BLOG
as últimas novidades sobre o Grupo STK

  • Segunda, 11 de Dezembro de 2017

  • Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex

  • Resultado de imagem para crescimento

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília- O ministro Marcos Pereira presidiu, nesta quinta-feira, a 16ª Reunião do Conselho Consultivo do Setor Privado da Câmara de Comércio Exterior. “O Conex não se reunia desde julho de 2015”, lembrou o ministro. “Logo, era urgente a retomada dos trabalhos deste Conselho, que é uma importante ferramenta de debate especializado e qualificado para nós, governo, colhermos sugestões de como melhorar as políticas públicas voltadas ao comércio exterior”, afirmou o ministro.

    Apesar desse tempo sem que o Conselho se reunisse, o ministro destacou que a interlocução com os setores tem se realizado, e que o MDIC mantém as portas abertas para recebimento de demandas e formulação de parcerias com o setor produtivo. O ministro também falou que a pauta da reunião, trazida pelo setor privado, incluia temas já defendidos pelo MDIC  como  questões relacionadas às negociações comerciais e aos temas de financiamento às exportações.     Para a secretária-executiva da Camex, Marcela Carvalho, a retomada das discussões do Conex foi importante porque estimula ainda mais o diálogo com os setores mais relevantes da economia brasileira.

    Melhorias do ambiente de negócios

    Durante a reunião, o ministro também destacou as ações do MDIC para a  melhoria do ambiente de negócios e promoção de investimentos no Brasil, como:

    •  Implementação do projeto piloto RedeSIM, na cidade de São Paulo, que visa a desburocratizar e reduzir o prazo de abertura de empresas de 101 para 7 dias;
    •  Instalação e expansão do Brasil Mais Produtivo, programa de consultoria direcionado a Pequenas e Médias empresas para aplicação de técnicas de manufatura enxuta. O impacto médio é de 51% de aumento de produtividade nas empresas participantes;
    •  Implantação do módulo de exportações do Portal Único no primeiro semestre desse ano, bem como a previsão de lançamento do modulo de importações já no início de 2018;
    •  Fomento ao dinamismo e ao desenvolvimento tecnológico de startups, por meio de programas de aceleração, como o InovAtiva; de internacionalização, como o StartOut; e da necessária conexão com grandes empresas, como o Conexão Startup-Indústria;
    •  Desenvolvimento, por um grupo técnico específico, da estratégia brasileira para a indústria 4.0, a ser lançado em março de 2018;
    •  Reestruturação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial;
    •  Lançamento da consulta pública para formulação da Agenda Regulatória de Comércio Exterior, pela SE/Camex;

    Conex

    Participam do Conex, os representantes do setor produtivo nomeados em julho de 2017, por meio da Resolução Camex n°60/2017. Os conselheiros possuem mandato de 2 anos, pessoais e intransferíveis. A participação nas atividades do Conex é considerada serviço público de natureza relevante, não ensejando remuneração.

    Compete ao Conex assessorar a Camex, por meio da elaboração e do encaminhamento de estudos e de propostas setoriais para aperfeiçoamento da política de comércio exterior.

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Melhorias no ambiente de negócios são destacadas por Marcos Pereira em reunião do Conex, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/108/melhorias-no-ambiente-de-negocios-sao-destacadas-por-marcos-pereira-em-reuniao-do-conex” Acesso em: 11 de dezembro de 2017.”

     

     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


  • Sexta, 08 de Dezembro de 2017

  • Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas

  • Resultado de imagem para SNEAKERS

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Pode até parecer uma matéria esportiva, mas não é! Michael Jordan, considerado por muitos como o melhor jogador de basquete de todos os tempos, e Stan Smith – venceu o US Open, em 1971, e Wimbledon, em 1972 – se tornaram referências dentro e fora das quadras, mas também nos pés de muita gente.

    Jordan e Smith inspiraram a criação de dois modelos de tênis, literalmente, icônicos: Nike Air Jordan 1 e Adidas Stan Smith, respectivamente. Nesta temporada, o universo esportivo invadiu o mundo da moda e estes calçados, hoje, viraram sinônimo de tendência.

    Nike Air Jordan - Sneaker inspirado no gênio do basquete

    Desde que foi inventado, em 1891, o basquet nunca tinha visto um gênio como Michael Jeffrey Jordan, o maestro do Chicago Bulls, onipresente em toda a quadra, capaz de parar por intermináveis segundos no ar antes de encestar a bola. Foi esta habilidade, sobrenatural segundo seus adversários, que há mais de 30 anos levou o marqueteiro de Jordan, David Falk, a bater às portas da Nike, em Oregon, propondo a criação do Air Jordan, que viria a ser uma espécie de “Cadillac” dos tênis esportivos.

    O “J”, como é chamado, não é apenas um par de tênis. Aos pés do seu criador, tornou-se um divisor de águas: ajudou a levar o basquete às multidões, elevou a autoestima de milhões de negros norteamericanos que não teriam outra ferramenta de mobilidade social, e gerou uma revolução no marketing esportivo, que culminou com o slogan, conhecido no mundo todo: “Just Do It”.

    Desde que entre dois pares de tênis de basquete vendidos nos Estados Unidos, um é “Air”, a consultoria SportsOneSource calcula que Jordan ainda seja o responsável por US$ 2,7 bilhões dos quase US$ 27,7 bilhões que a Nike gera anualmente, a partir da empresa de Beaverton, no Estado de Oregon, que até os anos 1980 era uma obscura fábrica nascida no porta-malas de uma van.

     

    O sobrenome do atleta batiza uma divisão de produtos na companhia que vende calçados e roupa inspirados no basquete. “O Air Jordan 1 é considerado, por muitos, o mais importante calçado da cultura dos tênis”, afirma Ricardo Nunes, editor e fundador do site especializado em tênis SneakersBR.

    Ele revela que o modelo foi banido das quadras da NBA, na época do seu lançamento, e virou uma febre tão grande entre os fãs de Michael Jordan que Nike e a rede FootLocer tiveram de entrar em acordo, lançando novas cores somente aos sábados. “Isso para que a molecada não perdesse aula para fazer fila nas lojas, à espera do tênis”, comenta, acrescentando que o Nike Air Jordan 1 não virou um calçado tão inspiracional para o nascimento de modelos ‘genéricos’. “Mas, nem por isso, ele deixa de se conectar com adeptos da moda mais iniciados nas culturas esportiva e de rua”, completa Nunes.

     

    Adidas Stan Smith - legião de fãs

    Branco e verde. Com simplicidade aplicada em sua paleta de cores e na concepção do design, nascia o Stan Smith, o tênis mais marcante da adidas e um dos mais importantes calçados do segmento. Rappers, punks, DJs, designers, atores hollywoodianos, pais, mães, avós e netos. Ao longo dos seus 53 anos de história, os Smiths conquistaram todos os públicos, e hoje é muito difícil olhar para eles e não lembrar alguma história em que estiveram presentes.

    A fórmula é simples: cabedal liso em couro de grão integral, as famosas “três listras perfuradas” e o solado tonal de borracha foram suficientes para fazer deste cano baixo um objeto de desejo. “O Stan Smith nasceu nas quadras de tênis e já viveu altos e baixos, mas nunca perdeu sua importância. As linhas são simples mas, ao mesmo tempo, sofisticadas, e a execução mais clássica – em couro liso branco, com detalhes verdes – é daquelas que vai bem com tudo”, detalha Nunes.

    Desde o momento em que o primeiro par de Adidas Stan Smith foi exposto em uma vitrine, 40 milhões de caixas com o modelo foram vendidas em todo o mundo e, recentemente, com sua nova inserção no mercado após uma pausa de um ano, o modelo vendeu em 12 meses mais do que entre o período de 2010 a 2013.

     

    Sempre que questionado sobre o sucesso do modelo, Stan Smith, tenista profissional que deu nome ao tênis, diz que o design simples e as cores básicas são os grandes responsáveis pelo sucesso do
    calçado através dos tempos.

    Originalmente nomeado de Halliet, em homenagem ao tenista francês Robert Halliet, o modelo nasceu em 1963, destinado aos esportistas das raquetes. Somente em 1978, quando rebatizado, recebeu o nome de Stan Smith, que atingiu o primeiro lugar no ranking mundial de tênis em 1972.

    A partir de 1978, variação nas cores foram oferecidas. De lá para cá, combinações inusitadas, estampas e materiais diferenciados, como camurça e malha, entraram em cena, acompanhando as tendências da moda."

    Referências:Sneakers: ícones dentro e fora das quadras esportivas, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/102/sneakers-icones-dentro-e-fora-das-quadras-esportivas” Acesso em: 08 de dezembro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: StickFran, Novidades, Tendências, Notícia,


  • Quinta, 07 de Dezembro de 2017

  • Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre

  • Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

    Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

    Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

    Oferta

    A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

    “A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

    Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

    O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

    Demanda

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

    A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

    Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

    Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

    Setor externo

    As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

    Acumulados

    O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

    Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

    Revisões

    O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior."

    Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

  • Tags: Novidades, Tendências, Notícia,


 < 12 3 4 5 6 >  >>
  • BUSCA
  • ARQUIVO