BLOG
as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Sexta, 16 de Fevereiro de 2018

  • Multinacionais brasileiras perdem com reforma tributária nos EUA e na Argentina, segundo CNI

  • Resultado de imagem para multinacionais perdem

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Empresas brasileiras com investimentos no exterior estão diante de um grave problema: a perda de competitividade devido à alta carga tributária no Brasil. O país está fora do movimento mundial de redução da alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Companhias instaladas nos Estados Unidos e na Argentina, primeiro e segundo país com maior concentração de multis nacionais, reduziram este ano a taxação para 21% e 25%, respectivamente. No Brasil, o imposto é de 34% e os brasileiros pagam à Receita Federal a diferença entre a alíquota dentro e fora do país.

    De acordo com estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito em parceria com a Ernest Young, o Brasil está cada vez mais distante da média mundial atualmente em 22,96%. “De todos os países do mundo, apenas 30 têm alíquotas acima de 30%. O Brasil está isolado. Concorrentes nossos, inclusive na atração de investimentos, como Argentina, Estados Unidos, França e Japão, já reduziram suas alíquotas. Se não fizermos a reforma tributária com redução da carga, nossas empresas que têm investimento no exterior ficarão ainda menos competitivas”, explica o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

    Nos Estados Unidos, as brasileiras pagam os 21% de imposto sobre a renda, assim como uma empresa canadense, chilena ou europeia. A tributação das empresas de outras nacionalidades se encerra no solo americano. A brasileira, contudo, paga mais 13 pontos percentuais do lucro ao Fisco brasileiro para completar o que é cobrado no país. O mesmo ocorre com as companhias que operam na Argentina e as demais que investem nos 172 países que têm o imposto menor do que o brasileiro. Isso só é possível porque o Brasil tributa o lucro no exterior.

    “A tributação no Brasil das subsidiárias das multinacionais brasileiras representa um custo que, neste momento, afeta a competitividade dessas empresas. A não resolução deste problema reduzirá a internacionalização das companhias brasileiras ou as obrigará a se redomiciliar”, avalia o presidente do Fórum das Empresas Transnacionais (FET) da CNI, Dan Ioschpe.

    DANOS

    A revisão da alíquota de Imposto de Renda de empresas nas principais economias desenvolvidas e emergentes está associada à atração de investimentos e aumento da competitividade internacional, conforme mostra o estudo “A evolução histórica das alíquotas de imposto de renda em diferentes países e as potenciais consequências para o Brasil”, realizado pela CNI em parceria com a Ernest Young.

    Entre 2000 e 2016, a média dos impostos dos países da OCDE passou de 32% para 23,98%. Já no Brasil manteve-se em 34% nesse período. Essa diferença tem impacto bastante negativo para a economia brasileira. O país perde recursos direcionados às exportações, à pesquisa e inovação, pois os investimentos fora do Brasil são mais baratos. Além disso, a alta carga tributária desestimula os investimentos brasileiros no exterior, atividade que gera ganhos à economia nacional. Estudos da Confederação Nacional da Indústria mostram que as transnacionais exportam e inovam mais.

    (*) Com informações da CNI 

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Multinacionais brasileiras perdem com reforma tributária nos EUA e na Argentina, segundo CNI, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/294/multinacionais-brasileiras-perdem-com-reforma-tributaria-nos-eua-e-na-argentina-segundo-cni” Acesso em: 16 de fevereiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quinta, 15 de Fevereiro de 2018

  • Câmbio derruba as exportações de calçados em janeiro

  • Resultado de imagem para exportaçoes de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O primeiro mês do ano não trouxe boas notícias para os exportadores brasileiros de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), os embarques caíram 1,2% tanto em receita como em pares na relação com igual mês de 2017, encerrando o período com 11,24 milhões de pares exportados que geraram US$ 11,24 milhões.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, lamenta, mas diz que a queda não é surpreendente. “Tivemos uma valorização muito relevante do real ante o dólar nos últimos meses de 2017, o que tornou o nosso produto menos competitivo no exterior”, avalia o executivo, ressaltando que o dólar americano na faixa de R$ 3,20, como chegou a ser registrado nos últimos meses do ano passado, prejudica, em muito, a competitividade, especialmente em mercados mais sensíveis ao preço, como os Estados Unidos. “Os norte-americanos, historicamente os principais consumidores de calçados brasileiros no exterior, diminuíram suas compras em função do valor médio do nosso produto”. No primeiro mês do ano foram embarcados para os Estados Unidos 919,4 mil pares que geraram US$ 11,93 milhões, quedas de 29,3% e 25,4%, respectivamente, no comparativo com janeiro de 2017. “O câmbio, para um país com alto custo de produção como o nosso, acaba sendo um compensador para concorrer em pé de igualdade no exterior. Então qualquer oscilação acaba sendo fundamental e tem reflexo imediato nas vendas”, acrescenta.

    A notícia positiva do primeiro mês foi a França, que ultrapassou a Argentina como segundo destino internacional do calçado verde-amarelo. No mês passado os franceses importaram 1,85 milhão de pares por US$ 11,51 milhões, altas de 27,3% e de 27,6%, respectivamente, em relação ao mês um de 2017.

    Já a Argentina, historicamente o segundo maior mercado além-fronteiras, encolheu suas compras. Em janeiro, os hermanos importaram 340,26 mil pares que geraram US$ 5,72 milhões, quedas de 16,8% em volume e de 17,5% em receita em relação a janeiro de 2017. “Na Argentina, além da questão cambial, temos uma queda na demanda interna, o que também refletiu nos números”, avalia Klein.

    Estados
    Em janeiro, o Rio Grande do Sul foi o maior exportador brasileiro de calçados, embarcando 1,86 milhão de pares que geraram US$ 34,66 milhões, queda de 3,1% em volume e alta de 4,1% em receita no comparativo com o mesmo mês do ano passado.

    O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 5 milhões de pares que geraram US$ 24,18 milhões, incremento de 4,3% em pares e queda de 2,7% em dólares em relação a janeiro de 2017.

    No terceiro posto, São Paulo também registrou queda tanto nos embarques como em receita gerada. Em janeiro, os paulistas exportaram 396,7 mil pares que geraram US$ 6,73 milhões, baixas de 43% e 21,5%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

    Importações em alta

    Se, por um lado houve queda nas exportações de calçados, a curva inversa foi registrada nas importações. Favorecidas pela desvalorização do dólar sobre a moeda brasileira, o que torna o produto estrangeiro mais barato no mercado interno, as importações chegaram a US$ 40 milhões (receita advinda de 2,9 milhões de pares), incrementos tanto em receita (11,8%) como em pares (12,3%) no comparativo com o mês de janeiro de 2017.

    As principais origens foram os países asiáticos: Vietnã, que embarcou 1,35 milhão de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 24 milhões, aumentos de 15,2% e 11,1%, respectivamente; Indonésia, com 401 mil pares e US$ 6,8 milhões, altas de 8,4% e 12%; e China, com 882,47 mil e US$ 3,5 milhões, incremento de 35,1% em volume e queda de 14,7% em dólares na relação com mesmo mês de 2017.

    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, saltos, solas etc – as importações de janeiro também registraram aumento, chegando a US$ 7 milhões (33,7% mais do que em 2017). As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

    Acesse as tabelas detalhadas clicando AQUI"

     

    Referências:Câmbio derruba as exportações de calçados em janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/cambio-derruba-as-exportacoes-de-calcados-em-janeiro” Acesso em: 15 de fevereiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quarta, 14 de Fevereiro de 2018

  • Feira colombiana gera US$ 3 mi para calçadistas brasileiros

  • Resultado de imagem para feira de calçados colombiana

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A feira colombiana International Footwear and Leather Show – IFLS, que aconteceu em Bogotá entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, deve gerar, somando negócios in loco e os alinhavados durante o evento, US$ 3 milhões para as marcas brasileiras participantes. O número está no relatório realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que viabilizou a participação de 23 marcas verde-amarelas por meio do Brazilian Footwear, programa de internacionalização mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Nesta edição, a feira colombiana contou com mais de 500 expositores e recebeu cerca de 11 mil visitantes.


    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, conta que a cifra é decorrente da negociação de 211,3 mil pares de calçados. “Somente na feira foram gerados US$ 1,5 milhão com a venda de 128 mil pares”, ressalta. Segundo ela, apesar de a feira ter registrado uma visitação menor do que em anos anteriores, os compradores eram mais focados, o que elevou o nível dos contatos gerados para as marcas.

    Ainda assim, nem todos perceberam a queda na visitação. O executivo de Vendas Internacionais da Invoice, Ronaldo Manfield, foi um deles.  Para ele, a feira superou, em muito, a expectativa inicial. “A visitação foi intensa, o que também é resultado do trabalho de matchmaking – reuniões pré-agendadas - e assessoria realizado pela Abicalçados. Nesta edição, conseguimos alcançar justamente o perfil de cliente que estamos buscando, de produto com nível médio e alto”, avalia Manfield, ressaltando que o mercado colombiano se mostra cada vez mais receptivo ao produto da marca.

    Qualidade dos contatos
    Suzana Santos, gerente de exportação de marca homônima, ressalta que foram gerados muitos contatos de grande potencial para a inserção e fortalecimento da empresa na Colômbia. “A feira, de maneira geral, foi boa, especialmente o último dia, que nos surpreendeu pela movimentação intensa”, avalia a gerente.

    A trader da Petite Jolie, Jéssica Bender, destaca a mudança gradual do perfil do comprador colombiano. “Na última participação, tivemos um resultado fraco e o comentário era porque o nosso produto era sintético. Chegamos a sondar a possibilidade de encerrar nossa participação, mas decidimos voltar, pois chegamos à conclusão de que somente uma mostra seria pouco para ter a visão do mercado. Retornamos e nos surpreendemos positivamente”, comenta. Segundo ela, os compradores estavam buscando produtos diferentes das usuais botas em cores neutras. “Apesar de a feira apresentar coleções de outono-inverno, muitos dos compradores estavam buscando produtos diferentes. Acredito que o cenário esteja mudando”, acrescenta, elogiando ainda o trabalho de matchmaking realizado pela Abicalçados e que proporcionou uma maior assertividade dos contatos.

    Seminário e Photocall
    Antecedendo a feira, no dia 29, aconteceu um Seminário Preparatório para o mercado colombiano e um Photocall, encontro com a imprensa local. Conduzido pelo diretor do escritório da Apex-Brasil na Colômbia, Carlos Badillo, o seminário trouxe números e tendências do mercado colombiano.  Com o Brasil respondendo apenas por 12% do total de calçados importados pelo País, foram destacados os potenciais para a maior inserção das marcas brasileiras na Colômbia. “A produção e comercialização de calçados concentra-se muito no segmento popular, então é preciso ter produtos para atender esse público. Nos últimos anos o produto brasileiro ficou mais caro em função do câmbio”, disse, ressaltando que a Colômbia ainda vem enfrentando muitos problemas com produtos contrabandeados da China por um valor muito abaixo do praticado no mercado, o que aumenta a concorrência desleal. ”Os consumidores colombianos preferem produtos com as marcas nacionais – private label- por questão de confiança, então é algo a ser pensado pelas empresas brasileiras”, concluiu.

    Já o Photocall contou com a presença de importantes veículos de comunicação e influenciadores colombianos. “Sentimos que o evento já está na agenda da imprensa colombiana”, comemora a coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues. No Photocall, as marcas participantes tiveram a oportunidade de fotografar, dar entrevistas e estreitar os laços com a imprensa local.

    Participaram da IFLS as marcas Piccadilly, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Bottero, Verofatto, Sua Cia, Sandálias da Lua, Rider,  Ipanema, Grendha, Zaxy, Cartago, Grendene Kids, West Coast, Cravo & Canela, Petite Jolie, Suzana Santos, Renata Mello e Invoice.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:


    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências: Feira colombiana gera US$ 3 mi para calçadistas brasileiros, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-colombiana-gera-us-3-mi-para-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 15 de fevereiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Feiras,


  • Terça, 13 de Fevereiro de 2018

  • Maior feira norte-americana receberá 21 marcas calçadistas brasileiras

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "As marcas verde-amarelas estão de malas prontas para participar da maior feira de calçados dos Estados Unidos, a FN Platform. Ocorrendo duas vezes por ano, em Las Vegas, a mostra conta com mais de 700 expositores de 30 países, e nesta edição acontece entre os dias 12 e 14 de fevereiro. A participação de 21 grifes brasileiras é viabilizada por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Korndorfer Scheffel, destaca que o mercado norte-americano é muito competitivo, com marcas reconhecidas mundialmente buscando a atenção dos lojistas e é claro, consumidores finais. Para trabalhar marca nos Estados Unidos, é necessário traçar uma estratégia de longo prazo, que permita investimentos em promoção comercial atrelados a iniciativas de posicionamento de marca.

    Conforme dados levantados pela Abicalçados, em 2017 foram embarcados para os Estados Unidos 11,33 milhões de pares que geraram US$ 190 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 14,2% em receita no comparativo com 2016. “Apesar da queda, os Estados Unidos, desde o princípio das exportações brasileiras de calçados, se mantêm como o principal mercado estrangeiro. A participação constante na FN Platform mostra que as marcas brasileiras estão evoluindo de um formato de trabalho de private label, que é a produção de calçado com a marca do cliente, para realmente investirem na abertura de mercado com suas próprias marcas, sendo esse o principal objetivo do Programa Brazilian Footwear“, comenta Ruisa, acrescentando que a FN Platform é uma ótima oportunidade para encontrar compradores daquele país, posicionar a marca no mercado e encontrar parceiros locais.

    Na feira de fevereiro do ano passado, as marcas brasileiras geraram, in loco, US$ 1,6 milhão, com expectativa de chegar a US$ 5,3 milhões em negócios alinhavados durante o evento.

    Participam da FN Platform as marcas Rider, Grendha, Zaxy, Cartago, Ipanema, Anatomic Shoes, Moema, Schutz, Pampili, Boaonda, Shoetherapy, Carrano, Vicenza, Klin, Bibi, Piccadilly, Capelli Rossi, Werner, Amazonas, Lynd e Fio de Ouro.

    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências: Maior feira norte-americana receberá 21 marcas calçadistas brasileiras, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/maior-feira-norte-americana-recebera-21-marcas-calcadistas-brasileiras” Acesso em: 13 de fevereiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Feiras,


  • Quinta, 08 de Fevereiro de 2018

  • Assintecal inaugura o espaço Original By Brasil em Franca/SP

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Parceria com o Sindifranca, empresários presentes no Conexão Inspiramais puderam conhecer o novo espaço e plataforma de negócios Original By Brasil.

    Nesta semana, o auditório do Sindifranca recebeu empresários e profissionais calçadistas e têxteis que conheceram de perto a pesquisa desenvolvida pelo o Núcleo de Design da Assintecal que apresentou no Conexão Inspiramais as inspirações e referências para o Verão 2019. Ministradas pelo consultor da Assintecal, Marnei Carminatti, o projeto reuniu cerca de 60 profissionais do setor.

    O encontro marcou também a inauguração do novo espaço do projeto Original By Brasil em Franca. Inovador, a plataforma de negócios dá acesso a materiais de pesquisas através de três meios: Virtual (originalbybrasil.com.br), In Company (exposição nas empresas) e Permanente (espaços físicos com os materiais expostos).

    “Ampliamos as possibilidades de negócios para o mercado e aproximamos ainda mais fornecedores de materiais e a industria calçadista e têxtil de Franca e região. Agora podem ter acesso ao espaço físico, agendar visitas, com apresentação de produtos e consultorias em suas empresas ou mesmo ter acesso as empresas e materiais de forma virtual. Novas ferramentas e possibilidades para toda a cadeia calçadista e de moda”, comentou Ilse Guimarães, superintendente da Assintecal.

    O espaço físico, em Franca, fica na sede do Sindifranca, com espaço exclusivo para a showroom permanente de produtos, que já conta com mais de 700 materiais (tecido, laminados, couros, enfeites, saltos, solados e aviamentos) e atualização mensal. O projeto também está presente em outros polos brasileiros produtivos de moda: Novo Hamburgo, São João Batista e Birigui.

    “Ficamos muito felizes em hospedar esse espaço em Franca, uma iniciativa inovadora e muito importante para garantir a competitividade de nossos produtos, já que aproxima as equipes de desenvolvimento das fábricas de calçados francanas das tendências e novidades tecnológicas que estão sendo trabalhadas não só no Brasil, mas ao redor do mundo”, disse o presidente do Sindifranca, José Carlos Brigagão do Couto.

    O espaço físico de Franca fica na Avenida Nazira Aidar, nº 5207, Jardim Redentor).

     

    Para saber mais acesse: www.originalbybrasil.com.br"

    Referências: Assintecal inaugura o espaço Original By Brasil em Franca/SP, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/280/assintecal-inaugura-o-espaco-original-by-brasil-em-franca-sp” Acesso em: 08 de fevereiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quarta, 07 de Fevereiro de 2018

  • Softwear desenvolve novo sistema de automação que produz calçados 11 vezes mais rápido

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Os robôs estão chegando e a inovação mais recente é permitir que os fabricantes de calçados possam automatizar seu processo de produção. A startup de tecnologia SoftWear Automation, com sede em Atlanta/EUA, lançou o Digital Footwear Upper Workline, uma expansão de seu sistema de automação patenteada Sewbot para montar as partes superiores dos calçados (cabedal), atualmente disponível para pré-pedido internacional.

    Com a nova linha de fabricação automatizada Sewbot para calçado, a SoftWear visa acelerar a cadeia global de calçados e ajudar a melhorar as estratégias de abastecimento dos países. Para promover este objetivo, a empresa está focada em automação construída com produção enxuta que não depende de adesivos e modelos. O Sewbot para calçado requer apenas um operador para quatro ou mais linhas de trabalho e minimiza o risco de imperfeições do cortador, tamanho, estilo ou outros problemas materiais.

    Comparado com a costura do modelo convencional, a linha de trabalho pode produzir o cabedal de um sapato 11 vezes mais rápido do que o método atual, podendo costurar o cabedal com três sobreposições em 26 segundos. “A automatização na fabricação de vestuário e calçados torna possível a produção sob demanda em larga escala com grande variedade, velocidade, qualidade e baixo custo, e entregue ao cliente dentro de três dias“, disse a empresa.

    “Com 70% de mão-de-obra concentrada na costura e montagem do cabedal, precisa-se de 18 meses desde a previsão até a entrega. Nossas linhas de trabalho Sewbot automatizam a parte mais intensiva de mão-de-obra de um sapato e fornecem o custo e flexibilidade para produzir produtos em qualquer parte do mundo sob demanda” disse a empresa.

    O calçado é a segunda investida da Softwear na automatização de fabricação de moda. A empresa recentemente fez parceria com a empresa chinesa Tianyuan Garments Company para abrir uma fábrica automatizada de vestuário no Arkansas, onde máquinas automáticas chamadas de LOWRY podem produzir mais de 1 milhão de camisetas por ano. É a Indústria 4.0 revolucionando a fabricação de moda.

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências: Governo bloqueia R$ 16,2 bilhões do Orçamento de 2018, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/274/governo-bloqueia-r-162-bilhoes-do-orcamento-de-2018” Acesso em: 07 de fevereiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Terça, 06 de Fevereiro de 2018

  • Exportações somam US$ 16,9 bi em janeiro, no melhor resultado para o mês da série histórica

  • Resultado de imagem para exportaçoesO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília– No primeiro mês do ano, o superávit da balança comercial alcançou US$ 2,8 bilhões, o segundo melhor resultado da série histórica, iniciada em 1989, para meses de janeiro. Os dados foram divulgados hoje pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). As exportações totalizaram US$ 16,968 bilhões, resultado recorde para o período e que representou um crescimento de 13,8% em relação a janeiro de 2017. As importações somaram US$ 14,199 bilhões, com um aumento de 16,4% na comparação o mesmo mês do ano passado.

    As exportações tiveram crescimento tanto em relação aos preços (0,81%) quanto às quantidades (12,9%), em todas as categorias de produtos. Entretanto, o resultado positivo foi puxado especialmente pela venda de manufaturados, que no período registraram alta de 23,6%. “Esse aumento das quantidades exportadas está principalmente relacionado ao aquecimento da demanda mundial”, explica o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações, Herlon Brandão. “O PIB mundial cresceu mais de 3% em 2017 e espera-se que ocorra crescimento nessa ordem em 2018”, acrescenta.

    Houve crescimento nos embarques de aviões (474%), óleos combustíveis (323%), açúcar refinado (294%) e máquinas para terraplanagem (171%), entre outros produtos. “A economia mundial aquecida demanda produtos brasileiros. Por outro lado, o Brasil tem aumentado a sua produção, principalmente de bens agrícolas, de petróleo, de minério. O investimento nessas áreas faz com que o país tenha excedente para ser exportado”, afirma Brandão.

    O mês de janeiro também apresentou resultado expressivo nas importações, que tiveram aumento, em volume, de cerca de 10%. Cresceram nesse período as compras de combustíveis e lubrificantes (96,3%), de bens de consumo (19,2%), de bens de capital (11,4%) e de bens intermediários (5,8%).

    A expectativa é que as importações se mantenham aquecidas ao longo do ano.  “Esperamos que as importações cresçam a taxas superiores a das exportações em 2018. A expectativa de crescimento do PIB é de 3%, o que deve incentivar a importação de bens. Isso vai fazer com que o saldo anual diminua, mas ainda positivo e entre os maiores da história, na casa dos US$ 50 bilhões”, explica Brandão.

    Destinos e origens

    Os cinco principais compradores de produtos brasileiros foram China (US$ 3,366 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,247 bilhões), Argentina (US$ 1,205 bilhão), Países Baixos (US$ 871 milhões) e Chile (US$ 540 milhões). Os principais mercados fornecedores, em janeiro, foram China (US$ 2,844 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,390 bilhões), Alemanha (US$ 876 milhões), Argentina (US$ 727 milhões) e Coreia do Sul (US$ 540 milhões).

    (*) Com informações do MDIC

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Exportações somam US$ 16,9 bi em janeiro, no melhor resultado para o mês da série histórica, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/272/exportacoes-somam-us-169-bi-em-janeiro-no-melhor-resultado-para-o-mes-da-serie-historica” Acesso em: 06 de fevereiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Segunda, 05 de Fevereiro de 2018

  • Iniciativas do governo e retomada da economia marcam o mês de janeiro

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Curitiba – Empresários e profissionais que trabalham na área de comércio exterior tiveram um mês de janeiro bastante movimentado. Além de sinais claros de que a economia brasileira está realmente recuperando o fôlego, o que implica em aumento na movimentação de mercadorias que entram e saem do país, o governo brasileiro também resolveu rever algumas questões importantes já no começo do ano, como a redução na alíquota de impostos para produtos que estavam em falta no mercado interno e a ampliação de funções já previstas do Portal Único de Comércio Exterior para novas exportações amparadas pelo regime de drawback suspensão.

    O drawback é um regime aduaneiro especial que garante a desoneração na importação ou aquisição interna de insumos utilizados na fabricação de bens voltados para a exportação.

    O Portal Único de Comércio Exterior é uma ferramenta que deve modernizar os processos e fluxos para importação e exportação no Brasil, reduzindo a burocracia e facilitando o trâmite e a fiscalização das cargas e produtos. Com a implantação desse novo processo, que deve estar funcionando em sua totalidade até o final de 2018, o objetivo é reduzir os prazos e os custos das operações, o que deve contribuir para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no exterior.

    Para Thiago Burbela, diretor do Grupo Casco Comércio Exterior e Logística, o processo de importação e exportação precisa acompanhar o ritmo do mercado e, por isso, modernizar é algo não só necessário, como vital para a economia brasileira.

    “O Portal Único de Comércio Exterior é uma ferramenta que deve modernizar os processos e fluxos para importação e exportação no Brasil, reduzindo a burocracia e facilitando o trâmite e a fiscalização das cargas e produtos, seguindo o fluxo internacional recomendado pela Organização Mundial do Comércio”, afirma Burbela.

    Responsável pela regulamentação do comércio internacional, a OMC estimula a criação e o desenvolvimento de políticas econômicas e estratégias que venham reduzir as diferenças competitivas entre os países integrantes do tratado internacional, a partir da ampliação da capacidade logística nos países em desenvolvimento.

    Além disso, duas resoluções da Câmara de Comércio Exterior reduziram temporariamente o imposto de importação de produtos para abastecer o mercado interno e manter a indústria em operação. “Alguns insumos que estavam em falta para e podiam comprometer a produção nacional tiveram grande redução de alíquota na importação. São iniciativas temporárias, mas o suficiente para que o mercado possa se recuperar e recompor seus estoques, sem comprometer a qualidade de seus produtos e não colocar em risco a economia” comenta o Burbela.

    (*) Com informações do Grupo Casco Comércio Exterior e Logística"

    Referências:Iniciativas do governo e retomada da economia marcam o mês de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/262/iniciativas-do-governo-e-retomada-da-economia-marcam-o-mes-de-janeiro” Acesso em: 05 de fevereiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quinta, 01 de Fevereiro de 2018

  • Setor de componentes participa da IFLS+EICI na Colômbia

  • Resultado de imagem para calçado moda

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"De 30 de janeiro a 01 de fevereiro aconteceu mais uma edição da IFLS+EICI, considerada a maior plataforma de negócios da Colômbia e região Andina para o setor de calçado, couro e manufatura – reunindo amostras de produto acabados e a exibição de insumos, maquinas, componentes e tecnologia. 

     

    A participação foi viabilizada pelo projeto By Brasil Components and Chemicals - ação de incentivo às exportações executada em parceria entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil)

    A IFLS+EICI são duas feiras. Localizado no Grande Salão, está a IFLS (International Footwear and Leather Show) e abrange seis categorias de vestuário: Urbano, Contemporâneo, Formal, Infantil, Outdoor e Manufaturas de Couro.  Já a EICI (Exhibición Internacional del Cuero e Insumos, Maquinaria y Tecnología)  apresenta as categorias: Couros, Sintéticos, Solas, Saltos, Maquinaria, Têxteis, Componentes, Colas, Fios, Metais e Serviços. Ambas aconteceram juntas na cidade de Bogotá, capital da Colômbia

    Ao todo foram 32 empresas participantes: Altero, Biq Bertoncini, Boxflex/Pollibox, Brisa/Intexco, CBM Moldes, Cifa Fio e Linhas, Cipatex, Donna Sinhorelli, Elastosul, Fibra Couro, Filastic, Freudenberg, IBTEC – Instituto Brasileiro de tecnologia do Couro, Calçados e Artefato, ISA Tecnologia, Indústria de Máquinas ERPS Ltda, Mared, Morbach Máquinas Sazi Ltda, Máquinas Tecnomaq Ltda, Master Equipamentos Industriais Ltda, Mecsul Máquinas e Equipamentos Ltda, Ober, Polako, Prisma, Plastcromo, Romana, SODECO, SMS Metais Sulpol Indústria Metalurgica Ltda, Tecusi Ind. E Com. Exp. E Imp. de Máquinas e Peças de Poliuretano Ltda e Wolfstore.

    Sobre o By Brasil Components and Chemicals
    www.bybrasil.org.br
    www.facebook.com/bybrasilcc

    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.
     

    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados. A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.
     

    Fonte: Agência Capsula"

    Referências: Setor de componentes participa da IFLS+EICI na Colômbia, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/268/setor-de-componentes-participa-da-iflseici-na-colombia” Acesso em: 01 de fevereiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências,


  • Quarta, 31 de Janeiro de 2018

  • Epson promove roadshow para o setor têxtil em Franca

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Epson realiza no próximo dia 6 de fevereiro, na cidade de Franca, em São Paulo, um roadshow com palestra e demonstração de algumas das mais modernas impressoras têxteis disponíveis no mercado atualmente. Destinado a empresários do setor têxtil, o evento pretende demonstrar como a adoção de novas tecnologias pela indústria pode trazer inúmeros benefícios em economia, ganho de produtividade e sustentabilidade para as empresas.

    Os participantes poderão conhecer de perto três diferentes linhas de impressoras industriais da Epson: SureColor série F, voltada para impressões sublimáticas de alto desempenho em tecidos; SureColor série S, para impressões de grandes formatos em vários tipos de materiais; e a impressora de etiquetas industriais ColorWorks C7500G.   

    Durante o roadshow, o consultor Roberto Vilela, especialista em processos industriais, gestão de equipes, liderança e capacitação de equipes de vendas, apresentará a palestra “Corrida pelo Sucesso”, que traça um paralelo entre os desafios da vida profissional e pessoal com os desafios enfrentados por um corredor – Vilela é também corredor de longas distâncias. O conteúdo aborda de maneira objetiva, interativa e funcional, temas como superação, resiliência, determinação, conquistas e mudanças de atitudes.  roadshow da Epson é uma iniciativa para valorizar uma das regiões mais importantes para indústria têxtil no país, local que também concentra o maior polo calçadista do Brasil.   

    Serviço 

    Local: Hotel Comfort Franca 

    Endereço: Avenida Miguel Sábio de Mello, 1505 – Parque do Castelo – Franca-SP 

    Data: 06/02/2018 

    Horário: 18:00 a 21:00 

    Inscrições: Evento Gratuito, mediante inscrição no site: https://goo.gl/nsPnyj 

    Para mais informações sobre a Epson, acesse www.epson.com.br 

     Fonte: Textilia.net"

    Referências: Epson promove roadshow para o setor têxtil em Franca, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/256/epson-promove-roadshow-para-o-setor-textil-em-franca” Acesso em: 31 de janeiro de 2018.

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências,


  • Terça, 30 de Janeiro de 2018

  • China, principal país de destino das exportações de 12 estados e do Distrito Federal em 2017

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  Maior parceiro comercial do Brasil, a China  vem se tornando a cada ano o principal país de destino das exportações de um número crescente de estados brasileiros. Ano passado, dos 25 estados, além do Distrito Federal, treze unidades da Federação tiveram na China o principal cliente de seus produtos no exterior, contra apenas seis dos Estados Unidos, dois da Argentina, Hong Kong e Países Baixos e um do Canadá e Venezuela.

    De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em 2017, as exportações brasileiras para a China totalizaram US$ 47,488 bilhões, enquanto as importações de produtos chineses somaram US$  27,321 bilhões. Com isso, ano passado, o intercâmbio com os chineses gerou para o Brasil um superávit de US$ 20,167 bilhões.

    Principal parceiro comercial do Brasil, a China importa principalmente soja (43% do total importado), minério de ferro e concentrados (22%) e óleos brutos de petróleo (15%). Em 2017, a China foi a principal importadora de doze estados brasileiros, além do Distrito Federal. São eles: Alagoas, Bahia, Distrito Federal Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins.

    Depois da China, os Estados Unidos foram o segundo principal destino das vendas externas dos estados brasileiros. Seis unidades da Federação tiveram no mercado americano seu principal cliente no exterior: Amapá, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Santa Catarina e São Paulo.

    Três outros países ocuparam a liderança entre os países de destino das exportações dos estados brasileiros: Argentina (Amazonas e Pernambuco), Hong Kong (Acre e Rondônia) e Países Baixos (Rio Grande do Norte e Sergipe).

    Para completar a relação, o Canadá foi o principal destino das exportações do Maranhão e a Venezuela foi o país que mais importou mercadorias de Roraima em 2017.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências: China, principal país de destino das exportações de 12 estados e do Distrito Federal em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/252/china-principal-pais-de-destino-das-exportacoes-de-12-estados-e-do-distrito-federal-em-2017” Acesso em: 30 de janeiro de 2018.

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Segunda, 29 de Janeiro de 2018

  • IBTeC participará de feira na Colômbia

  • Resultado de imagem para ibtec

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O IBTeC participará da IFLS + EICI - Footwear and Leather Show  e  Exhibición Internacional del Cuero e Insumos, Maquinaria y Tecnología , de 30 de janeiro a 01 de fevereiro em Bogotá-Colômbia. A participação faz parte do projeto de internacionalização da entidade, que aposta nas acreditações junto às instituições certificadoras do Brasil e do exterior como aval para conquistar parcerias nos vizinhos da América Latina. Entre as instituições junto às quais o IBTeC tem acreditação estão Instituto Satra na Inglaterra, Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia), CPSC-EUA, instituição que regulamenta e fiscaliza a segurança de produtos de consumo dos Estados Unidos; certificação do MTE - Ministério do Trabalho e Emprego; certificação da ISO 9001:2008; reconhecimento da Rede Metrológica do RS. Todos os procedimentos do IBTeC são orientados também pelas normas ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

    O Instituto ainda é autorizado por diversas empresas internacionais a realizar ensaios em seus produtos, este é um reconhecimento pelo compromisso e expertise desenvolvidos continuamente ao longo destes 45 anos de história.

    O IBTeC levará à feira da Colômbia um caderno da Revista Tecnicouro produzido em espanhol, contemplando o mercado colombiano x mercado brasileiro, onde também apresentará os serviços que a instituição oferece para o setor coureiro-calçadista.

    Além da participação na feira, a equipe do Instituto ainda terá algumas agendas e reuniões estratégicas com entidades empresariais colombianas, visando a realização de ações cooperativas.

     Fonte: Raquel Guimarães "

    Referências: IBTeC participará de feira na Colômbia, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/238/ibtec-participara-de-feira-na-colombia” Acesso em: 29 de janeiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências,


  • Sexta, 26 de Janeiro de 2018

  • Produtos e negócios marcam o Inspiramais Verão 2019

  • Resultado de imagem para inspiramais 2018

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"No meio de tantas inovações, 148 empresas apresentaram seus produtos para o público visitante voltados à moda calçadista, confeccionista e moveleira.

     

    Para a Vicunha Têxtil, o evento foi além das expectativas. Maria Carol Guardia, marketing da empresa contou que “foi muito bacana! Percebemos que houve um aumento de movimento e, principalmente, a busca por vestuário. Nós ampliamos o relacionamento com nichos de mercado e nossa carteira se ampliará para a região Sul e de Minas Gerais. O Inspiramais superou nossa expectativa”.


    Silvio Martins, gerente de marketing da Cipatex, enalteceu o que chamou de internacionalização do Inspiramais: “O evento cresceu e tomou um cunho comercial novo e uma referência real em pré-design. Já estamos em padrão internacional, comparado a qualquer feira de Milão e demais países da Europa. Recebemos a visita dos grandes players do mercado e caravanas de diversos estados do país, além do mix de negócios que pudemos prospectar. A parte de atendimento às empresas internacionais também foi muito expressiva e personalizada”.


    A Britânnia Têxtil também elogiou a edição: “O Inspiramais é sempre muito bom e traz pessoas com intenção real de negócios. Teremos que ampliar a equipe para a próxima edição”, comentou Laura Resende, gerente de expansão.

     

    Fonte: Agência Capsula"

    Referências: Produtos e negócios marcam o Inspiramais Verão 2019, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/232/produtos-e-negocios-marcam-o-inspiramais-verao-2019” Acesso em: 26 de janeiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Feiras, Notícia,


  • Quinta, 25 de Janeiro de 2018

  • Acordo MERCOSUL-Colômbia: influência no setor de componentes e máquinas para couro, calçados e artefatos

  • Resultado de imagem para mercosul colombia

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Acordo  de Complementação Econômica (ACE nº 72) entre MERCOSUL e Colômbia, assinado em julho e internalizado pelos países membros em dezembro de 2017, determinou a desgravação a zero das tarifas de importação de 97% dos itens da pauta comercial a partir de 2018, com preferência tarifária imediata aos setores têxtil e siderúrgico.


    Assim como os integrantes do MERCOSUL, o Brasil tem oportunidade de exportar para o país andino bens e serviços mais intensivos em tecnologia e com maior cadeia de valor agregado. Observa-se que o fluxo total de comércio bilateral não chega a representar 5% do total, logo, o acordo introduz novas perspectivas para a relação comercial entre Brasil e a Colômbia.


    Setor e o comércio bilateral em 2017:

    A Colômbia foi o 8ª principal destino das exportações brasileiras do setor, importando mais de US$ 20 milhões em 2017. Há um grande potencial de aumentar o comércio com o parceiro, observado que a Colômbia importa aproximadamente US$ 500 milhões em materiais, químicos e máquinas para couro, calçados e artefatos. 


     No ranking dos dez principais destinos de exportação do setor, o mercado colombiano foi o que apresentou maior crescimento entre 2016 e 2017, com aumento de 23% no período. Em relação à composição das exportações brasileiras destinadas à Colômbia, mais de 75% estão concentradas em apenas dez produtos, sendo os principais: Outras chapas estratificadas, reforçadas ou com suporte (17,2%); Moldes para borracha ou plásticos, para moldagem por injeção ou por compressão (9,8%); e, Outros adesivos à base de plásticos (9,4%).

     

    PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO DO SETOR DESTINADOS À COLÔMBIA PASSÍVEIS DA DESGRAVAÇÃO  TARIFÁRIA:

     

    NCM 

     

    Descrição NCM 

    3506.91.90

    Outros adesivos à base de plásticos 

    4205.00.00 

    Outras obras de couro natural ou reconstituído 

    3506.91.10

    Adesivos à base de borracha 

    3909.50.11

    Poliuretano em soluções em solventes orgânicos

    3402.13.00 

    Agentes orgânicos de superfície, não iônicos 

    3809.93.90 

    Outros agentes de apresto/acabamento, etc, para a indústria do couro 

    3201.20.00 

    Extrato tanante, de mimosa 

    8480.71.00 

    Moldes para borracha ou plásticos, para moldagem por injeção ou por compressão 

    3921.12.00 

    Outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plásticos, de polímeros de cloreto de vinila 

    3921.90.19 

    Outras chapas estratificadas, reforçadas ou com suporte 

    3906.90.19 

    Outros polímeros acrílicos, em líquidos e pastas, solúveis em água

    3201.90.90 

    Sais, éteres, ésteres e outros derivados dos taninos 

    3204.17.00 

    Pigmentos e preparações à base desses pigmentos 

    6406.90.90 

    Outras partes de calçados, etc

    3909.50.29 

    Outros poliuretanos em blocos irregulares, pedaços, pós, etc

    8453.20.00 

    Máquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçados 

    3402.11.90 

    Outros agentes orgânicos de superfície, aniônicos 

    3209.10.10 

    Tintas de polímeros acrílicos/vinílicos, dispersos/dissolvidos em meio aquoso 

    5401.10.11 

    Linhas para costurar, de poliéster, não acondicionadas para v enda a retalho 

    8477.10.99 

    Outras máquinas de moldar borracha/plástico, por injeção 

    5603.94.90 

    Outros falsos tecidos, de peso superior a 150 g/m2 

    5401.10.90 

    Linhas para costurar, de outros filamentos sintéticos 

    3204.12.10 

    Corantes ácidos, mesmo metalizados e suas preparações 

    3202.10.00 

    Produtos tanantes orgânicos sintéticos 

    8308.90.90

    Outros fechos, etc, de metais comuns, para vestuário, calçados, etc. 

    8453.90.00 

    Partes de máquinas e aparelhos para preparar, curtir ou trabalhar couros ou peles 

    3506.99.00 

    Outras colas e adesivos preparados 

    5907.00.00 

    Outros tecidos impregnados, revestidos ou recobertos- telas pintadas para cenários teatrais, para f undos  de estúdio ou para usos semelhantes 

    3402.90.29 

    Outras soluções ou emulsões de produtos tensoativ os, etc

    5903.90.00 

    Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados, com outros plásticos 

    3926.90.90 

    Outras obras de plásticos 

    8308.90.10 

    Fivelas de metais comuns 

    6406.20.00 

    Solas exteriores e saltos, de borracha ou plástico 

    3202.90.29 

    Outras preparações tanantes 

    5806.32.00 

    Fitas de fibras sintéticas ou artificiais

    3909.50.12 

    Poliuretano em dispersão aquosa 

    5407.93.00 

    Outros tecidos de filamentos sintéticos, de fios de diversas cores 

    6406.10.00 

    Partes superiores de calçados e seus componentes 

    5603.14.90 

    Falsos tecidos de outros filamentos sintéticos ou artificiais, de peso superior a 150 g/m2 

    3920.43.90 

    Outras chapas de polímero cloreto de vinila, que contenham, em peso, pelo menos 6 % de plastif icantes 

    5603.94.10 

    Outros falsos tecidos de poliéster, de peso superior a 150 g /m2

    5903.20.00 

    Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados, com plástico, exceto os da posição 59.02,  com poliuretano 

    5811.00.00 

    Artefatos têxteis matelassês em peça, constituídos por uma ou várias camadas de matérias têxteis  associadas a uma matéria de enchimento ou estof amento, acolchoados por qualquer processo, exceto os  bordados da posição 58.10 

    3204.19.20 

    Corantes solúveis em solventes (corantes solventes)

    3921.13.90 

    Outras chapas, etc, de poliuretanos, alveolares 

    8453.80.00 

    Máquinas e aparelhos para fabricar ou consertar outras obras de couro ou de pele 

    4908.90.00 

    Outras decalcomanias de qualquer espécie 

    3210.00.30

    Pigmentos a água preparados, dos tipos utilizados para acabamento de couros 

    3212.90.90 

    Outros pigmentos dispersos em meios não aquosos, estado líquido, etc.

    3809.93.19

    Outros impermeabilizantes dos tipos utilizados na indústria do couro ou nas indústrias semelhantes 

    8419.39.00 

    Outros secadores 

    6006.32.20

    Outros tecidos de malha, de fibras sintéticas, tintos, de poliésteres 

    5903.10.00 

    Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados, com plástico, exceto os da posição 59.02,  com poli(cloreto de vinila)

    8452.29.10 

    Máquinas para costurar couros ou peles, não automáticas 

    8477.90.00 

    Partes máquinas e aparelhos para trabalhar borracha ou plásticos ou para f abricação de produtos dessas 

    3404.90.12 

    Outras ceras artificiais, de polietileno 

    3208.90.39 

    Outras soluções de polímeros sintéticos, etc, dispersos/dissolvidos em meio não aquoso 

    5407.72.00 

    Outros tecidos, que contenham pelo menos 85 %, em peso, de f ilamentos sintéticos, tintos 

    8421.29.90 

    Outros aparelhos para filtrar ou depurar líquidos

    3202.90.30 

    Preparações enzimáticas, para a pre-curtimenta 

    3814.00.90 

    Outros solventes e diluentes orgânicos compostos, etc. 

    3506.91.20 

    Adesivos à base de polímeros das posições 39.01 a 39.13, dispersos ou para dispersar em meio aq uoso 

    8479.89.99 

    Outras máquinas e aparelhos mecânicos com função própria 

    8516.80.10 

    Resistências de aquecimento, para aparelhos da presente posição (eletrotérmico, uso doméstico) 

    5603.14.20 

    Falsos tecidos de poliéster, de peso superior a 150 g /m2

    8308.10.00 

    Grampos, colchetes e ilhoses, de metais comuns, para v estuário, etc

    8538.90.90 

    Outras partes para aparelhos de interrupção de circuito elétrico 

    8424.89.90 

    Outros aparelhos mecânicos, para projetar, etc, líquidos, pós 


    "

    Referências: Acordo MERCOSUL-Colômbia: influência no setor de componentes e máquinas para couro, calçados e artefatos, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/224/acordo-mercosul-colombia-influencia-no-setor-de-componentes-e-maquinas-para-couro-calcados-e-artefatos” Acesso em: 25 de janeiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quarta, 24 de Janeiro de 2018

  • Inovação, sustentabilidade e integração em toda a cadeia da moda marcam edição de Janeiro do Inspiramais

  • Resultado de imagem para inspiramais

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Com a presença dos principais players de moda, varejo e indústria, grifes e estilistas e o lançamento de 900 novos materiais e soluções para o mercado, o Inspiramais encerra sua edição de janeiro com anúncio de nova parceria e mudanças em seu formato e conceito para a próxima edição.

    Planta de uma confecção 4.0 onde a roupa fica pronta em 30 minutos; couro com efeito verniz; etiquetas digitais com tecnologia de realidade aumentada; estamparia autoral com inspiração e desenvolvimento 100% brasileiro; fios biodegradáveis para o desenvolvimento do vestuário; bolsas e sapatos que após três anos de descarte se decompõem.

     Foi neste cenário que o Inspiramais encerrou mais uma edição (realizada nos dias 16 e 17 de janeiro) marcada pela apresentação de projetos que prezam pela pesquisa e busca da inovação sustentável, tecnológica, empresarial e de design com identidade brasileira. Um encontro de profissionais que trabalham com a indústria da moda e pretendem fortalecer sua competitividade no mercado interno e externo neste, que é o mais importante salão de materiais da América Latina.

     Além dos lançamentos, o evento foi marcado pela integração de diferentes segmentos produtivos, que tem o design como ponto convergente e que apostam nele para o aquecimento de seu mercado. 

    “O Inspiramais tornou-se fundamental para o desenvolvimento e construção de produtos de moda, seja na indústria têxtil e de confecção, no setor calçadista, joias, acessórios ou mobiliários. A cadeia da moda busca a produção de produtos com identidade legitimamente brasileiros e o Inspiramais é o início de todo o pensamento e construção dos produtos de moda”, ressaltou Milton Killing, Presidente da Assintecal (Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos).

    Fonte: Agência Capsula"

    Referências: Inovação, sustentabilidade e integração em toda a cadeia da moda marcam edição de Janeiro do Inspiramais, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/214/inovacao-sustentabilidade-e-integracao-em-toda-a-cadeia-da-moda-marcam-edicao-de-janeiro-do-inspiramais” Acesso em: 24 de janeiro de 2018.

     

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Segunda, 22 de Janeiro de 2018

  • Brasil é o país convidado na Colombiatex de las Américas 2018

  • Imagem relacionada

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O ano em que completa 30 anos, a Colombiatex de Las Américas 2018, principal feira latino-americana de tecidos e matérias-primas; produtos químicos, máquinas e equipamentos para o mercado têxtil, terá o Brasil como país homenageado nesta edição, que acontecerá de 23 a 25 de janeiro, em Medellín. A participação destacará as boas práticas da indústria têxtil e de confecção e promoverá oportunidades de negócios entre os empreendedores brasileiros e colombianos.

    A delegação do Brasil é formada por 40 empresas, lideradas pela Associação Brasileira da Indústria de Têxteis e Vestuário (Abit) e também com participações da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos, (Abimaq); Associação Brasileira de Empresas Componentes para Couro, Calçados e Manufacturas (Assintecal) e apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, Apex-Brasil. Os expositores irão apresentar uma variedade de produtos, suprimentos e máquinas para o setor de têxtil/vestuário. Como novidade, a indústria de calçados e artefatos de couro estará presente pela primeira vez na feira, mostrando inovação em design e tecnologia.

    Organizada pela Inexmoda, a Colombiatex traz como conceito desta edição o lema: “Abra seus olhos”, cujo objetivo é mostrar a vitalidade da cadeia têxtil, que tem representação significativa de empresas que produzem e desenvolvem insumos para a indústria global de moda, através de diferentes percepções, ângulos, estratégias e ideias.

    Oportunidades e perspectivas

    No dia 24 de janeiro, durante o tradicional  “Dia do Denim da Colombiatex”, que convida os visitantes a usar jeanswear, será realizada no Salão Plaza Mayor – que integra o complexo da Feira -  uma discussão sobre as oportunidades de negócios entre Brasil e Colômbia. O evento contará com as presenças de Fernando Pimentel, presidente da Abit; Ilse Guimarães, da Assintecal, além de um representante da CSMAT (Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria Têxtil e Vestuário do Brasil) e do presidente da Inexmoda, Carlos Eduardo Botero Hoyos. 

    Eles vão discutir as novas perspectivas do recém-assinado Tratado Colômbia e Mercosul, que zerou as tarifas de importação de têxteis e vestuário. Será levado em conta que as exportações do sistema de moda colombiano para o Brasil nos últimos cinco anos tiveram uma taxa de crescimento anual de 4, 4%; a utilização de mecanismos considerando o abastecimento de insumos e a oferta de produtos têxteis, entre outros assuntos. A equipe da MJC|Textília estará presente no evento, no stand BL/024. Para mais informações acesse: https://colombiatex.inexmoda.org.co

    Fonte: Textilia.net"

    Referências:Brasil é o país convidado na Colombiatex de las Américas 2018, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/196/brasil-e-o-pais-convidado-na-colombiatex-de-las-americas-2018” Acesso em: 22 de janeiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Feiras, Notícia,


  • Quinta, 18 de Janeiro de 2018

  • Feira italiana gera mais de US$ 4 mi para calçadistas brasileiros

  • Resultado de imagem para feira italiana de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa

    :"As exportações brasileiras de calçados iniciaram o ano fortalecidas com os números da primeira participação internacional das marcas brasileiras em feiras do segmento. Na Expo Riva Schuh, mostra que aconteceu em Riva del Garda/Itália, entre 13 e 16 de janeiro, 50 grifes verde-amarelas comercializaram 311,1 mil pares de calçados que geraram mais de US$ 4 milhões. Os números estão no relatório da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que por meio programa Brazilian Footwear, mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), viabilizou a participação.

    Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Korndorfer Scheffel,o número ficou estável em relação ao registro do ano passado. “Apesar de uma visitação um pouco inferior ao esperado, as empresas tiveram bons resultados e fizeram contatos com grandes players da Europa”, avalia a analista. Segundo ela, foram mais de 600 contatos com compradores internacionais e distribuidores, sendo quase 300 destes inéditos para as marcas participantes. Para os próximos seis meses, em decorrência dos contatos proporcionados, a expectativa é de que outros US$ 18,2 milhões sejam gerados com a venda de 1,4 milhão de pares.

    Expositores
    A gerente de Exportação da Pimpolho, Marcela Gerbis, ressalta que a segundo participação da marca de calçados infantis na mostra italiana foi positiva. “A Expo Riva Schuh nos permitiu atingir mercados importantes aos quais não conseguiríamos chegar sem essa participação”, destaca. 

    A possibilidade de abertura de novos mercado também foi a tônica da avaliação de Juliano Fontes, gerente de Exportação da Pegada, marca de calçados casuais do segmento masculino. “Durante a feira, a marca se reuniu com diversos clientes para fazer a manutenção de mercado e alinhavar os pedidos para esse semestre. Também saímos com a expectativa positiva de abertura de novos mercados”, projeta Fontes.

    Voltando à mostra italiana após quase dez anos, a Grendene também saiu satisfeita com os negócios e contatos proporcionados pelo evento. O diretor de Exportação da fabricante, Alexandre Gastaldello, aponta que apesar de uma circulação menor do que a esperada a empresa fez ótimos contatos. “Trata-se de uma feira importante para o setor, onde é preciso estar presente”, comenta o diretor.

    A 89ª edição da Expo Riva Schuh contou com mais de 1,4 mil expositores de 37 países e recebeu a visitação de mais de 13 mil compradores e distribuidores profissionais de diferentes mercados do mundo, principalmente da própria Itália, Alemanha, França, Reino Unido e Espanha.

    Participaram da Expo Riva Schuh, por meio do Brazilian Footwear, as marcas Klin, Werner, Andacco, Carrano, Madeira Brasil, Verofatto, Piccadilly, Pegada, Cecconello, Vizzano, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Modare Ultraconforto, Usaflex, Tabita, Pampili, Cravo & Canela, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Ramarim, Comfortflex, Whoop, Stéphanie Classic, Cristófoli, Andine, Smidt Shoes, Azaleia, Dijean, Opanka, Suzana Santos, Renata Mello, Kildare, Ala, Zatz, Sapatoterapia, Democrata, Petite Jolie, Sollu, Pimpolho, Indiana Colours of Brazil, Grendha, Grendene Kids, Copacabana, Capelli Rossi, Cocco Miami, Capodarte, Dumond e Ferrucci.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:Feira italiana gera mais de US$ 4 mi para calçadistas brasileiros, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-italiana-gera-mais-de-us-4-mi-para-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 18 de janeiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quarta, 17 de Janeiro de 2018

  • Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017

  • Resultado de imagem para crescimentoO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Mesmo sem os dados fechados, a Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) aponta que, em 2017, as vendas de calçados devam somar cerca de R$ 54 bilhões, 3% a 3,5% por mais do que em 2016. A projeção foi realizada na coletiva de imprensa da Couromoda, feira calçadista que acontece entre 15 e 18 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. O evento contou ainda com a participação do presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Rosnei Alfredo da Silva, dos executivos da Couromoda, Francisco e Jeferson Santos, e representantes de sindicatos dos principais polos calçadista brasileiros. 

    O presidente da Abicalçados, por sua vez, criticou o peso do Estado e defendeu uma urgente simplificação tributária. “Desde a Constituição de 88 convivemos com um número incontável de portarias e normas que, além de não dar segurança para o produtor, acabam onerando o sistema produtivo”, disse, ressaltando que, com uma simplificação do sistema tributário a atividade calçadista já teria um fôlego extra. 

    Perguntado sobre as oportunidades do setor em 2018, se estariam mais no mercado doméstico ou externo, Silva ressaltou que a indústria possui uma capacidade ociosa ainda relevante e que tem trazido a expertise da atuação no exigente mercado internacional para dentro das fronteiras. 

    Coletiva da Abicalçados
    Os dados relativos a 2017 e as projeções para 2018 serão detalhados em coletiva de imprensa da Abicalçados, que será realizada amanhã, dia 16, no lounge da Administração da feira, a partir das 11h30. Do encontro, participarão, além dos executivos da Couromoda, Silva e o presidente da Ablac, Marcone Tavares,  o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein. 

    A Abicalçados participa da Couromoda com projetos de promoção comercial e de imagem. O Projeto Comprador Vip trouxe compradores colombianos dos grupos JCT Empresarial/Tiendas Josh e Calzado Sibony, e o Projeto Imagem 11 jornalistas estrangeiros de alguns dos principais veículos de comunicação segmentada do mundo: CueroAmerica e Serma, da Argentina; Style America, ADN e Publimetro, da Colômbia; Global Fashion, da Espanha;  Chausser, da França; Moda Pelle e Edizioni AF, da Itália;  Fashion Trend, da China; e Sourcing Journal, dos Estados Unidos."

    Referências:Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/vendas-de-calcados-cresceram-entre-3-e-3-5-em-2017” Acesso em: 17 de janeiro de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Terça, 16 de Janeiro de 2018

  • Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano

  • Resultado de imagem para automação logísticaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Como parte da estratégia de recuperar a combalida competitividade da indústria calçadista brasileira, prejudicada sobretudo pelo chamado Custo Brasil, mas também por problemas “intramuros”, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem trabalhando, junto a empresas do segmento, com o Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (Sola). A metodologia será apresentada na Fábrica Conceito durante a 42ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec), que acontece em Novo Hamburgo/RS entre os dias 6 e 8 de março. 

    O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, ressalta que os ganhos de redução de custos com processos automatizados são expressivos e proporcionais ao tamanho de cada negócio. “O Sola possui um comitê gestor formado por empresas do setor calçadista, que nos passam os benefícios com automação. A Via Marte, por exemplo, após adotar a ferramenta passou a economizar mais de R$ 500 mil por ano, somando a agilidade proporcionada e a diminuição de erros comuns na expedição”, conta. Outra empresa que adotou a automação na área de suprimentos químicos foi a Grendene, que em um ano contabilizou uma economia significativa quando passou a utilizar, por meio do controle eletrônico de dados, produtos químicos em ordem de validade, dirimindo radicalmente as perdas com materiais vencidos.
     
    Logística como estratégia
    Segundo Hoelscher, a logística deve ser considerada uma área estratégica, porque trata do gerenciamento de recursos, sejam humanos ou materiais. “Equivocadamente, o mercado ainda compreende logística como sinônimo de transporte. Está mais do que na hora de revisar o entendimento e a prática nas organizações. A logística abrange diferentes áreas de conhecimento, como engenharia, economia, contabilidade, marketing, tecnologia e recursos humanos, e deve prover recursos e informações para todas as atividades da organização”, explica o consultor.

    Para Hoelscher, o lançamento manual de informações em sistemas, planilhas ou apontamentos manuscritos com retrabalho ainda permeiam os negócios e produzem uma grande ineficiência. “As empresas que utilizam sistemas conectados - não proprietários, ou seja, que funcionam para toda a cadeia, do fornecedor ao varejista -  e programados para trabalhar com menor nível de intervenção humana são as que estão na ponta do mercado, estão no caminho correto”, avalia, ressaltando que com os processos acelerados via automação, os negócios também andam mais rápido, lembrando que setor de moda é muito sensível à questão, pois precisa estar sempre com vitrines atualizadas. “Por exemplo, se a capacidade de recebimento de um centro de distribuição depende de contagem manual, reetiquetagem e agendamentos por fluxos de e-mail que dependem da intervenção humana, a produtividade é mais baixa, além de gerar custos desnecessários, sobretudo com mão de obra”, complementa, lembrando custos com horas extras e a perda de qualidade de vida dos funcionários com sobrecarga de trabalho e estresse. Segundo ele, a movimentação de mercadorias, seja na entrada ou saída, pode ser reduzida a um terço do tempo com automação dos processos. “Apenas no setor de expedição, poderia haver uma redução de cerca de 25% com pessoal envolvido na conferência, separação, estoque e embarque de mercadorias”, afirma. De acordo com o consultor, outro benefício da troca eletrônica de dados é que os vendedores podem consultar, em tempo real, a disponibilidade de produtos para ofertar aos clientes, auxiliando também na reposição automática ao monitorar os níveis de estoque.

    Na Fábrica
    A Fábrica Conceito, iniciativa do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria e Fenac, funcionará durante a Fimec em espaço especialmente projetado para a produção de três mil pares de calçados. Na oportunidade, o Sola fará todo o gerenciamento e monitoramento das informações da produção, com rastreabilidade total do processo. Assim, o visitante poderá acompanhar, em tempo real, os resultados da fabricação de calçados, seja nos monitores da fábrica ou no seu próprio celular, através do acesso por um link que será disponibilizado durante os dias da feira.

    Sola
    Para a utilização da metodologia difundida pelo Sola basta a empresa ter um sistema ERP e scanners para a leitura de código de barras ou RFID para automatizar as leituras da movimentação das mercadorias e trocar as informações eletronicamente com os parceiros comerciais (EDI). “Para que o empresário saiba mais sobre o sistema, convido a participar da Fimec e conferir, in loco, na Fábrica Conceito, a importância do sistema para o incremento da competitividade”, conclui. Para mais informações sobre o Sola acesse www.sola.org.br.
     
    Fimec
    A Fimec 2018 contará com mais de 500 expositores dos principais países produtores de insumos e tecnologias para o setor calçadista. Nos três dias, são esperados mais de 30 mil visitantes, sendo cerca de quatro mil deles estrangeiros. Para mais informações sobre a mostra acesse www.fimec.com.br."

    Referências:Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/automacao-logistica-pode-gerar-economia-de-mais-de-r-500-mil-por-ano” Acesso em: 16 de janeiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Importação, Notícia,


  • Sexta, 12 de Janeiro de 2018

  • Balança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro

  • Resultado de imagem para balança comercial alta

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  A balança comercial brasileira começou o ano de 2018 registrando um superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, que teve quatro dias úteis. O saldo resulta de exportações no total US$ 2,957 bilhões e importações de US$ 2,444 bilhões.

    Houve crescimento de 9,1% nas exportações, se comparadas as médias da primeira semana de janeiro deste ano (US$ 739,3 milhões) com a de janeiro do ano passado (US$ 677,6 milhões). A causa foi o aumento nas vendas de produtos manufaturados (23,5%, por conta de aviões, tubos de ferro fundido, motores e turbinas para aviação, óxidos e hidróxidos de alumínio, torneiras, válvulas e partes) e de semimanufaturados (1,7%, em função de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro fundido, ferro-ligas, catodos de cobre). Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-0,05%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, farelo de soja, fumo em folhas, minério de manganês e minério de ferro). Em relação a dezembro de 2017, houve retração de 16%, em virtude da queda nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (21,1%), básicos (-15,2%) e semimanufaturados (-8,6%).

    Nas importações, a média diária da primeira semana de janeiro deste ano (US$ 610,9 milhões), ficou 10,2% acima da média de janeiro de 2017 (US$ 554,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (71,1%), veículos automóveis e partes (42,4%), farmacêuticos (39,2%), plásticos e obras (28,1%), equipamentos eletroeletrônicos (20,9%). Na comparação com dezembro de 2017, houve retração nas importações de 3%, pelas diminuições das compras externas de bebidas e álcool (-77,6%), adubos e fertilizantes (-69,8%), combustíveis e lubrificantes (-30,8%), cereais e produtos da indústria da moagem (-22,5%) e farmacêuticos (-5,4%).

    (*) Com informações do MDIC

    Fonte: Comex do Brasil"

    ReferênciasBalança comercial registra superávit de US$ 513 milhões na primeira semana de janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/156/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-513-milhoes-na-primeira-semana-de-janeiro” Acesso em: 12 de janeiro de 2018.

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Importação, Notícia,


  • Quinta, 11 de Janeiro de 2018

  • Visite-nos na Inspiramais 2018

  • insp+

     

    Mensagem da equipe STK:

    Olá amigo(a) do Grupo Stickfran - STK. Temos muito orgulho em ter você como nosso parceiro.

    Buscamos sempre a excelência no atendimento, visando a sua satisfação com os nossos serviços.

    Ética,  inovação, respeito às pessoas, comprometimento e satisfação dos consumidores são os princípios que nos guiam.

     

    Produtos e serviços:

    O Grupo Stickfran é uma empresa onde você encontra o que há de melhor em componentes para calçados, bolsas, cintos e acessórios:

    - Zíperes: nylon, metal, metalizado.

    - Cursores: nylon, metal.

    - Fechos de contato.

    - Forros.

    - Atacadores (cadarços), poliéster, algodão, algodão encerado.

    - Fitas: poliéster, algodão, estonadas.

    - Elásticos: redondos, diagonais, colmeia, ortopédicos em diversos modelos e larguras.

    - Faca para chanfrar couro e afins.

    - Tecidos e lonas.

    Acesse nosso site e conheça nossos mais de 20.000 Itens!

    www.stickfran.com.br

    O Grupo Stickfran desenvolve, fabrica e comercializa produtos inovadores, visando sempre qualidade e durabilidade.

    O bom relacionamento com os colaboradores, fornecedores e clientes, é nossa prioridade, visando sempre responsabilidade social e ambiental.

    Nossa infraestrutura comercial e atendimento diferenciado se completa com representantes comerciais, que atuam em todas as regiões do país.

     

    Aviso

    Nossos e-mails sempre têm link direto para a página do Grupo STK e nunca trazem arquivos executáveis ou links para download. 
    Cuidado com fraudes e e-mails falsos em nome do Grupo Stickfran.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Feiras, Notícia,


  • Terça, 06 de Janeiro de 2018

  • Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador

  • Resultado de imagem para brasil equador comercio

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

     

    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o destravamento das relações comerciais do setor com o Equador. Há quatro meses o país vinha impondo restrições às importações de calçados brasileiros com procedimentos de “dúvida sobre a classificação de origem”. O fato vinha sobretaxando, como forma de garantia, o calçado brasileiro em 10% mais US$ 6 por par, além de exigir uma série de documentações comprobatórias aos exportadores brasileiros.



    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o fato vinha prejudicando o desempenho dos brasileiros naquele mercado. “Na realidade, se tratava de uma retaliação em função de um problema comercial relativo às bananas equatorianas, que estavam sendo barradas por questões sanitárias”, explica o executivo, ressaltando que o impacto foi estimado em, pelo menos, 700 mil pares de calçados que representam algo em torno de US$ 7 milhões. “Ao longo desse tempo de negociações, tivemos o apoio fundamental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério das Relações Exteriores (MRE) para o encaminhamento da demanda da Abicalçados e a consequente solução do entrave”, recorda Klein.

    Mercado
    O Equador é um mercado importante para o calçado brasileiro e que vem, nos anos recentes, aumentando suas importações do produto. Mesmo com as barreiras que perduraram por quatro meses, foram exportados para lá, de janeiro a novembro de 2017, mais de 2 milhões de pares que geraram US$ 24,65 milhões, valor 107% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

    Referências:Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-destravamento-de-relacoes-com-equador” Acesso em: 06 de janeiro de 2018.

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Terça, 19 de Dezembro de 2017

  • Para calçadistas, ano de 2018 deve consolidar recuperação

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    “No frigir dos ovos, o ano não foi tão ruim quanto o cenário apontava que seria”. Desta forma o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, avalia 2017, um ano em que a produção de calçados deve encerrar com aumento na casa de 4%, uma “conquista relevante em um quadro negativo”.

    Segundo Klein, o aumento da produção do setor (de 3,5% entre janeiro e outubro no comparativo com igual período do ano passado, conforme o IBGE), foi impulsionado, sobretudo, pelas exportações de calçados. Até novembro foram embarcados quase 110 milhões de pares, que geraram US$ 973,6 milhões, altas de 2,1% em volume e de 12% em receita em relação a igual ínterim do ano passado. “Só não exportamos mais porque o nosso preço, ao longo do ano, acabou ficando mais alto em função da oscilação do câmbio”, avalia o executivo, frisando que o ano deve encerrar com altas entre 10% a 15% no valor gerado pelas exportações de calçados.


    Câmbio
    O executivo ressalta que o calçado brasileiro perdeu espaço em mercados mais sensíveis ao preço, caso dos Estados Unidos, principal destino do produto verde-amarelo e que representa algo em torno de 20% do total gerado com as exportações do setor. “Para lá, as exportações caíram 13,3% em volume até novembro, ritmo que deve seguir estável em dezembro”, afirma Klein.

    Em janeiro de 2017 o preço médio do calçado exportado era de US$ 7,16, valor que saltou para US$ 8,86 em novembro, uma alta de quase 20%.  “Isso não quer dizer que o calçado embarcado tem mais valor agregado, mas que o nosso preço ficou menos competitivo, o que é negativo. No Brasil, onde temos um alto custo de produção, o câmbio acaba sendo um fator compensador para a competitividade no exterior. Quando o dólar está valorizado, conseguimos um preço mais competitivo e, consequentemente, uma performance melhor , o que não foi o caso de 2017”, acrescenta o executivo.

    Demanda interna
    Klein ressalta que a demanda doméstica segue sendo o "terreno potencial” do setor calçadista, já que mais de 85% da produção (de mais de 950 milhões de pares) fica no mercado interno. Desaquecido desde 2014, quando teve início da crise econômica e política brasileira, o consumo de calçados teve uma leve recuperação a partir do segundo semestre de 2017. “É um bom indicativo de que vá continuar em dezembro e ao longo de 2018, com a expectativa de uma retomada na economia e na confiança do consumidor brasileiro”, projeta o dirigente.

    Segundo ele, o setor calçadista, ao mesmo tempo em que sente profundamente os baques na economia, também responde rápido à retomada do consumo. “A compra de calçados se dá, basicamente, por impulso. Se o consumidor está mais confiante ele compra. Então o fato de estarmos atravessando um momento econômico mais saudável, com inflação sob controle, juros mais baixos e aumento do PIB é fundamental para o desempenho do setor”, comenta, acrescentando que as vendas no mercado interno devem aumentar algo em torno de 3% a 4% em 2017. “Ainda estaremos longe dos patamares pré-crise, mas já é um indicativo positivo”, conclui.

    O setor em números

    • O Brasil tem 7,7 mil empresas produtoras de calçados, que geram em torno de 300 mil postos de trabalhos diretamente;
    • Em 2016, a produção de calçados foi de 954 milhões de pares, número que deve chegar próximo a 1 bilhão em 2017;
    • Em 2016, o faturamento do setor calçadista (preço de produção) foi de R$ 21 bilhões, número que deve acompanhar o crescimento na produção física em 2017;
    • Em 2016, o consumo interno brasileiro foi de 851,4 milhões de pares, número que deve ter um incremento entre 3% e 4% em 2017;
    • Em 2017, até novembro, foram embarcados 109,86 milhões de pares que geraram US$ 973,58 milhões, altas de 2,1% e 11,9%, respectivamente, em relação a igual período de 2016;
    • Os principais destinos das exportações, em 2017, foram Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Bolívia;
    • O maior produtor de calçados no Brasil, em volume, é o Ceará (268 milhões de pares em 2016, 28% da produção nacional);
    • O Ceará também é o maior exportador, em volume, respondendo por 37% do total embarcado ao exterior (41 milhões de pares de 109,86 milhoes embarcados em 2017);

    • Em faturamento, o Rio Grande do Sul é o maior exportador de calçados do Brasil. Até novembro de 2017, os gaúchos embarcaram o equivalente a US$ 406,86 milhões, 42% do total gerado pelas exportações do período."

    Referências:Para calçadistas, ano de 2018 deve consolidar recuperação, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 19 de dezembro de 2017.

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Terça, 19 de Dezembro de 2017

  • Mercado volta a ver inflação abaixo do piso da meta neste ano

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

     

    "Boletim Focus mostra que a alta do IPCA este ano passou a ser calculada em 2,88%, ante 3,03% na semana anterior.

    São Paulo – O mercado voltou a ver a inflação abaixo do piso da meta neste ano e ainda elevou a expectativa para o crescimento da economia, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira.

    A alta do IPCA este ano passou a ser calculada agora em 2,88 por cento, ante 3,03 por cento na semana anterior, sendo que a meta de inflação é de 4,5 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Caso o cenário se confirme, será a primeira vez que a inflação ficará abaixo do piso desde a criação do regime de metas.

    A redução acontece em um cenário de persistente fraqueza dos preços dos alimentos, que levou a alta do IPCA a desacelerar mais do que o esperado em novembro –0,28 por cento, contra 0,42 por cento em outubro, acumulando em 12 meses avanço de 2,80 por cento.

    Se o IPCA terminar o ano com alta abaixo de 3 por cento, será a primeira vez desde a criação do regime de metas que a inflação fica abaixo do piso e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, terá de fazer uma carta aberta para explicar a razão do acontecimento.

    Para 2018, o cálculo no levantamento junto a uma centena de economistas é de 4,02 por cento de inflação, sem alterações.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB), os economistas consultados passaram a ver agora crescimento de 0,91 por cento em 2017, 0,02 ponto percentual acima da projeção anterior. Para o ano que vem, a melhora também foi de 0,02 ponto, para 2,62 por cento.

    O PIB brasileiro cresceu 0,1 por cento no terceiro trimestre ante o período anterior, mas o destaque foi o melhor desempenho em quatro anos dos investimentos, uma vez que a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 1,6 por cento no período.

    O Focus mostrou ainda que a projeção para a taxa básica de juros Selic no final de 2018 continua sendo de 7 por cento, após redução de 0,25 ponto percentual em fevereiro e elevação na mesma proporção em dezembro.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,5 ponto percentual, para a mínima histórica de 7 por cento ao ano, deixando a porta aberta para nova redução adiante, mas ressalvando que encarará a investida com “cautela”.

    Já o grupo dos que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, calcula a taxa básica a 6,5 por cento em 2018.

    Fonte: Exame."

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Segunda, 18 de Dezembro de 2017

  • AEB projeta queda de 23,1% no superávit da balança comercial brasileira em 2018

  • Resultado de imagem para queda

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – O superávit da balança comercial em 2018 deverá registrar uma queda de 23,1% em relação ao saldo a ser obtido em 2017, e acordo com  documento de revisão da balança comercial divulgada hoje (14), no Rio de Janeiro, pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). A estimativa é de que este ano seja registrado um superávit recorde histórico de US$ 65,467 bilhões, que cairá para US$ 50,341 bilhões em 2018.

    Segundo o  presidente da AEB, José Augusto de Castro, são projetadas exportações de US$ 218,966 bilhões, um aumento de 1,1% em relação ao montante de US$ 216,462 bilhões estimados para 2017. As importações devem atingir US$ 168,625 bilhões, acréscimo de 11,7% aos US$ 150,995 bilhões previstos para este ano. Os números apontam um superávit de US$ 50,341 bilhões. “Porém este número demonstra uma queda de 23,1%, tendo em consideração o recorde histórico de US$ 65,467 bilhões previstos para 2017”, destaca Castro.

    “As projeções para o comércio exterior em 2018 foram elaboradas levando em consideração o atual cenário político-econômico brasileiro, que sinaliza fortes oscilações e fatores de incerteza, e ainda aspectos no campo internacional, cujos possíveis impactos nas economias mundial e brasileira ainda são desconhecidos”, afirma o presidente da AEB.

    José Augusto de Castro elenca uma série de situações que poderão causar reflexos no comércio internacional. Entre eles se destacam: as ações do presidente Trump de caráter protecionista, aplicações de antidumping, revisão de acordos comerciais e elevação das taxas de juros; o eventual impacto nas cotações de petróleo resultante do corte na produção de petróleo prorrogada pela OPEP; possíveis reflexos políticos, econômicos e comerciais devidos ao reconhecimento pelos EUA de Jerusalém como capital de Israel; e impactos decorrentes do avanço do Brexit.

    “Estes fatores podem ter reflexos diretos e indiretos no Brasil, especialmente sobre as cotações das commodities, que representam cerca de 60% das exportações brasileiras”, afirma Castro. Ele avalia também, que o expressivo superávit comercial brasileiro, de aproximadamente US$ 8 bilhões com a Argentina em 2017, pode levar à adoção de medidas para controlar sua expansão. Destaca ainda que a manutenção da suspensão da execução de projetos antigos e/ou a não aprovação de novos projetos de exportação de serviços de engenharia continua impactando negativamente as exportações de serviços.

    Cenários

    Para as exportações, a AEB trabalhou com um cenário que aponta oscilação da taxa cambial entre R$ 3,10 e R$ 3,35, influenciada principalmente pelo quadro político-econômico brasileiro, secundada pela elevação dos juros nos Estados Unidos. Com esse nível de taxa cambial, o impacto sobre a competitividade das exportações de manufaturados será limitado e/ou inexistente, com a América do Sul continuando a ser o principal mercado para produtos manufaturados brasileiros.

    O documento divulgado pela AEB aponta que o mercado dos EUA continua sendo o objetivo a ser alcançado, apesar da competitividade limitada dos produtos brasileiros, decorrentes dos elevados custos internos e taxa cambial inadequada. Outro ponto relevante no material divulgado é de que exportar manufaturados poderá ficar mais difícil caso a decisão de reonerar a folha de pagamento for implantada em 2018, pois, explica Castro, tornará essas exportações ainda mais caras.

    Com relação às exportações de manufaturados, a ausência de preços competitivos provocou estagnação e queda no comércio desses produtos para o EUA e Europa nos últimos anos, com essas exportações em 2017 sendo inferiores ao valor exportado em 2007.

    A avaliação da AEB é de que a previsão de elevação do PIB entre 2,5 e 3,5% provocará expansão da demanda interna, redução do índice de desemprego, aumento do consumo das famílias, pequena redução do nível de inadimplência de pessoas física e jurídica e aceleração da importação.

    As cotações e o quantum das principais commodities projetam estabilidade em 2018 relativas a 2017, com destaque para a queda nas safras de soja e milho. A leve queda nas exportações de commodities e a pequena expansão nas de manufaturados terão pouco impacto na pauta de exportação.

    Projeções

     A AEB prevê que pelo quarto ano consecutivo a soja continuará sendo o produto líder de exportação, com projeção de US$ 22,800 bilhões, mesmo com a queda no quantum e estabilidade na cotação; a corrente de comércio, responsável pela geração de atividade econômica, projetada em US$ 387,591 bilhões para 2018, significará aumento de 5,5% sobre a estimativa de US$ 367,457 bilhões para 2017; e as elevações projetadas de 1,1% nas exportações e de 11,7% nas importações representarão contribuição negativa do comércio exterior para o PIB de 2018.

    A análise feita pela AEB conclui que o elevado superávit comercial do Brasil projetado em US$ 50,341 bilhões para 2018 deve ser comemorado apenas pelo seu valor nominal, pois é sustentado pelo gigantesco superávit projetado em US$ 110 bilhões pelas commodities, que compensa o robusto déficit estimado em US$ 60 bilhões dos produtos manufaturados.

    “Esta situação somente será revertida com a aprovação e implementação de reformas estruturais nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista, assim como com investimentos maciços e contínuos em infraestrutura e aceleração dos processos de desburocratização, condições indispensáveis para reduzir custos e tornar competitivos dos produtos exportados, sem depender de taxa de câmbio”, conclui Castro.

     

    Fonte: Informações AEB"

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Sexta, 15 de Dezembro de 2017

  • Governo sobe para 1,1% estimativa oficial de alta do PIB este ano

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou a revisão dos parâmetros macroeconômicos da pasta para este e para o próximo ano. Para 2017, a estimativa oficial da equipe econômica para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 0,5% para 1,1%. No último Boletim Focus do Banco Central, a mediana das avaliações dos analistas de mercado apontava para uma alta de 0,91% neste ano.

     

    “O PIB caiu muito em 2016 e está subindo bastante em 2017. Mesmo que haja uma ascensão grande este ano, há um carregamento do ano passado que influencia a média para baixo”, explicou o ministro.

    Ele voltou a dizer que as empresas e famílias começaram o processo de desalavancagem no segundo semestre do ano passado, ao mesmo tempo em que houve a descompressão da política monetária pelo Banco Central.

    “Portanto, as companhias começaram a investir mais e repor capital de giro. Da mesma forma, as famílias voltaram a consumir, o que foi um impulso ao crescimento”, afirmou. “A inflação está abaixo da meta, então o BC está correto”, completou.

    Sem Previdência, Fazenda diz que projeção do PIB para 2018 deve cair

     

    Já para 2018, a projeção da Fazenda passou de 2,0% para 3,0%. O Orçamento do próximo ano, aprovado ontem pelo Congresso Nacional, já considerava uma alta de 2,5% no PIB no ano que vem. No Focus, os 

     

    economistas já preveem um crescimento de 2,62% em 2018.

    PIB cresce só 0,1% no 3º trimestre, mas dá sinais de retomada mais consistente

     

    “Essa projeção está um pouco acima da média das estimativas dos analistas, mas achamos que é uma previsão bastante conservadora e sólida. Revisão é produtos de reformas, e já houve um aumento muito grande da confiança, do investimento e do consumo”, argumentou Meirelles. “Temos uma conjugação de fatores positivos”, acrescentou.

     

     

    Ele lembrou que a taxa de juros estrutural da economia brasileira caiu e que o risco-País também cedeu. Para o IPCA e para o câmbio, o ministro acrescentou que a pasta usará as projeções do próprio Focus para 2017 e 2018.

    Eduardo Rodrigues e Fabrício de Castro, O Estado de S.Paulo"

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quinta, 14 de Dezembro de 2017

  • Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos

  • Resultado de imagem para Tecnologia digital facilita o design personalizado

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Nova tecnologia digital permite que os tecidos possam ser automatizados e personalizados, alterando a mentalidade atual de que eles não podem ser produzidos em pequenas quantidades como já acontece com a estamparia digital. O professor Steve Marschner da Cornel University e o professor Brooks Hagan da Rhode Island School of Design querem disponibilizar o processo de design têxtil para todos.

    “Vimos a oportunidade de fornecer uma maneira para que todos possam transformar qualquer desenho em tecido personalizado. Você pode entrar em nosso aplicativo online, enviar um desenho e ver uma prévia visual na tela enquanto você mudar o padrão de tecelagem, cores de fios, etc, e então quando gostar do que criou é só clicar em imprimir “, disse Steve Marschner.

    Steve e Brooks têm trabalhado nesta tecnologia digital há alguns anos quando fundaram em 2015 a Computacional Textiles cujo primeiro produto é a plataforma online Wef, que permite a personalização de modelos disponíveis no site, e no final deste ano, os clientes poderão fazer o upload de seus próprios desenhos ou fotografias, e mandar tecê-los em pequenas metragens como acontece com a estamparia digital, facilitando muito a vida de micro e pequenas marcas de moda e decoração.

    Os planos futuros incluem a possibilidade de mostrar o tecido personalizado em objetos 3D, como almofadas, roupas ou uma cadeira. A empresa diz que tem acordos com várias das maiores fábricas têxteis nos EUA para produzir tecidos personalizados sob demanda.

    A tecnologia digital quando aplicada a uma plataforma de fabricação antiga, facilita o acesso aos designers, cria novas oportunidades de negócios para a indústria têxtil e facilita a personalização em massa. O designer Phillip Stearns explora falhas digitais em máquinas e as converte em gráficos impressionantes que eventualmente são tecidos em têxteis através da plataforma de tecidos computacionais GlitchTextiles.

    WOVNS é outra plataforma digital que permite a qualquer pessoa criar seus próprios desenhos e mandar fabricá-los em teares de Jacquard. O processo é simples pois você se inspira para criar o design, depois envia o arquivo para a plataforma online, e voila!

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/112/tecnologia-digital-facilita-o-design-personalizado-e-a-producao-de-pequenas-metragens-de-tecidos” Acesso em: 14 de dezembro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Segunda, 11 de Dezembro de 2017

  • Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex

  • Resultado de imagem para crescimento

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília- O ministro Marcos Pereira presidiu, nesta quinta-feira, a 16ª Reunião do Conselho Consultivo do Setor Privado da Câmara de Comércio Exterior. “O Conex não se reunia desde julho de 2015”, lembrou o ministro. “Logo, era urgente a retomada dos trabalhos deste Conselho, que é uma importante ferramenta de debate especializado e qualificado para nós, governo, colhermos sugestões de como melhorar as políticas públicas voltadas ao comércio exterior”, afirmou o ministro.

    Apesar desse tempo sem que o Conselho se reunisse, o ministro destacou que a interlocução com os setores tem se realizado, e que o MDIC mantém as portas abertas para recebimento de demandas e formulação de parcerias com o setor produtivo. O ministro também falou que a pauta da reunião, trazida pelo setor privado, incluia temas já defendidos pelo MDIC  como  questões relacionadas às negociações comerciais e aos temas de financiamento às exportações.     Para a secretária-executiva da Camex, Marcela Carvalho, a retomada das discussões do Conex foi importante porque estimula ainda mais o diálogo com os setores mais relevantes da economia brasileira.

    Melhorias do ambiente de negócios

    Durante a reunião, o ministro também destacou as ações do MDIC para a  melhoria do ambiente de negócios e promoção de investimentos no Brasil, como:

    •  Implementação do projeto piloto RedeSIM, na cidade de São Paulo, que visa a desburocratizar e reduzir o prazo de abertura de empresas de 101 para 7 dias;
    •  Instalação e expansão do Brasil Mais Produtivo, programa de consultoria direcionado a Pequenas e Médias empresas para aplicação de técnicas de manufatura enxuta. O impacto médio é de 51% de aumento de produtividade nas empresas participantes;
    •  Implantação do módulo de exportações do Portal Único no primeiro semestre desse ano, bem como a previsão de lançamento do modulo de importações já no início de 2018;
    •  Fomento ao dinamismo e ao desenvolvimento tecnológico de startups, por meio de programas de aceleração, como o InovAtiva; de internacionalização, como o StartOut; e da necessária conexão com grandes empresas, como o Conexão Startup-Indústria;
    •  Desenvolvimento, por um grupo técnico específico, da estratégia brasileira para a indústria 4.0, a ser lançado em março de 2018;
    •  Reestruturação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial;
    •  Lançamento da consulta pública para formulação da Agenda Regulatória de Comércio Exterior, pela SE/Camex;

    Conex

    Participam do Conex, os representantes do setor produtivo nomeados em julho de 2017, por meio da Resolução Camex n°60/2017. Os conselheiros possuem mandato de 2 anos, pessoais e intransferíveis. A participação nas atividades do Conex é considerada serviço público de natureza relevante, não ensejando remuneração.

    Compete ao Conex assessorar a Camex, por meio da elaboração e do encaminhamento de estudos e de propostas setoriais para aperfeiçoamento da política de comércio exterior.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/108/melhorias-no-ambiente-de-negocios-sao-destacadas-por-marcos-pereira-em-reuniao-do-conex” Acesso em: 11 de dezembro de 2017.”

     

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Sexta, 08 de Dezembro de 2017

  • Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas

  • Resultado de imagem para SNEAKERS

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Pode até parecer uma matéria esportiva, mas não é! Michael Jordan, considerado por muitos como o melhor jogador de basquete de todos os tempos, e Stan Smith – venceu o US Open, em 1971, e Wimbledon, em 1972 – se tornaram referências dentro e fora das quadras, mas também nos pés de muita gente.

    Jordan e Smith inspiraram a criação de dois modelos de tênis, literalmente, icônicos: Nike Air Jordan 1 e Adidas Stan Smith, respectivamente. Nesta temporada, o universo esportivo invadiu o mundo da moda e estes calçados, hoje, viraram sinônimo de tendência.

    Nike Air Jordan - Sneaker inspirado no gênio do basquete

    Desde que foi inventado, em 1891, o basquet nunca tinha visto um gênio como Michael Jeffrey Jordan, o maestro do Chicago Bulls, onipresente em toda a quadra, capaz de parar por intermináveis segundos no ar antes de encestar a bola. Foi esta habilidade, sobrenatural segundo seus adversários, que há mais de 30 anos levou o marqueteiro de Jordan, David Falk, a bater às portas da Nike, em Oregon, propondo a criação do Air Jordan, que viria a ser uma espécie de “Cadillac” dos tênis esportivos.

    O “J”, como é chamado, não é apenas um par de tênis. Aos pés do seu criador, tornou-se um divisor de águas: ajudou a levar o basquete às multidões, elevou a autoestima de milhões de negros norteamericanos que não teriam outra ferramenta de mobilidade social, e gerou uma revolução no marketing esportivo, que culminou com o slogan, conhecido no mundo todo: “Just Do It”.

    Desde que entre dois pares de tênis de basquete vendidos nos Estados Unidos, um é “Air”, a consultoria SportsOneSource calcula que Jordan ainda seja o responsável por US$ 2,7 bilhões dos quase US$ 27,7 bilhões que a Nike gera anualmente, a partir da empresa de Beaverton, no Estado de Oregon, que até os anos 1980 era uma obscura fábrica nascida no porta-malas de uma van.

     

    O sobrenome do atleta batiza uma divisão de produtos na companhia que vende calçados e roupa inspirados no basquete. “O Air Jordan 1 é considerado, por muitos, o mais importante calçado da cultura dos tênis”, afirma Ricardo Nunes, editor e fundador do site especializado em tênis SneakersBR.

    Ele revela que o modelo foi banido das quadras da NBA, na época do seu lançamento, e virou uma febre tão grande entre os fãs de Michael Jordan que Nike e a rede FootLocer tiveram de entrar em acordo, lançando novas cores somente aos sábados. “Isso para que a molecada não perdesse aula para fazer fila nas lojas, à espera do tênis”, comenta, acrescentando que o Nike Air Jordan 1 não virou um calçado tão inspiracional para o nascimento de modelos ‘genéricos’. “Mas, nem por isso, ele deixa de se conectar com adeptos da moda mais iniciados nas culturas esportiva e de rua”, completa Nunes.

     

    Adidas Stan Smith - legião de fãs

    Branco e verde. Com simplicidade aplicada em sua paleta de cores e na concepção do design, nascia o Stan Smith, o tênis mais marcante da adidas e um dos mais importantes calçados do segmento. Rappers, punks, DJs, designers, atores hollywoodianos, pais, mães, avós e netos. Ao longo dos seus 53 anos de história, os Smiths conquistaram todos os públicos, e hoje é muito difícil olhar para eles e não lembrar alguma história em que estiveram presentes.

    A fórmula é simples: cabedal liso em couro de grão integral, as famosas “três listras perfuradas” e o solado tonal de borracha foram suficientes para fazer deste cano baixo um objeto de desejo. “O Stan Smith nasceu nas quadras de tênis e já viveu altos e baixos, mas nunca perdeu sua importância. As linhas são simples mas, ao mesmo tempo, sofisticadas, e a execução mais clássica – em couro liso branco, com detalhes verdes – é daquelas que vai bem com tudo”, detalha Nunes.

    Desde o momento em que o primeiro par de Adidas Stan Smith foi exposto em uma vitrine, 40 milhões de caixas com o modelo foram vendidas em todo o mundo e, recentemente, com sua nova inserção no mercado após uma pausa de um ano, o modelo vendeu em 12 meses mais do que entre o período de 2010 a 2013.

     

    Sempre que questionado sobre o sucesso do modelo, Stan Smith, tenista profissional que deu nome ao tênis, diz que o design simples e as cores básicas são os grandes responsáveis pelo sucesso do
    calçado através dos tempos.

    Originalmente nomeado de Halliet, em homenagem ao tenista francês Robert Halliet, o modelo nasceu em 1963, destinado aos esportistas das raquetes. Somente em 1978, quando rebatizado, recebeu o nome de Stan Smith, que atingiu o primeiro lugar no ranking mundial de tênis em 1972.

    A partir de 1978, variação nas cores foram oferecidas. De lá para cá, combinações inusitadas, estampas e materiais diferenciados, como camurça e malha, entraram em cena, acompanhando as tendências da moda."

    Referências:Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/102/sneakers-icones-dentro-e-fora-das-quadras-esportivas” Acesso em: 08 de dezembro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quinta, 07 de Dezembro de 2017

  • Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre

  • Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

    Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

    Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

    Oferta

    A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

    “A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

    Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

    O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

    Demanda

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

    A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

    Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

    Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

    Setor externo

    As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

    Acumulados

    O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

    Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

    Revisões

    O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior."

    Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


1 2 3 4  
  • BUSCA
  • ARQUIVO