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as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Quinta, 14 de Dezembro de 2017

  • Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos

  • Resultado de imagem para Tecnologia digital facilita o design personalizado

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Nova tecnologia digital permite que os tecidos possam ser automatizados e personalizados, alterando a mentalidade atual de que eles não podem ser produzidos em pequenas quantidades como já acontece com a estamparia digital. O professor Steve Marschner da Cornel University e o professor Brooks Hagan da Rhode Island School of Design querem disponibilizar o processo de design têxtil para todos.

    “Vimos a oportunidade de fornecer uma maneira para que todos possam transformar qualquer desenho em tecido personalizado. Você pode entrar em nosso aplicativo online, enviar um desenho e ver uma prévia visual na tela enquanto você mudar o padrão de tecelagem, cores de fios, etc, e então quando gostar do que criou é só clicar em imprimir “, disse Steve Marschner.

    Steve e Brooks têm trabalhado nesta tecnologia digital há alguns anos quando fundaram em 2015 a Computacional Textiles cujo primeiro produto é a plataforma online Wef, que permite a personalização de modelos disponíveis no site, e no final deste ano, os clientes poderão fazer o upload de seus próprios desenhos ou fotografias, e mandar tecê-los em pequenas metragens como acontece com a estamparia digital, facilitando muito a vida de micro e pequenas marcas de moda e decoração.

    Os planos futuros incluem a possibilidade de mostrar o tecido personalizado em objetos 3D, como almofadas, roupas ou uma cadeira. A empresa diz que tem acordos com várias das maiores fábricas têxteis nos EUA para produzir tecidos personalizados sob demanda.

    A tecnologia digital quando aplicada a uma plataforma de fabricação antiga, facilita o acesso aos designers, cria novas oportunidades de negócios para a indústria têxtil e facilita a personalização em massa. O designer Phillip Stearns explora falhas digitais em máquinas e as converte em gráficos impressionantes que eventualmente são tecidos em têxteis através da plataforma de tecidos computacionais GlitchTextiles.

    WOVNS é outra plataforma digital que permite a qualquer pessoa criar seus próprios desenhos e mandar fabricá-los em teares de Jacquard. O processo é simples pois você se inspira para criar o design, depois envia o arquivo para a plataforma online, e voila!

    Fonte: Stylo Urbano"

    Referências:Tecnologia digital facilita o design personalizado e a produção de pequenas metragens de tecidos, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/112/tecnologia-digital-facilita-o-design-personalizado-e-a-producao-de-pequenas-metragens-de-tecidos” Acesso em: 14 de dezembro de 2017.”

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  • Segunda, 11 de Dezembro de 2017

  • Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex

  • Resultado de imagem para crescimento

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília- O ministro Marcos Pereira presidiu, nesta quinta-feira, a 16ª Reunião do Conselho Consultivo do Setor Privado da Câmara de Comércio Exterior. “O Conex não se reunia desde julho de 2015”, lembrou o ministro. “Logo, era urgente a retomada dos trabalhos deste Conselho, que é uma importante ferramenta de debate especializado e qualificado para nós, governo, colhermos sugestões de como melhorar as políticas públicas voltadas ao comércio exterior”, afirmou o ministro.

    Apesar desse tempo sem que o Conselho se reunisse, o ministro destacou que a interlocução com os setores tem se realizado, e que o MDIC mantém as portas abertas para recebimento de demandas e formulação de parcerias com o setor produtivo. O ministro também falou que a pauta da reunião, trazida pelo setor privado, incluia temas já defendidos pelo MDIC  como  questões relacionadas às negociações comerciais e aos temas de financiamento às exportações.     Para a secretária-executiva da Camex, Marcela Carvalho, a retomada das discussões do Conex foi importante porque estimula ainda mais o diálogo com os setores mais relevantes da economia brasileira.

    Melhorias do ambiente de negócios

    Durante a reunião, o ministro também destacou as ações do MDIC para a  melhoria do ambiente de negócios e promoção de investimentos no Brasil, como:

    •  Implementação do projeto piloto RedeSIM, na cidade de São Paulo, que visa a desburocratizar e reduzir o prazo de abertura de empresas de 101 para 7 dias;
    •  Instalação e expansão do Brasil Mais Produtivo, programa de consultoria direcionado a Pequenas e Médias empresas para aplicação de técnicas de manufatura enxuta. O impacto médio é de 51% de aumento de produtividade nas empresas participantes;
    •  Implantação do módulo de exportações do Portal Único no primeiro semestre desse ano, bem como a previsão de lançamento do modulo de importações já no início de 2018;
    •  Fomento ao dinamismo e ao desenvolvimento tecnológico de startups, por meio de programas de aceleração, como o InovAtiva; de internacionalização, como o StartOut; e da necessária conexão com grandes empresas, como o Conexão Startup-Indústria;
    •  Desenvolvimento, por um grupo técnico específico, da estratégia brasileira para a indústria 4.0, a ser lançado em março de 2018;
    •  Reestruturação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial;
    •  Lançamento da consulta pública para formulação da Agenda Regulatória de Comércio Exterior, pela SE/Camex;

    Conex

    Participam do Conex, os representantes do setor produtivo nomeados em julho de 2017, por meio da Resolução Camex n°60/2017. Os conselheiros possuem mandato de 2 anos, pessoais e intransferíveis. A participação nas atividades do Conex é considerada serviço público de natureza relevante, não ensejando remuneração.

    Compete ao Conex assessorar a Camex, por meio da elaboração e do encaminhamento de estudos e de propostas setoriais para aperfeiçoamento da política de comércio exterior.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/108/melhorias-no-ambiente-de-negocios-sao-destacadas-por-marcos-pereira-em-reuniao-do-conex” Acesso em: 11 de dezembro de 2017.”

     

     

     

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  • Sexta, 08 de Dezembro de 2017

  • Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Pode até parecer uma matéria esportiva, mas não é! Michael Jordan, considerado por muitos como o melhor jogador de basquete de todos os tempos, e Stan Smith – venceu o US Open, em 1971, e Wimbledon, em 1972 – se tornaram referências dentro e fora das quadras, mas também nos pés de muita gente.

    Jordan e Smith inspiraram a criação de dois modelos de tênis, literalmente, icônicos: Nike Air Jordan 1 e Adidas Stan Smith, respectivamente. Nesta temporada, o universo esportivo invadiu o mundo da moda e estes calçados, hoje, viraram sinônimo de tendência.

    Nike Air Jordan - Sneaker inspirado no gênio do basquete

    Desde que foi inventado, em 1891, o basquet nunca tinha visto um gênio como Michael Jeffrey Jordan, o maestro do Chicago Bulls, onipresente em toda a quadra, capaz de parar por intermináveis segundos no ar antes de encestar a bola. Foi esta habilidade, sobrenatural segundo seus adversários, que há mais de 30 anos levou o marqueteiro de Jordan, David Falk, a bater às portas da Nike, em Oregon, propondo a criação do Air Jordan, que viria a ser uma espécie de “Cadillac” dos tênis esportivos.

    O “J”, como é chamado, não é apenas um par de tênis. Aos pés do seu criador, tornou-se um divisor de águas: ajudou a levar o basquete às multidões, elevou a autoestima de milhões de negros norteamericanos que não teriam outra ferramenta de mobilidade social, e gerou uma revolução no marketing esportivo, que culminou com o slogan, conhecido no mundo todo: “Just Do It”.

    Desde que entre dois pares de tênis de basquete vendidos nos Estados Unidos, um é “Air”, a consultoria SportsOneSource calcula que Jordan ainda seja o responsável por US$ 2,7 bilhões dos quase US$ 27,7 bilhões que a Nike gera anualmente, a partir da empresa de Beaverton, no Estado de Oregon, que até os anos 1980 era uma obscura fábrica nascida no porta-malas de uma van.

     

    O sobrenome do atleta batiza uma divisão de produtos na companhia que vende calçados e roupa inspirados no basquete. “O Air Jordan 1 é considerado, por muitos, o mais importante calçado da cultura dos tênis”, afirma Ricardo Nunes, editor e fundador do site especializado em tênis SneakersBR.

    Ele revela que o modelo foi banido das quadras da NBA, na época do seu lançamento, e virou uma febre tão grande entre os fãs de Michael Jordan que Nike e a rede FootLocer tiveram de entrar em acordo, lançando novas cores somente aos sábados. “Isso para que a molecada não perdesse aula para fazer fila nas lojas, à espera do tênis”, comenta, acrescentando que o Nike Air Jordan 1 não virou um calçado tão inspiracional para o nascimento de modelos ‘genéricos’. “Mas, nem por isso, ele deixa de se conectar com adeptos da moda mais iniciados nas culturas esportiva e de rua”, completa Nunes.

     

    Adidas Stan Smith - legião de fãs

    Branco e verde. Com simplicidade aplicada em sua paleta de cores e na concepção do design, nascia o Stan Smith, o tênis mais marcante da adidas e um dos mais importantes calçados do segmento. Rappers, punks, DJs, designers, atores hollywoodianos, pais, mães, avós e netos. Ao longo dos seus 53 anos de história, os Smiths conquistaram todos os públicos, e hoje é muito difícil olhar para eles e não lembrar alguma história em que estiveram presentes.

    A fórmula é simples: cabedal liso em couro de grão integral, as famosas “três listras perfuradas” e o solado tonal de borracha foram suficientes para fazer deste cano baixo um objeto de desejo. “O Stan Smith nasceu nas quadras de tênis e já viveu altos e baixos, mas nunca perdeu sua importância. As linhas são simples mas, ao mesmo tempo, sofisticadas, e a execução mais clássica – em couro liso branco, com detalhes verdes – é daquelas que vai bem com tudo”, detalha Nunes.

    Desde o momento em que o primeiro par de Adidas Stan Smith foi exposto em uma vitrine, 40 milhões de caixas com o modelo foram vendidas em todo o mundo e, recentemente, com sua nova inserção no mercado após uma pausa de um ano, o modelo vendeu em 12 meses mais do que entre o período de 2010 a 2013.

     

    Sempre que questionado sobre o sucesso do modelo, Stan Smith, tenista profissional que deu nome ao tênis, diz que o design simples e as cores básicas são os grandes responsáveis pelo sucesso do
    calçado através dos tempos.

    Originalmente nomeado de Halliet, em homenagem ao tenista francês Robert Halliet, o modelo nasceu em 1963, destinado aos esportistas das raquetes. Somente em 1978, quando rebatizado, recebeu o nome de Stan Smith, que atingiu o primeiro lugar no ranking mundial de tênis em 1972.

    A partir de 1978, variação nas cores foram oferecidas. De lá para cá, combinações inusitadas, estampas e materiais diferenciados, como camurça e malha, entraram em cena, acompanhando as tendências da moda."

    Referências:Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/102/sneakers-icones-dentro-e-fora-das-quadras-esportivas” Acesso em: 08 de dezembro de 2017.”

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  • Quinta, 07 de Dezembro de 2017

  • Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre

  • Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

    Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

    Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

    Oferta

    A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

    “A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

    Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

    O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

    Demanda

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

    A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

    Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

    Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

    Setor externo

    As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

    Acumulados

    O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

    Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

    Revisões

    O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior."

    Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

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  • Quinta, 30 de Novembro de 2017

  • Francal 2018 lança projeto inédito e inovador para segmento infantil

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "As novidades da Francal não param. Agora, a Feira do Verão Brasileiro anuncia o Francal Kids, um projeto inovador e inédito nas feiras de calçados, criado para colocar o setor infantil no holofote e ampliar os negócios do segmento durante a feira.


    Os expositores deste segmento terão à disposição uma nova forma de participação, com mais valor agregado, conceito lúdico e estandes diferenciados com aplicação de visual merchandising. Este último item, inclusive, é de amplo interesse dos lojistas que, além de oportunidades de negócios, buscam na Francal novos conceitos, ideias e informações para reproduzir em seus pontos de venda.

    O Francal Kids propõe uma experiência arrojada e completa aos expositores e lojistas em um espaço único, que alia negócios, conteúdo e novos conceitos do universo do varejo. Nesta proposta, moderna e ousada, a magia do universo infantil vai invadir a 50ª edição da Francal, marcada para os dias 16 a 19 de julho.

    O conceito do Francal Kids integra quatro momentos: área setorizada de estandes com presença das principais marcas de produtos infantis num mesmo local, desfiles com casting 100% infantil, Painel de Inovação do Calçado Infantil e Visual Merchandising.

    A Área de Estandes, cenográfica e interativa, oferece aos lojistas uma perspectiva completa das novas coleções de calçados e acessórios para as crianças. Com isso, os lojistas não só têm mais facilidade para encontrar os principais fornecedores reunidos num só lugar, o que otimiza o tempo no pavilhão, como também vão se inspirar nos conceitos de visual merchandising e absorver conteúdo de alta qualidade.   

    No Francal Kids, os Desfiles ganham um toque de magia com sessões exclusivas para os calçados infantis. A passarela, cenografia e trilha sonora evocam ao mesmo tempo o mundo da imaginação, os conceitos e as tendências da moda infantil para o Verão 2019.

    Já no Painel de Inovação do Calçado Infantil, que acontece no mesmo espaço, temas relevantes para o varejo deste segmento serão abordados por especialistas renomados, com objetivo de oferecer ferramentas para os lojistas venderem mais e melhor a um grupo de consumidores mirins cada vez mais antenados.

    Preview Verão 2019 – Comemoração 50 Anos 
    As comemorações das cinco décadas da Francal começam no dia 17 de abril com o Preview Verão 2019 no Hotel Unique, em São Paulo, local que é referência em design, contemporâneo, inspirador e palco de importantes eventos de moda da capital paulista.

    No evento, as empresas expositoras vão apresentar seus pré-lançamentos em um grande desfile, ativar seu branding por meio de uma moderna instalação com exposição de produtos e um catálogo digital, enquanto se relacionam com importantes lojistas de todo o País convidados para a celebração.

    Francal 2018


    Um novo conceito de feira, inspirado na vivência do varejo, com uma planta mais democrática e configuração moderna, projetos inovadores de alto custo-benefício para fabricantes de médios e pequeno porte, experiências visuais e sensoriais que vão oferecer aos lojistas um outro patamar de feira. Estas são algumas das novidades da Francal 2018, que acontece de 16 a 18 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo."

    Referências:Francal 2018 lança projeto inédito e inovador para segmento infantil, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/francal-2018-lanca-projeto-inedito-e-inovador-para-segmento-infantil” Acesso em: 30 de novembro de 2017.

     

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  • Terça, 28 de Novembro de 2017

  • Abicalçados realiza missão prospectiva na França

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Com um consumo de mais de 400 milhões de pares de calçados por ano - mais de 6 pares per capita e volume praticamente todo importado, especialmente da Itália - a França vem chamando a atenção dos calçadistas brasileiros. É com o objetivo de entender melhor o mercado, a estrutura do varejo e o modelo de promoção comercial mais acertado para os calçadistas brasileiros que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do programa de apoio às exportações de calçados Brazilian Footwear, está realizando uma missão prospectiva ao país entre os dias 25 de novembro e 3 de dezembro. O Brazilian Footwear é desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). 

     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que, no período, estão agendadas reuniões com redes de varejos locais, distribuidores, agências de relações públicas e hotéis - para a possível realização de showrooms. “Além disso, está em andamento e deve ser entregue até o final deste ano, um estudo detalhado sobre o mercado francês”, adianta.
     
    Segundo a gestora, atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, mas compra, basicamente, chinelos, ou seja, produtos de menor valor agregado. “O objetivo é, entendendo melhor o comportamento do consumidor francês através do estudo e da missão, passar a exportar calçados com maior valor agregado, aumentando o preço médio e aproveitando com maior eficácia o potencial daquele mercado”, comenta Roberta.
     
    Números
    No ano passado a França importou 9 milhões de pares de calçados verde-amarelos, o que gerou US$ 56 milhões, altas de 5,3% em volume e 2% em receita no comparativo com 2015. Nos primeiros dez meses de 2017, os franceses já importaram 4,5 milhões de peças por US$ 45 milhões, queda de 30,3% em volume e alta de 4,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado. “Essa disparidade se dá porque a França já vem, aos poucos, importando calçados brasileiros de maior valor agregado. Neste ano o preço médio do produto exportado para lá aumentou de US$ 6 para US$ 10”, explica Roberta.
     
    A França é mercado-alvo do programa Brazilian Footwear ao lado dos Estados Unidos, China, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Colômbia.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: 

    www.apexbrasil.com.br "

    Referências:Abicalçados realiza missão prospectiva na França, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-realiza-missao-prospectiva-na-franca” Acesso em: 28 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Segunda, 27 de Novembro de 2017

  • Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria

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    "Feira que acontece em Gramado(RS), reflete o reaquecimento da economia e demostra aumento de vendas em comparação a edição de 2016.

     

    Os últimos dias foram intensos em Gramado (RS). A reunião do setor calçadista com a sexta edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios mostrou uma retomada da economia e principalmente um novo ânimo nos personagens deste setor, que responde por cerca de 300 mil empregos no país. A feira mostrou uma coleção eclética para a próxima temporada de frio com calçados mais pesados para o sul e sudeste do Brasil e linhas mais leves para o clima tropical dos demais estados. Esta flexibilidade de coleção aumenta razoavelmente a linha de atuação da feira que, assim, ampliou sua fatia no mercado. “Acreditamos que teremos um crescimento linear para a próxima edição, acompanhando o desempenho deste ano”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora do evento. A feira encerrou nesta quarta-feira (22), no Serra Park, em Gramado (RS).

    A resposta para esta projeção positiva vem dos estandes dos expositores. Marlin Kohlrausch, diretor da Bibi, comenta que o estande da marca foi muito visitado tanto por compradores brasileiros, quanto importadores, sobretudo da América Latina. “Essa foi uma das melhores Zero Grau, apontando, com um certo otimismo para a retomada da economia”, diz ele. Já Fernando Motta, diretor da Mariota também comemora os resultados desta edição da feira. As vendas realizadas durante o evento comprometeram um mês de produção na fábrica da marca. “Os lojistas estão mais otimistas, tanto que as vendas foram maiores em relação ao ano passado”, mensura ele. Gustavo Ranft, gerente comercial da Pegada ressalta a importância do evento para o relacionamento dos expositores com os lojistas. “Aqui acontece a troca de ideias, nos possibilitando alinhar as estratégias e ter contato com o nosso cliente”, comenta ele.

    Também Rafael Caceres, gerente comercial da Democrata, percebeu bons resultados em relação à feira. “Estamos vindo de uma situação crescente. O resultado é muito positivo e as vendas foram superiores em relação a última edição”, analisa ele. Pletsch comemora também a forte presença de importadores na feira que aponta para uma nova realidade. “Com o aumento destes profissionais estamos tendo condições de oferecer novas opções de clientes para a indústria brasileira. Isto para nós é gratificante”, salienta Pletsch. A feira recebeu 200 importadores de 35 países, outro recorde batido nesta feira.

    Zero Grau 2018 – A Merkator Feiras e Eventos dá mais um passo à frente na construção da marca e do conceito da Zero Grau. A campanha de 2018 lançada nesta edição apresenta o novo conceito da feira: “Tudo Novo de Novo”, indicando a renovação que o evento traz para o setor calçadista e a moda através dos seus expositores e ações.  Ainda nesta semana será lançado nas redes sociais da feira, o vídeo oficial da campanha.

    PARCEIROS QUE VISUALIZAM A NECESSIDADE DO MERCADO - A Zero Grau conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados e Componentes para Calçados de Três Coroas.

    Fonte: Marta Araujo

    Créditos de imagem: Dinarci Borges"

    Referências:Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/40/calcado-aquece-a-economia-feira-em-gramado-atinge-numeros-surpreendentes-para-a-industria” Acesso em: 27 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Quinta, 23 de Novembro de 2017

  • Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    São Paulo – As exportações brasileiras aos países árabes cresceram 52,6% em outubro, comparado com o mesmo mês do ano passado, alcançando US$ 1,36 bilhão. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e representam o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012.

    O desempenho da Arábia Saudita e do Egito, os dois principais mercados dos produtos brasileiros entre os países árabes no mês, ajudou a explicar a alta. Para os sauditas as vendas somaram US$ 289 milhões, avanço de 109% sobre outubro de 2016, enquanto o mercado egípcio comprou US$ 271,3 milhões no mês passado, crescimento de 144,6% em relação a igual mês de 2016.

    “O Egito continua influenciando positivamente no resultado das exportações brasileiras aos países árabes. Não só em relação a outubro, o desempenho no ano também está acima da média”, comentou Rubens Hannun, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

    Enquanto as vendas externas a todos os países árabes somaram US$ 11,4 bilhões de janeiro a outubro, um crescimento de 22,3% na comparação com os dez primeiros meses de 2016, o Egito registrou uma alta de 31,7%, alcançando US$ 2 bilhões em compras no período. “Eles ampliaram a compra de carne e açúcar, principalmente”, explicou o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

    No acumulado até outubro, o Egito é o terceiro maior comprador de produtos brasileiros entre os árabes. À sua frente aparecem a Arábia Saudita, com US$ 2,32 bilhões em importações, alta de 13,9%, e os Emirados Árabes Unidos, cujo avanço chegou a 19,7%, para US$ 2,1 bilhões.

    Os países árabes representaram 6,23% das exportações brasileiras nos primeiros dez meses do ano. No total, o Brasil exportou US$ 183,5 bilhões, um avanço de 19,9% sobre o mesmo período de 2016.

    “As exportações aos países árabes seguem ganhando espaço, um reflexo do trabalho que a Câmara Árabe vem fazendo”, destacou o presidente Hannun, citando como exemplo as ações que a entidade promoveu junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para minimizar os efeitos da Operação Carne Fraca nas exportações da carne brasileira.

    Deflagrada pela Polícia Federal em março, a operação revelou irregularidades em alguns frigoríficos brasileiros, mas a situação logo foi contornada. Em maio, uma missão liderada pelo Mapa, com apoio da Câmara Árabe, visitou países da região para destacar a segurança e a qualidade da carne brasileira. “Graças a esse esforço, conseguimos até aumentar as exportações para a região”, disse Hannun.

    Até outubro, os embarques de todos os tipos de carnes para os árabes cresceram 3,4%, gerando US$ 3,1 bilhões. O produto é o segundo na pauta de exportação brasileira para a região, superado apenas pelo açúcar, que somou US$ 3,93 bilhões no período, um crescimento superior a 40%.

    Juntos, açúcar e carnes representam mais de 60% das exportações brasileiras aos países árabes.

    Importação

    Nos primeiros dez meses do ano, as importações brasileiras dos países árabes somaram US$ 5,3 bilhões, um crescimento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Argélia, com US$ 2 bilhões (alta de 31,2%), Arábia Saudita, com US$ 1,02 bilhão (aumento de 50,8%), e Marrocos, com US$ 703 milhões (avanço de 37,1%), foram as principais origens das compras brasileiras.

    Combustíveis e adubos e fertilizantes corresponderam a mais de 90% do que o Brasil importou dos países da região. “A Câmara Árabe continua trabalhando forte para diversificar a pauta de importação dos árabes, promovendo eventos e buscando parcerias na região”, destacou Michel Alaby.

    Fonte: Comex do Brasil

    Referências:Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/26/exportacoes-para-os-paises-arabes-tem-o-melhor-mes-de-outubro-em-quatro-anos-e-crescem-52” Acesso em: 23 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 21 de Novembro de 2017

  • Feira Zero Grau abre com números recordes

  • Zero Grau - Feira Zero Grau

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados):

    "Com mais 1,2 mil marcas de calçados e acessórios, o Serra Park, em Gramado/RS, recebe, a partir de hoje (20), a feira Zero Grau. Os números impressionam para a jovem mostra gaúcha, que está na sétima edição com lançamentos das coleções de outono-inverno e encerra na próxima quarta-feira (21).

    Em coletiva de imprensa realizada no primeiro dia do evento, o diretor da Merkator, promotora da feira, Frederico Plestch, ressaltou que a Zero Grau vem crescendo ano após ano. Nesta edição são esperados mais de dois mil lojistas de todo o Brasil, além de 200 importadores de 35 países. “São números recordes. No ano passado, quando começamos a organizar a feira, em meio às trovoadas da crise política e econômica, estipulamos a meta de empatar com a Zero Grau de 2017. O surpreendente é que a mostra cresceu em mais de mil metros quadrados, algo em torno de 8%”, comemorou, acrescentando que, desde 1974, quando começou a trabalhar no setor, este foi o resultado mais “surpreendente”, por todo o contexto econômico envolvido.

    Para Pletsch, o sucesso da feira demonstra que a economia, especialmente a iniciativa privada, conseguiu se descolar da crise política. “Vivemos um problema político grave, que pode piorar no próximo ano, mas a boa notícia é que está havendo crescimento econômico”, conclui.

    ABICALÇADOS

    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participa da Zero Grau com o Projeto Imagem, que nesta oportunidade trouxe três jornalistas estrangeiros para conhecer - e divulgar - o calçado brasileiro. A iniciativa, viabilizada através do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados realizado em parceria com a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), trouxe os jornalistas Aldo Delfino (Revista Serma) e Maurício Herzovich (Portal CueroAmerica), da Argentina, e Timashova Natalia (Shoes Report), da Rússia.

    A Zero Grau é uma promoção da Merkator Feiras e Eventos apoiada pelos sindicatos das indústrias de Estância Velha, Ivoti, Igrejinha, Novo Hamburgo, Parobé, Sapiranga e Três Coroas."

     

    Referências:Feira Zero Grau abre com números recordes, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-zero-grau-abre-com-numeros-recordes” Acesso em: 21 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 17 de Novembro de 2017

  • Conexão Internacional trará informações sobre o mercado da Alemanha

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Fornecer informações econômicas e setoriais do mercado alemão, identificar os produtos com mais oportunidades no país e compartilhar as experiências de empresários do setor na relação comercial com a Alemanha são alguns dos objetivos do Conexão Internacional Alemanha. O evento acontecerá no dia 29/11, às 8h30, no Mezanino Assintecal (Rua Júlio de Castilhos, nº 526, Centro de Novo Hamburgo).

    Realizado pelo projeto By Brasil Components and Chemicals - ação de incentivo às exportações executada em parceria entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – o Conexão Internacional Alemanha trará informações exclusivas para os participantes do projeto, além de transmitido ao vivo, pela página By Brasil Components and Chemicals no facebook.

    A Alemanha é o terceiro maior importador de materiais para o setor coureiro-calçadista brasileiro, importando mais de US$ 35 milhões de janeiro a setembro de 2017. Sua produção de calçados cresceu em média 7% nos últimos cinco anos e a tendência média do crescimento do PIB do país é de 1,5% até 2019.

    O Conexão Internacional Alemanha será ministrado por Marcos Lélis, professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos e consultor de inteligência do By Brasil. O evento também contará com a participação especial do Vanderlei Leopoldo Külzer, da Oksebra, que compartilhará com o grupo sua experiência com o mercado alemão.
    Os interessados podem confirmar sua presença pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br ou telefone 51 3584-5200.

    Serviço
    Conexão Internacional Alemanha
    Data: 29 de novembro

    Horário: 08h30 – Chegue antes e aproveite o coffee!

    Local: Mezanino Assintecal (Rua Júlio de Castilhos, nº 526, Centro)
    Palestra: Marcos Lélis e Vanderlei Leopoldo Külzer
    Informações através do relacionamento@assintecal.org.br ou telefone 51 3584-5200.

    Sobre o By Brasil
    www.bybrasil.org.br
    www.facebook.com/bybrasilcc
    Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.


    Sobre a Apex-Brasil
    www.apexbrasil.com.br
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados. A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.

    Sobre a Assintecal
    www.assintecal.org.br
    Há três décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas. Sediada em Novo Hamburgo (RS), possui também escritórios em São João Batista (SC), Nova Serrana (MG), Birigui (SP), Franca (SP) e Jaú (SP).

     
    Informações para imprensa

    Agência Capsula
    12 3028-5795
    Carlos Lopes | 11 98923-0749

    Apex-Brasil
    61 3426-0775
    imprensa@apexbrasil.com.br"

    Referências:Conexão Internacional trará informações sobre o mercado da Alemanha, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/conexao-internacional-trara-informacoes-sobre-o-mercado-da-alemanha” Acesso em: 17 de novembro de 2017.”

     

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  • Quinta, 16 de Novembro de 2017

  • Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):
    Joni Goulart

    Estreitar relações, fazer contatos e ampliar parcerias entre mais de 2 mil empresários são alguns dos objetivos do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que ocorrerá de 12 a 14 de novembro em Porto Alegre, na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Os setores brasileiros de couros, calçados, componentes e máquinas para as indústrias curtidora e calçadista estarão nessa plataforma de negócios para os dois países, por meio de espaço compartilhado entre cinco entidades. São elas: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e Associação de Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul). Exposição de produtos, seminários e rodadas de negócio estão na pauta geral do evento.

    Potencial criativo

    No espaço coletivo dos setores ligados à produção de couros, máquinas, componentes e calçados do Brasil, o foco será a apresentação do potencial criativo, tecnológico e produtivo do País, com exposição de materiais e produtos finais, além da disponibilização de conteúdo de comunicação sobre a indústria nacional. Projetos desenvolvidos com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – como o Brazilian Footwear, em parceria com Abicalçados, e o Brazilian Leather, conduzido com CICB – estarão com ações e artigos dispostos no estande. Letícia Sperb Masselli, coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, destaca ainda que a entidade apresentará no EEBA o Future Footwear, iniciativa que dialoga com a criação e execução de novos modelos de negócios, produtos e processos produtivos em toda a cadeia.

    Cliente importante

    Para José Fernando Bello, presidente-executivo do CICB, o evento será uma oportunidade de colocar a indústria nacional em contato com um mercado de destaque para a economia do País. “A Alemanha é um cliente importante para o setor curtidor do Brasil, é o sétimo destino com maior participação nas nossas exportações”, afirma. No Rio Grande do Sul, a participação da Alemanha nas exportações é ainda maior: trata-se do quarto maior destino, como destaca o presidente executivo da AICSul, Moacir Berger. A importância da parceria comercial entre os dois países também é destacada pelo presidente da Assintecal, Milton Killing. “Todo o cenário positivo se faz por aproximações como esta e que vão ao encontro com os interesses bilaterais de mercado”, destaca.

    O presidente da Abrameq, Marlos Schmidt, avalia que a participação do cluster do couro e calçados no EEBA mostrará toda a força coletiva deste setor. Além disto, destaca que a Alemanha é uma referência mundial em tecnologia, protagonista na Industria 4.0. “Neste sentido, a nossa expectativa será proporcionar relacionamento e conhecimento, nos oportunizando buscar parcerias que contemplem o que há de mais avançado no mundo em tecnologia”, completa Marlos.

    A Fiergs, por meio do seu Centro Internacional de Negócios (CIN-RS), será anfitriã do EEBA, que é considerado um dos mais importantes eventos da agenda bilateral dos dois países, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã Federação das Indústrias Alemãs (BDI). O EEBA ocorre anualmente de forma alternada, nos anos pares na Alemanha e ímpares no Brasil.

    Referências:Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/alemanha-no-foco-do-setor-coureiro-calcadista-brasileiro” Acesso em: 16 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 13 de Novembro de 2017

  • Gestão logística na indústria faz a diferença

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados):

    "Nesta terça-feira, dia 7 de novembro de 2017, foi realizado no Tom Brasil em São Paulo o Prêmio Automação GS1. O evento foi criado em 1998 para estimular a excelência na prestação de serviços e hoje se consolida como referência em inovação, gestão e empreendedorismo.

    A empresa Via Marte foi a vencedora do prêmio na categoria Gestão Logística na Indústria. Desde 2003, a Via Marte é usuária dos padrões GS1, aplicando o SSCC (Serial Shipping Container Code) nas unidades logísticas despachadas de suas fábricas.
     
    Até fevereiro de 2016, as unidades logísticas recebiam certificação eletrônica por meio do cruzamento da leitura dos códigos de barras contidos nos volumes versus o SSCC. A partir de investimentos em leitores bidimensionais, também conhecidos como 2D, e da adição da impressão GS1 DataMatrix na etiqueta de identificação dos calçados, a empresa migrou esta verificação para uma na qual cada GTIN (Global Trade Item Number), mais o número de série do par (SGTIN), é cruzado com o número de série da unidade logística, o SSCC.
     
    A motivação primária para a adoção do SGTIN foi a necessidade de melhorar os controles internos para garantir maior precisão na rastreabilidade dos calçados. O novo processo ajudou a reduzir problemas da manufatura, reforçou a organização interna da empresa e melhorou o relacionamento com logistas e consumidores finais.
     
    O retorno do investimento ocorreu antes do término do primeiro ano da aposta. A companhia conseguiu mitigar, diariamente, em torno de 3% a 4% de erros no fechamento das unidades logísticas (picking). Além disso, o despacho correto passou a garantir uma avaliação positiva da Via Marte na visão do cliente, acelerou os processos em todos os elos da cadeia e eliminou custos de reentrega."

    Referências:Gestão logística na indústria faz a diferença, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/gestao-logistica-na-industria-faz-a-diferenca” Acesso em: 13 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 10 de Novembro de 2017

  • Confirmado para os dias 16 e 17/01, Inspiramais antecipará Verão 2019 exaltando sustentabilidade

  • O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Único salão de Design e Inovação de materiais da América Latina irá reunir fabricantes nacionais e internacionais de roupas, calçados, joias, móveis e outros segmentos para alinhamento de coleções e abertura de novos negócios.

     

    Em janeiro, os principais fabricantes de moda e design do Brasil, Europa e América Latina terão a oportunidade de conferir no mesmo espaço as referências que irão inspirar o verão 2019, além do lançamento de mais de 900 materiais para a estação, entre componentes, tecidos, estampas, sintéticos, couros, saltos, enfeites, aviamentos e outros itens: é o Inspiramais, que chega a mais uma edição nos dias 16 e 17 de janeiro no Centro de Eventos Pró-Magno, em São Paulo.

    Com entrada gratuita para profissionais do setor, o Inspiramais tem o desafio de buscar e fortalecer o desenvolvimento de produtos com identidade 100% brasileira, num momento que a indústria entra em contato com as matérias primas para os segmentos de calçado, confecção, têxtil, componentes, móveis, joias e outros setores produtivos, que buscam inspiração para o desenvolvimento de suas coleções.

    “O Salão Inspiramais é ponto de encontro de estilistas e designers de todos os segmentos da cadeia da moda. A cada estação, novos materiais para confecção, calçados, bolsas e cintos, bijuteria e mobiliário estão aqui à sua espera. São muitas empresas prontas para lhe mostrar novos caminhos. Venha se inspirar”, conta Walter Rodrigues, Coordenador do Núcleo de Design do Inspiramais.

    “Resistência” é o tema inspirador para o Verão 2019, que poderá ser apreciado no Projeto Conexão Inspiramais e durante a Palestra ministrada pelo coordenador do Núcleo de Design da Assintecal, Walter Rodrigues.  Outros projetos expostos no Inspiramais anteciparão o Inverno 2019, como Preview do Couro, + Estampa, Referências Brasileiras.

    N E G Ó C I O S
    Para estimular a abertura e a geração de novos negócios, o Inspiramais promoverá também a realização de Missões Empresariais, em parceria com os principais polos produtivos brasileiros, viabilizando a vinda de fabricantes de calçados, acessórios e roupas ao Salão.

    Vale ressaltar a participação cada vez mais significativa de empresas de confecção e têxtil no Inspiramais, setor que assume papel importante no Salão, único do gênero na América Latina. Desde a edição realizada em janeiro/ 2017, o setor de confecção já representa 30% dos visitantes por meio da participação de importantes players do setor têxtil e de confecção.

    Consagrado como referência e centro de negócios para fabricantes de moda e design de calçados, confecção, bolsas e acessórios interessados em ampliar seus mercados dentro e fora do Brasil, o Inspiramais também contará com o Projeto Comprador, recebendo empresas da América Latina e Europa. Na última edição, os negócios da moda realizados nos dois dias superaram a marca de US$ 3 milhões.

    J O R N A L I S T A S   I N T E R N A C I O N A IS
    Como principal evento do gênero na América Latina, o Inspiramais apresentará a identidade da construção da moda brasileira para jornalistas e formadores de opinião de países da Europa e América Latina, como Inglaterra, França, Itália, Peru, Colômbia, México, Uruguai e Argentina.

    A vinda dos jornalistas será possível por conta do Projeto Imagem, uma iniciativa da Assintecal e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), através do By Brasil Components and Chemicals – ação de incentivo às exportações.

    S U S T E N T A B I L I D A D E

    Nesta edição do Inspiramais os visitantes conhecerão o Espaço Sustentabilidade, que apresentará matérias-primas desenvolvidas em integração com as demandas socioambientais, com minimização do impacto negativo ao meio ambiente e na sociedade, sob a curadoria de Flávia Vanelli, do Núcleo de Design da Assintecal.

    Durante o Inspiramais, estes lançamentos serão identificados com ficha técnica e trarão a localização do estande do desenvolvedor, o que permite aos visitantes conhecerem em detalhes os produtos da empresa, abrindo caminho para novas oportunidades de negócios.

    “O Espaço da Sustentabilidade pretende fornecer conhecimento aos empresários sobre soluções inovadoras em materiais sustentáveis no mercado brasileiro de componentes. Neste sentido, os materiais selecionados precisam estar adequados com as demandas socioambientais, ou seja, a garantia de produtos menos nocivos sob o ponto de vista ambiental e social desde a sua origem. As empresas participantes receberam curadoria, com intuito de assegurar a mostra de um produto sustentável, relevante e competitivo”, conta Flávia Vanelli.

    Sustentabilidade no Varejo e na Industria - Cases de sucesso em Sustentabilidade, de grandes nomes do varejo, serão apresentados pela Associação Brasileira do Vestuário (ABVTEX). Já a indústria estará representada por meio do programa Origem Sustentável, que promove o alinhamento da indústria de calçados e de componentes nacionais com iniciativas globais de sustentabilidade.

    V E R Ã O 2 0 1 9

    Por Walter Rodrigues

    O tema do Verão 2019, esta centrado na palavra Resistência - ela traduz um sentimento de resistir ao que amamos, apesar das dificuldades e da intolerância, tão visíveis neste momento em que vivemos.

    Para suplantar esta sensação de pessimismo presente no nosso cotidiano, a moda deverá explorar a riqueza dos efeitos decorativos, no qual denominamos Over Info. Outro ponto importante é a questão da volumetria, as formas estão impactantes, elas expressam a teatralidade. Finalizando nossas inspirações para o Verão 2019, temos o Bloco de Cor, onde o dinamismo das cores será trabalhado em novas combinações.

    O Verão 2019 estabelece uma narrativa de otimismo, onde o folclore determina uma forte relação com as culturas do mundo. A intolerância representada, por partidos políticos, os conflitos relacionados aos refugiados sírios e a política externa do governo Trump, tem criado uma reação muito importante, ao se negar estas culturas, cria-se um movimento contrário que as valoriza, enfatizando as cores vivas e os desenhos tradicionais que representam estas culturas passam assim a receber uma atenção maior da moda. E como moda é comunicação esta combinação se torna explosiva e incontrolável.

    Q U E M F A Z

    O Inspiramais é promovido pela Assintecal, ByBrasil - Components and Chemicals, ABIT, TexBrasil, CICB,  Brazilian Leather, SEBRAE e Apex-Brasil; tem patrocínio da Cipatex, Brisa, Intexco, Altero, Branyl, Caimi&Liaison, Havir, Bertex, York, Colorgraf, Cofrag, Britânnia Têxtil, WOLSFTORE, Sappi Dinaco, ENDUTEX, Grupo Lunelli e Tecnoblu e apoio da ABEST, ABICAV, Abicalçados, IBGM, IBB, In-Mod, ABV-Tex, Ápice e Abimovel.

    Informações para imprensa

    www.agenciacapsula.com.br
    55 12 3302-8672

    Carlos Lopes: 11 98923-0749 | carloslopes@agenciacapsula.com.br

    Cimey Gadelha: 11 9 8907-8628 | cimeygadelha@agenciacapsula.com.br"

    Referências:Confirmado para os dias 16 e 17/01, Inspiramais antecipará Verão 2019 exaltando sustentabilidade, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/confirmado-para-os-dias-16-e-1701-inspiramais-antecipara-verao-2019-exaltando-sustentabilidade” Acesso em: 10 de novembro de 2017.”

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  • Quarta, 08 de Novembro de 2017

  • Como a biotecnologia está moldando o futuro da moda sustentável

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    Alguns dos desenvolvimentos mais excitantes da moda não estão acontecendo na passarela mas sim nos laboratórios. Com o crescente interesse da indústria da moda em descobrir novas matérias primas, técnicas de tingimento e métodos de fabricação mais éticos e sustentáveis, cientistas utilizam a biotecnologia para revolucionar os atuais métodos de produção, eliminando o desperdício e poluentes.

    Pesquisadores e startups de todo mundo apresentam a cada dia novas descobertas e produtos para o mercado. Veja a seguir alguns dos mais excitantes desenvolvimentos que têm o potencial de mudar o futuro da moda.

    Corantes naturais produzidos por algas e bactérias

    Grandes volumes de resíduos perigosos e de águas residuais são produzidas a partir de diversos processos têxteis que usam corantes sintéticos. De acordo com o Banco Mundial, as indústrias de tingimento produzem 20% da água poluída na industrial que são despejados sem tratamento nos rios e lagos de países asiáticos que concentram a maior produção têxtil mundial. Para criar uma alternativa mais sustentável, pesquisadores estão apostando nas algas e bactérias para se obter novos corantes naturais.

    O projeto espanhol SEACOLORS é um centro de pesquisa nas Ilhas Canárias montado pelo Banco Espanhol de Algas (BEA) para validar um novo processo de fabricação de corantes naturais através de uma fonte sustentável e renovável, as algas. Para substituir os corantes sintéticos, a nova solução deve ser capaz de fornecer uma ampla gama de cores, e consequentemente, uma alta variedade de tons.

    A PILI é uma empresa francesa de biotecnologia que visa desenvolver novos processos para a produção biológica de corantes renováveis e biodegradáveis, oferecendo uma alternativa aos poluentes corantes sintéticos que são utilizados principalmente nas indústrias têxtil, tintas e cosmética. A ideia é utilizar as bactérias do solo para produzir naturalmente belos pigmentos coloridos por suas características orgânicas e recicláveis. Veja toda matéria neste link.

    Natsai Chieza é uma biodesigner da Faber Futures e na Ginkgo Bioworks, onde ela está trabalhando num método que usa pigmentos secretados por bactérias para tingir tecidos. A técnica reduz drasticamente o consumo de água e o próprio pigmento é naturalmente criado pelas bactérias.

    Couro líquido feito de colágeno

    Couro pode ser durável e não tão descartável como muitos dos materiais favoritos da moda, mas em países como China e Índia que são grandes produtores de couro, o processo de curtimento utiliza produtos químicos tóxicos que poluem o meio ambiente e intoxicam os trabalhadores.

    O couro é um subproduto da indústria da carne, e a indústria do couro ajuda a reduz o desperdício mas essa lógica não desperta o interesse dos ativistas dos direitos dos animais que buscam trabalhar com os chamados “couros veganos”. Este é o lugar onde entra a Modern Meadow, uma empresa que fabrica couro líquido em laboratório usando fermentação de levedura para produzir colágeno. A produção do couro líquido Zoa da Modern Meadow não precisa de animais, reduz o desperdício pois o material pode ser feito no formado exato e elimina os produtos químicos envolvidos.

    As grandes possibilidades de design personalizável do novo material resultou em mais de 130 empresas procurando a Modern Meadow para colaborações. Os primeiros produtos com couro Meadow Modern serão lançados por marcas de luxo e moda esportiva no próximo ano.

    Tecidos feitos de algas

    As algas crescem mais rápido do que qualquer organismo na Terra, incluindo bambu. Então, por que não estamos explorando essa abundante matéria prima renovável em vez de destruir florestas nativas para criar tecidos como rayon e viscose?

    Essa é a proposta da AlgiKnit, um grupo de pesquisa em biomateriais formado por ex-estudantes do FIT e Pratt de Nova York que se reuniram para competir e ganhar o prêmio BioDesign Challenge em 2016, desenvolvendo um fio fabricado a partir de biopolímeros extraídos de algas.

    Como a lã ou algodão, o material é durável o suficiente para uso a longo prazo, mas ainda totalmente biodegradável. A equipe espera que seus fios à base de algas possa ser capaz de substituir as fibras sintéticas a base de petróleo algum dia. Saiba mais nesse link.

    Seda sintética de aranha

    A seda da aranha é uma seda incrivelmente durável, elástica e mais forte que o aço, mas como as aranhas são canibais, elas não podem ser cultivadas como os pacíficos bichos da seda. Como resultado, a seda de aranha é excepcionalmente cara e inviável de se produzir em larga escala.

    Mas algumas startups de biotecnologia conseguiram contornar esse problema criando seda de aranha sintética, como é o caso da empresa americana Bolt Threads que lançou  o primeiro produto de seda de aranha disponível comercialmente no mundo em março. A startup fez uma parceria com a estilista Stella McCartney para criar algumas peças de seda de aranha sintética, um dos quais foi exibido na exposição “A Moda é Moderna?” no MOMA.

    Além do método de fabricação sustentável da nova fibra, ela absorve o corante melhor do que a seda tradicional. A união da tecnologia e sustentabilidade na indústria da moda está dando excelentes frutos.

    Tecidos feitos de bactérias que se alimentam de metano

    A inovação tecnológica para se criar uma indústria da moda circular não pára. Ao usar o gás metano como base para se fabricar fibras biodegradáveis PHA, a startup americana Mango Materials quer criar um novo modelo para fabricação de tecidos e roupas em circuito fechado, que ajudar a reduzir a quantidade de resíduos gerados pela indústria têxtil e limpar a atmosfera.

    Roupas feitas a partir do novo material, uma versão biológica do poliéster, podem ser compostadas quando se desgastam, mas se acabarem num aterro sanitário, irão se biodegradar naturalmente e o metano liberado no aterro poder ser capturado para fazer uma nova fibra. 

    Reciclagem química de fibras têxteis

    A busca por um sistema de moda circular onde cada componente de uma peça de roupa pode ser re-utilizada no final de sua vida, está aumentando, com algumas marcas de moda pedindo que seus clientes doem suas roupas velhas para reciclagem. Mas a verdade é que a tecnologia atual de reciclagem mecânica de roupas velhas não é eficiente.

    Um avanço recente feito pelo Instituto de Pesquisa Têxteis e Vestuário de Hong Kong (HKRITA) em parceria com a Fundação H & M, uma organização sem fins lucrativos financiada pela mesma família sueca que fundou o grupo H & M , pode começar a resolver isso. A HKRITA anunciou em setembro que tinha desenvolvido com sucesso um método para separar o algodão e poliéster em misturas de poli-algodão que permitiriam que ambos os materiais possam ser reciclados em novos fios.

    O processo utiliza o calor, quantidades mínimas de água e menos do que 5% de  química verde biodegradável para separar as fibras. O poliéster pode ser reutilizado perda de qualidade, como resultado do processo. O objetivo da colaboração é o de facilitar o desenvolvimento de uma indústria da moda circular onde os resíduos têxteis possam ser reciclados continuadamente. O melhor de tudo é que a tecnologia será disponibilizada para a indústria da moda global. A descoberta é um grande avanço na jornada rumo a um circuito fechado para os têxteis.

    Referências:Como a biotecnologia está moldando o futuro da moda sustentável, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/como-a-biotecnologia-esta-moldando-o-futuro-da-moda-sustentavel” Acesso em: 08 de novembro de 2017.”

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  • Terça, 07 de Novembro de 2017

  • Shima Seiki apresenta sua nova máquina de impressão digital têxtil SIP-160F3

  • Resultado de imagem para SIP-160F3

    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    A fabricante japonesa de máquinas computadorizadas de tricô, Shima Seiki, lançou a SIP-160F3, sua mais recente máquina de impressão digital de mesa que é capaz de fazer belas impressões coloridas numa variedade de tecidos. Os corantes reativos, corantes ácidos e tintas pigmentadas podem ser usados em diferentes tipos de aplicações de impressão. A SIP também tem a capacidade da imprimir com pigmento branco.

    A SIP-160F3 foi desenvolvida para atender ao crescente mercado de impressão digital para tintas pigmentadas sobre tecidos, (DTG) a tecnologia de impressão direta sobre a roupa acabados como camisetas, vestidos, lenços, calças jeans e toalhas. A cabeça de impressão pode ser aumentada ou reduzida de acordo com a espessura do substrato, permitindo que a impressão em tecidos com texturas 3D e produtos acabados.

    Confira o vídeo: https://youtu.be/rMxsVJ8pwY4 

    A SIP imprime sobre uma superfície de impressão plana e larga com pigmentos diretamente sobre tecidos e malhas feitas de fibras naturais como algodão, lã, cashmere, linho, seda, mohair entre outros. O bom dessa impressora digital é poder estampar roupas prontas ou tecidos em pequena escala e sob demanda, sem causar poluição e desperdícios.

    Sistema de design 3D

    A SIP-160F3 é uma impressora de mesa que utiliza o sistema de design APEX3 3D da Shima Seiki SDS-ONE. O sistema de gerenciamento de cores em APEX3 oferece simulações precisas da peça impressa para verificação antes de imprimir. O sistema impede que a malha se mova sobre a mesa e distorça a estampa pois a impressora está montada sobre um suporte, e se desloca de um lado a outro sobre a roupa ou tecido.

    Uma das empresas que utilizam a nova tecnologia é a Faering, que oferece impressão digital têxtil personalizada em malharia de luxo. A Faering, é uma empresa australiana que imprime digitalmente sobre lã, fibras naturais e também sobre couro e camurça. A SIP-160F3 imprime imagens coloridas em alta resolução até mesmo sobre as costuras e bolsos de calças jeans. Essa é uma impressora digital perfeita para empresas de private label, estamparias ou marcas de moda focadas em estampas.

    Referências:Shima Seiki apresenta sua nova máquina de impressão digital têxtil SIP-160F3, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/shima-seiki-apresenta-sua-nova-maquina-de-impressao-digital-textil-sip-160f3” Acesso em: 07 de novembro de 2017.”

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  • Segunda, 06 de Novembro de 2017

  • Zíper extremo no jeans é a nova tendência que ninguém pediu

  • A noticia publicada pelo jornal O globo: 

    "Moda um tanto quanto dramática foi lançada pela Vetements

    Lançada por uma das grifes mais badaladas do momento, a Vetements, uma nova tendência para a calça jeans tem levantado polêmica — e muita desconfiança — conforme se populariza entre marcas mais acessíveis. Trata-se do uso de um zíper extremo na calça, capaz de conectar, digamos, o Oiapoque ao Chuí.

    A foto do modelo vendido pelo site de e-commerce Reformation mostra bem como o zíper funciona, indo de uma extremidade até a outra no jeans. O preço é US$ 148, o equivalente a R$ 467. A peça é inspirada em uma outra criada pela grife francesa Vetements em parceria com a Levi's. Lançado em abril, o modelo da Vetements custa em torno de US$ 1.990.

    Fundada por Demna Gvasalia, que também é diretor-criativo da Balenciaga, a Vetements é uma das marcas mais influentes do momento, graças às suas inovações na silhueta e ao trabalho que concilia o streetwear com a alta-costura."

    Referências:Zíper extremo no jeans é a nova tendência que ninguém pediu, 2017.Disponível em:”https://oglobo.globo.com/ela/moda/ziper-extremo-no-jeans-a-nova-tendencia-que-ninguem-pediu-21691586” Acesso em: 06 de novembro de 2017.”

     

     



     

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  • Terça, 31 de Outubro de 2017

  • Economista ressalta recuperação econômica e risco político para 2018

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    A doutora em economia aplicada Patrícia Palermo ressaltou, no evento Análise de Cenários, realizado no dia 3, no Locanda Hotel, em Novo Hamburgo/RS, que a economia brasileira dá sinais de melhoras, porém é preciso ficar atento ao ambiente político. O encontro, que contou com presença de empresários do setor coureiro-calçadista foi uma realização da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).

    Segundo a economista, existiu um temor do mercado após a primeira denúncia contra o presidente Michel Temer, que foi desfeita assim que foi rejeitada no Congresso Nacional. “O governo se manteve, o câmbio voltou a cair e o mercado entendeu, não por gostar da pessoa do Michel Temer, mas que a agenda econômica proposta pelo governo é importante para que o país se desenvolva”, comentou. 

    Patrícia ressaltou, ainda, que o crescimento frágil e lento, previsto no início do ano, mesmo abalado pela crise política, acabou se confirmando. “Sabíamos que o crescimento seria lento, especialmente porque o Brasil sempre teve crises de curta duração, mas a anterior foi prolongada por oito quedas trimestrais consecutivas, o que acabou atingindo empresas sólidas e retardando o período de recuperação da economia, especialmente pela desorganização interna e dificuldade para o acesso ao crédito”, destacou.

    Economia em coma
    Para Patrícia, a economia passou a de fato mostrar sinais de recuperação nos dois últimos trimestres, quando interrompeu as quedas consecutivas. “Crescemos 1% no primeiro e 0,2% no segundo trimestre. No primeiro momento, o aumento foi puxado sobretudo pela agricultura, já no segundo foi mais difundido, apontando para um ritmo real de retomada”, acrescentou. “Não é razoável que um paciente que ficou tanto tempo em coma saia correndo da cama. Ele vai cair”, brincou a economista, explicando a necessidade do crescimento gradual, sólido e consolidado.

    Mercado de trabalho
    Patrícia acrescentou que o mercado de trabalho, neste primeiro momento, tem reagido sobretudo no ramo informal, com mais trabalhadores sem carteira assinada ou autônomos ocupados. “As empresas ainda vão esperar um desfecho melhor dos fatos e a volta do crescimento para voltar a contratar como antes”, comentou, ressaltando que o país segue liquidando empregos, mas em ritmo muito menor do que nos anos de 2015 e 2016, quando foram incinerados 2,8 milhões de postos de trabalho. “Ainda existe uma ociosidade muito grande nas empresas. Não temos uma consolidação da recuperação econômica, mas existe, sim, um quadro de despiora do cenário”, frisou.

    Consumo
    Para a economista, um dos motores da recuperação gradual da economia nacional é o aumento do consumo das famílias, impulsionado pela liberação das contas inativas do FGTS, que injetou mais de R$ 40 bilhões no mercado, o acesso maior ao crédito e a retomada da confiança. “O consumo das famílias responde por mais de 60% do PIB brasileiro, então é um fato de extrema relevância”, destacou.

    O chamado processo de desinflação da economia, notado nos últimos meses, também tem gerado ganhos reais para o consumidor. Patrícia exemplificou com seu próprio caso, que teve dissídio de 6% no início do ano, inflação acumulada dos 12 meses anteriores, e agora convive com uma inflação de 2,4%. “Essa margem foi ganho real, estimulou o consumo”, explicou.

    A especialista acrescenta que o processo de desinflação também abriu espaço para a diminuição dos juros. “Devemos fechar 2017 com uma taxa SELIC entre 7,25% e 7%”, adiantou, acrescentando que em janeiro de 2015 a taxa era de 14,25%, o que inibia a tomada de crédito e, consequentemente, o desenvolvimento da economia.

    Por fim, Patrícia citou o incremento econômico gerado pelo aumento das exportações ao longo de 2017. “O mundo está crescendo, não como no passado, mas está estimulando as exportações de um modo geral”, destacou. Para 2017, a média de crescimento do PIB mundial deve ser de 3,5%, passando para 3,6% em 2018.

    E o Brasil?
    Sobre o próximo ano brasileiro, Patrícia é otimista, apesar de prever “mais uma temporada de House of Cards”. Ela faz referência à série norte-americana que mostra a corrupção institucionalizada no seio do poder. Segundo ela, com a política não atrapalhando mais o andamento das reformas profundas relevantes para a retomada econômica, o país deve consolidar o crescimento ao longo de 2018. “A maior dúvida é focada na nossa própria trajetória. Temos uma agenda de reformas em andamento, que traz a PEC dos gastos, o novo marco regulatório do pré-sal, as concessões e privatizações, as parcerias com a iniciativa privada e a Reforma Trabalhista”, comentou. Por outro lado, a crise política, se agravada, pode trazer dificuldade em aprovações importantes, como a Reforma da Previdência e a Reforma Tributária, temas controversos e necessários, mas que em tempo de eleições podem ficar engavetados. “Sem uma Reforma da Previdência a PEC dos gastos, por exemplo, perde o sentido, pois não temos mais como conviver com o atual modelo de gastos previdenciários”, apontou Patrícia.

    Com o cenário traçado, embora nebuloso, Patrícia projetou um crescimento de 2,3% no PIB já em 2018 e de 2,5% em 2019. Para o ano corrente, a previsão é mais modesta, mas não menos importante, de 0,7%. “Levando em consideração que perdermos 3,8%, em 2015, e 3,6%, em 2016, esse crescimento não aponta uma recuperação total, mas já é um ótimo sinal”, frisou. 

    O próximo ano, segundo ela, deve ser de inflação controlada, na casa de 4%, uma SELIC estável na casa de 7% e um leve alívio fiscal ocasionado pela retomada no consumo.

    Eleições
    Talvez a grande pedra de toque de 2018 sejam as eleições. Segundo Patrícia, o Brasil passará por um pleito muito semelhante ao vivido em 1989, quando a corrida contou com 22 candidatos e foi extremamente polarizada. “Existem cenários possíveis, que dependem muito mais de fatores internos do que externos. O câmbio deve sofrer alterações, com a liquidez global desvalorizando o dólar, mas que deve ter um impulso com a possibilidade de aumento de juros do FED (banco central norte-americano)”, explicou. 

    No campo doméstico, porém, o que pode balizar a volatilidade do câmbio é justamente o comportamento do mercado frente às eleições de outubro. “São muitas incertezas. Temos candidatos com agendas liberalizantes, que tendem a dar sequência na agenda de reformas iniciadas, e outros que tendem a acabar com elas”, disse, porém admitindo que “ainda não temos um quadro de concorrentes definidos”.  “O certo é que não podemos deixar que a figura do Salvador da Pátria ganhe força, até porque ele não existe. As pessoas precisam saber que o presidente governa com o Congresso. Mas acredito que, hoje, as chances sejam maiores para um governo que mantenha a agenda de reformas que vem dando certo”, concluiu Patrícia.

    A iniciativa da Abicalçados, Assintecal e CICB teve o apoio da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC).  O Análise de Cenários faz parte da programação da Semana do Calçado, uma iniciativa do IBTeC e Sebrae que acontece dos dias 1º a 5 de outubro na sede do IBTeC, em Novo Hamburgo/RS.

    Referências:Economista ressalta recuperação econômica e risco político para 2018, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/economista-ressalta-recuperacao-economica-e-risco-politico-para-2018” Acesso em: 31 de outubro de 2017.”

     

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  • Segunda, 23 de Outubro de 2017

  • Automatização industrial e tecidos tecnológicos, o futuro do setor têxtil no Brasil

  • Resultado de imagem para futuro do setor têxtil

    Em noite de sessões especiais que precederam a abertura oficial, a 33ª edição da IAF (International Apparel Federation) Convention, realizada pela primeira vez no Brasil, reuniu nomes de peso para debater o futuro da indústria têxtil e de confecção através de reflexões sobre temáticas que abordaram a tecnologia, insumos naturais e a própria construção de individualidade dos consumidores modernos. 

    Na primeira das quatro apresentações realizadas na segunda-feira (16), o CEO da TC2, Mike Fralix, trouxe à mesa de debates o desafio de efetivar a transição da manufatura para a indústria automatizada, integrando o ser humano durante o processo, mudança, esta, que já está em curso. 
     
    Como exemplo desta nova indústria, Fralix citou as mesas de costura que permitem o movimento das peças de roupas entre elas, sem a interferência humana. Essa tecnologia já pode ser vista no setor têxtil e de confecção dos Estados Unidos e da Ásia. “Nós precisamos ser disruptivos para fazer mudanças. Além disso, temos que pensar na melhor qualidade dos produtos e na expansão dos negócios, fazendo com que as pessoas estejam incluídas nesse processo”, ressalta.
     
    Apesar de exaltar a tecnologia como futuro da indústria e da mudança no perfil dos empregos gerados, o CEO da TC2 ressaltou a importância do trabalho humano para garantir o bom funcionamento dos dispositivos automatizados. “Os empregos serão diferentes, mas as pessoas serão fundamentais para diversos processos. Afinal, algumas máquinas necessitam de operação, mesmo que à distância, de alguém que a faça”, de acordo com Fralix. 
     
    Têxteis técnicos
     

    Abordando os novos mercados e as oportunidades disponíveis para os têxteis técnicos, a segunda sessão da noite reuniu especialistas nestes produtos, como Ricardo Cecci, coordenador de desenvolvimento tecnológico e inovação no Senai Cetiqt. “Sabemos que atualmente 70% do mercado é composto pelo consumo de fibras químicas. Existe uma tendência de mudança de têxteis tradicionais para técnicos”, afirmou. Segundo o pesquisador, a expectativa é de que o negócio deste segmento alcance o valor de U$ 315 bilhões em 2020.
     
    Além do responsável pelo desenvolvimento de novos negócios no Grupo Solvay/Rhodia, Marcello Bathe, que falou sobre a meta da empresa com os têxteis técnicos: atuar de forma que o valor da venda de um produto não supere seu custo para o planeta, posicionamento ditado pela crescente preocupação com a sustentabilidade, e destacou também a busca por vestimentas conectadas. “Os consumidores querem que as próprias roupas transmitam sensações e informações, ou seja, as otimizando”, afirma Bathe. 
     
    O debate foi mediado por Mariana Doria, especialista em Relações com Mercado do SENAI CETIQT e contou, também, com a participação do Fabien Darche, gerente de estilo de cores & materiais América Latina / LatAm Color&Trim Design e gerente de estilo de cores e materiais do grupo PSA Peugeot Citroën.
     
    Algodão
     
    A importância do algodão para a indústria têxtil brasileira foi o destaque da terceira sessão da última segunda-feira (16), que recebeu nomes como Arlindo de Azevedo Moura, presidente da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), ressaltou a qualidade do produto fabricado no país. Segundo o presidente da Abrapa, “hoje, 81% dos produtores são certificados ABR, e 71% BCI”, sendo que o BCI é uma certificação internacional e o ABR é de âmbito nacional, e 30% de todo o algodão BCI do mundo sai do Brasil.
     
    Já o diretor comercial da Norfil, Ariel Horovitz, falou sobre o projeto Algodão Paraíba, iniciativa desenvolvida pela empresa no respectivo estado e que tem como objetivo aumentar sua representatividade como produtora de algodão, localidade já conhecida por suas plantações de algodão colorido e orgânico. 
     
    Na mesma sessão, Paulo Borges, diretor da SPFW e CEO da Luminosidade, enfatizou o papel do consumidor nas constantes mudanças do mercado da moda, conclamando ainda os empresários brasileiros a fortalecer suas vocações em toda a cadeia produtiva, investindo “naquilo em que somos bons”. 
     
    Fora do eixo
     
    No último debate da noite, sob o tema “Fora do Eixo”, Luiz Arruda, consultor sênior de Mindset do WGSN, discutiu com os presentes a necessidade de repensar as mudanças nas fronteiras que separam povos e nações e na maneira como a personalidade de cada indivíduo é definida, assim como suas necessidades de consumo.  “A definição da origem vai além da nacionalidade. O mundo atual é cada vez mais fluido e está em constante mutação”, conclui. 
     
    A 33ª edição da IAF Convention tem patrocínio da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Senai Cetiqt, MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) e apoio institucional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa), TexBrasil e Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). 

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  • Quinta, 19 de Outubro de 2017

  • Economia brasileira recua 0,38% em agosto, aponta BC

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    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    "BRASÍLIA - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostrou queda de 0,38% em agosto, no dado dessazonalizado, após aumento de 0,36% em julho (dado revisado hoje de elevação de 0,41%).

    A queda foi mais forte do que a média das estimativas coletadas pelo Valor Data, de retração de 0,23%, num universo de 21 projeções feitas por instituições financeiras, que iam de queda de 0,7% a expansão de 0,1%.

    No ano, o IBC-Br encontra-se no terreno positivo, com alta acumulada de 0,31% sem ajuste sazonal e elevação de 0,42% na série com ajuste. Nos 12 meses encerrados em agosto, há ainda retração, de 1,08% na série sem ajuste sazonal, e de 0,89% no dado ajustado. 

    Devido às revisões constantes do indicador, o IBC-Br medido em 12 meses é mais estável do que a medição mensal. Em comparação com julho de 2016, o índice tem alta de 1,64% na série sem ajuste sazonal e aumento de 1,46% com ajuste.

    Na média móvel trimestral, indicador utilizado para captar tendência, o IBCBr avançou 1,05% na série sem ajuste e 0,14% considerando o ajuste. 

    Embora seja anunciado como "PIB do BC", o IBC-Br tem metodologia de cálculo distinta das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (agropecuária, indústria e serviços). A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores acrescida dos impostos sobre produtos. O PIB calculado pelo IBGE, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante certo período."

    Referências:Economia brasileira recua 0,38% em agosto, aponta BC, 2017. Disponível em:"http://www.assintecal.org.br/noticia/economia-brasileira-recua-038-em-agosto-aponta-bc" Acesso em: 19 de outubro de 2017.

     

     

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  • Segunda, 16 de Outubro de 2017

  • IBTeC e Sebrae realizarão workshop “Caminhos para otimizar os processos produtivos da indústria calçadista”

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    "Evento será realizado na próxima quarta-feira, 18 de outubro, no IBTeC

    O Sebrae RS e o IBTeC realizarão na próxima quarta-feira, 18 de outubro, o workshop “Caminhos para otimizar os processos produtivos da indústria calçadista”. Com a participação de três palestrantes que atuam no setor calçadista, o evento tem como objetivo apresentar a pequenas, médias e grandes empresas informações sobre soluções que podem oferecer ganhos de produtividade nas linhas de produção.

    O workshop está marcado para a partir de 18h, na sede do IBTeC (rua Araxá, 750). As inscrições estão aberta,s e podem ser efetuadas pelo email eventos@ibtec.org.br, ou pelo telefone (51) 3553 1000.

    O evento será aberto com a palestra “Acelere de semanas para dias o desenvolvimento de seus calçados”, apresentada pelo diretor executivo da Kunden Systems, Taironi Fensterseifer. Graduado em Tecnologia da Informação, com especialização em Engenharia de Produção e mais de 25 anos de experiência no segmento de tecnologia voltada para o desenvolvimento de produtos, Taironi falará sobre plataforma digital, prototipagem rápida e indústria 4.0 – engenharia de produto integrada com sistemas ERP.

    Na sequência, às 18h40min, o técnico operacional em máquinas de corte da Comelz, William Souza, falará sobre “A tecnologia no setor de corte e a evolução de seu produto”. Graduado em Gestão Comercial, ele soma 17 anos de experiência como supervisor em máquinas de corte. Abordará os tópicos: produza mais gastando menos, obtenha agilidade no processo de corte, e adeque seu setor de corte a um sistema avançado e produtivo.

    As 19h20min, o diretor da Orisol, André da Rocha, inicia sua palestra, falando de “Tecnologias e automação para alavancar a indústria calçadista”. Graduado Tecnólogo em Calçados pela Feevale, com MBA em Marketing e Gestão Empresarial pela ESPUM, tem mais de 30 anos de experiência na área de tecnologia em maquinas para calçados. André da Rocha falará sobre tecnologias para agregar valor, produtividade de máquinas e tecnologia e inovação."

    Referências:Assintecal.IBTeC e Sebrae realizarão workshop “Caminhos para otimizar os processos produtivos da indústria calçadista”, 2017. Disponível em:< http://www.assintecal.org.br/noticia/ibtec-e-sebrae-realizarao-workshop-caminhos-para-otimizar-os-processos-produtivos-da-industria-calcadista> Acesso em: 16 de outubro de 2017.

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  • Sexta, 13 de Outubro de 2017

  • Vendas externas de calçados se recuperam em setembro e registram alta em volume e receita

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    Novo Hamburgo – Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam para uma consolidação da recuperação nas exportações de calçados. Conforme levantamento, o mês de setembro registrou o mais alto volume embarcado para o exterior no ano corrente, alcançando 11,45 milhões de pares, 20,6% mais do que em agosto e 10% mais do que no mês correspondente do ano passado. O valor gerado com as exportações de setembro foi de US$ 97,12 milhões, 6,3% mais do que em agosto e 14,7% mais do que no mesmo mês de 2016.

    Com os números, no acumulado do ano os calçadistas já embarcaram 88,37 milhões de pares que geraram US$ 796,6 milhões, altas de 1,7% em volume e de 13,4% em dólares no comparativo com igual ínterim do ano passado.

    Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os números são reflexos dos bons resultados gerados nas feiras internacionais do início do semestre. “Certamente, os resultados seriam ainda mais expressivos se tivéssemos um preço médio competitivo, pois com a valorização do real o nosso produto encareceu 12% no exterior”, ressalta. O executivo acrescenta que, seguindo a dinâmica anual das exportações, o segmento deve fechar 2017 com um leve crescimento nos embarques, “algo na casa de 4% a 5%” em valores gerados. No ano passado os embarques geraram US$ 998 milhões.

     “Porém, não dá para se apontar uma recuperação definitiva, já que o número está muito abaixo do praticado em anos passados, caso de 2007/2008, quando os embarques geraram quase US$ 2 bilhões. Tivemos uma perda de competitividade significativa nos últimos dez anos, acentuada a partir da crise de 2009, as oscilações no câmbio e a nossa própria incapacidade estrutural que onera o setor produtivo brasileiro”, avalia Klein.

    Queda nos EUA

    O destaque negativo de setembro foram os Estados Unidos. Historicamente a principal origem do calçado brasileiro no exterior, o país norte-americano foi ultrapassado pela Argentina no mês nove, quando importou 714,5 mil pares por US$ 14,1 milhões, quedas de 27,8% em volume e de 25,4% em valores no comparativo com igual mês de 2016. No acumulado, porém, os norte-americanos seguem como o principal destino do calçado brasileiro, tendo importado 7,5 milhões de pares por US$ 138,8 milhões, quedas de 16% e 13%, respectivamente, em relação ao ano passado. “A queda nas exportações para os Estados Unidos é reflexo da perda de competitividade, já que é um mercado muito sensível a preço. Com o encarecimento do nosso produto, é provável que estejamos perdendo ainda mais espaço para os asiáticos naquele mercado”, comenta Klein.

    Argentina

     A Argentina, que ultrapassou os Estados Unidos como principal destino do calçado brasileiro em setembro, importou 1,6 milhão de pares por US$ 19,4 milhões, altas de 24% e 22%, respectivamente, em relação ao mês nove de 2016. No acumulado, os hermanos, que seguem como segundo destino do calçado brasileiro no exterior no ano corrente, importaram 8,3 milhões de pares que geraram US$ 113 milhões, incrementos de 13,8% e 35,6%, respectivamente, no comparativo com igual período do ano passado.

    Paraguai

    O terceiro destino do calçado brasileiro em setembro e também no acumulado do ano é o Paraguai. No mês passado, os paraguaios importaram 1,52 milhão de pares por US$ 7,58 milhões, valor estável em pares e 30,5% maior em receita no comparativo com igual mês do ano passado. No acumulado, o país vizinho já comprou 10,8 milhões de pares por US$ 59,8 milhões, queda de 4% em volume e alta de 76,8% em dólares no comparativo com igual ínterim de 2016.

    Importações em alta

    Já as importações de calçados, favorecidas pela desvalorização do dólar frente à moeda brasileira, seguem em alta. Em setembro entraram no Brasil 2,24 milhões de pares por US$ 27 milhões, altas de 20,2% em pares e de 21,7% em dólares no comparativo com agosto. No comparativo com setembro de 2016, no entanto, as importações foram menores tanto em pares (-3,2%) quando em dólares (-13,7%).

    No acumulado do ano, as importações já somaram 18,87 milhões de pares, pelas quais foram pagos US$ 267 milhões, alta de 2,8% em volume e queda de 2,4% em receita no comparativo com igual período do ano passado. As principais origens das importações foram: Vietnã (8,4 milhões de pares por US$ 149 milhões, alta de 1,3% em volume e queda de 2,2% em receita na relação com 2016); Indonésia (3,1 milhões de pares por US$ 51,5 milhões, quedas de 2,4% e 11%, respectivamente, na relação com o ano passado); e China (5 milhões de pares por US$ 24,68 milhões, quedas de 5,7% e 17,5%, respectivamente, no comparativo com mesmo período de 2016).

    Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações caíram 10,7% na relação com o ano passado, alcançando US$ 29,7 milhões. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

    (*) Com informações da Abicalçados

    Referências:Assintecal.Vendas externas de calçados se recuperam em setembro e registram alta em volume e receita, 2017. Disponível em:< http://www.assintecal.org.br/noticia/vendas-externas-de-calcados-se-recuperam-em-setembro-e-registram-alta-em-volume-e-receita > Acesso em: 13 de outubro de 2017.

     

     

     

     

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  • Segunda, 09 de Outubro de 2017

  • Tapete feito de resíduos plásticos celebra a moda sustentável em Milão

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    A primeira edição do Green Carpet Fashion Awards na Italia, uma premiação de moda sustentável de luxo organizado pela Eco-Age com a Câmara Nacional de Moda Italiana, foi o evento clímax no Milan Fashion Week 2017. A estrela do evento foi o enorme tapete feito com fios ECONYL, utilizando redes de pesca abandonas e embalagens de plástico retirados do Oceano.

    Além do belíssimo tapete verde com flores vermelhas que decorava a “Piazza della Scala” no dia 24 de setembro, o fio ECONYL também foi utilizado por dois dos estilistas finalistas da premiação. O tapete verde que deixou todos espantados foi fabricado pela empresa italiana Ege Carpets.

    A produção do tapete está completamente alinhado com o evento que celebra a sustentabilidade na moda. O fio de nylon usado é produzido a partir de material residual recuperado em todo o mundo. Mas este não é o fim da história. O tapete depois de ser usado, não foi parar num aterro sanitário mas enviado à Eslovênia, onde foi reciclado mais uma vez para fazer novos fios que serão utilizados em novas roupas e tapetes.

    vídeo mostra a viagem do tapete para sua regeneração em fio. O fio ECONYL também foi utilizado por dois dos cinco designers concorrentes na fase final do Green Fashion Awards: CO | TE e Leo Studio Design.

    Mas quem disse que o tapete vermelho também não pode ser sustentável? Os bioplásticos feitos de plantas, não de petróleo, já são um avanço significativo para o meio ambiente. E se pudéssemos reciclá-los sem parar, sem necessidade de usar mais terra?

    Isto é o que faz a empresa LOOPLA com seu polímero de ácido polilático (PLA), produzido com o açúcar de plantas ou resíduos de biomassa. Por exemplo, o tapete vermelho usado na Conferência sobre Mudanças Climáticas de Copenhague em 2009 foi coletado após o evento e totalmente reciclado em novas fibras PLA. O vídeo  mostra todo processo.

    Referências:Assintecal.Tapete feito de resíduos plásticos celebra a moda sustentável em Milão, 2017. Disponível em:< http://www.assintecal.org.br/noticia/tapete-feito-de-residuos-plasticos-celebra-a-moda-sustentavel-em-milao > Acesso em: 09 de outubro de 2017.

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  • Segunda, 02 de Outubro de 2017

  • Pesquisadores finlandeses criam fibras de algodão reciclado com toque de viscose

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    Pesquisadores na Finlândia desenvolveram tecidos de malha feita a partir de fios de algodão reciclado quimicamente que utilizam apenas 2% da água gasta na produção de algodão virgem e 10% da viscose, permitindo novas aplicações industriais dos resíduos têxteis anteriormente inutilizáveis. Os pesquisadores também dizem que os tecidos feitos a partir deste novo processo têm propriedades únicas que são um meio caminho entre as fibras de algodão e viscose.

    O método desenvolvido pelo VTT Technical Research Centre da Finlândia envolve a dissolução de tecidos e retalhos de algodão usados ​​e descartados e utilizá-los como matéria-prima para a uma nova fibra. Os primeiros modelos de produtos demonstraram que a fibra reciclada pode ser transformada num tecido com toque agradável. Com base num processo de dissolução carbamato, a tecnologia tem sido utilizada para produzir o primeiro lote de fibras recicladas numa fábrica piloto. O tecido feito a partir da fibra reciclada superou as expectativas do pesquisador pois tem um acabamento suave, com um toque natural.

    Livre do dissulfeto de carbono

    O método é muito mais sustentável do que o processo da viscose, em que é necessário dissulfeto de carbono para a dissolução. Além disso, os resíduos de poliéster são removidos a partir do material de algodão, utilizando métodos conhecidos da indústria de pasta de papel.

    De acordo com os pesquisadores, a pegada de carbono de fibra reciclada produzida utilizando a tecnologia de carbamato é um terço menor do que o algodão e na mesma categoria da viscose. A pegada de água da fibra reciclada é 2% do algodão virgem e 10% da viscose.

    A pesquisa continua para escalar a produção

    O fio foi fiado na Universidade de Tecnologia de Tampere na Finlândia a partir do algodão descartado que foi transformado em fibras no laboratório da VTT. As características da fibra competem com os fios comerciais quando está sendo girada. Após essa etapa, os primeiros produtos como luvas e malha, foram feitas pela empresa de malhas Agtuvi.

     

    Alguma pesquisa ainda é necessária a fim de alcançar a confiabilidade do processo. A startup Infinited Fiber Company foi criada para acelerar o processo de design e licenciamento da tecnologia. O processo de fiação está sendo desenvolvido para a produção industrial através da colaboração entre o VTT e a startup no centro piloto Bioruukki do VTT na Finlândia. Uma variedade de fibras de celulose podem ser desenvolvidas numa unidade de fiação construída em Bioruukki.

    Referências:Assintecal. Pesquisadores finlandeses criam fibras de algodão reciclado com toque de viscose, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/pesquisadores-finlandeses-criam-fibras-de-algodao-reciclado-com-toque-de-viscose > Acesso em: 02 de outubro de 2017.

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  • Sexta, 22 de Setembro de 2017

  • OMC revê de 2,4% para 3,6% crescimento do comércio global em 2017

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

     

    "São Paulo – A Organização Mundial do Comércio (OMC) divulgou nesta quinta-feira (21) uma revisão de suas previsões de crescimento do comércio global para este ano e o próximo. Para 2017, a mudança para cima da projeção foi significativa, de um avanço de 2,4% previsto em abril para 3,6% agora.

     

    Segundo a instituição, esta estimativa mais robusta é resultado principalmente de uma retomada do fluxo comercial intrarregional na Ásia e do aquecimento das importações na América do Norte, após um cenário de estagnação em 2016.

    “A melhora das perspectivas do comércio é bem-vinda, mas riscos substanciais que ameaçam a economia mundial ainda permanecem e podem facilmente minar qualquer recuperação”, disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, segundo nota da entidade. “Estes riscos incluem a possibilidade de a retórica do protecionismo se transformar em medidas restritivas ao comércio de fato, um crescimento preocupante das tensões geopolíticas e o aumento do impacto econômico de desastres naturais”, acrescentou.

    São riscos bastante palpáveis, dada a retórica beligerante e protecionista do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a escalada das tenções entre os EUA e a Coreia do Norte, o Irã e a Venezuela, o processo de saída do Reino Unido da União Europeia e a ocorrência recente de furacões no Caribe e na América do Norte, e de terremotos no México.

    A revisão da perspectiva de crescimento do comércio este ano leva em consideração também a expectativa de um maior avanço do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, de 2,8% em 2017 ante 2,3% em 2016. Segundo a OMC, houve aceleração do PIB na maioria das principais economias no segundo trimestre do ano, com destaque para a China, Estados Unidos e Zona do Euro. Nos casos da China e dos EUA, isso deu impulso ao aumento das importações.

    A OMC ressalta, porém, que em 2018 o ritmo de crescimento do comércio mundial deverá cair para 3,2%, em função de um esperado ajuste fiscal em países desenvolvidos e da possibilidade de alguma restrição fiscal e de crédito na China para evitar que a economia do país aqueça demais. Além disso, a entidade lembra que o desempenho de 2018 não será comparado ao de um ano fraco, como no caso de 2017 frente a 2016. No ano passado, o comércio mundial cresceu apenas 1,3%.

    Semestre

    No primeiro semestre de 2017, o comércio internacional avançou 4,2% sobre o mesmo período do ano passado, com as economias em desenvolvimento superando o ritmo das desenvolvidas. Se as estimativas da organização se confirmarem, o volume das importações e das exportações das primeiras ultrapassará o das últimas este ano. A instituição informa, no entanto, que ainda é cedo para dizer se isto marcará o fim da desaceleração dos mercados emergentes.

    Houve crescimento nas exportações e nas importações em quase todas as regiões pesquisadas pela OMC no primeiro semestre, com exceção da América do Sul, onde não ocorreram alterações significativas. “Pelo lado positivo, o Brasil deverá voltar a ver o crescimento de suas importações e de seu PIB em 2017, mas a América do Sul como um todo deve continuar a registrar crescimento fraco do comércio e do PIB”, informou o comunicado da instituição.

    Na rubrica “outras regiões”, que inclui a África, Oriente Médio e a Comunidade de Estados Independentes (ex-URSS), as exportações permaneceram praticamente estáveis, ao passo que as importações subiram 2,5% no primeiro semestre. Isto ocorreu por causa de uma recuperação parcial do preço do petróleo. Ainda que as cotações permaneçam baixas em relação às médias da história recente, houve um aumento de 21,8% nos valores em relação aos seis primeiros meses de 2016. Com mais receitas oriundas das exportações de petróleo, os países produtores têm mais recursos para importar outros produtos."

    Referências:Assintecal. OMC revê de 2,4% para 3,6% crescimento do comércio global em 2017, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/omc-reve-de-24-para-36-crescimento-do-comercio-global-em-2017 > Acesso em: 22 de setembro de 2017.

     

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  • Quinta, 14 de Setembro de 2017

  • Abicalçados inscreve empresas para rodada de negócios

  • O site da  Associação Brasileira das indústrias de calçados de informa :

     

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está inscrevendo empresas fornecedoras de serviços de web design, e-commerce e branding/comunicação digital que queiram participar da rodada de negócios com calçadistas FF Exchange. As inscrições se encerram no dia 29/09 via site - http://bit.ly/2f8CfHP - e o investimento é de R$ 55 por fornecedor. A rodada de negócios acontecerá no próximo dia 3 de outubro, durante a Semana do Calçado, na sede do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefato (IBTeC), em Novo Hamburgo/RS.



    A analista de Inovação da Abicalçados, Patrícia Ott, explica que o FF Exchange é uma rodada de negócios entre fornecedores de serviços ligados à tecnologia e inovação e empresas de calçados no modelo speed dating, no qual cada prestador de serviço tem cerca de três minutos para apresentar os seus trabalhos em esquema de rodízio.  “A rodada de Novo Hamburgo será a quinta neste modelo, que tem trazido excelentes resultados não somente em negócios, mas de networkingentre participantes”, avalia. 

    Segundo Patrícia, muitas empresas que participam ainda não têm serviços ligados à tecnologia estruturados, tendo em eventos como o FF Exchange uma primeira oportunidade de conhecer trabalhos tão fundamentais para a competitividade no mercado contemporâneo. Desde a primeira edição, realizada em outubro passado, já passaram pelo projeto 41 empresas de calçados e 62 fornecedores. 

    Future Footwear
    O FF Exchange é uma ação realizada no âmbito do programa Future Footwear, lançado em agosto do ano passado. A iniciativa é um guarda-chuva de ações que tem o intuito de estabelecer uma revolução no setor coureiro-calçadista brasileiro por meio do fomento e discussão de novos modelos de negócios, novos processos produtivos e inovação tecnológica para a confecção de produtos diferenciados. O programa é conduzido pela Abicalçados, Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para Couros, Calçados e Afins (Abrameq), com o apoio do Instituto By Brasil (IBB), IBTeC e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).  

    Semana do Calçado
    O FF Exchange faz parte da programação da Semana do Calçado, uma iniciativa do IBTeC e Sebrae apoiada por entidades setoriais, entre elas a Abicalçados. Entre os dias 1º e 5 de outubros, na sede do IBTeC, serão realizadas ações de desenvolvimento e capacitação por meio de um esforço conjunto das entidades governamentais, entidades de classe, ICT`s, setor produtivo, cadeia de fornecimento e empresas de base tecnológica, com foco na discussão, oxigenação, geração de inovações e difusão de novas tecnologias. Confira a programação: www.semanadocalcado.com.br. "

    Referências:Abicalçados.Abicalçados inscreve empresas para rodada de negócios. Disponível em:<  http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-inscreve-empresas-para-rodada-de-negocios > Acesso em: 14 de setembro de 2017.

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  • Terça, 12 de Setembro de 2017

  • Conheça as oportunidades do mercado calçadista americano

  • Resultado de imagem para united states

    O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal)  informa :

    O By Brasil realiza mais uma Conexão Internacional para apresentar informações econômicas e setoriais, produtos com mais oportunidades e compartilhar experiências da última missão comercial aos EUA.


     

    A principal potência econômica mundial é também o segundo destino das exportações totais do setor de componentes brasileiro, com um crescimento de 31,2% no primeiro semestre de 2017 comparado ao ano anterior.

    Por isso, no dia 27/09, das 8h30 às 10h30, a sede da Assintecal será palco do Conexão Internacional EUA - mais uma oportunidade para participantes do projeto By Brasil Components and Chemicals - ação de incentivo às exportações executada em parceria entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) - conhecerem mais sobre o mercado americano.

    Ministrada por Marcos Lélis, consultor de inteligência do By Brasil e professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos, a palestra apresentará o mercado americano através de informações econômicas e setoriais, produtos com mais oportunidades, além de experiências e resultados da última missão comercial estadunidense, realizada em agosto por um grupo de empresas participantes do projeto de exportação.

    O Conexão Internacional EUA será transmitido, ao vivo, pelo canal da Assintecal no Youtube. Para acompanhar, acesse http://bit.ly/2w3mAM6.

    Referências:Assintecal.Conheça as oportunidades do mercado calçadista americano, 2017. Disponível em:<http://www.assintecal.org.br/noticia/conheca-as-oportunidades-do-mercado-calcadista-americano > Acesso em: 12 de setembro de 2017.

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  • Terça, 05 de Setembro de 2017

  • Brazilian Footwear leva 65 marcas para theMicam

  • O site da  Associação Brasileira das indústrias de calçados de informa :

    "O Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), levará 65 marcas de calçados para participarem da maior feira calçadista do mundo, a theMicam. A mostra, que acontece em Milão, na Itália, entre 17 e 20 de setembro, deve reunir mais de 1,4 mil expositores que são visitados por mais de 40 mil lojistas de todo o mundo, sendo mais da metade deles de fora da Itália.

    A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, ressalta que a expectativa sempre é boa, já que muitos negócios e contatos iniciados desde o lançamento das coleções tem na theMicam o momento de fechamento. “A feira é ponto de encontro mundial para empresas e compradores”, frisa.
     
    Exportações
    Na mostra do ano passado foram gerados mais de US$ 11 milhões em vendas, com expectativas de US$ 43 milhões em negócios alinhavados.  
     
    Entre janeiro e julho deste ano, as exportações de calçados brasileiros para a Itália somaram 770,8 mil pares, 16,7% mais do que no mesmo período do ano passado.

    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: 
    www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear 
     
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.
    Conheça: 
    www.apexbrasil.com.br ."

    Referências:Abicalçados.Brazilian Footwear leva 65 marcas para theMicam. Disponível em:<  http://www.abicalcados.com.br/noticia/brazilian-footwear-leva-65-marcas-para-themicam > Acesso em: 05 de setembro de 2017.

     

     

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  • Sexta, 01 de Setembro de 2017

  • Assintecal e Sindifranca realizam Rodadas de Negócios

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :"Dia 05 de outubro acontece as Rodadas de Negócios de Franca, ação realizada pela Assintecal, em parceria com o Sindifranca e apoio do CIESP e Senai, onde a indústria de calçados de Franca poderá expandir suas agendas de contatos e conhecer as novas referências dos fornecedores.

     

    As Rodadas de Negócios de Franca têm objetivo de reunir as empresas de componentes de todos os portes e regiões do país, para criar novas oportunidades de negócios exclusivos, aproximando-as das empresas calçadistas locais.

    Com encontros programados de 10 em 10 minutos cada, as empresas de componentes poderão apresentar seus produtos e trocar contatos com grandes marcas de calçados da cidade de Franca, em um momento exclusivamente dedicado para essa iniciativa.

    A ação acontece no SENAI Franca (Av. Pres. Vargas, 2500, Cidade Nova, Franca/SP) e os interessados podem obter informações e se inscrever pelo telefone: (51) 3584 5200 e relacionamento@assintecal.org.br"

    Referências:Assintecal.Assintecal e Sindifranca realizam Rodadas de Negócios, 2017. Disponível em:<  http://www.assintecal.org.br/noticia/assintecal-e-sindifranca-realizam-rodadas-de-negocios > Acesso em: 01 de setembro de 2017.

     

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  • Terça, 29 de Agosto de 2017

  • Acordo Mercosul - Colômbia promete intensificar exportações

  • Foi assinado, no dia 21 de julho, o acordo Mercosul-Colômbia, que reduzirá a zero as tarifas de exportação para a Colômbia de todos os itens da cadeia têxtil e de confecção, trazendo novas perspectivas para a relação comercial entre os países do bloco econômico. O acordo de livre comércio promete beneficiar as exportações brasileiras para a Colômbia, que é um dos sete países-alvo no biênio 2017/2019 do Texbrasil – Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira, resultado de uma parceria entre a Abit e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

    A Colômbia sempre ocupou um lugar de destaque nas ações da produtora de índigo e brins Vicunha Têxtil, que desde 2002 participa da Colombiatex com o apoio do Texbrasil e, atualmente, conta com escritório comercial e showroom na cidade de Medellín, para atender mais diretamente os mercados regionais do país. O gerente de exportação da Vicunha, José Otavio de Souza, revela que a perspectiva é de crescimento. "A retirada desse imposto contribuirá para que nossos produtos fiquem mais competitivos e acreditamos que poderemos aumentar nosso market share. Estaremos atentos a outras ações que permitam capitalizar o crescimento de nossa participação nesse mercado de quase 50 milhões de habitantes”, comenta.

    Referências:ASSINTECAL. Acordo Mercosul - Colômbia promete intensificar exportações, 2017. Disponível em:< http://www.assintecal.org.br/noticia/acordo-mercosul-colombia-promete-intensificar-exportacoes > Acesso em: 29 de agosto de 2017.

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  • Quinta, 24 de Agosto de 2017

  • ACLE: Xangai reúne 18 curtumes brasileiros

  • http://apparelmagazine.co.nz/wp-content/uploads/2017/08/b_138201417524805.jpg

    O site Exclusivo publicou uma noticia sobre a All China Leather Exhibition (ACLE): "principal país importador do couro brasileiro irá sediar em breve, entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, uma das mais importantes feiras mundiais do setor. Trata-se da All China Leather Exhibition (ACLE), em Xangai, na China, que terá a participação de 18 grupos empresariais brasileiros expondo seus produtos com o apoio do Brazilian Leather – projeto de incentivo às exportações de couros desenvolvido pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Negócios na ordem de US$ 130 milhões são esperados a partir da ACLE.

    A feira ocorre neste ano em meio à expectativa de retomada de negócios da China, cujas importações arrefeceram em diversos segmentos nos últimos anos. No caso específico do couro brasileiro, o primeiro semestre do ano apresentou crescimento de 2,6% em área exportada para a China / Hong Kong em relação a 2016, o que pode sinalizar uma boa ACLE para os curtumes do País. “É um momento importante para o setor, que pode servir de apoio à definição da estratégia das empresas para o restante do ano e princípio de 2018”, destaca o presidente executivo do CICB, José Fernando Bello.

    Além das 18 empresas expondo seus produtos com estandes próprios, o couro brasileiro estará representado em espaço exclusivo do projeto Brazilian Leather. No local, será exposto o Preview do Couro – Verão 2019. “Esta coletânea de peles foi vista em primeira mão no Inspiramais, em julho. São peças que viajam com nosso projeto para as principais feiras mundiais, sendo uma vitrine interessante do nosso potencial criativo e que também gera negócios”, destaca Letícia Luft, gerente do Brazilian Leather. A geração de negócios, explica ela, se dá porque o Preview do Couro apresenta artigos inovadores de curtumes presentes à feira, mas também de outros que não estarão no evento, multiplicando contatos e a visibilidade para empresas participantes do projeto Brazilian Leather."

    Referências:Exclusivo. ACLE: Xangai reúne 18 curtumes brasileiros, 2017. Disponível em:< http://www.exclusivo.com.br/_conteudo/2017/08/negocios/213701-acle-xangai-reune-18-curtumes-brasileiros.html > Acesso em: 24 de agosto de 2017.

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