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as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Quarta, 25 de Abril de 2018

  • Grupo de compradores chineses ligados ao setor moveleiro vem ao Brasil em junho

  • Resultado de imagem para brasil e china

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O escritório da Apex-Brasil na Ásia, em parceria com o CICB, Brazilian Leather, Assintecal e By Brasil Components, Machinery and Chemicals, está organizando para o mês de junho, uma Missão Comercial ao Brasil com compradores chineses ligados ao setor moveleiro.'

    Formado por 12 indústrias moveleiras, das quais, seis são importadoras de couro exclusivamente acabado, e pela Associação de Fabricantes de Móveis de Haining, o grupo passará por um momento de apresentação e relacionamento entre a comitiva chinesa e fornecedores de couros acabados, no dia 4 de junho, no hotel Swan Tower.
     
    O formato do evento será de um seminário: cada curtume terá um breve momento para apresentar sua empresa à comitiva de indústrias moveleiras, em uma exposição oral aberta a todos os integrantes da atividade, podendo contar com auxílio de recursos audiovisuais (transmissão de vídeo, por exemplo). Haverá também um espaço físico reservado, no mesmo local, para exposição de amostras e material de divulgação.
     
    Agenda:
     
    4 de Junho manhã:  Visita empresa Assintecal ou curtume CICB. 
    4 de Junho tarde: Seminário no Hotel Swan Tower
    5 de Junho manhã: Visita a empresas
    5 de Junho tarde: Visita a empresas
    Empresas interessadas em participar desta atividade devem entrar em contato até o dia 25 de abril pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br. 
     
    Promovido por Brazilian Leather, CICB e Apex Brasil
     
    Sobre o By Brasil
    www.bybrasil.org.br | www.facebook.com/bybrasilcc
    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.
     
    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados. A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.
     
    Sobre o Brazilian Leather 
    www.brazilianleather.com.br

    Projeto setorial de internacionalização do couro brasileiro, o Brazilian Leather é conduzido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Várias são as estratégias de consolidação do produto nacional em mercados estrangeiros - incentivo à participação de curtumes nas principais feiras mundiais ligadas ao ramo e missões empresariais focadas ao estreitamento de relações entre fornecedores brasileiros e compradores de outros países são algumas delas. Mais informações em www.brazilianleather.com.br"

    Referências:“Grupo de compradores chineses ligados ao setor moveleiro vem ao Brasil em junho, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/506/grupo-de-compradores-chineses-ligados-ao-setor-moveleiro-vem-ao-brasil-em-junho” Acesso em: 25 de abril de 2018.

     

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  • Segunda, 23 de Abril de 2018

  • Fabricantes de máquinas de tricô 3D italianos estão revolucionando o design de calçados

  • Resultado de imagem para máquinas de tricô 3D italianos

    "O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    Fabricantes de máquinas de tricô 3D da Itália desenvolveram novos processos para produzir cabedais de calçados de forma rápida e sem resíduos, para atender à crescente demanda global por calçados esportivos e de moda com a parte superior de malha.
     
    A fabricante de máquinas de tricô Cesare Colosio lançou a S1, uma máquina de tricô circular com base na sua tecnologia de meias de tricô sem costura Argyle Intarsia, que a empresa diz que iniciou um novo padrão tecnológico que está se tornando cada vez mais difundido no mundo.
     
    Alta performance e sustentabilidade
     
    De acordo com a empresa, sediada Brescia, o sistema S1 acelera a performance com resultados sem precedentes e a parte superior do calçado pode ser produzido a cada 5 a 7 minutos. A tecnologia permite a produção de cabedais para qualquer tipo de aplicação e permite desenhos intermináveis ​​e combinações de cores, sem produzir qualquer resíduo que seja.
     
    O sistema S1 elimina o desperdício de uma forma muito sustentável, diz a empresa, tanto a partir de uma economia e um ponto de vista ambiental, oferecendo um sistema que reduz o consumo e aumenta a produção. De acordo com a Colosio, além de velocidade, flexibilidade e desperdício zero, a nova tecnologia também oferece outras vantagens importantes como a simplificação da cadeia de fornecimento, com as consequentes reduções de custos.
     
    Já a empresa italiana Sandonini, especializada em máquinas de tricô sem costura para meias, meias calças e roupas, lançou sua nova máquina ShoeSocks 3D, que produz todo o corpo do calçado no formato de uma meia em minutos, utilizando fios de poliéster, lã, algodão entre outros misturados com fios elásticos.
     
    A empresa desenvolveu o seu novo conceito ShoeSocks, usando uma máquina que produz meias. A empresa diz que sua nova máquina ajuda a reduzir os custos de produção, reduzindo o tempo e desperdício. Os calçados ShoeSocks são personalizáveis, diz o proprietário da empresa e CEO, Fiorenzo Sandonini.
     
    “Eles podem ser feitos em tecido jacquard de malha com vários padrões gráficos e com um logotipo numa cor diferente. Tanto o interior e o exterior do ShoeSock podem ser criadas usando qualquer fio, a partir de poliéster, nylon e polipropileno, de algodão, lã, viscose, Lycra, e mais”.
     
    O corpo do sapato de malha 3D é feito de uma só peça e está pronto para se ajustar sobre qualquer tipo de sola. Pode ser fabricado em três minutos, e o processo de produção é livre de resíduos, e está disponível em qualquer cor ou design, a tecnologia flexível permite a criação de qualquer tipo de pontos de tricô, bem como a mudança rápida de estilo, modelo e tamanho, de acordo para a empresa. Veja mais no site da Sandonini.
     

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:“Fabricantes de máquinas de tricô 3D italianos estão revolucionando o design de calçados, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/494/fabricantes-de-maquinas-de-trico-3d-italianos-estao-revolucionando-o-design-de-calcados” Acesso em: 23 de abril de 2018.

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  • Sexta, 20 de Abril de 2018

  • Inovações em tecidos sustentáveis: fibra de sumaúma

  • Resultado de imagem para Inovações em tecidos sustentáveis:

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Devido a crescente preocupação com o impacto ambiental da indústria da moda, novas alternativas sustentáveis ​​e inovações têxteis estão sendo desenvolvidos atualmente em todo o mundo. Entre essas alternativas está a marca têxtil Flocus, com sede em Xangai, que produz misturas de fios, tecidos sustentáveis e recheios feitos com sumaúma, uma fibra natural de celulose encontrada nos frutos secos da sumaúma. A mafumeira ou sumaúma é a fibra mais sustentável no mercado hoje, não deixando pegada humana para trás.

    As sumaúrias são auto-suficientes e produzem uma fibra macia e sedosa ao toque que também é: anti-traça, antimicrobiana, anti-ácaro, antialérgica, repelente de água e com propriedades de isolamento que a tornam muito útil e sustentável. Além disso, a sumaúma desenvolveu uma maneira natural de se proteger de ataques de animais: espinhos duros em seu tronco, de modo que nenhuma intervenção humana ou pesticidas sejam necessários para que a árvore e as frutas prosperem.
     
    Centenas de vagens podem ser encontradas em cada fruta, contendo as sementes da árvore protegidas por uma fibra macia e sedosa. A única desvantagem é que, embora a fibra possa ser tecida em tecido, não dá para ser 100% de sumaúma, já que a fibra não é adequada para isso.
     
    No entanto, misturá-la com outros materiais, como o algodão, pode economizar enormes quantidades de água. Por exemplo, com 1 quilograma de algodão se pode fazer quatro camisetas, e se for misturado com apenas 30% de sumaúma, 3 mil litros de água serão economizados, o equivalente a 15 banheiras cheias!
     
    Então por que a sumaúma não está sendo usada amplamente pela indústria têxtil? Enquanto a sumaúma tem sido usada descontroladamente para recheios de travesseiros e colchões, sendo uma das fibras ocas mais leves, até 2006, as fibras não podiam ser fiadas. No entanto, desde então, a tecnologia melhorou e as fibras de sumaúma foram usadas em misturas de tecidos que podem ser fiados, tornando os tecidos resultantes mais macios e mais confortáveis ​​de usar.
     
    A Flocus é especializada em misturas de fibras de sumaúma com a maior porcentagem de sumaúma usada nas mais finas contagens. A empresa fabrica fios sustentáveis, tecidos e recheios feitos com as melhores fibras de sumaúma que combinam desempenho com naturalidade para qualquer aplicação.
     
    Utilizando a sumaúma, a Flocus oferece produtos que podem reduzir a presença de produtos sintéticos no mercado, utilizando uma alternativa completamente natural sem abandonar a funcionalidade. Devido a isso, a Flocus recebeu um prêmio ecológico da Performance Days no final de 2015. Seu tecido de sumaúma foi escolhido entre quase 850 outros tecidos como o mais inovador e ecológico daquele ano.
     
    Recentemente, a Flocus também foi escolhida como uma das 15 startups que participarão da iniciativa de aceleração Plug and Play do Fashion for Good. Escolhida entre centenas de candidatos, a Flocus participará de um programa de aceleração de negócios com assistência e suporte para ampliar suas tecnologias, metodologias e modelos de negócios. São as startups que estão causando uma verdadeira revolução tecnológica e sustentável em todas as indústrias, entre elas a têxtil e de vestuário.
     
    Fonte: Stylo Urbano"
    Referências:“Inovações em tecidos sustentáveis: fibra de sumaúma, 2018.Disponível em:”Ihttp://www.assintecal.org.br/noticias/496/inovacoes-em-tecidos-sustentaveis-fibra-de-sumauma” Acesso em: 20 de abril de 2018.
     
     
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  • Segunda, 16 de Abril de 2018

  • Queda na massa de rendimentos tem impacto direto na demanda por calçados

  • Resultado de imagem para Queda de rendimentos

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    O cenário político e econômico brasileiro e mundial será tratado por economistas em evento realizado pelas entidades setoriais Abicalçados (calçados), Assintecal (componentes) e CICB (couros) no próximo dia 12 de abril, em Novo Hamburgo/RS. Além da questão, será realizada uma análise do comportamento do consumo de calçados e exportações a curto e médio prazo.

    Um dos palestrantes será o economista Marcos Lélis. Doutor em Economia e consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB, o especialista irá fazer um apanhado do setor calçadista e trabalhar a influência do cenário econômico e político no comportamento da demanda doméstica. “Tanto a produção como a exportação estão em queda no primeiro bimestre, o que deve seguir até o final do primeiro semestre de 2018. Porém, não acredito que o ano vá encerrar de maneira negativa”, comenta. Segundo ele, a desaceleração da queda na taxa de desemprego, que provoca uma perda da massa salarial e, consequentemente, da demanda, tem tido papel fundamental no quadro. Outro ponto que pode influenciar no comportamento do consumo doméstico são as Eleições, questão que também será abordada por Lélis.

    O outro palestrante é o pós-Doutor em Economia e professor do Departamento de Relações Internacionais da UFRGS, André Cunha, que falará sobre o cenário macroeconômico internacional, bem como a posição do Brasil nas relações comerciais num ambiente de guerra comercial instalada entre os Estados Unidos e China e o chamado processo de “desglobalização”. “Também vamos discutir o mercado financeiro, especialmente o acionário e das moedas virtuais (bitcoin), bem como a solidez da recuperação econômica brasileira”, adianta.

    Durante o encontro também será lançado o Relatório Setorial 2017, com uma análise dos dados do setor calçadista brasileiro - produção, exportação, emprego, segmentação, consumo etc.

    As inscrições podem ser realizadas no linkhttps://goo.gl/forms/nWvspAfnHtXrCUjf2. Os lugares são limitados e não associados das entidades realizadoras e parceiras (Abiacav, Abrameq e IBTeC) investem R$ 50 para a participação.


    Quem são os palestrantes

    André Cunha
    André é pós-doutor em Economia pela University of Cambridge. Foi assessor da diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), lecionou na University of Leiden, na Holanda, e na Unisinos. Atualmente é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Marcos Lélis
    Marcos é Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos. Tem experiência na área de Teoria Geral da Economia, Comércio Exterior, Economia Brasileira e Macroeconometria. Atua como consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB.

    Serviço
    Análise de Cenários
    Data: 12/04/2018
    Horário: 18h30 cooffe receptivo e 19h início das apresentações
    Local: Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Novo Hamburgo/RS)
    Inscrições limitadas: https://goo.gl/forms/nWvspAfnHtXrCUjf2

    Referências:“Queda na massa de rendimentos tem impacto direto na demanda por calçados, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/queda-na-massa-de-rendimentos-tem-impacto-direto-na-demanda-por-calcados” Acesso em: 16 de abril de 2018.

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  • Sexta, 13 de Abril de 2018

  • Exposição traz a nobreza sustentável do couro para o Minas Trend

  • Resultado de imagem para couro sustentavel

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Designers brasileiros do segmento premium, aliados a curtumes que são referência no setor, apresentam bolsas e calçados que destacam a versatilidade, sofisticação e característica sustentável dos diversos tipos de couro.

    Promovida pelo Sindibolsas MG - Sindicato das Indústrias de Bolsas do Estado de Minas Gerais, em parceria com o Sindicalçados MG - Sindicato das Indústrias de Calçados do Estado de Minas Gerais e CICB - Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil, com apoio da FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e Inspiramais, a próxima edição do Minas Trend irá contar com a exposição “Couro: o sustentável luxo da moda”, que visa a valorização do design nacional e da importância do couro como matéria-prima moderna e alinhada com os processos produtivos da indústria de moda.

     

    Utilizando couros bovinos e de cabra de padrão internacional, além de outros exóticos como os de python, pirarucu, jacaré e salmão - produzidos pelos curtumes brasileiros Arte da Pele, Baby Leather, Couroquímica, Courovale, Fuga Couros, Natur, Nova Kaeru e Rhoma Pelles -, as marcas Ágali, Celso Afonso, Débora Germani, Diwo, Elisa Atheniense, Floré, Junia Gomes, La Spezia, Mara Spina e Paula Bahia apresentam suas criações que destacam o produto natural valorizado pelo design e a identidade criativa brasileira.

     

    Para Celso Afonso, presidente do Sindibolsas/MG, a iniciativa, além de destacar os valores intrínsecos do produto brasileiro, reforça a posição do Minas Trend como principal evento de lançamento de moda do segmento de luxo do país. “Sem dúvida, será uma oportunidade única para ampliar a visibilidade do setor de calçados e bolsas junto ao qualificado e exigente lojista que visita a semana de moda mineira, surpreendendo-o com produtos altamente competitivos e que conquistam o consumidor pelo arrojo e inovação. Na próxima edição, marcaremos presença no salão de negócios com 40 marcas dentre as mais representativas e conceituadas do segmento”, informa Afonso.

     

    CICB

    Parceiro na produção e realização da mostra, o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil – CICB promove a qualificação do setor de couros do Brasil e representa empresas responsáveis por 80% da produção nacional estimada em 40 milhões de peles/ano. Reunindo desde microempresas até grandes multinacionais da indústria curtidora, esse grupo produz couros bovinos, caprinos, ovinos e de peixe, além de exóticos - como os de cobras e jacarés -, entre outros, exportando para mais de 77 países onde são utilizados em segmentos diversos como os de vestuário, bolsas, calçados, automotivo e moveleiro.

    O CICB, por meio do projeto Brazilian Leather -, uma iniciativa em conjunto com Apex-Brasil – incentiva a participação dos curtumes brasileiros em feiras internacionais, como Première Vision Paris, Lineapelle New York, APLF Hong Kong e outras em mais dez cidades nos cinco continentes e também nacionais, como o Inspiramais, da qual é uma das organizadoras. Promoção de imagem, inteligência de mercado e facilitação comercial também estão dentro das atividades desenvolvidas pelo CICB para seus associados.

     

    O INSPIRAMAIS

    O Inspiramais apresenta a cada semestre o lançamento de mais de 900 materiais desenvolvidos pelas empresas participantes do evento. Acontece duas vezes ao ano, conta com 150 expositores, e mais de 6 mil visitantes qualificados, recebe empresários dos segmentos calçadista, confecção e moveleiro, estilistas, designers e formadores de opinião – além de contar com palestras e a exposição de projetos (conheça eles logo abaixo). Resultado de um ciclo que tem início com o estudo dos aspectos socioeconômicos, culturais, globais e de comportamento de consumo no mundo, com a coordenação de Walter Rodrigues e curadoria de consultores, são realizadas a criação e desenvolvimento de materiais inovadores em design e tecnologia nas empresas participantes.
    A finalidade da ação é promover o desenvolvimento de materiais que tenham a capacidade de transmitir valores essenciais e verdadeiros ao consumidor, algo fundamental para que as empresas obtenham sucesso.

     

    Serviço:

    Exposição | Couro: o sustentável luxo da moda

    Minas Trend – Primavera/Verão 2019

    Data: 17 a 20 de Abril de 2018

    Horário: de 3ª a 5ª feira, das 10h às 20h, e 6ª feira das 10h às 17h

    Local: Expominas – Belo Horizonte – MG

    Informações: www.minastrend.com.br - https://www.facebook.com/minastrend"

    Referências:“Exposição traz a nobreza sustentável do couro para o Minas Trend, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/476/exposicao-traz-a-nobreza-sustentavel-do-couro-para-o-minas-trend” Acesso em: 24 de abril de 2018.

     

     

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  • Terça, 10 de Abril de 2018

  • Indonésia em busca do 3º lugar

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A produção de calçados do país alcançou 1,185 bilhão de pares em 2016, tornando a Indonésia a 4ª maior fabricante do mundo. Atualmente, as autoridades estão concentradas em transferir a capacidade de produção do país para os três principais produtores.

     

    A Indonésia tem como meta a terceira posição na indústria global de calçados, melhorando sua posição atual como o quarto país depois da China, Índia e Vietnã. 

     

    De acordo com o World Footwear Yearbook in 2016, a Indonésia produziu 1,11 bilhão de pares de calçados, o que fez do país o quarto maior produtor, com uma participação de 4,9% na fabricação mundial de calçados. 

      

    "Este ano, pretendemos entrar nos três grandes, apoiados por intervenções do governo e facilidade de fazer negócios ", afirmou o diretor de Pequenas e Médias Indústrias para Moda e Artes do Ministério da Indústria, E. Ratna Utarianingrum, durante uma palestra realizada na Universidade Prasetya Mulya, em Jacarta.

     

    Dados da última edição do  World Footwear Yearbook indicam que a Ásia é responsável por 57% de toda a produção de calçados, sendo o continente dos quatro maiores players mundiais: China (57,0%), Índia (9,8%), Vietnã ( 5,2%) e Indonésia (4,8%). 

     

    As autoridades locais querem que a Indonésia continue em seu caminho para aumentar a capacidade da indústria de calçados, concentrando-se no design, gerenciamento e distribuição, a fim de também poder competir com os maiores participantes da indústria mundial.

     

    Através do Indonesian Footwear Industry Development Center (BPIPI) no ministério, o governo busca aumentar as habilidades dos artesãos nacionais de sapato, cujos ex-alunos atingiram oito mil pessoas desde sua fundação em 2009. Além de reconhecer novos empreendedores de calçados, o centro também fornece programas de coaching para artesãos para administrar seus negócios e enfrentar vários problemas. 

     

    Paralelamente, as autoridades anunciaram recentemente seu plano “ Making Indonesia 4.0 ”, no qual as indústrias de alimentos e bebidas, têxtil e vestuário, automotiva, química e eletrônica são chamadas para desenvolvimento adicional, o que deve ser alcançado através de melhorias de eficiência, transporte melhorado e uso de tecnologia avançada como inteligência artificial, robótica e a Internet das Coisas.

     

    O desenvolvimento dos cinco setores também visa tornar os produtos indonésios mais competitivos e impulsionar as exportações o suficiente para que contribuam com 10% do PIB até 2030. O governo também espera que isso leve à criação de novos empregos (variando de 7 milhões a 19). milhões).

     

    Fonte: World Footwear"

    Referências:“Indonésia em busca do 3º lugar, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/482/indonesia-em-busca-do-3-lugar” Acesso em: 10 de abril de 2018.

     

     

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  • Quarta, 04 de Abril de 2018

  • Tendência Mundial, preocupação ambiental afeta modo de produção

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Participação das fontes renováveis, como hidro, solar e eólica, na matriz energética deve crescer

     "Nossos consumidores têm com consciência ambiental", diz Barbara Mattivy
    "Produzir sapatos veganos é uma forma de diminuir os níveis de detritos poluentes gerados pela indústria da moda”, afirma Barbara Mattivy, dona da Insecta Shoes. Com a produção no Rio Grande do Sul, a empresa, criada em 2014, conquistou clientes nos Estados Unidos, no Canadá, na Alemanha, na França e na Espanha, além do Brasil. Segundo ela, muitos consumidores têm preocupação com os impactos ambientais e levam isso em conta no momento de comprar seus produtos. 
     
    Mais do que um modismo, a preocupação com os impactos ambientais é um movimento mundial, conforme o estudo Tendências Mundiais e Nacionais com Impacto na Indústria Brasileira, que foi usado como subsídio para a elaboração do Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022. O estudo mostra que as preocupações com as mudanças climáticas e o uso de produtos menos poluentes estão se intensificando e medidas de enfrentamento desses problemas já fazem parte das pautas legislativas dos países, mas ainda não foram obtidos avanços significativos, do ponto de vista global, para reduzir a emissão de gases do efeito estufa.
     
    De acordo com a pesquisa, “está em curso uma corrida tecnológica entre países para o desenvolvimento de fontes de energia renovável e novas oportunidades de atuação na chamada economia verde”. Além disso, “verifica-se uma crescente mudança nos padrões de consumo, com consumidores mais preocupados com os impactos ambientais dos produtos e seus processos produtivos”. Segundo o estudo, os resultados do Acordo de Paris, assinado, em 2015, por 193 países, não são suficientes para conter o crescimento do aquecimento global abaixo dos 2°C até o final do século.
     
    Em relação à implantação de um imposto sobre a emissão de carbono, essa possibilidade segue indefinida, assim como restam dúvidas quanto ao impacto final da saída dos EUA, segundo maior emissor de CO2 do mundo, do Acordo de Paris. A Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) calcula que, mundialmente, as mudanças climáticas provocaram perdas da ordem de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. Nos países em desenvolvimento, essas perdas foram significativamente maiores, aproximando-se de 7% do PIB.
     
     A intensificação dos impactos ambientais e o aumento dos riscos econômicos a eles associados estão provocando uma corrida tecnológica em direção à economia de baixo carbono, que afetará a economia de todos os países nos próximos anos. Assim, a médio e longo prazos, a tendência dominante será a ampliação da participação das fontes renováveis (hidro, solar e eólica) na matriz energética mundial, com
    consequente redução da participação de carvão e petróleo.
     
    Essas mudanças trazem desafios e oportunidades. Os desafios mais relevantes estão associados ao aumento da eficiência energética, à redução de emissões e, principalmente, às mudanças estruturais trazidas tanto pelas alterações no padrão de demanda quanto pelas novas rotas tecnológicas adotadas nos principais setores industriais dos países líderes. Além disso, a redução na oferta de recursos hídricos torna mais relevantes a gestão e a otimização da água por parte do segmento industrial.
     
    “Também fazemos sapatos de roupa vintage e tecidos com fio de garrafa pet. Uma das nossas missões é disseminar práticas sustentáveis”.
     
    Para os governos e as empresas, há ainda a necessidade de apoiar e investir no desenvolvimento industrial e tecnológico de outras fontes de energia renováveis – especialmente solar e eólica – de modo a capturar oportunidades de fortalecer a base industrial de suprimento de equipamentos desses segmentos. Na hipótese de que cresçam as exigências de rotulagens ambientais, o Brasil pode ter um diferencial nessa área por ter uma matriz energética considerada das mais limpas e diversificadas do mundo, resultando em uma menor pegada de carbono dos produtos fabricados no país.
     
    Ainda do ponto de vista internacional, o crescimento da Indústria 4.0, que combina automação com as tecnologias digitais na indústria, como o uso de sensores e equipamentos ligados em rede, conectando o mundo real e o virtual, possibilita a melhoria da eficiência operacional e a redução de custos. Além disso, torna possível a flexibilização das linhas de produção, o encurtamento de prazos de lançamento de produtos e a introdução de novos produtos, serviços digitais e modelos de negócio.
     
    Estima-se que somente a introdução da Internet das Coisas (IoT) no tecido produtivo industrial tem o potencial de gerar, até 2025, receitas, em nível mundial, entre US$ 3,9 trilhões e US$ 11 trilhões. Conforme estudo divulgado em 2015 pela consultoria McKinsey, o impacto se deve à possibilidade de essa tecnologia permitir a redução significativa dos custos de manutenção de equipamentos (podendo variar entre 10% e 40%) e do consumo de energia (variação entre 10% e 20%), além de contribuir para o aumento da eficiência do trabalho (variação entre 10% e 25%). 
     

    Entre as tendências nacionais, a necessidade de novas reformas econômicas e institucionais, com pressão para reduzir o papel do Estado como motor do desenvolvimento econômico, exige melhorias no ambiente de negócios e nos determinantes institucionais da competitividade, que podem estimular a elevação da produtividade da indústria. Outros fatores que podem favorecer a competitividade industrial envolvem a reforma tributária e a redução do custo de capital."

    Referências:“Tendência Mundial, preocupação ambiental afeta modo de produção”, alerta Abicalçados, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/472/tendencia-mundial-preocupacao-ambiental-afeta-modo-de-producao” Acesso em: 04 de abril de 2018.

     

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  • Segunda, 02 de Abril de 2018

  • Dólar deve chegar a R$ 3,40 até meio do ano, diz analista que mais acerta

  • Resultado de imagem para dolar com real

    "O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    Incertezas em relação ao resultado eleitoral devem interromper o período de câmbio comportado.

    São Paulo — Um cenário eleitoral turvo pode interromper o período de câmbio comportado.
     
    O aumento da volatilidade deve levar o dólar a R$ 3,40 até meados de 2018, dada a proximidade da eleição presidencial, disse Tania Escobedo, estrategista de câmbio da RBC Capital Markets em Nova York, que registrou a previsão mais precisa para o câmbio em ranking da Bloomberg.
     
    As chances reduzidas do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva – após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região confirmar a sua condenação – não removeu todas as incertezas em torno da disputa e os operadores mantêm sua busca por um nome de centro, reformista, que seja capaz de avançar com a agenda econômica do atual governo e que tenha chances substanciais de ser eleito pelas urnas.
     
    Com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e mais recentemente o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa entre os nomes esperados a disputar os votos de centro, um cenário fragmentado pode pavimentar o caminho para extremistas como Jair Bolsonaro e um candidato do Partido dos Trabalhadores. “Embora as chances de Lula se tornar um candidato diminuam dia após dia, a eleição ainda é um jogo de ninguém”, disse Tania.
     
    O dólar tem permanecido confinado no intervalo de R$ 3,20-R$ 3,33 desde o começo de fevereiro.
     
    A estrategista da RBC Capital Markets também vê riscos subestimados no front fiscal, com o risco Brasil medido pelo CDS 5 anos operando no menor nível desde 2014. “Sem as reformas, a materialização de medidas protecionistas nos EUA ou um aumento da aversão a risco global pode pegar o Brasil em uma situação vulnerável”, ela diz.
     
    Embora Tania Escobedo espere que o dólar encerre o ano a R$ 3,40, pode haver algum espaço para ganhos adicionais do real no curtíssimo prazo.
     
    A decisão do STF sobre o pedido de habeas corpus de Lula será monitorado de perto nesta quarta-feira. Se a porta para uma prisão imediata for deixada aberta, pode disparar uma reação positiva do mercado, já que dificultará a participação do ex-presidente na campanha de um candidato petista, de acordo com a estrategista. Dada a performance abaixo dos pares do real na última semana, há um amplo espaço assimétrico para uma resposta positiva que pode levar o dólar para entre R$ 3,22-R$ 3,25, segundo ela.
     
    “O equilíbrio político resultante da condenação de Lula será chave para moldar as expectativas em torno das perspectivas fiscais de longo prazo para o Brasil, especialmente após as reformas estruturais terem ficado para o próximo governo”, diz Tania.
     

    Fonte: Exame"

    Referências:Dólar deve chegar a R$ 3,40 até meio do ano, diz analista que mais acerta, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/468/dolar-deve-chegar-a-r-340-ate-meio-do-ano-diz-analista-que-mais-acerta” Acesso em: 02 de abril de 2018.

     

     

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  • Segunda, 26 de Março de 2018

  • Mercado francês na mira dos calçadistas

  • Resultado de imagem para mercado frances

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Movimentando mais de 150 bilhões de euros por ano, o mercado da moda francês entrou no radar dos calçadistas brasileiros. Foi com o objetivo de destacar as principais características da sexta maior economia mundial que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), realizou um estudo estratégico que foi apresentado hoje, dia 23, na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS.

    Na oportunidade, Didier Koch, diretor da Altios International, empresa que realizou o Estudo junto à Abicalçados, destacou que o comportamento do consumidor francês é diferente do brasileiro e que é necessária uma adaptação de produto para almejar sucesso no concorrido mercado local. “A sugestão é focar a atuação mais no interior da França, onde o consumidor é mais aberto a calçados diferenciados. Em Paris, além de existir uma concorrência muito forte com grandes marcas, o consumidor é mais clássico, mais conservador”, comenta. Segundo ele, o mercado local, de uma maneira geral, tem predileção por calçados de couro, sendo que mais da metade dos produtos importados são confeccionados com esse material. “Existe um nicho de calçados sintéticos, mas é voltado para o discurso vegano”, afirma.
     
    Pesquisa
    Durante a realização do estudo, Koch conta que foi feito um levantamento com mais de 300 consumidores e formadores de opinião franceses. “O principal atributo de decisão de compra do francês é Design, seguido de conforto, qualidade e preço, sendo que 70% dos respondentes dizem preferir calçados de couro, aceitando pagar mais por isso”, detalha. Outro dado importante, segundo o executivo, é de que o consumidor local não tem conhecimento de marcas brasileiras, o que abre um campo importante a ser explorado. “As pessoas relacionam o calçado brasileiro a chinelos, produto basicamente para o verão”, comenta.
     
    Dicas
    Segundo Koch, além de investir em comunicação, especialmente em redes sociais, a marca brasileira que deseja uma inserção mais forte naquele mercado, precisa adaptar seus produtos de acordo com o mercado, mais clássico em Paris e – um pouco – mais descontraído no interior.  
     
    A pesquisa levantou, ainda, a percepção dos compradores sobre os negócios com o Brasil. Entre os pontos fortes, estão um calçado de couro de qualidade e com preço competitivo. Já os fracos apontam para um design não adaptado ao gosto francês, altos custos com transporte, variação cambial e comunicação insuficiente com o mercado. Outro ponto levantado foi que, em muitos casos, a empresa brasileira passa o valor FOB do produto, somente depois comunicando os custos com transportes e tarifas de importação. “É importante comunicar tudo antes de qualquer negociação”, alerta o executivo.
     
    Missão prospectiva
    Com o objetivo de verificar, in loco, os levantamentos apontados pelo estudo, uma equipe da Abicalçados foi até a França no final de novembro passado.
     
    Segundo a coordenadora de Promoção de Imagem da entidade, Alice Rodrigues, foram realizadas visitas a hotéis para possíveis showrooms, pontos de venda, feiras do setor, agências de Relações Públicas e embaixadas. “Concluímos que o mercado feminino está saturado de marcas, independente da origem – embora na França não seja obrigatória a comunicar a origem do produto, os importadores costumam informar, especialmente se a mercadoria não for asiática. No varejo parisiense, os preços são constantes e a preferência se dá por modelos com cores neutras, saltos médios e sem muito apelo criativo”, conta.
     
    Já o segmento masculino é todo dominado pelos produtos clássicos, porém com aumento do mercado de esportivos, mas ainda pouco espaço para casuais. O infantil, por sua vez, não traz a ludicidade dos calçados brasileiros, tendo um estilo mais ortopédico e “duro”.
     
    Próximos passos
    Alice conta que os próximos passos serão identificar empresas que desejam entrar – ou aumentar a inserção – naquele mercado. “Hoje já estamos trabalhando a França no âmbito do Projeto Comprador Vip, sendo que o objetivo é trazer grandes compradores para o Brasil ainda este ano”, adianta.
     
    Além disso, a Abicalçados busca a contratação de uma agência de Relações Públicas naquele mercado, bem como uma empresa para a realização de matchmaking – reuniões pré-agendadas com compradores locais na França. “Em junho, também teremos um evento de relacionamento com compradores franceses durante a Expo Riva Schuh, em Riva Del Garda (Itália)”, conclui.
     
    A apresentação do Estudo vem sendo realizada durante todo o mês de março, já tendo passado pelos polos calçadistas de Nova Serrana/MG, Franca/SP, Birigui /SP e São João Batista/SC. Na próxima terça-feira, 27, o evento será realizado em Três Coroas/RS.
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    • Referências:“Mercado francês na mira dos calçadistas", 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-frances-na-mira-dos-calcadistas” Acesso em: 26 de março de 2018.

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  • Quinta, 22 de Março de 2018

  • Finep e Fapesp lançam edital de R$ 15 milhões para área de recursos hídricos

  • Resultado de imagem para Finep e Fapesp

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Finep e a FAPESP acabam de lançar uma chamada de propostas para apoiar o desenvolvimento, por pequenas empresas paulistas, de produtos, processos e serviços inovadores em ecotoxicologia, contaminação de águas e uso de dados de precipitação. Estão disponíveis R$ 15 milhões com recursos orçamentários da FAPESP e de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) via MCTI/Finep/FNDCT.

    A FAPESP está especialmente interessada em projetos voltados aos seguintes temas:

    • - Bioacumulação de compostos farmacêuticos ativos, metabólitos e suas misturas em organismos aquáticos: avaliação das implicações em uma perspectiva de longo prazo para a saúde humana e para o meio ambiente.

    • - Variáveis ambientais que desencadeiam a produção de toxinas de algas no meio ambiente; riscos para a saúde humana da exposição por meio de níveis tróficos.

    • - Caracterização dos riscos individuais e combinados de contaminantes químicos difusos (como pesticidas, outras substâncias químicas disruptoras endócrinas, drogas) relacionados à promoção de atividades agrícolas, urbanas e industriais mais sustentáveis.

    • - Impacto das mudanças de temperatura e precipitação na emissão, processamento e deposição de substâncias químicas tóxicas em organismos vivos de ecossistemas aquáticos.

       

    São elegíveis como proponentes microempresas, empresas de pequeno porte e pequenas empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo, constituídas e ativas, no mínimo, doze meses antes ao lançamento do edital. As candidatas já devem ter conduzido pesquisas que resultaram em produtos, processos e serviços inovadores no âmbito de projetos financiados pelo programa da FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), Fase 1 ou Fase 2, ou em projetos equivalentes conduzidos com recursos de outras fontes. O edital, de Fase 3, contemplará projetos que pretendam desenvolver os resultados das pesquisas anteriores, de modo que possam ser efetivamente inseridos no mercado.

     

    Submissões serão recebidas via SAGe (www.fapesp.br/sage), até o dia 28 de maio de 2018. A chamada está publicada em: www.fapesp.br/11590.
     

    Fonte: FINEP"

    Referências:Finep e Fapesp lançam edital de R$ 15 milhões para área de recursos hídricos, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/446/finep-e-fapesp-lancam-edital-de-r-15-milhoes-para-area-de-recursos-hidricos” Acesso em: 22 de março de 2018.

     

     

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  • Quarta, 21 de Março de 2018

  • Produção física da indústria têxtil e de confecção brasileira mantém recuperação

  • Resultado de imagem para setor textil

    "Setor gerou 8.271 novos empregos em janeiro

    Segundo dados apurados pelo IBGE e divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a produção física de têxtil cresceu 9,1% e de confecção 5,3% em janeiro de 2018, em relação ao mesmo período de 2017.
     
    EMPREGOS
    Em janeiro de 2018, o saldo da geração de empregos do setor têxtil e de confecção foi de 8.271 postos de trabalho, conforme mostram dados mensurados pelo Caged, do Ministério do Trabalho. No mesmo período de 2017, foram criados 6.503 mil postos de trabalho, também segundo Caged.
     
    BALANÇA COMERCIAL
    Em fevereiro de 2018, o valor em dólares das importações de têxteis e confeccionados aumentou 31,6% e o das exportações subiu 14,8% na comparação com o mesmo período de 2017. O déficit da balança comercial cresceu 35,4% no segundo mês de 2018, quando comparado com fevereiro de 2017.
     
    VAREJO
    Com dados divulgados sempre com defasagem de dois meses pelo IBGE, o varejo mostrou crescimento em 2017. De janeiro a dezembro de 2017, o varejo de vestuário cresceu 7,6%, em comparação com o mesmo período de 2016
     
    PESQUISA CONJUNTURA ABIT
    A pesquisa elaborada exclusivamente pela Abit comprovou, também, um aumento na confiança do empresariado do setor têxtil e de confecção.    Dentre os entrevistados, 63% projetavam uma produção acima do esperado para os meses de fevereiro e março de 2018 e vendas aumentadas em 70% para o mesmo período.
     

    Fonte: Costura Perfeita"

    Referências:Produção física da indústria têxtil e de confecção brasileira mantém recuperação, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/442/producao-fisica-da-industria-textil-e-de-confeccao-brasileira-mantem-recuperacao” Acesso em: 21 de março de 2018.

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  • Terça, 20 de Março de 2018

  • Economistas avaliam cenário para calçadistas

  • Resultado de imagem para economiaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com as entidades setoriais Assintecal (componentes), CICB (couros), promove, no próximo dia 12 de abril, mais uma edição do evento Análise de Cenários. Ocorrendo no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, a iniciativa já está com inscrições abertas, sendo gratuitas para associados das entidades promotoras e também as apoiadoras (IBTeC, Abiacav e Abrameq).

    Na oportunidade, serão conduzidas apresentações dos economistas Marcos Lélis, que falará sobre Economia Brasileira e Setorial Calçadista, e André Cunha, que discorrerá sobre o Economia Internacional e Cenário Macroeconômico. “O evento fará tanto uma análise do cenário macroeconômico intersetorial, além de focar na atividade coureiro-calçadista, com expectativas de médio e curto prazos”, explica Priscila Linck, do departamento de Inteligência de Mercado da Abicalçados, acrescentando que a iniciativa também terá uma visão do espectro político nacional e  e seus possíveis impactos na economia. 

    Durante o encontro será lançado o Relatório Setorial 2017, com uma análise dos dados do setor calçadista brasileiro - produção, exportação, emprego, segmentação, consumo etc.

    As inscrições podem ser realizadas no 
    link . Os lugares são limitados e não associados das entidades realizadoras e parceiras investem R$ 50 para a participação.
     

    Quem são os palestrantes
    André Cunha
    André é pós-doutor em Economia pela University of Cambridge. Foi assessor da diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), lecionou na University of Leiden, na Holanda, e na Unisinos. Atualmente é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Marcos Lélis
    Marcos é Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos. Tem experiência na área de Teoria Geral da Economia, Comércio Exterior, Economia Brasileira e Macroeconometria. Atua como consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB.


    Serviço
    Análise de Cenários
    Data: 12/04/2018
    Horário: 18h30 cooffe receptivo e 19h início das apresentações
    Local: Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Novo Hamburgo/RS)
    Inscrições limitadas no 
    linkA Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com as entidades setoriais Assintecal (componentes), CICB (couros), promove, no próximo dia 12 de abril, mais uma edição do evento Análise de Cenários. Ocorrendo no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, a iniciativa já está com inscrições abertas, sendo gratuitas para associados das entidades promotoras e também as apoiadoras (IBTeC, Abiacav e Abrameq).


    Na oportunidade, serão conduzidas apresentações dos economistas Marcos Lélis, que falará sobre Economia Brasileira e Setorial Calçadista, e André Cunha, que discorrerá sobre o Economia Internacional e Cenário Macroeconômico. “O evento fará tanto uma análise do cenário macroeconômico intersetorial, além de focar na atividade coureiro-calçadista, com expectativas de médio e curto prazos”, explica Priscila Linck, do departamento de Inteligência de Mercado da Abicalçados, acrescentando que a iniciativa também terá uma visão do espectro político nacional e  e seus possíveis impactos na economia. 

    Durante o encontro será lançado o Relatório Setorial 2017, com uma análise dos dados do setor calçadista brasileiro - produção, exportação, emprego, segmentação, consumo etc.

    As inscrições podem ser realizadas no 
    link . Os lugares são limitados e não associados das entidades realizadoras e parceiras investem R$ 50 para a participação.

     

    Quem são os palestrantes
    André Cunha
    André é pós-doutor em Economia pela University of Cambridge. Foi assessor da diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), lecionou na University of Leiden, na Holanda, e na Unisinos. Atualmente é professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Marcos Lélis
    Marcos é Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS. Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos. Tem experiência na área de Teoria Geral da Economia, Comércio Exterior, Economia Brasileira e Macroeconometria. Atua como consultor na área de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Assintecal e CICB.


    Serviço
    Análise de Cenários
    Data: 12/04/2018
    Horário: 18h30 cooffe receptivo e 19h início das apresentações
    Local: Locanda Hotel (Rua Wendelino Henrique Klaser, 35, Novo Hamburgo/RS)
    Inscrições limitadas no 
    link"

    Referências:Economistas avaliam cenário para calçadistas, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/economistas-avaliam-cenario-para-calcadistas” Acesso em: 20 de março de 2018.

     

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  • Segunda, 19 de Março de 2018

  • Varejo brasileiro cresce 0,7% em fevereiro

  • "O varejo brasileiro apresentou alta de 0,7% em fevereiro na comparação com o mesmo período de 2017, descontando a inação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado. É o que aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado no dia 15 de março. Em termos nominais, número que reete o que o varejista de fato observa na receita das suas vendas, o indicador registrou alta de 2,1% na comparação com o ano anterior. O mês teve o desempenho prejudicado pelo calendário.

    O Carnaval em 2018 foi celebrado na primeira quinzena de fevereiro enquanto que em 2017 foi comemorado na última. Consequentemente, a quarta-feira de Cinzas, data tipicamente fraca em vendas, ocorreu em fevereiro de 2018. Já em 2017, a data ocorreu no mês de março. Ainda assim, ajustados aos impactos de calendário, o índice deacionado apontaria alta de 1,5%, o que representa uma desaceleração em relação ao observado no mês de janeiro (1,9%). Já pelo ICVA nominal, com os ajustes de calendário, o indicador apresenta alta de 3,0% em comparação com o mesmo período de 2017, no mesmo patamar dos últimos 3 meses. "Em fevereiro tivemos uma desaceleração em relação a janeiro, mas ainda com alta na comparação com fevereiro do ano passado", arma Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo.

    Fonte: Jornal Exclusivo"

    Referências:Varejo brasileiro cresce 0,7% em fevereiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/432/varejo-brasileiro-cresce-07-em-fevereiro” Acesso em: 19 de março de 2018.

     

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  • Sexta, 16 de Março de 2018

  • Após três anos de queda, volta a subir participação dos importados no consumo brasileiro

  • Resultado de imagem para importação

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Depois de três anos consecutivos de queda, a participação dos produtos importados no consumo brasileiro aumentou para 17% em 2017. Isso significa que, de cada cem produtos vendidos no mercado interno no ano passado, 17 foram estrangeiros. Enquanto isso, a participação das exportações na produção da indústria brasileira de transformação caiu para 15,6%, interrompendo uma sequencia de altas registradas desde 2015.

    Ou seja, de cada cem produtos fabricados pela indústria de transformação no ano passado, quase 16 foram vendidos para o exterior. As informações são do estudo Coeficientes de Abertura Comercial, divulgado nesta quinta-feira, 15 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
     
    O aumento da participação dos importados no mercado nacional e a perda da importância das exportações na produção da indústria é resultado da recuperação do consumo interno e da valorização do real diante do dólar, observa a economista da CNI Samantha Cunha. Ela explica que a evolução dos coeficientes de abertura comercial permite analisar a integração da indústria brasileira ao comércio internacional. Os dados de 2017 confirmam que o setor continua com o foco voltado para o mercado doméstico.
     
    De acordo com o estudo, o coeficiente de penetração das importações, que mede a participação dos importados no mercado brasileiro cresceu 0,6 ponto percentual em 2017 na comparação com 2016. O coeficiente de insumos industriais importados cresceu de 22,5% em 2016 para 23,5% em 2017, a preços constantes. “Os setores de metalurgia, químicos e vestuário e acessórios apresentaram as maiores altas dos coeficientes de insumos industriais importados em 2017 na comparação com 2016”, observa o estudo.
     
    O coeficiente de exportação ficou estável em 2017, com uma queda de apenas 0,1 ponto percentual em relação ao ano anterior. “Mesmo diante de condições mais favoráveis da demanda mundial, as quantidades exportadas pelas empresas industriais cresceram a um ritmo menor. A taxa de crescimento caiu de 6,6% em 2016 para 2,3% em 2017”, diz a CNI. As maiores quedas do coeficiente de exportação foram registradas nos setores de outros equipamentos de transporte, fumo e couro e calçados.
     
    Conheça os quatro coeficiente de abertura comercial
    1) Coeficiente de exportação: O indicador mede a participação das vendas externas no valor da produção da indústria de transformação. Com isso, mostra a importância do mercado externo para a indústria.
     
    Quanto maior o coeficiente, maior é a importância do mercado externo para o setor. O Coeficiente de Exportação a preços constantes, que exclui os efeitos das variações de preços, caiu de 15,7% em 2016 para 15,6% em 2017. Isso significa que a indústria de transformação brasileira exportou 15,6% da produção no ano passado.
     
    2) Coeficiente de penetração de importações: O indicador acompanha a participação dos produtos importados no consumo brasileiro. Quanto maior o coeficiente, maior é a participação de importados no mercado interno. O coeficiente de penetração das importações a preços constantes subiu de 16,4% em 2016 para 17% em 2017. Isso significa que entre todos os produtos consumidos no país no ano passado, 17% foram importados.
     
    3) Coeficiente de insumos industriais importados: O indicador aponta a participação dos insumos industriais importados no total de insumos industriais adquiridos pela indústria de transformação. Quanto maior o coeficiente, maior é a utilização de insumos importados pela indústria. O indicador aumentou de 22,5% em 2016 para 23,5% em 2017, a preços constantes. Isso significa que do total de insumos industriais consumidos pela indústria de transformação no ano passado, 23,5% foram importados.
     
    4) Coeficiente de exportações líquidas: O indicador mostra a diferença entre as receitas obtidas com as exportações e as despesas com a importação de insumos industriais, ambos medidos em relação ao valor da produção. Se o coeficiente é positivo, a receita com exportação é maior do que os gastos com importações de insumos industriais. No ano passado, o coeficiente ficou em 4% a preços constantes, abaixo dos 4,8%, registrados em 2016.
     
    (*) Com informações da CNI

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Após três anos de queda, volta a subir participação dos importados no consumo brasileiro, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/430/apos-tres-anos-de-queda-volta-a-subir-participacao-dos-importados-no-consumo-brasileiro” Acesso em: 16 de março de 2018.

     

     

     

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  • Quinta, 15 de Março de 2018

  • Balança comercial acumula superávit de US$ 9,648 bilhões até a segunda semana de março

  • Resultado de imagem para exportação

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília –  A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,977 bilhões na segunda semana de março. O valor é resultado de exportações de US$ 6,808 bilhões e importações de US$ 4,832 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 6,808 bilhões e os embarques ao exterior são de US$ 4,832 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 41,089 bilhões e as importações, US$ 31,441 bilhões, com saldo positivo de US$ 9,648 bilhões.

    Clique aqui para acessar os dados completos da balança comercial
    Mês
    Nas exportações, houve crescimento de 11,4%, na comparação da média até a segunda semana de março deste ano (US$ 972,6 milhões) com a de março do ano passado 2017 (US$ 872,8 milhões). O aumento foi causado pelo acréscimo nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (19,4%, por conta, principalmente, de celulose, ferro-ligas, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, zinco em bruto, madeira serrada ou fendida), manufaturados (11,8%, em função de óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, aviões, suco de laranja congelado, tubos de ferro fundido, veículos de carga); e básicos (8,9%, causado por soja em grão, farelo de soja, minério de cobre, milho em grão, fumo em folhas, carne bovina).
     
    Nas importações, a média diária até a segunda semana de março de 2018  (US$ 690,3 milhões) ficou 22,7% acima da média de março de 2017 (US$ 562,5 milhões). Nessa comparação, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (45,0%), combustíveis e lubrificantes (38,7%), veículos automóveis e partes (30,5%), equipamentos eletroeletrônicos (25,6%) e equipamentos mecânicos (18,5%).
     

    (*) Com informações do MDIC"

    Referências:Balança comercial acumula superávit de US$ 9,648 bilhões até a segunda semana de março, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/424/balanca-comercial-acumula-superavit-de-us-9648-bilhoes-ate-a-segunda-semana-de-marco” Acesso em: 15 de março de 2018.

     

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  • Terça, 13 de Março de 2018

  • Exportações de calçados caem no primeiro bimestre

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "As exportações brasileiras de calçados começaram o ano em queda. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no primeiro  bimestre foram embarcados  20,6 milhões de pares que geraram US$ 157,75 milhões, registro que mostra estabilidade em volume e queda de 3,2% em receita gerada na relação com igual período de 2017.

    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, as exportações que estão chegando às prateleiras no exterior foram negociadas no final do ano passado, com uma desvalorização significativa do dólar frente ao real. “Quando isso acontece, temos dificuldades de formar preços competitivos para o comprador internacional. No Brasil convivemos com uma das maiores cargas tributárias entre os países em desenvolvimento, que oneram a produção e encarecem o produto. Neste ambiente, o câmbio favorável acaba sendo um compensador, o que não vem ocorrendo”, comenta.

    Para o executivo, o movimento de queda não deve mudar nos próximos meses. “Se tivermos um suspiro será no segundo semestre, quando serão comercializados os produtos de verão”, ressalta, acrescentando que, diferentemente do ano passado, a “esperança” de dias melhores está no mercado doméstico, que vem em recuperação gradual. “Com o câmbio da maneira que está, com o dólar na casa de R$ 3,20 não temos perspectivas de uma recuperação nos embarques”, comenta.

    Destinos
    Nos primeiros dois meses do ano, o principal destino do calçado brasileiro foram os Estados Unidos, para onde foram embarcados 1,74 milhão de pares que geraram US$ 23,36 milhões, quedas de 22,6% em volume e de 29,3% em receita na relação com igual período de 2017. “Os Estados Unidos são um mercado muito sensível ao preço. Infelizmente, com o câmbio atual e os altos custos produtivos no Brasil, perderemos ainda mais mercado para os chineses”, aponta.

    O segundo destino do bimestre foi a Argentina. No período, os hermanos compraram mais de 1 milhão de pares por US$ 17,16 milhões, altas de 12,3% em volume e de 9% em valores gerados na relação com mesmo ínterim do ano passado.

    O terceiro posto dos destinos segue com a França, que no período importou 2,54 milhões de pares de calçados por US$ 16,37 milhões, altas de 50% em pares e de 21,2% em receita em relação ao primeiro bimestre de 2017.

    Estados
    O maior exportador de calçados, que responde por mais de 40% do valor gerado com embarques, segue sendo o Rio Grande do Sul. No primeiro bimestre, os calçadistas gaúchos exportaram 4 milhões de pares que geraram US$ 69,6 milhões, quedas tanto em pares (-5,2%) quanto em receita (-4%) na relação com 2017.

    O segundo maior exportador do bimestre foi o Ceará, de onde partiram 8,88 milhões de pares que geraram US$ 44,43 milhões, um incremento de 11,4% em volume e de 2,4% em receita em relação ao mesmo período do ano passado.

    No terceiro posto, São Paulo comercializou com o exterior 894 mil pares por US$ 14,24 milhões, quedas de 29,2% em volume e de 18,3% em receita em relação a 2017.

    Importações em alta
    Se a valorização do real sobre o dólar atrapalha as exportações, o mesmo não acontece com as importações. “O produto estrangeiro fica com preço ainda mais competitivo e tende a entrar com maior força no varejo brasileiro”, explica Klein.

    No primeiro bimestre, o Brasil importou 5,74 milhões de pares por US$ 72,58 milhões, altas de 22,5% e de 18,2%, respectivamente, na relação com igual período de 2017. As principais origens foram Vietnã (2,4 milhões de pares por US$ 42,16 milhões, altas de 26,3% e 19,6%, respectivamente); Indonésia (725,32 mil pares por US$ 12,28 milhões, altas de 17% e 10,3%, respectivamente); e China (1,97 milhão por US$ 7,28 milhões, altas de 14,2% e 10,6%, respectivamente).

    Em partes de calçados – cabedais, solas, palmilhas, saltos etc – as importações também registraram incremento significativo. No primeiro bimestre entrou no Brasil o equivalente a US$ 14,22 milhões, 91% mais do que no mesmo período de 2017. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

    Confira todas as tabelas referentes ao bimestre clicando AQUI"

    Referências:Exportações de calçados caem no primeiro bimestre, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/exportacoes-de-calcados-caem-no-primeiro-bimestre” Acesso em: 13 de março de 2018.

     

     

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  • Sexta, 09 de Março de 2018

  • Fimec 2018 encerra com visitação qualificada e bons negócios

  • Resultado de imagem para fimec 2018

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "42ª edição chegou ao fim nessa quinta-feira, 8, e é vista como a melhor feira do últimos anos.

    Em três dias, a Fimec renuiu expositores e visitantes em seus corredores e teve esta edição como um marco da recuperação do setor no país.

    No último dia de evento, quinta-feira, 8, as entidades do setor coureiro-calçadista receberam a imprensa para uma coletiva que apresentou o balanço final da 42ª Fimec. Segundo o diretor-presidente da Fenac, Marcio Jung, essa foi uma feira marcada pela união da Fenac com as demais entidades do setor calçadistas.

    “Todas entidades estão unidas para fazer essa feira acontecer de uma forma impecável e conseguimos” afirmou o diretor-presidente que ainda comentou sobre a qualidade da visitação nessa edição. “Figuras importantes do calçado brasileiro estiveram percorrendo os corredores da Fimec”, ressaltou.

    A coletiva ainda contou com a presença de prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o presidente da Assintecal, Milton Killing, o presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello, o presidente da ABQTIC, Alexandre Finkler, o presidente da ACI-NH/CB/EV, Marcelo Lauxen Kehl, o presidente da AICSul, Moacir Berger, o responsável pela pesquisa e desenvolvimento de produto do Studio10, Christian Tomas, e Paulo Coelho, da Coelho Assessoria Empresarial.

     

    Segundo a Assintecal, as rodadas de negócios promovidas pela entidade trouxeram 11 compradores internacionais, vindos não apenas da América Latina, mas também de outros países como Estados Unidos e Rússia. Os negócios fechados nessas rodadas internacionais devem beirar os $15 milhões.


    Visitação qualificada:

    Um dos pontos ressaltados pelas entidades apoiadoras do evento foi a visitação qualificada. Os três dias de evento reuniram visitantes de todos os setores ligados ao couro e ao calçado.

    Dentre os visitantes que passaram pelos pavilhões da Fenac, o comprador da Grendene Victor Liv, que já acompanha a feira há varias edições. “Eu visito a Fimec todo ano para estreitar relações com os fornecedores e também ver novidades. É muito importante ver o que o mercado está apresentando de novo”.

    A designer de calçados femininos da Riachuelo, Amanda Oliveira, participou da Fimec para conhecer as novidades dos expositores quanto aos materiais e processos de fabricação do calçado. “Essa é a primeira vez que vim para a feira, e estou em busca de matéria-prima para o verão. Tenho encontrado bastante coisa, muitos itens legais e também mantendo contato com vários fornecedores”, comenta a designer.

     

    Otimista, setor confirma fimec como impulsionadora de negócios:

    Com um olhar mais otimista para o setor calçadista, a Fimec viu seus expositores apostarem no evento como um espaço fundamental para seus negócios. Segundo Thiago Staub, gerente comercial das Máquinas Klein, o evento é fundamental para os negócios da empresa a longo prazo. “Fazer negócios é sim um dos nossos focos, mas queremos principalmente fazer contatos que vamos desenvolver daqui a 60, 90 dias. É de grande relevância fazer esses contatos que vão nos gerar bons negócios no futuro”, afirma o gerente comercial.

     

    Ações paralelas trouxeram conhecimento e informação aos visitantes:

    Em um novo espaço, Fábrica Conceito e Estúdio Fimec ganharam destaque logo na entrada do evento. No Estúdio Fimec o foco é na informação de moda, inspiração e direcionamento para os visitantes quanto às novidades para as próximas estações. O tema Reconectar foi apresentado através de materiais e um ambiente lúdico e inspirador.

    Na Fábrica Conceito, o funcionamento do maquinário exposto no evento atraí visitantes. Com a fabricação de calçados em tempo real, foco na tecnologia e aumento da produtividade, o espaço funciona como uma indústria. Na fábrica, os visitantes podem se atualizar quanto as novidades em maquinário de produção e processos que otimizam custos e tempo.

    O projeto Sola (Sistema de Operações Logísticas Automatizadas), da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) é um dos destaques da Fábrica. O sistema permite reduzir custos de produção, rastreabilidade, possibilidade de crossdocking e reposição automática, controles e organização para gestão dos negócios e inventário em tempo real.

     

    Sucesso na primeira edição do fórum fimec:

    Um dos destaques desta edição da feira foi o Fórum Fimec: Moda & Negócios. Em dois dias, o evento recebeu cerca de 600 pessoas em busca de conhecimento.

    No primeiro dia, um bate-papo cheio de informação com Luana Lanzini, Fashion Designer & Trendforcaster e Luana Savadintzky, Fashion Directions que trouxeram informação de moda e apresentaram um pouco do que as marcas internacionais estão fazendo pelo mundo. Já a curadora Fashion, Claudia Bartelle comentou sobre estilo e ressaltou a forma como a moda está dinâmica e cheia de possibilidades.

    Por fim, o estilista Alexandre Herchcovitch falou de sua experiência e atuação dentro da marca de luxo À La Garçone.

    Já o segundo dia trouxe palestras sobre negócios. Larissa Dalto, supervisora comercial marketplace do Mercado Livre, ministrou a sobre Marketplace explorando todo esse universo e trazendo dados e estudos que apontam essa inovação no comércio online. Julio Martini, Chief Operating Officer da Camuto Group, provocou os visitantes a pensarem na produção de maneira diferente, e ainda expôs a forma como sua empresa trabalha com produção e importação de produtos.

    Por fim, o vice-presidente executivo de manufatura da New Balance Estados Unidos John Wilson apresentou métodos de trabalho da marca e trouxe indicadores do futuro dos processos produtivos.

    A edição de 2019

    A 43ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) está marcada para os dias 26, 27 e 28 de fevereiro das 13 às 20 horas, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo (RS).

    Fonte: Costura Perfeita"

    Referências:Fimec 2018 encerra com visitação qualificada e bons negócios, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/422/fimec-2018-encerra-com-visitacao-qualificada-e-bons-negocios” Acesso em: 09 de março de 2018.

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  • Quinta, 08 de Março de 2018

  • Polo de moda da serra gaúcha inaugura primeira central coletiva de cad e corte do RS

  • Resultado de imagem para moda

    "O Polo de Moda da Serra Gaúcha inaugura na segunda-feira, 12 de março, em Caxias do Sul, com a presença do Governador José Ivo Sartori, a primeira Central Coletiva de CAD e Corte do Rio Grande do Sul. O complexo de máquinas com tecnologia japonesa irá atender pequenas, médias e grandes empresas de confecção que hoje realizam esse processo de maneira manual.

     
    O valor do investimento de R$ 1,6 milhão foi captado através de verba do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) via Secretaria de Desenvolvimento do Estado. “Temos orgulho deste projeto ter sido aprovado. Com a Central incentivaremos a economia colaborativa visando o crescimento do setor da moda”, afirma Sidimar Remussi, presidente do Pólo de Moda.
     
    Localizado no bairro Cidade Nova, a Central conta com o sistema de engenharia têxtil CAD, plotter de 2,20 metros, mesa digitalizadora de moldes e mesa de corte com insuflação, que permite fazer várias camadas, dos mais diversos tecidos, com corte preciso de peças.
     
    “O projeto vem de encontro à uma necessidade das confecções: o corte de peças de roupas, que hoje é realizado de forma manual, causa grande desgaste físico aos profissionais”, comenta Remussi.
     
    De acordo com ele, apenas grandes empresas, e nem todas, têm acesso a maquinário deste porte.
    “O nosso objetivo é auxiliar as empresas neste processo, que é uma atividade-meio, tornando-as mais competitivas no mercado. A grande vantagem de utilizar a Central é a economia de tempo, índice de erro perto de zero e acesso à tecnologia de primeiro mundo de forma coletiva”.
     
    Para desenvolver o projeto que concorreu ao edital, o Polo de Moda contou com trabalho voluntário formado por empresários.
     
    A área administrativa ficará junto ao pavilhão, onde funcionará a Central, para acompanhar de perto toda operação. No dia 12, a associação recebe autoridades e comunidade para o evento de inauguração, às 9h30min.
     
    Mais informações pelo e-mail polodemoda@polodemoda.com.br ou telefone (54) 3027- 4422.
     

    Fonte: Costura Perfeita"

    Referências:Polo de moda da serra gaúcha inaugura primeira central coletiva de cad e corte do RS, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/420/polo-de-moda-da-serra-gaucha-inaugura-primeira-central-coletiva-de-cad-e-corte-do-rs” Acesso em: 08 de março de 2018.

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  • Quarta, 07 de Março de 2018

  • Isa Tecnologia mostra na Fimec 2018 as evoluções do sistema de montagem pelo método string

  • "Feira será realizada em Novo Hamburgo, de terça 6 a quinta 8 de março.

    Isa tecnologia, indústria especializada em soluções de automatização para processos industriais de calçados, apresentará na Fimec 2018 os novos desenvolvimentos da empresa para a indústria calçadista, com destaque para o novo design da 200-ISA SAZI, equipamento de montagem de calçados por sistema de tração de cordões (método string). As mudanças visuais foram feitas para permitir que ela acolha as melhorias feitas no equipamento. Além da atualização do design, a máquina vem com evoluções, como um kit de multimídia que auxilia o operador da máquina, com uma câmera que mostra em um monitor todos os ângulos do processo, auxiliando na colocação perfeita do modelo, o que resulta em ganho de tempo para a operação. Outro up grade  importante que 200 ISA SAZI está recebendo é a motorização dos ajustes da máquina, que deixam de ser manuais, o que proporciona mais uniformidade ao processo, além do ganho de tempo na produção, pois torna o setup ainda mais eficiente.

     

    A gerente de marketing da Isa Tecnologia, Juli Crasnhak, afirma que a Linha 200 tem como grande diferencial o fato de que pode atender qualquer tamanho de indústria - a empresa formatou o produto em modelos que vão do básico 200-B, 200-C e 200-D, equipamentos econômicos, com funcionamento pneumático, até os mais sofisticados, como a 220, a 240 e agora, as novas versões do modelo 200, com kit multimídia, e a motorização. A versão básica, do modelo 200, já sai de fábrica apto a receber as evoluções, à medida que o comprador desejar. O objetivo, afirma Juli Crasnhak, “é dar aos nossos clientes a segurança de que ele vai poder adquirir a evolução do equipamento sem se desfazer do seu investimento”. A partir de agora, a Linha 200 ISA-SAZI tem mais quatro modelos diferentes, para atender diferentes necessidades das indústrias de calçados.

     

    Completando dois anos de trabalho conjunto, a Isa Tecnologia comercializa a máquina de montagem pelo sistema string em parceria com Máquina Sazi, de Farroupilha, que complementa com seu maquinário todo o processo de montagem de calçados. As duas empresas estão participando na Fábrica Conceito da Fimec 2018, onde o sistema está sendo mostrado em funcionamento, nos três dias da Fimec.

     

    As duas empresas estarão apresentando uma célula de montagem que torna real aos olhos dos visitantes da feira a otimização do processo de produção a partir da montagem pelo sistema string.

     

    O sistema garante reduçao de até 20% no custo total do calçado, a partir do ganho de tempo, mas principalmente, com a economia de matérias-primas usadas no cabedal, o componente mais caro do calçado.

     

    Excelência no atendimento, assistência técnica permanente e assessoria especializada em engenharia, modelagem e métodos e processos, na implantação da Tecnologia 200-ISA SAZI, sem custos adicionais, garantem ao cliente, os resultados prometidos. O espírito inovador da ISA e a confiança e tradição que a união ISA + SAZI imprimem, permitem ao cliente parceiro acesso à vanguarda da inovação, nos processos de fabricação de calçados, em âmbito mundial."

    Referências:Isa Tecnologia mostra na Fimec 2018 as evoluções do sistema de montagem pelo método string, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/402/isa-tecnologia-mostra-na-fimec-2018-as-evolucoes-do-sistema-de-montagem-pelo-metodo-string” Acesso em: 07 de março de 2018.

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  • Terça, 06 de Março de 2018

  • Setor de materiais, químicos e máquinas incrementa exportações na FIMEC com Projeto Comprador

  • Resultado de imagem para exportaçoes

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Projeto By Brasil traz 11 compradores da América Latina e EUA para realizar negócios com o setor coureiro-calçadista.

    Entre os dias 6 e 8 de março, compradores internacionaischegam ao Brasil para visitar a Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) e realizar rodadas de negócios com fornecedores de componentes brasileiros. 
    Ao todo serão 11 compradores de seis países - Estados U nidos, México, Argentina, Colômbia, Peru e Equador.
    O Projeto Comprador é promovido pelo By Brasil Components and Chemicals, ação de incentivo às exportações executadas em parceria pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), e a Assintecal e Abrameq.
    “Esta ação é um benefício exclusivo para as empresasos participantes do projeto By Brasil Components and Chemicals e do Brazilian Shoes + Leather Machinery, que têm como objetivo trazer  compradores internacionais para visitar a feira FIMEC, possibilitando a conclusão de negócios e o estabelecimento de novas parcerias com empresas brasileiras”, comenta Milton Killing, presidente da Assintecal.
     
    As rodadas de negócio acontecem no Stand da Assintecal (stand 1017, 1019, 1021 - acesso pelo corredor C e Corredor B).
     
    Confira a agenda: 
    06/03, das 13h30 às 17h: Horários para empresas de materiais e químicos
    07/03, das 13h30 às 19h: Horários para empresas de materiais e químicos
    08/03, das 9h às 12h: Horário exclusivo para empresas de máquinas
     
    Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.brou telefone 51 3584-5200 
     
     
    Sobre o By Brasil Components and Chemicals
    www.bybrasil.org.br | www.facebook.com/bybrasilcc
    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor.
     
    O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.
     
    Sobre a Assintecal
    www.assintecal.org.br
    Há três décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. 
     
    A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas. Sediada em Novo Hamburgo (RS), possui também escritórios em São João Batista (SC), Nova Serrana (MG), Birigui (SP), Franca (SP) e Jaú (SP).
     
    Sobre o Brazilian Shoes + Leather Machinery 
    O projeto Brazilian Shoes + Leather Machinery é fruto de uma iniciativa conjunta entre a Abrameq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). O principal objetivo é o de promover internacionalmente a indústria brasileira de máquinas e equipamentos para couro e calçados, explorando a qualidade e todos os diferenciais do produto brasileiro.
     
    Sobre a Abrameq
    A Abrameq - Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins é uma entidade sem fins lucrativos dedicada a pensar estrategicamente o setor, conduzindo programas direcionados ao desenvolvimento tecnológico das empresas e a sua inserção no mercado interno e externo.
     
    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados.
     
    A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.
    Informações para imprensa 
     
    Fonte: Apex-Brasil
    61 3426-0775

    imprensa@apexbrasil.com.br"

    Referências:Setor de materiais, químicos e máquinas incrementa exportações na FIMEC com Projeto Comprador, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/382/setor-de-materiais-quimicos-e-maquinas-incrementa-exportacoes-na-fimec-com-projeto-comprador” Acesso em: 02 de março de 2018.

     

     

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  • Sexta, 02 de Março de 2018

  • Cresce investimentos em São Paulo e indústria lidera tomada de crédito

  • Resultado de imagem para cresce investimentos

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A economia do Estado de São Paulo está se recuperando mais rápido do que se previa. É o que mostra o balanço anual da Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP). A instituição financiou 25% mais em 2017 do que em 2016, registrando R$ 352,7 milhões em desembolsos no período. Com destaque para o setor da indústria, responsável por quase metade do valor financiado. Houve também um expressivo aumento do número empresas atendidas e dos financiamentos para capital de giro, que foi fundamental para as pequenas empresas manterem suas operações durante a crise.

    “Esperávamos uma recuperação gradual, com um crescimento mais tímido em 2017 e mais forte em 2018. A alta de 25% foi ótima, resultado de um trabalho intenso de incentivo ao empreendedorismo ao longo do ano, sempre alinhado às políticas de desenvolvimento do governo estadual, e da melhora dos números da macroeconomia”, diz Milton Luiz de Melo Santos, economista e presidente da Desenvolve SP.
     
    Recuperação em todos os setores
     
    A indústria demandou R$ 160,5 milhões em financiamentos nos últimos doze meses contra R$ 88,6 milhões em 2016, um crescimento de 79%. Entre as empresas prestadoras de serviço o aumento foi de 69%. Foram R$ 122,4 milhões contraídos em empréstimos ao longo de 2017 contra R$ 72,3 milhões em 2016. A maior variação positiva, no entanto, foi apresentada pelo comércio que saltou de R$ 15 milhões investidos em 2016 para R$ 36,7 milhões no ano passado, apontando alta de 145%. O restante dos desembolsos realizados pela agência no último ano, o equivalente a R$ 33 milhões, foram destinados para atender necessidades do setor público.
     
    “Com as quedas sucessivas da taxa básica de juros, o crédito mais barato e um recuo significativo da inflação, as empresas voltaram a investir para se prepararem para o reaquecimento da economia”, explica o economista. Em relação aos tipos de investimentos realizados em 2017, o crédito para projetos de longo prazo, fundamental para a consolidação das empresas, representou 57% dos R$ 352,7 milhões desembolsados pela Desenvolve SP. Os outros 43% foram demandados para capital de giro, financiamento para reposições de estoques, compras de matéria-prima e outras despesas operacionais.
     
    Mais empresas financiadas
     
    Ainda segundo o balanço, o número de empresas que buscaram a Desenvolve SP mais que dobrou, passando de 250 em 2016 para 543 em 2017. Quanto ao porte das empresas, 33% dos recursos atenderam as necessidades dos pequenos negócios, 55% dos médios e 12% das grandes empresas. Em relação ao destino dos financiamentos, o interior paulista continua sendo responsável por demandar a maior parte dos empréstimos da agência, injetando R$ 228,7 milhões na economia entre janeiro e dezembro do último ano. Os outros R$ 124 milhões foram investidos pela Região Metropolitana de São Paulo.
     
    Inovação e Sustentabilidade
     
    Os financiamentos para inovação e sustentabilidade, que também cresceram, são outros destaques do balanço. Ao todo, as PMEs investiram R$ 49 milhões em projetos inovadores e R$ 36 milhões em projetos verdes, representando 14% e 10% do total desembolsado no ano, respectivamente.  “São números que mostram maior maturidade do empresário, cada vez mais consciente de que incorporar inovações e práticas sustentáveis à cadeia produtiva e de prestação de serviços é fundamental para garantir o crescimento e a perenidade do negócio”, acrescenta Santos.Para saber mais acesse: www.desenvolvesp.com.br

    Fonte: Textilia.net"

    Referências:Cresce investimentos em São Paulo e indústria lidera tomada de crédito, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/372/cresce-investimentos-em-sao-paulo-e-industria-lidera-tomada-de-credito” Acesso em: 02 de março de 2018.

     

     

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  • Quinta, 01 de Março de 2018

  • Exportações de máquinas crescem 84,4% em janeiro e geram receita de US$ 820,93 milhões

  • Resultado de imagem para exportação de maquinas alta

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – As exportações apresentaram forte crescimento em janeiro. Foram vendidos ao exterior US$ 820,93 milhões, 84,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. De acordo com a Abimaq, o resultado é reflexo do desempenho muito baixo de janeiro de 2017 – o segundo pior resultado desde janeiro de 2006. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

    Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram a América Latina, Europa e os Estados Unidos. A participação da América Latina foi menor, em função do aumento da participação dos EUA e, principalmente, da Europa.
     
    “De forma geral, boa parte da melhora observada nos últimos meses das exportações pode ser explicado pelo crescimento da atividade econômica no mundo, e também pela fraca demanda interna, que tem influenciado muitas empresas a manterem suas atividades produtivas nas exportações, ainda que, eventualmente, com rentabilidade reduzida em função do câmbio apreciado”, destacou a entidade em nota.
     
    As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou queda em janeiro. O resultado no primeiro mês do ano foi de R$ 4,38 bilhões, 1,1% a menos em relação ao mesmo mês do ano passado.
     
    A indústria de máquinas e equipamentos terminou o mês de janeiro com 291,2 mil pessoas ocupadas. Na comparação com janeiro de 2017, houve redução de 1.669 postos de trabalho, a 49º queda consecutiva nesse tipo de comparação.
     
     (*) Com informações da Agência Brasil
     

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Exportações de máquinas crescem 84,4% em janeiro e geram receita de US$ 820,93 milhões, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/368/exportacoes-de-maquinas-crescem-844-em-janeiro-e-geram-receita-de-us-82093-milhoes” Acesso em: 01 de março de 2018.

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  • Terça, 28 de fevereiro de 2018

  • Alta na entrada de lucros e dividendos acima do esperado reduz deficit nas contas externas

  • Resultado de imagem para reduz deficit

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – A maior entrada no país de lucros e dividendos de filiais de empresas brasileiras no exterior reduziu o déficit nas contas externas em janeiro. E a expectativa para este mês é de mais entrada desses recursos no Brasil.

    De acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (26), em janeiro, o resultado líquido (receitas menos despesas) dos lucros e dividendos ficou positivo em US$ 437 milhões. No resultado parcial deste mês, até o dia 22, a entrada líquida de lucros e dividendos está em US$ 500 milhões, com receitas de US$ 1,5 bilhão.
     
    Em janeiro as contas externas, também chamadas de transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, ficaram negativas em US$ 4,310 bilhões. Esse foi o menor resultado da série para meses de janeiro desde 2009, quando foi registrado déficit de US$ 3,45 bilhões. O resultado ficou abaixo do projetado pelo BC para o mês, que era US$ 5,3 bilhões. Para fevereiro, a expectativa é de resultado positivo nas transações correntes em US$ 300 milhões.
     
    O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explicou que a entrada desses recursos se concentra em janeiro e fevereiro devido aos resultados das empresas no ano anterior. “Ao mesmo tempo, o déficit [em janeiro] foi menor do que o ocorrido em janeiro de 2017 [US$ 5,085 bilhões] e do que o Banco Central tinha estimado. Isso se deve fundamentalmente a uma receita de lucros e dividendos de um pouco mais de US$ 1 bilhão acima do que tínhamos esperado. São subsidiárias de empresas brasileiras no exterior que mandaram recursos para o país na forma de lucros e dividendos. Isso deve ocorrer novamente em fevereiro”, disse Rocha.
     
    Apesar desses resultados melhores nos primeiros meses do ano, o BC estima déficit em transações correntes neste ano  de US$ 18,4 bilhões,  maior do que os US$ 9,762 bilhões em 2017. “A razão deste aumento é o maior dinamismo da atividade econômica doméstica, que aumenta a demanda. Uma parte dessa demanda vai ser direcionada para bens e serviços no exterior”, disse.
     
    Rocha citou que o crescimento da economia leva a um aumento de importações de mercadorias, gastos com transportes e viagens internacionais. Entre os itens do setor de serviços, Rocha afirmou que o aluguel de equipamentos ainda não indicou melhora. “A conta de aluguel de equipamentos está associada com despesas de investimentos. Essa conta ainda não se recuperou”, disse. Entretanto, ele avalia que os investimentos começaram a crescer, após o período de recessão, e pode haver demanda de aluguel no país em vez da procura pela exterior.
     
    Investimento estrangeiro
     
    Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir esse déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque os recursos são aplicados no setor produtivo do país. Em janeiro, esses investimentos chegaram a US$ 6,466 bilhões. O resultado ficou acima da estimativa do BC para o mês, que era US$ 3,5 bilhões. Segundo Rocha, no final de janeiro ocorreram duas operações que somaram US$ 2 bilhões, além de outros investimentos disseminados que influenciaram o resultado. Neste mês, até o dia 22, esses investimentos chegaram a US$ 3 bilhões e devem fechar o mês em US$ 4,2 bilhões.
     
    (*) Com informações da Agência Brasil
     

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Alta na entrada de lucros e dividendos acima do esperado reduz deficit nas contas externas, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/358/alta-na-entrada-de-lucros-e-dividendos-acima-do-esperado-reduz-deficit-nas-contas-externas” Acesso em: 29 de fevereiro de 2018.

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  • Terça, 27 de Fevereiro de 2018

  • Investir em automação logística é um caminho sem volta para indústria

  • Resultado de imagem para automação industrial calçadosO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Com uma concorrência cada vez mais feroz, especialmente por um consumidor mais exigente,  mais empresas estão buscando investir em sistemas que melhorem a produtividade e gerem economia para seus negócios. É o caso do investimento em automação logística, que faz parte do conceito da Indústria 4.0 ou Manufatura Avançada, sistema produtivo que alia alta tecnologia em vista a uma maior produtividade com menos dependência da manual em processos.

    O consultor da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Igor Hoelscher, destaca que a automação logística pode gerar uma economia significativa para a empresa, diminuindo o retrabalho, custos com mão de obra, combatendo a falsificação e pirataria de produtos, roubos, entre outros aspectos. “Na Entidade, com o Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (Sola), trabalhamos uma metodologia aberta e fundamentada em padrões internacionais com o objetivo de integrar todos os elos da cadeia coureiro-calçadista por meio da identificação, processo e EDI, seja através do uso de códigos de barras, quanto na implementação de RFID”, conta Igor, ressaltando que o fato é uma realidade no setor de alimentos, por exemplo, mas que em outros setores ainda engatinha lentamente. “No setor calçadista, as empresas, gradualmente, estão tomando consciência da importância da automação logística. Atualmente, grandes indústrias brasileiras estão participando de maneira ativa do Comitê Gestor do projeto, como Via Marte, Grendene, Bibi, Pegada, Piccadilly, Beira Rio e Grupo Priority ”, comemora o consultor, acrescentando ainda os parceiros de outros elos da cadeia, como a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC) e Associação Comercial e Industrial de Novo Hamburgo/Campo Bom e Estância Velha (ACI). 

    Para Hoelscher, quanto mais empresas utilizarem o mesmo sistema, uma linguagem única para permitir o compartilhamento de dados nas relações comerciais, padronizado por meio de códigos administrados pela GS1, associação internacional presente em mais de 150 países, maiores serão os ganhos para o setor coureiro-calçadista. “A logística é ganho em escala, não fator de concorrência. Ocorre que, atualmente, muitas empresas, não somente do setor calçadista, utilizam sistemas proprietários de controle, o que além de onerar a companhia ainda perde o sentido da integração de todos os elos, desde o fornecedor até a ponta do varejo, passando pelo transportador, pois assim que o produto sai da fábrica entra em campo outro código e tudo precisa ser refeito”, comenta.

    Resultados tangíveis
    Um dos resultados tangíveis de maior destaque do projeto é o da Via Marte, empresa ganhadora do Prêmio Direções na categoria Gestão Industrial e do Prêmio Automação GS1 Brasil na categoria Gestão Logística na Indústria, por conta da otimização logística através dos padrões difundidos pelo Sola. Em um ano, segundo o gerente de Tecnologia de Informação da empresa, Ivair Kautzman, a economia chegou a R$ 500 mil, sobretudo em função da redução dos erros na separação de mercadorias, o retrabalho, as re-entregas, a aceleração do processo produtivo e do recebimento de insumos, melhor gestão na administração de sinistros, entre outros, já que o sistema permite rastreabilidade total dos produtos e volumes.
     
    Segundo Kautzman, antes da adoção da automação logística, os erros de registros de caixas ficavam na faixa entre 4% e 5%, um número até considerado baixo por muitas empresas do setor calçadista, mas que geram ruptura e desgaste na relação comercial quando uma mercadoria é entregue errada. “Com adoção da automação, reduzimos os erros praticamente a zero”, conta. 

    Sola na prática
    Para a utilização da metodologia difundida pelo Sola basta a empresa ter um sistema ERP e equipamentos para a leitura de código de barras ou RFID para automatizar a captura de dados na movimentação das mercadorias e trocar as informações eletronicamente com os parceiros comerciais (EDI). O Sola será apresentado, pelo segundo ano consecutivo, na Fábrica Conceito da Fimec, feira da indústria de couros, componentes, máquinas e produtos químicos para calçados que acontece entre os dias 6 e 8 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo/RS. 

    A Fábrica Conceito, iniciativa do IBTeC, Coelho Assessoria e Fenac, funcionará durante a Fimec em espaço especialmente projetado para a produção de três mil pares de calçados. Na oportunidade, o Sola fará todo o gerenciamento e monitoramento das informações da produção, com rastreabilidade total do processo. Assim, o visitante poderá acompanhar, em tempo real, os resultados da fabricação de calçados, seja nos monitores da fábrica ou no seu próprio celular, através do acesso por um link que será disponibilizado durante os dias da feira.
     
    Fimec

    A Fimec 2018 contará com mais de 500 expositores dos principais países produtores de insumos e tecnologias para o setor calçadista. Nos três dias, são esperados mais de 30 mil visitantes, sendo cerca de quatro mil deles estrangeiros. Para mais informações sobre a mostra acesse www.fimec.com.br."

    Referências:Investir em automação logística é um caminho sem volta para indústria, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/investir-em-automacao-logistica-e-um-caminho-sem-volta-para-industria” Acesso em: 27 de fevereiro de 2018.

     

     

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  • Quinta, 22 de Fevereiro de 2018

  • Exportações industriais avançam sob liderança da média-alta tecnologia

  • Resultado de imagem para tecnologia

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Carta IEDI divulgada semana passada analisa o comércio exterior brasileiro em 2017, cujo superávit atingiu patamares históricos, com ênfase no desempenho da indústria de transformação. Para isso, o IEDI recorreu à metodologia desenvolvida pela OCDE que classifica o setor em quatro faixas por intensidade tecnológica (alta, média-alta, média-baixa e baixa). O saldo positivo de US$ 67,0 bilhões da balança comercial do país no ano passado foi o mais elevado desde 1989, devido a uma conjunção excepcional de fatores tais como a aceleração do comércio internacional, uma recomposição dos preços de commodities, a super safra agrícola, bem como a própria maturação da crise, que empurrou muitas empresas para o mercado exterior.

    O avanço das exportações totais entre 2016 e 2017 foi substancial e à frente daquele das importações. As vendas externas do País aumentaram de US$ 185,2 bilhões para US$ 217,7 bilhões, uma forte recuperação frente à queda de 2016, mas ainda abaixo dos patamares de 2011-2014. As importações cresceram de US$ 137,5 bilhões para US$ 150,7 bilhões no mesmo período. O saldo comercial da indústria de transformação, a seu turno, encerrou 2017 deficitário, porém em patamares muito baixos, ainda que o crescimento de suas importações, devido à reação da produção industrial, tenha implicado um saldo negativo um pouco mais elevado do que em 2016. Foram US$ 3,2 bilhões de déficit em 2017 contra US$ 2,4 bilhões no ano anterior.
     
    Déficits muito pequenos na indústria tem sido um dos determinantes da melhora do comércio exterior brasileiro ao longo da crise recente, especialmente no último biênio. O retorno ao positivo das importações de manufaturados em 2017, depois de três anos em retração, sugere que em 2018 a engrenagem externa da indústria pode vir a girar no sentido oposto, levando a uma deterioração do superávit total. Este sinal é forçado por um ritmo de aumento das importações de manufaturados no último trimestre de 2017 muito a frente as exportações.
     
    As compras externas de produtos manufaturados em 2017, que totalizaram US$ 136,2 bilhões, apesar de terem ficado abaixo daquelas do período 2010-2015, trouxeram um aumento de 9,7% frente a 2016. Mais do que isso, tampouco não deram sinal de perda de dinamismo no final do ano. Em cada um dos quatro trimestres de 2017, seu ritmo de expansão foi de +13,2%, +2,4%, +9,0% e +14,5%, na comparação interanual. As exportações da indústria de transformações, por sua vez, atingiram US$ 133,0 bilhões no ano passado, isto é, 9,2% superior às de 2016. Ao longo de todo o ano seu ritmo de crescimento foi considerável, mas o último trimestre do ano veio sinalizando uma certa desaceleração. A alta das exportações de manufaturados nos quatro trimestres de 2017, frente ao mesmo período do ano passado, foi de: +12,4%, +9,0%, +9,4% e +6,6%.
     
    Quando analisado em função da intensidade tecnológica, o comércio exterior da indústria de transformação em 2017 foi marcado, em linhas gerais, por alta das exportações em todas as faixas, implicando melhora no saldo em quase todos os casos, exceto para a indústria de média-baixa tecnologia, negativamente impactada pela ampliação do déficit em derivados de petróleo. As importações também cresceram de modo generalizado, sendo a única exceção a alta tecnologia cujas compras externas ficaram virtualmente estagnadas.
     
    • A indústria de alta intensidade tecnológica experimentou o menor déficit (US$ 17,9 bilhões) anual desde 2007. Suas exportações cresceram 1,4%, completando três anos seguidos de alta. Houve aumento nas vendas externas de todos os seus setores, à exceção da indústria aeronáutica (-0,6%). As importações desta faixa fecharam 2017 no negativo (-0,3%), puxada por produtos do setor aeronáutico (-54,5%) e farmacêutico (-1,0%).
     
    • A faixa de média-alta intensidade encerrou 2017 com déficit de US$ 26,3 bilhões, porém menor do que em 2016. Suas exportações cresceram 20,8%, com destaque positivo para os produtos do setor automotivo (+30,6%). O único ramo pertencente a esta faixa a ter queda nas exportações foi o de equipamentos para ferrovia e material de transporte. Quanto às importações, que aumentaram 6,2% frente a 2016, as maiores influências couberam a produtos químicos, exceto farmacêuticos (+11,7%) e veículos (+12,1%).
     
    • Já a indústria de média-baixa intensidade tecnológica foi a única faixa a ter piora de saldo: de US$ 6,0 bilhões em 2016 para US$ 858 milhões em 2017. Concorreu para isso a ampliação do déficit de produtos derivados do petróleo refinado, álcool e outros combustíveis, sob forte influência da elevação de seus preços internacionais. As exportações dessa faixa aumentaram 4,0%, devido principalmente ao desempenho de produtos metálicos (+17,2%), e suas importações ficaram 28,4% maiores, puxadas por carvão e derivados de petróleo (+59,1%).
     
    • Quanto à indústria de baixa intensidade tecnológica, seu superávit atingiu US$ 40,1 bilhões em 2017, puxado por uma elevação de 6,6% de suas exportações. Este desempenho de suas vendas externas decorreu do aumento de 12,4% dos produtos exportados por madeira, papel e celulose (+12,4%) e por alimentos, bebidas e tabaco (+6,1%). As importações da baixa tecnologia subiram bem mais intensamente que suas exportações: +15,9%, sob influência tanto do ramo alimentício (+15,4%) como de têxteis, couros e calçados (+19,8%).

    Fonte: Textilia.net"

    Referências:Exportações industriais avançam sob liderança da média-alta tecnologia, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/318/exportacoes-industriais-avancam-sob-lideranca-da-media-alta-tecnologia” Acesso em: 22 de fevereiro de 2018.

     

     

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  • Sexta, 16 de Fevereiro de 2018

  • Multinacionais brasileiras perdem com reforma tributária nos EUA e na Argentina, segundo CNI

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Empresas brasileiras com investimentos no exterior estão diante de um grave problema: a perda de competitividade devido à alta carga tributária no Brasil. O país está fora do movimento mundial de redução da alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. Companhias instaladas nos Estados Unidos e na Argentina, primeiro e segundo país com maior concentração de multis nacionais, reduziram este ano a taxação para 21% e 25%, respectivamente. No Brasil, o imposto é de 34% e os brasileiros pagam à Receita Federal a diferença entre a alíquota dentro e fora do país.

    De acordo com estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito em parceria com a Ernest Young, o Brasil está cada vez mais distante da média mundial atualmente em 22,96%. “De todos os países do mundo, apenas 30 têm alíquotas acima de 30%. O Brasil está isolado. Concorrentes nossos, inclusive na atração de investimentos, como Argentina, Estados Unidos, França e Japão, já reduziram suas alíquotas. Se não fizermos a reforma tributária com redução da carga, nossas empresas que têm investimento no exterior ficarão ainda menos competitivas”, explica o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

    Nos Estados Unidos, as brasileiras pagam os 21% de imposto sobre a renda, assim como uma empresa canadense, chilena ou europeia. A tributação das empresas de outras nacionalidades se encerra no solo americano. A brasileira, contudo, paga mais 13 pontos percentuais do lucro ao Fisco brasileiro para completar o que é cobrado no país. O mesmo ocorre com as companhias que operam na Argentina e as demais que investem nos 172 países que têm o imposto menor do que o brasileiro. Isso só é possível porque o Brasil tributa o lucro no exterior.

    “A tributação no Brasil das subsidiárias das multinacionais brasileiras representa um custo que, neste momento, afeta a competitividade dessas empresas. A não resolução deste problema reduzirá a internacionalização das companhias brasileiras ou as obrigará a se redomiciliar”, avalia o presidente do Fórum das Empresas Transnacionais (FET) da CNI, Dan Ioschpe.

    DANOS

    A revisão da alíquota de Imposto de Renda de empresas nas principais economias desenvolvidas e emergentes está associada à atração de investimentos e aumento da competitividade internacional, conforme mostra o estudo “A evolução histórica das alíquotas de imposto de renda em diferentes países e as potenciais consequências para o Brasil”, realizado pela CNI em parceria com a Ernest Young.

    Entre 2000 e 2016, a média dos impostos dos países da OCDE passou de 32% para 23,98%. Já no Brasil manteve-se em 34% nesse período. Essa diferença tem impacto bastante negativo para a economia brasileira. O país perde recursos direcionados às exportações, à pesquisa e inovação, pois os investimentos fora do Brasil são mais baratos. Além disso, a alta carga tributária desestimula os investimentos brasileiros no exterior, atividade que gera ganhos à economia nacional. Estudos da Confederação Nacional da Indústria mostram que as transnacionais exportam e inovam mais.

    (*) Com informações da CNI 

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Multinacionais brasileiras perdem com reforma tributária nos EUA e na Argentina, segundo CNI, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/294/multinacionais-brasileiras-perdem-com-reforma-tributaria-nos-eua-e-na-argentina-segundo-cni” Acesso em: 16 de fevereiro de 2018.

     

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  • Quinta, 15 de Fevereiro de 2018

  • Câmbio derruba as exportações de calçados em janeiro

  • Resultado de imagem para exportaçoes de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "O primeiro mês do ano não trouxe boas notícias para os exportadores brasileiros de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), os embarques caíram 1,2% tanto em receita como em pares na relação com igual mês de 2017, encerrando o período com 11,24 milhões de pares exportados que geraram US$ 11,24 milhões.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, lamenta, mas diz que a queda não é surpreendente. “Tivemos uma valorização muito relevante do real ante o dólar nos últimos meses de 2017, o que tornou o nosso produto menos competitivo no exterior”, avalia o executivo, ressaltando que o dólar americano na faixa de R$ 3,20, como chegou a ser registrado nos últimos meses do ano passado, prejudica, em muito, a competitividade, especialmente em mercados mais sensíveis ao preço, como os Estados Unidos. “Os norte-americanos, historicamente os principais consumidores de calçados brasileiros no exterior, diminuíram suas compras em função do valor médio do nosso produto”. No primeiro mês do ano foram embarcados para os Estados Unidos 919,4 mil pares que geraram US$ 11,93 milhões, quedas de 29,3% e 25,4%, respectivamente, no comparativo com janeiro de 2017. “O câmbio, para um país com alto custo de produção como o nosso, acaba sendo um compensador para concorrer em pé de igualdade no exterior. Então qualquer oscilação acaba sendo fundamental e tem reflexo imediato nas vendas”, acrescenta.

    A notícia positiva do primeiro mês foi a França, que ultrapassou a Argentina como segundo destino internacional do calçado verde-amarelo. No mês passado os franceses importaram 1,85 milhão de pares por US$ 11,51 milhões, altas de 27,3% e de 27,6%, respectivamente, em relação ao mês um de 2017.

    Já a Argentina, historicamente o segundo maior mercado além-fronteiras, encolheu suas compras. Em janeiro, os hermanos importaram 340,26 mil pares que geraram US$ 5,72 milhões, quedas de 16,8% em volume e de 17,5% em receita em relação a janeiro de 2017. “Na Argentina, além da questão cambial, temos uma queda na demanda interna, o que também refletiu nos números”, avalia Klein.

    Estados
    Em janeiro, o Rio Grande do Sul foi o maior exportador brasileiro de calçados, embarcando 1,86 milhão de pares que geraram US$ 34,66 milhões, queda de 3,1% em volume e alta de 4,1% em receita no comparativo com o mesmo mês do ano passado.

    O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 5 milhões de pares que geraram US$ 24,18 milhões, incremento de 4,3% em pares e queda de 2,7% em dólares em relação a janeiro de 2017.

    No terceiro posto, São Paulo também registrou queda tanto nos embarques como em receita gerada. Em janeiro, os paulistas exportaram 396,7 mil pares que geraram US$ 6,73 milhões, baixas de 43% e 21,5%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

    Importações em alta

    Se, por um lado houve queda nas exportações de calçados, a curva inversa foi registrada nas importações. Favorecidas pela desvalorização do dólar sobre a moeda brasileira, o que torna o produto estrangeiro mais barato no mercado interno, as importações chegaram a US$ 40 milhões (receita advinda de 2,9 milhões de pares), incrementos tanto em receita (11,8%) como em pares (12,3%) no comparativo com o mês de janeiro de 2017.

    As principais origens foram os países asiáticos: Vietnã, que embarcou 1,35 milhão de pares para o Brasil, pelos quais foram pagos US$ 24 milhões, aumentos de 15,2% e 11,1%, respectivamente; Indonésia, com 401 mil pares e US$ 6,8 milhões, altas de 8,4% e 12%; e China, com 882,47 mil e US$ 3,5 milhões, incremento de 35,1% em volume e queda de 14,7% em dólares na relação com mesmo mês de 2017.

    Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, saltos, solas etc – as importações de janeiro também registraram aumento, chegando a US$ 7 milhões (33,7% mais do que em 2017). As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

    Acesse as tabelas detalhadas clicando AQUI"

     

    Referências:Câmbio derruba as exportações de calçados em janeiro, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/cambio-derruba-as-exportacoes-de-calcados-em-janeiro” Acesso em: 15 de fevereiro de 2018.

     

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  • Quarta, 14 de Fevereiro de 2018

  • Feira colombiana gera US$ 3 mi para calçadistas brasileiros

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A feira colombiana International Footwear and Leather Show – IFLS, que aconteceu em Bogotá entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, deve gerar, somando negócios in loco e os alinhavados durante o evento, US$ 3 milhões para as marcas brasileiras participantes. O número está no relatório realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que viabilizou a participação de 23 marcas verde-amarelas por meio do Brazilian Footwear, programa de internacionalização mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Nesta edição, a feira colombiana contou com mais de 500 expositores e recebeu cerca de 11 mil visitantes.


    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, conta que a cifra é decorrente da negociação de 211,3 mil pares de calçados. “Somente na feira foram gerados US$ 1,5 milhão com a venda de 128 mil pares”, ressalta. Segundo ela, apesar de a feira ter registrado uma visitação menor do que em anos anteriores, os compradores eram mais focados, o que elevou o nível dos contatos gerados para as marcas.

    Ainda assim, nem todos perceberam a queda na visitação. O executivo de Vendas Internacionais da Invoice, Ronaldo Manfield, foi um deles.  Para ele, a feira superou, em muito, a expectativa inicial. “A visitação foi intensa, o que também é resultado do trabalho de matchmaking – reuniões pré-agendadas - e assessoria realizado pela Abicalçados. Nesta edição, conseguimos alcançar justamente o perfil de cliente que estamos buscando, de produto com nível médio e alto”, avalia Manfield, ressaltando que o mercado colombiano se mostra cada vez mais receptivo ao produto da marca.

    Qualidade dos contatos
    Suzana Santos, gerente de exportação de marca homônima, ressalta que foram gerados muitos contatos de grande potencial para a inserção e fortalecimento da empresa na Colômbia. “A feira, de maneira geral, foi boa, especialmente o último dia, que nos surpreendeu pela movimentação intensa”, avalia a gerente.

    A trader da Petite Jolie, Jéssica Bender, destaca a mudança gradual do perfil do comprador colombiano. “Na última participação, tivemos um resultado fraco e o comentário era porque o nosso produto era sintético. Chegamos a sondar a possibilidade de encerrar nossa participação, mas decidimos voltar, pois chegamos à conclusão de que somente uma mostra seria pouco para ter a visão do mercado. Retornamos e nos surpreendemos positivamente”, comenta. Segundo ela, os compradores estavam buscando produtos diferentes das usuais botas em cores neutras. “Apesar de a feira apresentar coleções de outono-inverno, muitos dos compradores estavam buscando produtos diferentes. Acredito que o cenário esteja mudando”, acrescenta, elogiando ainda o trabalho de matchmaking realizado pela Abicalçados e que proporcionou uma maior assertividade dos contatos.

    Seminário e Photocall
    Antecedendo a feira, no dia 29, aconteceu um Seminário Preparatório para o mercado colombiano e um Photocall, encontro com a imprensa local. Conduzido pelo diretor do escritório da Apex-Brasil na Colômbia, Carlos Badillo, o seminário trouxe números e tendências do mercado colombiano.  Com o Brasil respondendo apenas por 12% do total de calçados importados pelo País, foram destacados os potenciais para a maior inserção das marcas brasileiras na Colômbia. “A produção e comercialização de calçados concentra-se muito no segmento popular, então é preciso ter produtos para atender esse público. Nos últimos anos o produto brasileiro ficou mais caro em função do câmbio”, disse, ressaltando que a Colômbia ainda vem enfrentando muitos problemas com produtos contrabandeados da China por um valor muito abaixo do praticado no mercado, o que aumenta a concorrência desleal. ”Os consumidores colombianos preferem produtos com as marcas nacionais – private label- por questão de confiança, então é algo a ser pensado pelas empresas brasileiras”, concluiu.

    Já o Photocall contou com a presença de importantes veículos de comunicação e influenciadores colombianos. “Sentimos que o evento já está na agenda da imprensa colombiana”, comemora a coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues. No Photocall, as marcas participantes tiveram a oportunidade de fotografar, dar entrevistas e estreitar os laços com a imprensa local.

    Participaram da IFLS as marcas Piccadilly, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Bottero, Verofatto, Sua Cia, Sandálias da Lua, Rider,  Ipanema, Grendha, Zaxy, Cartago, Grendene Kids, West Coast, Cravo & Canela, Petite Jolie, Suzana Santos, Renata Mello e Invoice.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:


    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências: Feira colombiana gera US$ 3 mi para calçadistas brasileiros, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-colombiana-gera-us-3-mi-para-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 15 de fevereiro de 2018.

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