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  • Quarta, 25 de Julho de 2018

  • Analista que previu desvalorização do real agora vê recuperação

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    Resultado de imagem para dolar e real

     

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):"

     

    A analista acredita que o mercado pode estar pessimista demais e vê uma pequena recuperação adiante

     

    No começo do ano, quando o cenário ainda parecia ser positivo para o Brasil, Tania Escobedo era uma das poucas pessimistas com o real. Após ter previsto corretamente a desvalorização da moeda no início deste ano, a analista acredita que o mercado pode estar pessimista demais e vê uma pequena recuperação adiante.

     

    A estrategista para América Latina da RBC Capital Markets LLC projeta que o dólar será negociado ao redor de R$ 3,70 pelo resto do ano, após a moeda ter passado boa parte do último mês em um patamar mais desvalorizado, entre R$ 3,79 e R$ 3,95.

     

    O nível de R$ 3,70 é “sustentável e justo”, diz ela, dadas as incertezas em relação à política econômica do próximo governo e ao cenário externo desafiador para os mercados emergentes, à medida que as tensões comerciais entre Estados Unidos e China aumentam. Seu call de recuperação da moeda brasileira até o fim do ano não é baseado em nenhuma melhora forte no cenário já que há eleições no caminho, mas sim um alívio baseado no posicionamento dos traders.

     

    “Ainda há um forte interesse de compra que pode impulsionar uma recuperação, desde que não haja uma reversão no sentimento geral de risco”, disse ela de Nova York.

     

    O real enfraqueceu cerca de 12% este ano, o pior desempenho entre as principais moedas do mundo, por conta da falta de clareza política, das previsões de crescimento mais fracas e do cenário adverso para os mercados emergentes. Além disso, os candidatos favoritos do mercado para a presidência estão para trás nas últimas pesquisas de intenção de voto da eleição de outubro e a agenda econômica do governo está praticamente paralisada, pesando ainda mais sobre a lenta recuperação da economia.

     

    Enquanto Escobedo estava entre as poucas que previram a queda do real no início deste ano — a tornando a analista mais precisa para a moeda no primeiro e segundo trimestres –, desta vez o mercado está em linha com ela. O consenso atual é que o dólar subirá para R$ 3,83 até o final do terceiro trimestre e, em seguida, voltará a R$ 3,70 até o final do ano, de acordo com pesquisas da Bloomberg.

     

    Alguns, como o Bank of America Merrill Lynch, são mais pessimistas. O banco, que classifica o Brasil entre os “três frágeis” mercados emergentes, juntamente com a África do Sul e a Turquia, prevê que o dólar poderia chegar a R$ 5,5 em seu pior cenário, no qual o próximo presidente teria uma agenda hostil ao mercado.

     

    Escobedo diz que é improvável que o dólar sequer se sustente num patamar de R$ 4, já que nesse nível o real seria considerado barato por muitos investidores. Esse é um nível psicológico chave, alcançado pela última vez em 2016 em meio à turbulência política que culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Overshoots podem acontecer, ela diz, mas provavelmente serão temporários, e é improvável que levem o BC a aumentar os juros.

     

    Para o próximo ano, a RBC prevê que o dólar caia para R$ 3,63 no primeiro trimestre, chegando a R$ 3,45 no final de 2019.

     

    Fonte: Exame"

    Referências:“Analista que previu desvalorização do real agora vê recuperação.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/730/analista-que-previu-desvalorizacao-do-real-agora-ve-recuperacao” Acesso em: 25 de julho de 2018.

     

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  • Sexta, 20 de Julho de 2018

  • Na Colômbia, IFLS gera US$ 8 milhões para marcas brasileiras

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "A edição de primavera-verão da International Footwear and Leather Show – IFLS, feira calçadista colombiana ocorrida entre 17 e 19 de julho, em Bogotá, foi de resultados satisfatórios para as 17 marcas verde-amarelas presentes no evento. Viabilizada por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a participação deve gerar US$ 8 milhões em negócios realizados in loco e alinhavados durante o evento.

    A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, ressalta que esta foi a melhor performance das últimas três edições. Com menos dez marcas do que na edição passada, a mostra gerou 30% mais negócios. “A feira foi surpreendente para empresas e também para a Abicalçados”, frisa, acrescentando que os estandes verde-amarelos chamaram a atenção de grandes players de importantes mercados da América Latina. “Apesar de um fluxo menor de visitantes, a mostra teve um salto qualitativo com relação aos compradores presentes”, avalia. Segundo ela, in loco, foram vendidos cerca de 160 mil pares de calçados, número que deve chegar a mais de 2,6 milhões já nos próximos meses, em decorrência de negociações iniciadas no evento.
     
    Expositores
     
    A trader da Petite Jolie, Jéssica Bender, corrobora a avaliação da Abicalçados. “Grandes redes, que pouco iam até o pavilhão internacional, onde encontram-se as marcas brasileiras, estiveram presentes e efetivaram negócios”, comemora.  
    Para o representante comercial da Beira Rio no mercado colombiano, Dioni Bourscheid, a feira deve iniciar a retomada das vendas na Colômbia. “Registramos uma maior qualificação dos compradores presentes”, aponta Bourscheid.  
    Participando pela primeira vez da mostra colombiana, a marca Fila, produzida pelo grupo Dass Nordeste, teve resultados positivos na apresentação dos produtos, que ainda não haviam chegado no mercado local. “A expectativa foi superada devido ao grande número de clientes qualificados atendidos durante a feira”, avalia Carlos Freitas, gerente de exportação da marca.
    Imagem
     
    Antecedendo a mostra, o Brazilian Footwear promoveu o já tradicional evento de relacionamento com a imprensa local, o Photocall. Nesta oportunidade, o encontro teve a temática da Copa do Mundo e ocorreu em uma quadra de futebol indoor na capital colombiana. “Recebemos importantes veículos, tanto B2B como B2C, e conquistamos um bom espaço na imprensa local”, conta a coordenadora de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, ressaltando que o trabalho se estendeu para os dias da mostra, com visitas a veículos locais para tratar da indústria calçadista brasileira, tendências de moda, processos inovadores, entre outros temas.
    Participaram da IFLS as marcas  Piccadilly, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Bottero, Verofatto, Fila, Petite Jolie, Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy, Cartago e Grendene Kids.
    Sobre o Brazilian Footwear:
     
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Na Colômbia, IFLS gera US$ 8 milhões para marcas brasileiras”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/na-colombia-ifls-gera-us-8-milhoes-para-marcas-brasileiras” Acesso em: 20 de julho de 2018.

     

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  • Quinta, 19 de Julho de 2018

  • Francal sinaliza retomada para o setor calçadista

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    A 50ª edição da Francal, feira calçadista realizada entre os dias 16 e 19 de julho e que reuniu mais de 450 expositores para apresentar as coleções de primavera-verão, sinalizou a possibilidade e uma retomada das vendas do setor após um primeiro semestre abaixo da expectativa. A principal mostra calçadista brasileira para a temporada quente aconteceu no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.
     
    Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, não se pode negar que o atual contexto do mercado doméstico e internacional é negativo, de demanda reprimida e oscilações nas exportações, o que faz com que os compradores estejam receosos para assumir compromissos de médio e longo prazos. “Por outro lado, a Francal, mais uma vez, cumpriu o papel de estimular a atividade para a temporada de vendas mais importante para as fábricas brasileiras, a temporada de verão, que representa cerca de 70% do volume negociado pelo segmento”, avalia, ressaltando que, visto a expectativa inicial, a feira superou as perspectivas, com menor fluxo de visitação, porém com maior efetividade nos negócios. “Foi uma mostra satisfatória e um impulso fundamental que pode representar uma retomada das vendas ainda no segundo semestre", acrescenta o dirigente. 
     
    O presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala, destaca a importância da mostra, com o estímulo dos negócios mesmo em um ambiente conturbado para o setor calçadista. “Estamos com a sensação de dever cumprido, não só por esta edição, mas pelas cinco décadas que comemoramos. A Francal cresceu e viu o mercado crescer junto. Neste ano, realizamos uma feira completamente diferente, não só em termos de fomento dos negócios, mas também na oferta de experiências que vão inspirar os lojistas em seus estabelecimentos e de muito conteúdo sobre o que há de mais moderno em comércio eletrônico, tecnologia e consumo”, avalia, em referência à extensa programação de conteúdo durante o evento.
     
    Mercado doméstico surpreende
    A Francal 2018 se notabilizou pela performance no mercado doméstico, surpreendendo parte dos calçadistas expositores, que esperavam melhores resultados nas exportações. Conforme empresários, mesmo com o dólar elevado ante à moeda brasileira, o que favorece a formação de preços mais competitivos para exportação, o destaque ficou mesmo por conta do mercado interno.
     
    Em franca expansão desde que passou a receber aportes do Axxon Group, no final de 2016, a Usaflex saiu satisfeita da mostra paulista, especialmente em função dos negócios gerados no mercado interno. O gerente comercial da marca de calçados confortáveis, Eduardo Santos, avalia que, apesar do fluxo menor de visitantes, os compradores foram mais efetivos na realização de negócios. Segundo ele, o estande registrou uma queda de cerca de 25% na visitação em relação à feira do ano passado. Por outro lado, esse número, confrontado com o incremento de algo em torno de 15% no volume negociado – para o mercado interno –, aponta para uma grande efetividade da mostra enquanto geradora de negócios. “A Francal soube se adaptar ao atual momento do mercado, indo além das oportunidades de negócios e atraindo compradores qualificados”, destaca Santos, ressaltando que para o segundo semestre a expectativa da empresa é crescer entre 10% e 12% no mercado doméstico, após um revés de 15% no primeiro semestre. 
     
    O gerente de exportações da Radamés, Maurício Avila, destaca que as vendas para o mercado interno foram 20% superiores às registradas na feira de 2017, superando em muito as expectativas da empresa, tendo em vista a queda na demanda brasileira. “Já com relação ao mercado internacional, recebemos poucos compradores, a maior parte já clientes da empresa”, conta Avila, ressaltando que, no geral, a empresa vem logrando bons resultados nas exportações, com um crescimento de 20% na primeira parte do ano. 
     
    Momento difícil
    Uma das maiores fabricantes de calçados do País, a Beira Rio, sentiu os reflexos do atual momento econômico brasileiro na Francal. Sem abrir números, a diretora comercial e de marketing da empresa, Maribel Cristiane da Silva, conta que esperava uma visitação maior. “Estar presente em feiras do porte da Francal é, acima de tudo, uma necessidade de relacionamento com mercado e respeito ao nosso cliente”, comenta, destacando que nesta edição as vendas ficaram abaixo do esperado, o que é também é um reflexo das dificuldades encontradas no mercado doméstico. 
     
    Abicalçados
    A Abicalçados participou da feira paulista com ações de promoção comercial e de imagem. Para esta edição, a entidade calçadista trouxe, em parceria com o Escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos da Eurásia (Apex-Brasil Eurásia), compradores de um dos maiores grupos de calçados e artigos infantis da Rússia, o grupo Gulliver. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, conta que os importadores, que ainda não trabalham com calçados brasileiros, levaram amostras que devem resultar em negócios nos próximos meses. “Os compradores destacaram a qualidade dos materiais, o design, conforto e também o preço justo dos produtos apresentados”, conta. 
     
    Com o objetivo de divulgar o calçado verde-amarelo nos principais mercados internacionais, a entidade promoveu, ainda, o Projeto Imagem. Por meio deste, foram trazidos ao Brasil oito veículos segmentados dos principais mercados para o calçado brasileiro no exterior: Serma, da Argentina; Style America, El Tiempo e Publimetro, da Colômbia; Globalfashion, da Espanha; Edizioni AF e Moda Pelle, da Itália; e Shoes Magazine, da Rússia. Pela primeira vez no Brasil, a jornalista Johana Peña, do periódico colombiano Publimetro, ressaltou o conforto das marcas brasileiras, algo não comum entre os fabricantes colombianos, bem como a sinergia cada vez maior das empresas com os aspectos culturais do Brasil. 
     
    Ambos os projetos foram viabilizados por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil.

     

    Buscando atender à demanda de antecipação das vendas da temporada de verão, a promotora da Francal marcou a próxima feira entre os dias 3 e 5 de junho do próximo ano. A redução dos quatro dias de realização do evento para três, também vai ao encontro da necessidade de redução de custos e otimização do tempo tanto para expositores como para os varejistas. 
     
    Referências:“Francal sinaliza retomada para o setor calçadista”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/francal-sinaliza-retomada-para-o-setor-calcadista” Acesso em: 19 de julho de 2018.
     
     

     

  • Postado por: TI - STICKFRAN

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