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  • Quinta, 23 de Novembro de 2017

  • Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    São Paulo – As exportações brasileiras aos países árabes cresceram 52,6% em outubro, comparado com o mesmo mês do ano passado, alcançando US$ 1,36 bilhão. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e representam o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012.

    O desempenho da Arábia Saudita e do Egito, os dois principais mercados dos produtos brasileiros entre os países árabes no mês, ajudou a explicar a alta. Para os sauditas as vendas somaram US$ 289 milhões, avanço de 109% sobre outubro de 2016, enquanto o mercado egípcio comprou US$ 271,3 milhões no mês passado, crescimento de 144,6% em relação a igual mês de 2016.

    “O Egito continua influenciando positivamente no resultado das exportações brasileiras aos países árabes. Não só em relação a outubro, o desempenho no ano também está acima da média”, comentou Rubens Hannun, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

    Enquanto as vendas externas a todos os países árabes somaram US$ 11,4 bilhões de janeiro a outubro, um crescimento de 22,3% na comparação com os dez primeiros meses de 2016, o Egito registrou uma alta de 31,7%, alcançando US$ 2 bilhões em compras no período. “Eles ampliaram a compra de carne e açúcar, principalmente”, explicou o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

    No acumulado até outubro, o Egito é o terceiro maior comprador de produtos brasileiros entre os árabes. À sua frente aparecem a Arábia Saudita, com US$ 2,32 bilhões em importações, alta de 13,9%, e os Emirados Árabes Unidos, cujo avanço chegou a 19,7%, para US$ 2,1 bilhões.

    Os países árabes representaram 6,23% das exportações brasileiras nos primeiros dez meses do ano. No total, o Brasil exportou US$ 183,5 bilhões, um avanço de 19,9% sobre o mesmo período de 2016.

    “As exportações aos países árabes seguem ganhando espaço, um reflexo do trabalho que a Câmara Árabe vem fazendo”, destacou o presidente Hannun, citando como exemplo as ações que a entidade promoveu junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para minimizar os efeitos da Operação Carne Fraca nas exportações da carne brasileira.

    Deflagrada pela Polícia Federal em março, a operação revelou irregularidades em alguns frigoríficos brasileiros, mas a situação logo foi contornada. Em maio, uma missão liderada pelo Mapa, com apoio da Câmara Árabe, visitou países da região para destacar a segurança e a qualidade da carne brasileira. “Graças a esse esforço, conseguimos até aumentar as exportações para a região”, disse Hannun.

    Até outubro, os embarques de todos os tipos de carnes para os árabes cresceram 3,4%, gerando US$ 3,1 bilhões. O produto é o segundo na pauta de exportação brasileira para a região, superado apenas pelo açúcar, que somou US$ 3,93 bilhões no período, um crescimento superior a 40%.

    Juntos, açúcar e carnes representam mais de 60% das exportações brasileiras aos países árabes.

    Importação

    Nos primeiros dez meses do ano, as importações brasileiras dos países árabes somaram US$ 5,3 bilhões, um crescimento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Argélia, com US$ 2 bilhões (alta de 31,2%), Arábia Saudita, com US$ 1,02 bilhão (aumento de 50,8%), e Marrocos, com US$ 703 milhões (avanço de 37,1%), foram as principais origens das compras brasileiras.

    Combustíveis e adubos e fertilizantes corresponderam a mais de 90% do que o Brasil importou dos países da região. “A Câmara Árabe continua trabalhando forte para diversificar a pauta de importação dos árabes, promovendo eventos e buscando parcerias na região”, destacou Michel Alaby.

    Fonte: Comex do Brasil

    Referências:Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/26/exportacoes-para-os-paises-arabes-tem-o-melhor-mes-de-outubro-em-quatro-anos-e-crescem-52” Acesso em: 23 de novembro de 2017.”

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  • Quarta, 22 de Novembro de 2017

  • Brasil tem superávit recorde no comércio com a Argentina: US$ 6,6 bilhões de janeiro a outubro

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    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – Em apenas dez meses o Brasil já acumula, em 2017, o maior superávit da história do intercâmbio comercial com a Argentina. De janeiro a outubro, o fluxo de comércio entre os dois países proporcionou ao Brasil um saldo de US$ 6,628 bilhões e a expectativa é de que ao fim do ano esse saldo fique em torno de US$ 8 bilhões. Anteriormente, o maior superávit registrado  na série histórica aconteceu em  2011, quando as exportações brasileiras superaram as vendas argentinas em US$ 5,803 bilhões.

    O ano de 2017 ficará marcado na história do comércio entre os dois países pela forte alta nas exportações brasileiras, que até agora já cresceram 31,79% e somaram US$ 14,886 bilhões. Com isso, a Argentina foi  o destino final de 7,9% de todo o volume embarado pelo Brasil para o exterior. Na outra ponta, as vendas argentinas também cresceram, ainda que num ritmo menos acelerado, da ordem de  7,90% e somaram US$ 7,857 bilhões, cifra que respondeu por 6,20% das importações brasileiras no período janeiro-outubro.

    Mas, mesmo com esses aumentos expressivos nas exportações dos dois parceiros, a corrente de comércio brasileiro-argentina vai chegar ao fim do ano muito longe do recorde registrado no ano de 2011.

    Naquela ano, as vendas brasileiras para seu terceiro maior parceiro comercial em todo o mundo totalizaram US$ 22,709 bilhões, enquanto a Argentina vendeu ao Brasil bens no montante de US$  16,906 bilhões. Com isso, os dois países tiveram naquele ano uma corrente de comércio no total de US$ 39,616 bilhões.

    Terceira colocada no ranking dos exportadores e importadores brasileiros, a Argentina é cada vez mais um parceiro fundamental para o Brasil. E não só pelos aspectos quantitativos do intercâmbio bilateral. Afinal, também sob o aspecto qualitativo, da diversidade da pauta comercial, os portenhos ocupam lugar de destaque como destino das exportações brasileiras. Este ano, o Brasil alcançou um aumento expressivo nas exportações em todas as categorias por fator agregado.

    Entre os produtos básicos, as vendas brasileiras cresceram 51,3% para US$ 581 milhões, com uma participação de 4,09% no total exportado ao país vizinho. No tocante aos produtos semimanufaturados o  aumento foi semelhante, da ordem de 50,4% para US$ 463 milhões (3,2%  do total embarcado para a Argentina). Em relação aos bens manufaturados, a alta foi de 30,5% e as vendas geraram receita no total de US$ 13,41 bilhões. Mais que um simples e ainda que muito importante aumento de receitas, é de se destacar o fato de que a Argentina, mais que qualquer outro país, é um grande mercado para os produtos industrializados brasileiros, responsáveis por nada menos que 92,6% dos embarques para os portenhos.

    As vendas de automóveis, por exemplo, saltaram 45,5% de janeiro a outubro, comparativamente com o mesmo período de 2016 e somaram US$ 3,82 bilhões. As exportações de veículos de carga aumentaram 55,6% para US$ 1,55 bilhão e os embarques de partes e peças para automóveis tiveram uma alta de 25,2%, somando US$ 898 milhões. Outros bens manufaturados em destaque nas exportações para o país vizinho foram demais produtos manufaturados (US$ 558 milhões e alta de US$ 5,8%) e tratores (US$ 520 milhões, um aumento de 68,8%).

    Do lado argentino o destaque fica por conta da alta de 9,5% nas exportações de produtos manufaturados, que geraram receita no valor de US$ 5,96 bilhões e tiveram uma participação de 75,8% nas vendas para o Brasil de janeiro a outubro deste ano. Por outro lado, os embarques de produtos básicos  cresceram 3,4% para US$ 1,64 bilhão (participação de 20,9% nas exportações para o Brasil). Com uma ligeira queda de 0,5%, as vendas de semimanufaturados somaram US$ 255 milhões.

    A exemplo do Brasil, veículos de carga e automóveis foram os principais destaques nas vendas argentinas no período. Os veículos de carga tiveram exportações no valor de US$ 1,45 bilhão (alta de 28,9% e participação de 20,9% nas exportações) enquanto os  embarques de automóveis geraram negócios no montante de US$ 1,12 bilhão (queda de 2,2% e participação de  14% nas vendas ao Brasil).

    Também ocuparam lugar de destaque na pauta exportadora argentina trigo em grãos (US$ 803 milhões e participação de 10,46%), partes e peças para automóveis e tratores (US$ 379 milhões, correspondentes a 4,8% nas exportações) e polímeros de etileno (US$ 340 milhões, responsáveis por 4,3% dos embarques para o Brasil).

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Brasil tem superávit recorde no comércio com a Argentina: US$ 6,6 bilhões de janeiro a outubro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/24/brasil-tem-superavit-recorde-no-comercio-com-a-argentina-us-66-bilhoes-de-janeiro-a-outubro” Acesso em: 22 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Terça, 21 de Novembro de 2017

  • Feira Zero Grau abre com números recordes

  • Zero Grau - Feira Zero Grau

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados):

    "Com mais 1,2 mil marcas de calçados e acessórios, o Serra Park, em Gramado/RS, recebe, a partir de hoje (20), a feira Zero Grau. Os números impressionam para a jovem mostra gaúcha, que está na sétima edição com lançamentos das coleções de outono-inverno e encerra na próxima quarta-feira (21).

    Em coletiva de imprensa realizada no primeiro dia do evento, o diretor da Merkator, promotora da feira, Frederico Plestch, ressaltou que a Zero Grau vem crescendo ano após ano. Nesta edição são esperados mais de dois mil lojistas de todo o Brasil, além de 200 importadores de 35 países. “São números recordes. No ano passado, quando começamos a organizar a feira, em meio às trovoadas da crise política e econômica, estipulamos a meta de empatar com a Zero Grau de 2017. O surpreendente é que a mostra cresceu em mais de mil metros quadrados, algo em torno de 8%”, comemorou, acrescentando que, desde 1974, quando começou a trabalhar no setor, este foi o resultado mais “surpreendente”, por todo o contexto econômico envolvido.

    Para Pletsch, o sucesso da feira demonstra que a economia, especialmente a iniciativa privada, conseguiu se descolar da crise política. “Vivemos um problema político grave, que pode piorar no próximo ano, mas a boa notícia é que está havendo crescimento econômico”, conclui.

    ABICALÇADOS

    A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participa da Zero Grau com o Projeto Imagem, que nesta oportunidade trouxe três jornalistas estrangeiros para conhecer - e divulgar - o calçado brasileiro. A iniciativa, viabilizada através do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados realizado em parceria com a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), trouxe os jornalistas Aldo Delfino (Revista Serma) e Maurício Herzovich (Portal CueroAmerica), da Argentina, e Timashova Natalia (Shoes Report), da Rússia.

    A Zero Grau é uma promoção da Merkator Feiras e Eventos apoiada pelos sindicatos das indústrias de Estância Velha, Ivoti, Igrejinha, Novo Hamburgo, Parobé, Sapiranga e Três Coroas."

     

    Referências:Feira Zero Grau abre com números recordes, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-zero-grau-abre-com-numeros-recordes” Acesso em: 21 de novembro de 2017.”

     

     

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