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  • Segunda, 26 de Março de 2018

  • Mercado francês na mira dos calçadistas

  • Resultado de imagem para mercado frances

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Movimentando mais de 150 bilhões de euros por ano, o mercado da moda francês entrou no radar dos calçadistas brasileiros. Foi com o objetivo de destacar as principais características da sexta maior economia mundial que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), realizou um estudo estratégico que foi apresentado hoje, dia 23, na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS.

    Na oportunidade, Didier Koch, diretor da Altios International, empresa que realizou o Estudo junto à Abicalçados, destacou que o comportamento do consumidor francês é diferente do brasileiro e que é necessária uma adaptação de produto para almejar sucesso no concorrido mercado local. “A sugestão é focar a atuação mais no interior da França, onde o consumidor é mais aberto a calçados diferenciados. Em Paris, além de existir uma concorrência muito forte com grandes marcas, o consumidor é mais clássico, mais conservador”, comenta. Segundo ele, o mercado local, de uma maneira geral, tem predileção por calçados de couro, sendo que mais da metade dos produtos importados são confeccionados com esse material. “Existe um nicho de calçados sintéticos, mas é voltado para o discurso vegano”, afirma.
     
    Pesquisa
    Durante a realização do estudo, Koch conta que foi feito um levantamento com mais de 300 consumidores e formadores de opinião franceses. “O principal atributo de decisão de compra do francês é Design, seguido de conforto, qualidade e preço, sendo que 70% dos respondentes dizem preferir calçados de couro, aceitando pagar mais por isso”, detalha. Outro dado importante, segundo o executivo, é de que o consumidor local não tem conhecimento de marcas brasileiras, o que abre um campo importante a ser explorado. “As pessoas relacionam o calçado brasileiro a chinelos, produto basicamente para o verão”, comenta.
     
    Dicas
    Segundo Koch, além de investir em comunicação, especialmente em redes sociais, a marca brasileira que deseja uma inserção mais forte naquele mercado, precisa adaptar seus produtos de acordo com o mercado, mais clássico em Paris e – um pouco – mais descontraído no interior.  
     
    A pesquisa levantou, ainda, a percepção dos compradores sobre os negócios com o Brasil. Entre os pontos fortes, estão um calçado de couro de qualidade e com preço competitivo. Já os fracos apontam para um design não adaptado ao gosto francês, altos custos com transporte, variação cambial e comunicação insuficiente com o mercado. Outro ponto levantado foi que, em muitos casos, a empresa brasileira passa o valor FOB do produto, somente depois comunicando os custos com transportes e tarifas de importação. “É importante comunicar tudo antes de qualquer negociação”, alerta o executivo.
     
    Missão prospectiva
    Com o objetivo de verificar, in loco, os levantamentos apontados pelo estudo, uma equipe da Abicalçados foi até a França no final de novembro passado.
     
    Segundo a coordenadora de Promoção de Imagem da entidade, Alice Rodrigues, foram realizadas visitas a hotéis para possíveis showrooms, pontos de venda, feiras do setor, agências de Relações Públicas e embaixadas. “Concluímos que o mercado feminino está saturado de marcas, independente da origem – embora na França não seja obrigatória a comunicar a origem do produto, os importadores costumam informar, especialmente se a mercadoria não for asiática. No varejo parisiense, os preços são constantes e a preferência se dá por modelos com cores neutras, saltos médios e sem muito apelo criativo”, conta.
     
    Já o segmento masculino é todo dominado pelos produtos clássicos, porém com aumento do mercado de esportivos, mas ainda pouco espaço para casuais. O infantil, por sua vez, não traz a ludicidade dos calçados brasileiros, tendo um estilo mais ortopédico e “duro”.
     
    Próximos passos
    Alice conta que os próximos passos serão identificar empresas que desejam entrar – ou aumentar a inserção – naquele mercado. “Hoje já estamos trabalhando a França no âmbito do Projeto Comprador Vip, sendo que o objetivo é trazer grandes compradores para o Brasil ainda este ano”, adianta.
     
    Além disso, a Abicalçados busca a contratação de uma agência de Relações Públicas naquele mercado, bem como uma empresa para a realização de matchmaking – reuniões pré-agendadas com compradores locais na França. “Em junho, também teremos um evento de relacionamento com compradores franceses durante a Expo Riva Schuh, em Riva Del Garda (Itália)”, conclui.
     
    A apresentação do Estudo vem sendo realizada durante todo o mês de março, já tendo passado pelos polos calçadistas de Nova Serrana/MG, Franca/SP, Birigui /SP e São João Batista/SC. Na próxima terça-feira, 27, o evento será realizado em Três Coroas/RS.
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    • Referências:“Mercado francês na mira dos calçadistas", 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-frances-na-mira-dos-calcadistas” Acesso em: 26 de março de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Importação,


  • Sexta, 23 de Março de 2018

  • Reoneração da folha de pagamentos pode custar milhares de empregos”, alerta Abicalçados

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está acompanhando de perto o trâmite do Projeto de Lei 8456/2017, que altera a Lei 12.546, que desde 2011 permite a substituição da contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de salários pelo pagamento de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto das vendas domésticas das empresas.  Atualmente o setor calçadista está incluso na Lei pagando 1,5% sobre as vendas realizadas no mercado interno.

    O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ressalta que a exclusão do setor calçadista da Lei, como pretende alteração proposta pelo Poder Executivo, pode custar milhares de empregos. “Como a atividade produtora de calçados é intensiva em mão de obra, a alteração pode custar muito alto, não somente para o segmento, mas para o País”, comenta Klein, para quem a alta carga tributária brasileira impõe muitas restrições ao setor, tanto no ambiente doméstico como no exterior. Hoje o setor gera cerca de 300 mil postos de trabalhos diretamente. “O programa desde 2011 tem ajudado os fabricantes na manutenção de postos mesmo em meio às constantes quedas, especialmente na demanda interna”, acrescenta.
     
    Segundo o dirigente, um projeto com a inclusão do setor calçadista entre os beneficiados pela medida  tramita na Câmara dos Deputados e aguarda votação. “O documento, sob relatoria do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP), está parado há semanas na pauta, para ser votado em regime de urgência”, conta o executivo, ressaltando que, no entanto, no relatório não é citado qual seria o percentual da tarifa paga pelo segmento. “Ao longo desse período de discussão conseguimos, com uma argumentação sólida, sensibilizar os deputados para que o setor fosse novamente incluso na Lei”, comenta Klein.  Após a possível aprovação na Câmara, o PL seguirá para o Senado e, posteriormente para sanção presidencial. “A expectativa é alta, mas não completa. Mesmo com o apoio dos deputados e senadores, só vamos acreditar quando estiver publicado no Diário Oficial da União (DOU)”, projeta.
     
    A Lei

    A política de desoneração da folha de pagamentos foi proposta pelo governo Dilma Rousseff e tem por objetivo estimular a competitividade de setores mais intensivos em mão de obra. Inicialmente aprovado para cinco setores, incluindo o calçadista, logo após foi inflado com outros 50, o que causou uma grande renúncia fiscal para o governo. “Na época, o projeto perdeu o sentido, já que incluiu setores que tradicionalmente não são grandes empregadores. A medida teve como resultado uma queda brusca na arrecadação e agora o governo que distribuir a conta”, conclui Klein."

    Referências:“Reoneração da folha de pagamentos pode custar milhares de empregos”, alerta Abicalçados, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/economistas-avaliam-cenario-para-calcadistas” Acesso em: 20 de março de 2018.

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades,


  • Quinta, 22 de Março de 2018

  • Finep e Fapesp lançam edital de R$ 15 milhões para área de recursos hídricos

  • Resultado de imagem para Finep e Fapesp

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "A Finep e a FAPESP acabam de lançar uma chamada de propostas para apoiar o desenvolvimento, por pequenas empresas paulistas, de produtos, processos e serviços inovadores em ecotoxicologia, contaminação de águas e uso de dados de precipitação. Estão disponíveis R$ 15 milhões com recursos orçamentários da FAPESP e de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) via MCTI/Finep/FNDCT.

    A FAPESP está especialmente interessada em projetos voltados aos seguintes temas:

    • - Bioacumulação de compostos farmacêuticos ativos, metabólitos e suas misturas em organismos aquáticos: avaliação das implicações em uma perspectiva de longo prazo para a saúde humana e para o meio ambiente.

    • - Variáveis ambientais que desencadeiam a produção de toxinas de algas no meio ambiente; riscos para a saúde humana da exposição por meio de níveis tróficos.

    • - Caracterização dos riscos individuais e combinados de contaminantes químicos difusos (como pesticidas, outras substâncias químicas disruptoras endócrinas, drogas) relacionados à promoção de atividades agrícolas, urbanas e industriais mais sustentáveis.

    • - Impacto das mudanças de temperatura e precipitação na emissão, processamento e deposição de substâncias químicas tóxicas em organismos vivos de ecossistemas aquáticos.

       

    São elegíveis como proponentes microempresas, empresas de pequeno porte e pequenas empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo, constituídas e ativas, no mínimo, doze meses antes ao lançamento do edital. As candidatas já devem ter conduzido pesquisas que resultaram em produtos, processos e serviços inovadores no âmbito de projetos financiados pelo programa da FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), Fase 1 ou Fase 2, ou em projetos equivalentes conduzidos com recursos de outras fontes. O edital, de Fase 3, contemplará projetos que pretendam desenvolver os resultados das pesquisas anteriores, de modo que possam ser efetivamente inseridos no mercado.

     

    Submissões serão recebidas via SAGe (www.fapesp.br/sage), até o dia 28 de maio de 2018. A chamada está publicada em: www.fapesp.br/11590.
     

    Fonte: FINEP"

    Referências:Finep e Fapesp lançam edital de R$ 15 milhões para área de recursos hídricos, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/446/finep-e-fapesp-lancam-edital-de-r-15-milhoes-para-area-de-recursos-hidricos” Acesso em: 22 de março de 2018.

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências,


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