de Abertura Comercial, divulgado nesta quinta-feira, 15 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
     
    O aumento da participação dos importados no mercado nacional e a perda da importância das exportações na produção da indústria é resultado da recuperação do consumo interno e da valorização do real diante do dólar, observa a economista da CNI Samantha Cunha. Ela explica que a evolução dos coeficientes de abertura comercial permite analisar a integração da indústria brasileira ao comércio internacional. Os dados de 2017 confirmam que o setor continua com o foco voltado para o mercado doméstico.
     
    De acordo com o estudo, o coeficiente de penetração das importações, que mede a participação dos importados no mercado brasileiro cresceu 0,6 ponto percentual em 2017 na comparação com 2016. O coeficiente de insumos industriais importados cresceu de 22,5% em 2016 para 23,5% em 2017, a preços constantes. “Os setores de metalurgia, químicos e vestuário e acessórios apresentaram as maiores altas dos coeficientes de insumos industriais importados em 2017 na comparação com 2016”, observa o estudo.
     
    O coeficiente de exportação ficou estável em 2017, com uma queda de apenas 0,1 ponto percentual em relação ao ano anterior. “Mesmo diante de condições mais favoráveis da demanda mundial, as quantidades exportadas pelas empresas industriais cresceram a um ritmo menor. A taxa de crescimento caiu de 6,6% em 2016 para 2,3% em 2017”, diz a CNI. As maiores quedas do coeficiente de exportação foram registradas nos setores de outros equipamentos de transporte, fumo e couro e calçados.
     
    Conheça os quatro coeficiente de abertura comercial
    1) Coeficiente de exportação: O indicador mede a participação das vendas externas no valor da produção da indústria de transformação. Com isso, mostra a importância do mercado externo para a indústria.
     
    Quanto maior o coeficiente, maior é a importância do mercado externo para o setor. O Coeficiente de Exportação a preços constantes, que exclui os efeitos das variações de preços, caiu de 15,7% em 2016 para 15,6% em 2017. Isso significa que a indústria de transformação brasileira exportou 15,6% da produção no ano passado.
     
    2) Coeficiente de penetração de importações: O indicador acompanha a participação dos produtos importados no consumo brasileiro. Quanto maior o coeficiente, maior é a participação de importados no mercado interno. O coeficiente de penetração das importações a preços constantes subiu de 16,4% em 2016 para 17% em 2017. Isso significa que entre todos os produtos consumidos no país no ano passado, 17% foram importados.
     
    3) Coeficiente de insumos industriais importados: O indicador aponta a participação dos insumos industriais importados no total de insumos industriais adquiridos pela indústria de transformação. Quanto maior o coeficiente, maior é a utilização de insumos importados pela indústria. O indicador aumentou de 22,5% em 2016 para 23,5% em 2017, a preços constantes. Isso significa que do total de insumos industriais consumidos pela indústria de transformação no ano passado, 23,5% foram importados.
     
    4) Coeficiente de exportações líquidas: O indicador mostra a diferença entre as receitas obtidas com as exportações e as despesas com a importação de insumos industriais, ambos medidos em relação ao valor da produção. Se o coeficiente é positivo, a receita com exportação é maior do que os gastos com importações de insumos industriais. No ano passado, o coeficiente ficou em 4% a preços constantes, abaixo dos 4,8%, registrados em 2016.
     
    (*) Com informações da CNI

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Após três anos de queda, volta a subir participação dos importados no consumo brasileiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/430/apos-tres-anos-de-queda-volta-a-subir-participacao-dos-importados-no-consumo-brasileiro” Acesso em: 16 de março de 2018.

     

     

     

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  • Quinta, 15 de Março de 2018

  • Balança comercial acumula superávit de US$ 9,648 bilhões até a segunda semana de março

  • Resultado de imagem para exportação

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,977 bilhões na segunda semana de março. O valor é resultado de exportações de US$ 6,808 bilhões e importações de US$ 4,832 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 6,808 bilhões e os embarques ao exterior são de US$ 4,832 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 41,089 bilhões e as importações, US$ 31,441 bilhões, com saldo positivo de US$ 9,648 bilhões.

    Clique aqui para acessar os dados completos da balança comercial
    Mês
    Nas exportações, houve crescimento de 11,4%, na comparação da média até a segunda semana de março deste ano (US$ 972,6 milhões) com a de março do ano passado 2017 (US$ 872,8 milhões). O aumento foi causado pelo acréscimo nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (19,4%, por conta, principalmente, de celulose, ferro-ligas, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, zinco em bruto, madeira serrada ou fendida), manufaturados (11,8%, em função de óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, aviões, suco de laranja congelado, tubos de ferro fundido, veículos de carga); e básicos (8,9%, causado por soja em grão, farelo de soja, minério de cobre, milho em grão, fumo em folhas, carne bovina).
     
    Nas importações, a média diária até a segunda semana de março de 2018  (US$ 690,3 milhões) ficou 22,7% acima da média de março de 2017 (US$ 562,5 milhões). Nessa comparação, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (45,0%), combustíveis e lubrificantes (38,7%), veículos automóveis e partes (30,5%), equipamentos eletroeletrônicos (25,6%) e equipamentos mecânicos (18,5%).
     

    (*) Com informações do MDIC"

    Referências:Balança comercial acumula superávit de US$ 9,648 bilhões até a segunda semana de março, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/424/balanca-comercial-acumula-superavit-de-us-9648-bilhoes-ate-a-segunda-semana-de-marco” Acesso em: 15 de março de 2018.

     

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