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  • Segunda, 30 de Outubro de 2017

  • Estoque de crédito fica estável em setembro em R$ 3,047 tri, nota BC

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    BRASÍLIA - (Atualizada às 11h29) O saldo das operações de crédito do sistema financeiro ficou estável ante o mês anterior e o estoque chegou a R$ 3,047 trilhões em setembro, segundo relatório divulgado pelo Banco Central (BC). 

    Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC para 12 meses acumulados até setembro, o estoque de operações de crédito ficou praticamente estável, com redução de 0,1 ponto, passando de 47,1% em agosto para 47% em setembro. Em 12 meses, o recuo do estoque de crédito está em 2 pontos. 

    O saldo total do crédito livre aumentou 0,2% de agosto para setembro, chegando a um total de R$ 1,529 trilhão. O crédito direcionado recuou 0,3% em setembro, atingindo o volume de R$ 1,517 trilhão.

    Os empréstimos com recursos livres são aqueles cujas taxas são definidas livremente entre os bancos e os tomadores em cada operação. Incluem, por exemplo, cheque especial, cartão de crédito e financiamento de veículos.

    O crédito direcionado é composto por operações cujos juros ou cuja fonte de recursos são definidos pelo governo, como o financiamento habitacional e o crédito rural, por exemplo. 

    O saldo total de crédito para as famílias teve alta de 0,2% em setembro, para R$ 1,615 trilhão. Para as empresas, houve queda, de 0,4%, somando R$ 1,431 trilhão.

    Concessões

    O sistema financeiro concedeu 5,1% a menos em novos empréstimos e financiamentos entre agosto e setembro. O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento, de 9,1%. 

    Na passagem do oitavo para o nono mês de 2017, o BC apontou queda nas concessões para empresas e nas operações com famílias. Na comparação dos volumes acumulados em cada mês, as concessões para clientes corporativos diminuíram 4% somando R$ 117 7 bilhões em setembro.

    Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 152,4 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 6% abaixo do que tinha concedido um mês antes. Sob o ponto de vista do tipo de recurso usado pelas instituições para dar o crédito, a concessão com recursos livres caiu 4,5% e com recursos direcionados recuou 10,7%.

    As concessões no crédito direcionado caíram 14,6% nas operações com pessoas físicas, enquanto foi registrada baixa de 5,3% nas operações com empresas. Quando são consideradas as concessões no crédito livre, o volume caiu 3,8% nas operações com empresas e diminuiu 4,9% nas operações com as famílias. 

    Referências:Estoque de crédito fica estável em setembro em R$ 3,047 tri, nota BC, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/estoque-de-credito-fica-estavel-em-setembro-em-r-3047-tri-nota-bc” Acesso em: 30 de outubro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

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  • Sexta, 27 de Outubro de 2017

  • Exportações de máquinas e equipamentos crescem 32,8% e somam US$ 813 milhões

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    "São Paulo – As exportações brasileiras de máquinas e equipamentos cresceram 32,8% em setembro, comparado com o mesmo mês de 2016. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) nesta quarta-feira (25) apontam que as fabricantes do setor faturaram US$ 813 milhões com as vendas externas no mês passado. O valor, entretanto, ficou 2,7% abaixo das receitas com os embarques em agosto.

    No acumulado do ano, a indústria brasileira de bens de capital registrou um aumento de 9,4% nas exportações, alcançando US$ 6,5 bilhões. Para a Abimaq, além do recuo na demanda do mercado doméstico, melhorou a atividade no mercado internacional.

    “Muitas empresas têm mantido suas atividades produtivas com boa parte de suas receitas relacionadas às exportações, ainda que com rentabilidade reduzida e eventual prejuízo em função da apreciação cambial”, afirmou a associação, em nota.

    Os principais destinos dos produtos brasileiros foram América Latina, Estados Unidos e Europa, de acordo com a Abimaq. Na mão contrária, os países que mais forneceram máquinas para a indústria brasileira foram China, Estados Unidos e Alemanha.

    As compras externas somaram US$ 9,5 bilhões nos primeiros nove meses do ano, valor 21,9% inferior ao do mesmo período do ano passado. Mas em setembro o índice registrou resultado positivo: as importações alcançaram US$ 1,17 bilhão, crescimento de 16,8% sobre setembro de 2016 e de 7% em relação a agosto.

    O consumo aparente, que mede a atividade no mercado doméstico – e equivale à soma do comercializado no Brasil com as importações – caiu 21,8% de janeiro a setembro em relação aos nove primeiros meses de 2016, para R$ 64 bilhões. No mês passado, somou R$ 7,5 bilhões, recuo de 6,3% em relação a setembro do ano passado, mas 1% acima do resultado de agosto.

    No total, o faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos somou R$ 50,05 bilhões no acumulado do ano, uma queda de 4,5% em relação a igual período do ano passado. Em setembro, somou R$ 5,8 bilhões, queda de 5,7% na comparação anual e 4,3% na mensal.

     

    (*) Com informações da ANBA"

    Referências:Exportações de máquinas e equipamentos crescem 32,8% e somam US$ 813 milhões, 2017.Disponível em:"http://www.assintecal.org.br/noticia/exportacoes-de-maquinas-e-equipamentos-crescem-328-e-somam-us-813-milhoes" Acesso em: 27 de outubro de 2017." 

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

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  • Quinta, 26 de Outubro de 2017

  • Brasil tem superávit em conta corrente de US$ 434 milhões em setembro

  • O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

    BRASÍLIA - O Brasil registrou em setembro superávit de US$ 434 milhões na sua conta de transações correntes, acima do superávit de US$ 300 milhões projetado pelo Banco Central (BC) para o mês. 

    No resultado acumulado do ano, de janeiro a setembro, o déficit em conta corrente somou US$ 2,706 bilhões, uma redução expressiva em relação aos US$ 13,590 bilhões apurados em período equivalente de 2016. 

    Comparando os dados acumulados em 12 meses, houve redução do déficit. O resultado negativo apurado até setembro, por essa métrica, chegou a US$ 12,646 bilhões, o equivalente a 0,63% do PIB estimado pelo BC. Em período correspondente até agosto, o déficit em transações correntes totalizou US$ 13,584 bilhões, 0,69% do PIB.

    A mais recente projeção do BC, divulgada em fins de setembro, indica continuidade de queda no déficit até o fim do ano. Sua estimativa é que o resultado feche o ano em US$ 16 bilhões, equivalentes a 0,77% do PIB. 

    O resultado em conta corrente é um dos mais importantes indicadores da solvência externa do país. Ele engloba as principais transações do país com o resto do mundo, incluindo a balança comercial (exportações menos importações), que teve superávit de US$ 4,918 bilhões em setembro, os serviços (turismo internacional, fretes, aluguel de equipamentos, entre outros), com déficit de US$ 2,879 bilhões, as rendas primárias (juros, remessas de lucros e dividendos, entre outros), com saldo negativo de US$ 1,995 bilhão, e as rendas secundárias (transferências feitas por migrantes, entre outras), superavitária em US$ 390 milhões.

    Referências:Brasil tem superávit em conta corrente de US$ 434 milhões em setembro, 2017.Disponível em:"http://www.assintecal.org.br/noticia/brasil-tem-superavit-em-conta-corrente-de-us-434-milhoes-em-setembro" Acesso em: 26 de outubro de 2017." 

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

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