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  • Terça, 28 de Novembro de 2017

  • Abicalçados realiza missão prospectiva na França

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Com um consumo de mais de 400 milhões de pares de calçados por ano - mais de 6 pares per capita e volume praticamente todo importado, especialmente da Itália - a França vem chamando a atenção dos calçadistas brasileiros. É com o objetivo de entender melhor o mercado, a estrutura do varejo e o modelo de promoção comercial mais acertado para os calçadistas brasileiros que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do programa de apoio às exportações de calçados Brazilian Footwear, está realizando uma missão prospectiva ao país entre os dias 25 de novembro e 3 de dezembro. O Brazilian Footwear é desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). 

     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que, no período, estão agendadas reuniões com redes de varejos locais, distribuidores, agências de relações públicas e hotéis - para a possível realização de showrooms. “Além disso, está em andamento e deve ser entregue até o final deste ano, um estudo detalhado sobre o mercado francês”, adianta.
     
    Segundo a gestora, atualmente a França é o terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, mas compra, basicamente, chinelos, ou seja, produtos de menor valor agregado. “O objetivo é, entendendo melhor o comportamento do consumidor francês através do estudo e da missão, passar a exportar calçados com maior valor agregado, aumentando o preço médio e aproveitando com maior eficácia o potencial daquele mercado”, comenta Roberta.
     
    Números
    No ano passado a França importou 9 milhões de pares de calçados verde-amarelos, o que gerou US$ 56 milhões, altas de 5,3% em volume e 2% em receita no comparativo com 2015. Nos primeiros dez meses de 2017, os franceses já importaram 4,5 milhões de peças por US$ 45 milhões, queda de 30,3% em volume e alta de 4,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado. “Essa disparidade se dá porque a França já vem, aos poucos, importando calçados brasileiros de maior valor agregado. Neste ano o preço médio do produto exportado para lá aumentou de US$ 6 para US$ 10”, explica Roberta.
     
    A França é mercado-alvo do programa Brazilian Footwear ao lado dos Estados Unidos, China, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Colômbia.


    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

    Sobre a Apex-Brasil:
    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: 

    www.apexbrasil.com.br "

    Referências:Abicalçados realiza missão prospectiva na França, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-realiza-missao-prospectiva-na-franca” Acesso em: 28 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Segunda, 27 de Novembro de 2017

  • Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria

  • Resultado de imagem para feira em gramado

    "Feira que acontece em Gramado(RS), reflete o reaquecimento da economia e demostra aumento de vendas em comparação a edição de 2016.

     

    Os últimos dias foram intensos em Gramado (RS). A reunião do setor calçadista com a sexta edição da Zero Grau – Feira de Calçados e Acessórios mostrou uma retomada da economia e principalmente um novo ânimo nos personagens deste setor, que responde por cerca de 300 mil empregos no país. A feira mostrou uma coleção eclética para a próxima temporada de frio com calçados mais pesados para o sul e sudeste do Brasil e linhas mais leves para o clima tropical dos demais estados. Esta flexibilidade de coleção aumenta razoavelmente a linha de atuação da feira que, assim, ampliou sua fatia no mercado. “Acreditamos que teremos um crescimento linear para a próxima edição, acompanhando o desempenho deste ano”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora do evento. A feira encerrou nesta quarta-feira (22), no Serra Park, em Gramado (RS).

    A resposta para esta projeção positiva vem dos estandes dos expositores. Marlin Kohlrausch, diretor da Bibi, comenta que o estande da marca foi muito visitado tanto por compradores brasileiros, quanto importadores, sobretudo da América Latina. “Essa foi uma das melhores Zero Grau, apontando, com um certo otimismo para a retomada da economia”, diz ele. Já Fernando Motta, diretor da Mariota também comemora os resultados desta edição da feira. As vendas realizadas durante o evento comprometeram um mês de produção na fábrica da marca. “Os lojistas estão mais otimistas, tanto que as vendas foram maiores em relação ao ano passado”, mensura ele. Gustavo Ranft, gerente comercial da Pegada ressalta a importância do evento para o relacionamento dos expositores com os lojistas. “Aqui acontece a troca de ideias, nos possibilitando alinhar as estratégias e ter contato com o nosso cliente”, comenta ele.

    Também Rafael Caceres, gerente comercial da Democrata, percebeu bons resultados em relação à feira. “Estamos vindo de uma situação crescente. O resultado é muito positivo e as vendas foram superiores em relação a última edição”, analisa ele. Pletsch comemora também a forte presença de importadores na feira que aponta para uma nova realidade. “Com o aumento destes profissionais estamos tendo condições de oferecer novas opções de clientes para a indústria brasileira. Isto para nós é gratificante”, salienta Pletsch. A feira recebeu 200 importadores de 35 países, outro recorde batido nesta feira.

    Zero Grau 2018 – A Merkator Feiras e Eventos dá mais um passo à frente na construção da marca e do conceito da Zero Grau. A campanha de 2018 lançada nesta edição apresenta o novo conceito da feira: “Tudo Novo de Novo”, indicando a renovação que o evento traz para o setor calçadista e a moda através dos seus expositores e ações.  Ainda nesta semana será lançado nas redes sociais da feira, o vídeo oficial da campanha.

    PARCEIROS QUE VISUALIZAM A NECESSIDADE DO MERCADO - A Zero Grau conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados e Componentes para Calçados de Três Coroas.

    Fonte: Marta Araujo

    Créditos de imagem: Dinarci Borges"

    Referências:Calçado aquece a economia. Feira em Gramado atinge números surpreendentes para a indústria, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/40/calcado-aquece-a-economia-feira-em-gramado-atinge-numeros-surpreendentes-para-a-industria” Acesso em: 27 de novembro de 2017.”

     

     

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  • Sexta, 26 de Novembro de 2017

  • Uma marca histórica: pela primeira vez, superávit da balança comercial supera US$ 60 bilhões

  • Resultado de imagem para balança comercial

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "Brasília – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou hoje os números da balança comercial brasileira, referentes às duas primeiras semanas de novembro – entre os dias 1º e 12 do mês. Com o resultado apresentado no período, o saldo comercial chega a US$ 60,285 bilhões e as exportações brasileiras somam, no ano, US$ 189,7 bilhões, valor que ultrapassa em US$ 4,5 bilhões todas as vendas externas realizadas em 2016.

    Na avaliação do ministro Marcos Pereira, “a atividade exportadora é fundamental para a retomada do crescimento econômico”, disse. O ministro participou hoje do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Porto Alegre, onde ressaltou que “as exportações acumulam uma alta de 20% no ano e isso reflete esforços da nossa indústria e também do agronegócio”.

    Acesse os dados completos da balança comercial

    Entre janeiro e a segunda semana de novembro, as empresas brasileiras exportaram US$ 189,7 bilhões, com média diária de US$ 878,3 milhões, e importaram US$ 129,4 bilhões, com média diária de US$ 599,2 milhões. Com isso, o saldo comercial acumulado no ano é de US$ 60,285 bilhões e a corrente de comércio de US$ 319,153 bilhões.

    Novembro

    Nas duas primeiras semanas de novembro, as exportações brasileiras somaram US$ 6,252 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 893,2 milhões, considerando-se apenas os dias úteis. As importações, no período, foram de US$ 4,430 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 632,9 milhões.  O superávit do período foi de US$ 1,822 bilhão e a corrente de comércio de US$ 10, 683 bilhões.

    Até a segunda semana de novembro, as exportações cresceram 10,2% em relação a todo o mês de novembro de 2016, quando a média diária foi de US$ 810,8 milhões.  Nessa comparação, aumentaram os embarques de produtos básicos (35,3%) – principalmente por conta de soja em grãos, milho em grãos, minério de ferro, carne bovina, algodão em bruto, minério de cobre – e semimanufaturados (12,5%) – puxados por celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas. Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-8%) – devido a açúcar refinado, tubos flexíveis de ferro e aço, gasolina, medicamentos e centro de usinagem de metais.

    Na comparação com o mês de outubro de 2017, quando a média diária das exportações chegou a US$ 898,9 milhões, houve retração de 0,6%, em virtude das vendas de básicos (-7,1%) semimanufaturados (-2,4%). Nessa comparação, as exportações de produtos manufaturados cresceram 9%.

    Do lado das importações, a média diária até a segunda semana de novembro foi de US$ 632,9 milhões, valor 10,4% acima da média registrada em novembro do ano passado (US$ 573,1 milhões). Nesse comparativo, aumentaram as aquisições de produtos de alumínio (69,9%), combustíveis e lubrificantes (44,8%), equipamentos eletroeletrônicos (26,6%), produtos químicos orgânicos e inorgânicos (18,9%), produtos plásticos (17,1%) e veículos automóveis e partes (12,3%).

    Já sobre outubro (média diária de US$ 651,2 milhões), foi registrada queda de 2,8%, causada por aeronaves e peças (-62,4%), adubos e fertilizantes (-32,1%), produtos a base de cobre (-25,7%), combustíveis e lubrificantes (-23,3%) e veículos automóveis e partes (-3,7%).

    Fonte: Comex do Brasil"

    Referências:Uma marca histórica: pela primeira vez, superávit da balança comercial supera US$ 60 bilhões, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/36/uma-marca-historica-pela-primeira-vez-superavit-da-balanca-comercial-supera-us-60-bilhoes” Acesso em: 24 de novembro de 2017.”

  • Postado por: TI - STICKFRAN

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